Assistindo ao filme você entende o porquê de Rian Johnson ter sido escalado para ser o responsável da nova trilogia de Star Wars.
Algumas cenas realmente épicas. Resoluções que você ansiava por 2 anos enfim chegaram e o filme arrisca bem mais que seu antecessor - fiquei bastante satisfeito.
Algumas coisas, no entanto, me incomodaram. Soluções fáceis, muletas de roteiro, isso é preguiçoso. Em dado momento havia dois filmes: um muito interessante, sobre a Rey, e outro de uma aventura de Finn completamente esquecível.
Introduziram duas personagens femininas que eu gostei bastante, mas uma delas teve uma atuação forçada.
Por que uma mecânica vai tomar a frente das ações perante um ex- stormtrooper??? Não faz sentido. Forçaram a barra para criar uma personagem feminina forte (nesse caso específico) e não foi crível.
Uma coisa bastante negativa do filme foi o timming cômico: piadas em alguns momentos tiraram o peso de cenas importantes. Por exemplo,
Na cena que a General Organa fica inconsciente. O QUE VÃO FAZER COM CARRIE FISHER????? Ela vai morrer? Sim? não? desse jeito? wtf, man! Aí o que me fazem? corta para uma piadinha de passarinhos com o Chewbacca. Parabéns aos envolvidos! méh
No mais, otimas atuações e trilha sonora perfeita. Ansioso para o final da trilogia.
Nos primeiros minutos do filme, ao ver uma criança idealizando o sanguinário ditador comunista Pol Pot me perguntei: que diabos esse pai está fazendo com essas crianças?
Daí a questão: dentro das concepções e premissas de cada um, visando o melhor para as crianças, o vilão seria o pai ou o avô? Quem foi melhor e pior para elas?
O filme confunde um pouco capitalismo e consumismo: você pode criticar o consumismo, mas não deixar de viver na sociedade de mercado. Em vários momentos as contradições da família elucidam isso: apesar de buscar viver fora/contra o sistema, eles recorrem a tratamentos médicos, mercadorias e alguns luxos.
A cena dos filhos querendo comer fast food é um belo exemplo disso.
Achei legal a forma como é apresentada a educação domiciliar, apesar de talvez ter sido um tanto romantizada. Ao menos não a estereotipou.
Você pode considerar o patriarca um Capitão Fantástico, também pode vê-lo como Capitão Totalitário/autoritário, que não aceita ser contestado pelos filhos, que idealiza um "novo homem", típico de marxistas que dizem amar a humanidade, mas são incapazes de amar seus familiares mais próximos (como nas cenas com a família de sua irmã), vale salientar.
Por fim: o primeiro e o segundo atos são quase perfeitos. No terceiro, o filme perde sua pretensão. Ao final, após inserir algumas problemáticas, mais notadamente de dois dos seis filhos e com a ação do avô deles, o filme parece se acovardar e muda os rumos da histórica, sem, no entanto, explicar como esse desfecho foi possível.
Senti falta apenas de alguma cena em que a crença dele de não pegar em arma fosse posta mais a prova. Algo como "se você não pegar na arma agora, você morre em 2 segundos".
Eu não sou fã de musicais, mas o filme é muito bom.
Ao longo dele, que vi numa sessão de domingo às 22h, presenciei uma quantidade incomum de pessoas mexendo no celular. Pode significar que o filme não engaja 100% do tempo todas as pessoas, então é bom ter isso em mente.
Ele é emocionante, o final não é exatamente o clichê, mas eu gostei.
A trilha sonora é ótima, bem como as atuações, principalmente da Emma Stone (embora eu considere que houve interpretações femininas melhores, pensando no Oscar).
Achei má produzida a dupla, que após 5 anos não aparentam nenhuma mudança física. Um detalhezinho besta, mas me chamou atenção.
Eu daria um 3,5/5 por um gosto musical, mas ele merece ao menos um 4/5. Veja, vale a pena!
[/spoiler] A cena da Fátima Bernades é o maior exemplo. [spoiler]
Parecia várias esquetes de humor com os mesmos personagens. O filme não define o que ele quer ser exatamente, qual história quer contar. Deveria ser, desde o início, evidenciado no filme que a questão dele era a dificuldade da protagonista em aceitar a emancipação de seus filhos. Esse conflito é introduzido apenas na metade do filme.
