Em um momento ela comenta que apanha do marido pq ele deve ama-la, já que a mãe a ama e bate nela sempre... Pesado, mas soou pra mim como um anacrônico, já que antigamente dificilmente se problematizavam os castigos físicos parentais (a não ser que fosse em excesso), era tido como normal. Na verdade, até hoje. 😔😔 De qualquer forma, isso me fez pensar na violência como motivador, que nem era com Michael Jackson e na série de traumas psicológicos que isso acarreta.
Cheguei na 5ª temporada e torcendo que acabe logo, que a 6ª seja a última. A série começou muito bem mas vem se estendendo e se esticando em histórias previsíveis e repetidas, típicas de séries que estão durando além do que deveriam.
Bem longe de ser um simples romance, desenvolve tramas paralelas que são ótimas de acompanhar, pois giram em torno de acontecimentos históricos das duas épocas retratadas (1945 e 1743). Claire, apesar de inicialmente possuir a petulância de alguém do futuro tão característica em enredos de viagem no tempo, mostra um leve diferencial ao perceber rapidamente que precisa se misturar e esconder sua identidade caso queira sobreviver. Um destaque à bela amizade que irá nascer entre ela e Murtagh. Obviamente que o roteiro ajuda bastante ao colocar uma enfermeira versada em ervas bem num século onde não há remédios modernos, mas, sua personalidade se encarrega de nos convencer da capacidade de passar por tudo mesmo que não houvesse tal atributo. Dou ênfase aos laços e juramentos tanto ingleses quanto escoceses, o senso de honra e dever que vai para além de uma amizade ou bem querer, que inserem um realismo maravilhoso na série, nos aproximando de um tempo distante, onde a palavra valia absolutamente tudo e, finalmente a relação de Claire e Jamie, com uma química incrível. O ponto negativo foi o excesso de cenas de sexo, que para mim eram longas demais e improdutivas, sem diálogos, sem nada. Ao avançá-las, não se perderá nenhuma informação. De resto, uma das séries mais bem feitas da atualidade, com personagens marcantes e trabalhados, que merece ser vista.
Os momentos de quebra da 4a parede tem um q de diálogos internos, como se Flea fugisse para algum lugar dentro de si mesma ao se comunicar com o público... O padre identificando quando isso ocorria demonstra o quanto ela se deu a conhecer pra ele.
-Zumbis que correm rápido mas andam devagar como se tivessem com a perna quebrada -Brandão falando pra zumbi: me come sua vagabunda -Sabrina Sato sensualizando de zumbi com olhar super significativo kkk -Políticos, policiais e elite cagando todo o rolê da sobrevivência alheia como sempre
Ótima ideia, mas filme insosso e com situações muito mal aproveitadas. Só se salva a nostalgia e as referências aos Beatles. Na verdade, é justamente por ter Beatles como tema e não saber como usar isso que faz o filme ser mais frustrante ainda.
Num contexto em que podcasts são a sensação do momento, Midnight traz um formato totalmente criativo e surreal: o 'videocast'. Que conta com apenas um ouvinte, é transmitido pro espaço, cata entrevistados dentro de um simulador de universos, e, como se não bastasse, se ambienta num caos instalado e bem-humorado onde tá todo mundo morrendo sem morrer e as falas dos personagens continuam plenas como se estivessem navegando num lago parado sem vento. Adorei. Depois de superada a dúvida de onde me concentrar, se no pau quebrando atrás ou os caras conversando, curti muito o viés existencialista dos diálogos, que achei parecidos com aqueles de duplas de filósofos estilo Sócrates-Platão, onde um fala e o outro complementa, trazendo novas questões e pontos de vista mais ordinários até chegarem numa ideia condensada sobre determinado assunto. Inicialmente achei chato. O primeiro episódio mesmo com toda a metáfora zumbi não funcionou pra mim. Mas nos próximos havia um certo requinte nos temas escolhidos e a forma de abordar foi ficando mais sensível e aguçada, nos dando mais ganchos para refletir e absorver, daí passei a assistir com interesse e gostar muito da animação.
Vilões nazistas querendo dominar o mundo (de novo) e romance adolescente zero a ver com um demônio bombadão. Faltou mais criatividade na abordagem do sobrenatural, filme cheio de mais do mesmo. Esquecível.
Um easter egg muito fofo é que esse filme se passa na mesma casa de Meu Amigo Totoro. Tive essa confirmação quando a tia-avó de Sho comenta sobre a sua família, que há gerações sabe da existência dos pequeninos, daí mostra uma foto da família das irmãs, do jeitinho que conhecemos em Totoro..
É óbvio que com o histórico negativo da Disney para sequências pouca gente tava esperando um sucesso minimamente similar a Frozen I. No entanto, em Frozen II, gostaria que tivesse havido uma atenção maior às canções - fator importantíssimo que tornou memorável o primeiro filme, mas que nesse, nem chegou perto de emocionar.
Também achei que o enredo ficou complexo demais para um filme infantil, embora tenha curtido saber mais coisas sobre o universo de Arendelle. Confesso que não esperava o final que deram pra Elsa e Anna, mas achei que fez bastante sentido.