Por fim: palavrões (muitos) desnecessários. Alguns são necessários e a cena pede, ficam engraçados. Mas a maioria foi desnecessário. Para um filme que se propõe ser família, eu não levaria minha mãe ao cinema para vê-lo comigo.
Tirando o fan service, não há muita substância. Se você não é fã, nunca viu a franquia, não perca seu tempo. Verdade nua e crua.
Eu sou fã de Star Wars - ponto.
Assisti Rogue One com expectativa razoável, porém não alta. Esperava muito fan service, e eu não gosto muito disso.
Mas o problema do filme, ao meu ver, não é nem isso: a questão é que você não se importa com os personagens. Eles não são desenvolvidos. Muito é falado sobre eles, mas pouco é mostrado.
um dado personagem fala: "perdi muita coisa nessa guerra" HMMMMM mas perdeu o que? família? amigos? dinheiro? riqueza? a própria vida? não mostra. Você simplesmente não se importa com o que acontece com nenhum dos personagens novos, independentemente do que aconteça.
Exceto o robô, mas você só se importa um pouco com ele porque ele é engraçado.
[spoiler][/spoiler]
A nota deste filme está bem alta [4.3 no momento que escrevo]. Mas a gente tem de ter cuidado com os fãs. Muita gente comentando que era O MELHOR FILME DA FRANQUIA. Isso é uma heresia. Em 97 falaram a mesma coisa de Ameaça Fantasma, e os mesmos que elogiaram tanto ao sair do cinema hoje desprezam o filme porque caíram na real sobre seus problemas.
De novo: você não se importa com os personagens. A dramaturgia é o maior problema do filme. As cenas de luta são boas, mas não é o suficiente para eu considerar isso um bom filme.
Muito se fala desse musical. Fui ver com bastante expectativa e me decepcionei. Foi difícil assistir até o final.
Roteiro bobo, atuações forçadas (a ponto de personagens mudarem de personalidade de uma cena para a outra, principalmente ao final). Aliás, achei bastante machista várias passagens do roteiro.
[/spoiler] Por exemplo: mulheres estarem esperando durante o baile qualquer homem as chamarem para dançar; ou quando duas personagens entram no carro de um rapaz sem trocarem nenhuma palavra. [spoiler]
Além disso, estereotipa mulheres ao "pintarem" como se elas estivessem interessadas apenas em quanto dinheiro um cara pode gastar com elas, ou se ele tem carro.
Sinceramente, esse é o filme que marcou a geração dos anos 80? Acho que a nossa geração não está tão perdida assim.
Poderia ser um clássico do suspense, não fossem os 10 minutos finais, que mais pareciam ser o desfecho de um filme diferente. Ainda assim, vale a pena conferir, mas sem ter grandes expectativas.
O alívio cômico funciona e a premissa é bem original e diferente (sendo este o principal motivo para assisti-lo).
A atuação de Daniel foi boa e o elenco de apoio não compromete. Gostei da química entre o casal que protagoniza a obra, são bem naturais.
Parece que o filme se perde no final quando parece usar todos os elementos que constam no livro (é uma adaptação). Fiquei com a sensação de que se esticou um pouco demais.
Deve ter sido bem complicado adaptar a obra Orson Scott Card nesse filme.
Sejamos objetivos ao descrever o filme:
Trata-se de uma guerra entre a Terra e formigas aliens gigantes em que uns pirralhos são enviados para treinar de luta corporal (como se fossem usar) até física quântica em uma estação espacial. As batalhas da guerra ocorrem como se fosse jogar vídeo game, dando um quê de artificialidade no combate; os efeitos especiais são bacanas; trilha sonora básica; enredo introduz bem, mas se torna cansativo ("esse filme não acaba nunca?"); elenco tem prestígio, todaviam, não há nenhuma atuação surpreendente e o final é clichê.
Portanto, é assistível e bom para passar sua tarde, porém nada demais. Em alguns anos cairá no ostracismo.
A adaptação deixa a desejar em alguns pontos, mas no que se refere ao roteiro tem um desfecho um pouco diferente da obra de George Orwell. Dado que a URSS já havia se diluído, essa conclusão ficou bem interessante.
Analisando somente o filme: Ótima atuação do elenco. Até mesmo do coadjuvante John C. Reilly, "o pai passivo" Franklin, que ilude a si mesmo sobre ter uma família perfeita, que fez impecavelmente o que se esperaria dele no papel. 'Família perfeita' baseada em relacionamentos superficiais, máscaras, poucas conversas... Uma produção ótima, uma boa fotografia e trilha. No quesito de adaptação da obra geniosa da Lionel, o filme dá sua visão. KK é mais incisivo sob 'os olhos' de Lynne Ramsay. No livro, Kevin é menos sutil em seus atos, deixando "o benefício da dúvida", que por vezes faz parecer que Eva é delirante e que culmina no colapso de seu casamento. Não é um filme épico, mas façamos justiça: Está longe de ser um filme qualquer.