Apesar de ter gostado desse filme, não assistiria 5, 6 vezes como fiz com Frozen I.
A maioria das coisas sobre como os duplos surgiram e vivem, simplesmente não faz sentido! Nem dentro do filme isso é bem explicado. A falta de verossimilhança dentro do próprio contexto do enredo me incomodou bastante.
O melhor é que a Whoopi Goldberg resumiu o filme em apenas uma frase (com as minhas palavras): "maano, tu é apenas uma riquinha preguiçosa se fazendo de doida pra melhor passar". rs
Minha cena favorita é quando Lisa joga na cara de Daisy coisas horríveis sobre o pai dela, culminando em seu suicídio. Me fez pensar no quanto o "verniz" de normalidade e compostura descasca quando alguém toca em nossas feridas mais viscerais... Na verdade, todas as sequências na casa da Daisy foram ótimas!
Nada saltou tanto aos meus olhos quanto a miséria mental desse protagonista... A tentativa dele de se manter relevante, embora caricata, me pareceu genuína durante boa parte do filme. No entanto, mesmo o tão sonhado "re-reconhecimento" não o preencheu. Foi quando cheguei à conclusão de que sua motivação era muito mais obscura, pra não dizer louca.
Eu, Tonya
4.1 1,4K Assista AgoraEm um momento ela comenta que apanha do marido pq ele deve ama-la, já que a mãe a ama e bate nela sempre... Pesado, mas soou pra mim como um anacrônico, já que antigamente dificilmente se problematizavam os castigos físicos parentais (a não ser que fosse em excesso), era tido como normal. Na verdade, até hoje. 😔😔 De qualquer forma, isso me fez pensar na violência como motivador, que nem era com Michael Jackson e na série de traumas psicológicos que isso acarreta.
Whiplash: Em Busca da Perfeição
4.4 4,2K Assista AgoraEssa atmosfera de pré-enlouquecimento do Andrew me deixou profundamente agoniada.
Outlander (5ª Temporada)
4.0 129Cheguei na 5ª temporada e torcendo que acabe logo, que a 6ª seja a última.
A série começou muito bem mas vem se estendendo e se esticando em histórias previsíveis e repetidas, típicas de séries que estão durando além do que deveriam.
Outlander (1ª Temporada)
4.5 556 Assista AgoraBem longe de ser um simples romance, desenvolve tramas paralelas que são ótimas de acompanhar, pois giram em torno de acontecimentos históricos das duas épocas retratadas (1945 e 1743).
Claire, apesar de inicialmente possuir a petulância de alguém do futuro tão característica em enredos de viagem no tempo, mostra um leve diferencial ao perceber rapidamente que precisa se misturar e esconder sua identidade caso queira sobreviver. Um destaque à bela amizade que irá nascer entre ela e Murtagh.
Obviamente que o roteiro ajuda bastante ao colocar uma enfermeira versada em ervas bem num século onde não há remédios modernos, mas, sua personalidade se encarrega de nos convencer da capacidade de passar por tudo mesmo que não houvesse tal atributo.
Dou ênfase aos laços e juramentos tanto ingleses quanto escoceses, o senso de honra e dever que vai para além de uma amizade ou bem querer, que inserem um realismo maravilhoso na série, nos aproximando de um tempo distante, onde a palavra valia absolutamente tudo e, finalmente a relação de Claire e Jamie, com uma química incrível.
O ponto negativo foi o excesso de cenas de sexo, que para mim eram longas demais e improdutivas, sem diálogos, sem nada. Ao avançá-las, não se perderá nenhuma informação.
De resto, uma das séries mais bem feitas da atualidade, com personagens marcantes e trabalhados, que merece ser vista.
Fleabag (2ª Temporada)
4.7 911 Assista AgoraOs momentos de quebra da 4a parede tem um q de diálogos internos, como se Flea fugisse para algum lugar dentro de si mesma ao se comunicar com o público... O padre identificando quando isso ocorria demonstra o quanto ela se deu a conhecer pra ele.
Reality Z (1ª Temporada)
3.0 217 Assista Agora-Zumbis que correm rápido mas andam devagar como se tivessem com a perna quebrada
-Brandão falando pra zumbi: me come sua vagabunda
-Sabrina Sato sensualizando de zumbi com olhar super significativo kkk
-Políticos, policiais e elite cagando todo o rolê da sobrevivência alheia como sempre
Achei muito divertida!
Contos do Loop (1ª Temporada)
4.2 225 Assista AgoraUm poema visual!
A Bela e a Fera
3.9 1,6KOs objetos animados são a coisa mais legal de se ver no filme.
Noites de Cabíria
4.5 396 Assista AgoraMeu Deus, tô no chão com esse filme, me atingiu em cheio!
O Clube dos Canibais
3.1 158 Assista AgoraUma proposta bem diferente do filme nacional que a maioria tá acostumada. Por isso que é interessante e vale a pena conferir.
Yesterday
3.4 1,0KÓtima ideia, mas filme insosso e com situações muito mal aproveitadas. Só se salva a nostalgia e as referências aos Beatles. Na verdade, é justamente por ter Beatles como tema e não saber como usar isso que faz o filme ser mais frustrante ainda.