Uma crítica à mídia (mesmo que tímida) e ao sistema jurídico com base num enredo sobre o colapso de um homem perante o abuso de drogas. Não é um filme excelente, mas está longe de ser um filme ruim ou na média. Ótima atuação de Denzel, que enfim voltou a trabalhar com um diretor classe A.
Enredo exagerado, algumas cenas engraçadas, atuações de médio para boas, bem como sua trilha sonora. O filme passa a mensagem que não adianta ser pródigo em busca da felicidade, tampouco ser sistemático demais e somente existir ao invés de viver.
Star Wars, Episódio VIII: Os Últimos Jedi
4.1 1,6K Assista AgoraAssistindo ao filme você entende o porquê de Rian Johnson ter sido escalado para ser o responsável da nova trilogia de Star Wars.
Algumas cenas realmente épicas. Resoluções que você ansiava por 2 anos enfim chegaram e o filme arrisca bem mais que seu antecessor - fiquei bastante satisfeito.
Algumas coisas, no entanto, me incomodaram. Soluções fáceis, muletas de roteiro, isso é preguiçoso. Em dado momento havia dois filmes: um muito interessante, sobre a Rey, e outro de uma aventura de Finn completamente esquecível.
Introduziram duas personagens femininas que eu gostei bastante, mas uma delas teve uma atuação forçada.
Por que uma mecânica vai tomar a frente das ações perante um ex- stormtrooper??? Não faz sentido. Forçaram a barra para criar uma personagem feminina forte (nesse caso específico) e não foi crível.
Uma coisa bastante negativa do filme foi o timming cômico: piadas em alguns momentos tiraram o peso de cenas importantes. Por exemplo,
Na cena que a General Organa fica inconsciente. O QUE VÃO FAZER COM CARRIE FISHER????? Ela vai morrer? Sim? não? desse jeito? wtf, man! Aí o que me fazem? corta para uma piadinha de passarinhos com o Chewbacca. Parabéns aos envolvidos! méh
No mais, otimas atuações e trilha sonora perfeita. Ansioso para o final da trilogia.
PS: Jar Jar merece um Oscar perto de Maz Kanata.
A Autópsia
3.3 1,1K Assista AgoraA premissa é muito boa, mas a execução se mostrou preguiçosa.
Antes de Dormir
3.4 771 Assista AgoraAlguém em explica por que diabos o médico começou a cuidar dela?
Estrelas Além do Tempo
4.3 1,5K Assista AgoraEmbora seja um filme baseado em uma história real, há muitas cenas artificiais que buscam ser inspiradoras, mas fracassam.
Boa parte da história é enfadonha. Esperava muito mais.
Capitão Fantástico
4.4 2,7K Assista AgoraNos primeiros minutos do filme, ao ver uma criança idealizando o sanguinário ditador comunista Pol Pot me perguntei: que diabos esse pai está fazendo com essas crianças?
Daí a questão: dentro das concepções e premissas de cada um, visando o melhor para as crianças, o vilão seria o pai ou o avô? Quem foi melhor e pior para elas?
O filme confunde um pouco capitalismo e consumismo: você pode criticar o consumismo, mas não deixar de viver na sociedade de mercado. Em vários momentos as contradições da família elucidam isso: apesar de buscar viver fora/contra o sistema, eles recorrem a tratamentos médicos, mercadorias e alguns luxos.
A cena dos filhos querendo comer fast food é um belo exemplo disso.
Achei legal a forma como é apresentada a educação domiciliar, apesar de talvez ter sido um tanto romantizada. Ao menos não a estereotipou.
Você pode considerar o patriarca um Capitão Fantástico, também pode vê-lo como Capitão Totalitário/autoritário, que não aceita ser contestado pelos filhos, que idealiza um "novo homem", típico de marxistas que dizem amar a humanidade, mas são incapazes de amar seus familiares mais próximos (como nas cenas com a família de sua irmã), vale salientar.