The Midnight Gospel (1ª Temporada)
4.5 462 Assista AgoraNum contexto em que podcasts são a sensação do momento, Midnight traz um formato totalmente criativo e surreal: o 'videocast'. Que conta com apenas um ouvinte, é transmitido pro espaço, cata entrevistados dentro de um simulador de universos, e, como se não bastasse, se ambienta num caos instalado e bem-humorado onde tá todo mundo morrendo sem morrer e as falas dos personagens continuam plenas como se estivessem navegando num lago parado sem vento.
Adorei.
Depois de superada a dúvida de onde me concentrar, se no pau quebrando atrás ou os caras conversando, curti muito o viés existencialista dos diálogos, que achei parecidos com aqueles de duplas de filósofos estilo Sócrates-Platão, onde um fala e o outro complementa, trazendo novas questões e pontos de vista mais ordinários até chegarem numa ideia condensada sobre determinado assunto.
Inicialmente achei chato. O primeiro episódio mesmo com toda a metáfora zumbi não funcionou pra mim. Mas nos próximos havia um certo requinte nos temas escolhidos e a forma de abordar foi ficando mais sensível e aguçada, nos dando mais ganchos para refletir e absorver, daí passei a assistir com interesse e gostar muito da animação.
Crepúsculo dos Deuses
4.5 818 Assista AgoraAssassinato após uma rejeição... No fim das contas ela acabou estrelando Salomé -- e com a colaboração de Joe. Achei poético!
Hellboy
3.3 414 Assista AgoraVilões nazistas querendo dominar o mundo (de novo) e romance adolescente zero a ver com um demônio bombadão. Faltou mais criatividade na abordagem do sobrenatural, filme cheio de mais do mesmo. Esquecível.
O Castelo Animado
4.4 1,3K Assista AgoraToda a constância e atmosfera contemplativa de Miyazaki mas com um pouco mais de ação. Muito bom!
O Mundo dos Pequeninos
4.2 667 Assista AgoraUm easter egg muito fofo é que esse filme se passa na mesma casa de Meu Amigo Totoro. Tive essa confirmação quando a tia-avó de Sho comenta sobre a sua família, que há gerações sabe da existência dos pequeninos, daí mostra uma foto da família das irmãs, do jeitinho que conhecemos em Totoro..
John Wick: Um Novo Dia Para Matar
3.9 1,1K Assista AgoraNão matando o Papa, tá de boa 😂
Meu Amigo Totoro
4.3 1,3K Assista AgoraDelicado e contemplativo
.. Virei fã do Miyazaki por esse jeito único de contar histórias!
Frozen II
3.6 787É óbvio que com o histórico negativo da Disney para sequências pouca gente tava esperando um sucesso minimamente similar a Frozen I. No entanto, em Frozen II, gostaria que tivesse havido uma atenção maior às canções - fator importantíssimo que tornou memorável o primeiro filme, mas que nesse, nem chegou perto de emocionar.
Também achei que o enredo ficou complexo demais para um filme infantil, embora tenha curtido saber mais coisas sobre o universo de Arendelle. Confesso que não esperava o final que deram pra Elsa e Anna, mas achei que fez bastante sentido.
Apesar de ter gostado desse filme, não assistiria 5, 6 vezes como fiz com Frozen I.
Nós
3.8 2,4K Assista AgoraA maioria das coisas sobre como os duplos surgiram e vivem, simplesmente não faz sentido! Nem dentro do filme isso é bem explicado. A falta de verossimilhança dentro do próprio contexto do enredo me incomodou bastante.
Viva: A Vida é Uma Festa
4.5 2,6K Assista AgoraAmo o jeito como as animações da Pixar nos fazem refletir sobre relações familiares... Utilizar o dia de muertos como pano de fundo foi genial!
Alice Através do Espelho
3.4 728 Assista AgoraPerdeu um pouco aquele ar onírico do primeiro filme, que tanto me agradava maaas, continuei amando os figurinos! O Tempo estava um arraso!
Garota, Interrompida
4.1 1,9K Assista AgoraO melhor é que a Whoopi Goldberg resumiu o filme em apenas uma frase (com as minhas palavras): "maano, tu é apenas uma riquinha preguiçosa se fazendo de doida pra melhor passar". rs
Minha cena favorita é quando Lisa joga na cara de Daisy coisas horríveis sobre o pai dela, culminando em seu suicídio. Me fez pensar no quanto o "verniz" de normalidade e compostura descasca quando alguém toca em nossas feridas mais viscerais...
Na verdade, todas as sequências na casa da Daisy foram ótimas!
Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)
3.8 3,4K Assista AgoraNada saltou tanto aos meus olhos quanto a miséria mental desse protagonista... A tentativa dele de se manter relevante, embora caricata, me pareceu genuína durante boa parte do filme. No entanto, mesmo o tão sonhado "re-reconhecimento" não o preencheu. Foi quando cheguei à conclusão de que sua motivação era muito mais obscura, pra não dizer louca.