Por fim: o primeiro e o segundo atos são quase perfeitos. No terceiro, o filme perde sua pretensão. Ao final, após inserir algumas problemáticas, mais notadamente de dois dos seis filhos e com a ação do avô deles, o filme parece se acovardar e muda os rumos da histórica, sem, no entanto, explicar como esse desfecho foi possível.
Até o Último Homem
4.2 2,0K Assista AgoraSenti falta apenas de alguma cena em que a crença dele de não pegar em arma fosse posta mais a prova. Algo como "se você não pegar na arma agora, você morre em 2 segundos".
No mais, excelente.
La La Land: Cantando Estações
4.1 3,6K Assista AgoraEu não sou fã de musicais, mas o filme é muito bom.
Ao longo dele, que vi numa sessão de domingo às 22h, presenciei uma quantidade incomum de pessoas mexendo no celular. Pode significar que o filme não engaja 100% do tempo todas as pessoas, então é bom ter isso em mente.
Ele é emocionante, o final não é exatamente o clichê, mas eu gostei.
A trilha sonora é ótima, bem como as atuações, principalmente da Emma Stone (embora eu considere que houve interpretações femininas melhores, pensando no Oscar).
Achei má produzida a dupla, que após 5 anos não aparentam nenhuma mudança física. Um detalhezinho besta, mas me chamou atenção.
Eu daria um 3,5/5 por um gosto musical, mas ele merece ao menos um 4/5. Veja, vale a pena!
Minha Mãe é Uma Peça 2
3.5 803É tão engraçado quanto o primeiro, mas sem o ar da novidade daquele.
O principal problema do filme é que as cenas estão desconexas.
[/spoiler] A cena da Fátima Bernades é o maior exemplo. [spoiler]
Por fim: palavrões (muitos) desnecessários. Alguns são necessários e a cena pede, ficam engraçados. Mas a maioria foi desnecessário. Para um filme que se propõe ser família, eu não levaria minha mãe ao cinema para vê-lo comigo.
Para o primeiro dei 4 estrelas, esse merece 3.
Rogue One: Uma História Star Wars
4.2 1,8K Assista AgoraTirando o fan service, não há muita substância. Se você não é fã, nunca viu a franquia, não perca seu tempo. Verdade nua e crua.
Eu sou fã de Star Wars - ponto.
Assisti Rogue One com expectativa razoável, porém não alta. Esperava muito fan service, e eu não gosto muito disso.
Mas o problema do filme, ao meu ver, não é nem isso: a questão é que você não se importa com os personagens. Eles não são desenvolvidos. Muito é falado sobre eles, mas pouco é mostrado.
Exemplo:
um dado personagem fala: "perdi muita coisa nessa guerra" HMMMMM mas perdeu o que? família? amigos? dinheiro? riqueza? a própria vida? não mostra. Você simplesmente não se importa com o que acontece com nenhum dos personagens novos, independentemente do que aconteça.
Exceto o robô, mas você só se importa um pouco com ele porque ele é engraçado.
[spoiler][/spoiler]
A nota deste filme está bem alta [4.3 no momento que escrevo]. Mas a gente tem de ter cuidado com os fãs. Muita gente comentando que era O MELHOR FILME DA FRANQUIA. Isso é uma heresia. Em 97 falaram a mesma coisa de Ameaça Fantasma, e os mesmos que elogiaram tanto ao sair do cinema hoje desprezam o filme porque caíram na real sobre seus problemas.
De novo: você não se importa com os personagens. A dramaturgia é o maior problema do filme. As cenas de luta são boas, mas não é o suficiente para eu considerar isso um bom filme.
Grease: Nos Tempos da Brilhantina
3.9 1,2K Assista AgoraMuito se fala desse musical. Fui ver com bastante expectativa e me decepcionei. Foi difícil assistir até o final.
Roteiro bobo, atuações forçadas (a ponto de personagens mudarem de personalidade de uma cena para a outra, principalmente ao final). Aliás, achei bastante machista várias passagens do roteiro.
[/spoiler]
Por exemplo: mulheres estarem esperando durante o baile qualquer homem as chamarem para dançar; ou quando duas personagens entram no carro de um rapaz sem trocarem nenhuma palavra. [spoiler]
Além disso, estereotipa mulheres ao "pintarem" como se elas estivessem interessadas apenas em quanto dinheiro um cara pode gastar com elas, ou se ele tem carro.
Sinceramente, esse é o filme que marcou a geração dos anos 80? Acho que a nossa geração não está tão perdida assim.
O Babadook
3.5 2,0K Assista AgoraExcelente filme sobre depressão. Fiquei vários dias pensando sobre após vê-lo.
Rua Cloverfield, 10
3.5 2,0KPoderia ser um clássico do suspense, não fossem os 10 minutos finais, que mais pareciam ser o desfecho de um filme diferente. Ainda assim, vale a pena conferir, mas sem ter grandes expectativas.
Amaldiçoado
3.0 1,2K Assista AgoraO filme é um bom drama.
O alívio cômico funciona e a premissa é bem original e diferente (sendo este o principal motivo para assisti-lo).
A atuação de Daniel foi boa e o elenco de apoio não compromete. Gostei da química entre o casal que protagoniza a obra, são bem naturais.
Parece que o filme se perde no final quando parece usar todos os elementos que constam no livro (é uma adaptação). Fiquei com a sensação de que se esticou um pouco demais.
Muito recomendável assisti-lo!
Ender's Game: O Jogo do Exterminador
3.4 896 Assista AgoraDeve ter sido bem complicado adaptar a obra Orson Scott Card nesse filme.
Sejamos objetivos ao descrever o filme:
Trata-se de uma guerra entre a Terra e formigas aliens gigantes em que uns pirralhos são enviados para treinar de luta corporal (como se fossem usar) até física quântica em uma estação espacial.
As batalhas da guerra ocorrem como se fosse jogar vídeo game, dando um quê de artificialidade no combate; os efeitos especiais são bacanas; trilha sonora básica; enredo introduz bem, mas se torna cansativo ("esse filme não acaba nunca?"); elenco tem prestígio, todaviam, não há nenhuma atuação surpreendente e o final é clichê.
Portanto, é assistível e bom para passar sua tarde, porém nada demais. Em alguns anos cairá no ostracismo.
A Revolução dos Bichos
3.3 193A adaptação deixa a desejar em alguns pontos, mas no que se refere ao roteiro tem um desfecho um pouco diferente da obra de George Orwell. Dado que a URSS já havia se diluído, essa conclusão ficou bem interessante.
Detenção
3.5 385Por quatro quintos o filme é ótimo. O desfecho é decepcionante, deixa muito em aberto e perde o ensejo de torná-lo épico.
Avalon High
2.3 148 Assista AgoraAssistir só se for para rir de tão trash e mal produzido e adaptado.
Amor à Distância
3.4 1,1K Assista AgoraQuem já teve ou tem um relacionamento à distância se identifica.
Tá Rindo do Quê?
2.5 796 Assista AgoraApós ter visto o filme, eu realmente me perguntei: "rir do quê?"
Se Brincar o Bicho Morde
3.8 52 Assista AgoraNostalgia combinada com umas cenas engraçadas de um enredo simples, mas bem elaborado e ótima trilha sonora.
Precisamos Falar Sobre o Kevin
4.1 4,3K Assista AgoraAnalisando somente o filme:
Ótima atuação do elenco. Até mesmo do coadjuvante John C. Reilly, "o pai passivo" Franklin, que ilude a si mesmo sobre ter uma família perfeita, que fez impecavelmente o que se esperaria dele no papel.
'Família perfeita' baseada em relacionamentos superficiais, máscaras, poucas conversas...
Uma produção ótima, uma boa fotografia e trilha.
No quesito de adaptação da obra geniosa da Lionel, o filme dá sua visão. KK é mais incisivo sob 'os olhos' de Lynne Ramsay. No livro, Kevin é menos sutil em seus atos, deixando "o benefício da dúvida", que por vezes faz parecer que Eva é delirante e que culmina no colapso de seu casamento.
Não é um filme épico, mas façamos justiça: Está longe de ser um filme qualquer.
Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres
4.2 3,1K Assista AgoraUm bom filme, mas inferior a versão sueca.
O Voo
3.6 1,4K Assista AgoraUma crítica à mídia (mesmo que tímida) e ao sistema jurídico com base num enredo sobre o colapso de um homem perante o abuso de drogas.
Não é um filme excelente, mas está longe de ser um filme ruim ou na média.
Ótima atuação de Denzel, que enfim voltou a trabalhar com um diretor classe A.
Um drama com pitadas de sarcasmo e humor.
Até Que a Sorte Nos Separe
2.8 1,2KEnredo exagerado, algumas cenas engraçadas, atuações de médio para boas, bem como sua trilha sonora.
O filme passa a mensagem que não adianta ser pródigo em busca da felicidade, tampouco ser sistemático demais e somente existir ao invés de viver.