É um registro do show ocorrido no dia 28 de agosto de 2016, em Ibiza. Serve como um tipo de epílogo para o documentário “Avicii: Meu Nome é Tim”. Contém apenas uma seleção de algumas músicas, e alterna com alguns depoimentos. Serve como um registro histórico. Seria como rever a última aparição de um conhecido, gravado de maneira casual. Dá para notar também quais elementos do público e da “atmosfera” são bem parecidos com os tempos atuais, e quais parecem ser de outro mundo.
Esse filme me pegou de surpresa. Eu realmente não esperava. Eu vi poucos filmes da Pixar no cinema, por isso não imaginava que teria o curta metragem antes. Notei pelas avaliações que as opiniões estão divididas. Comentários com avaliações ou extremamente altas, ou extremamente baixas. Tentei ver quais foram os motivos que não agradaram às pessoas. Em boa parte, foram opiniões do tipo "que merda!", mas não elaboraram muito bem. Eu realmente gostaria de entender. Pois eu achei o curta metragem incrível. É um baita desafio criar uma história tão curta. Elaborar o básico dos personagens, uma ambientação. Sim, sei bem que a PIxar criou limites altos, já com um de seus primeiros, O Jogo de Geri. Isso pode ter criado uma expectativa alta em algumas pessoas. Querem ver algo que seja MAIS surpreendente, MAIS incrível do que aquele. Pode existir uma pressão injustificável, em títulos novos. Mas tenho de recordar nesse caso que a Pixar, aquela Pixar, já não mais existe. Tal como o Andrew em Toy Story 3, as coisas mudaram. Agora a empresa é parte do conglomerado Disney. Que possui outro tipo de regras, ao criar histórias. Fazia um tempo que eu não via algo da Pixar. Tinha receio que, com a nova direção, as coisas tivessem mudado. E sim, mudaram um pouco. A mudança faz parte (essa é a lição de Divertida Mente, por sinal). Qual era o tema mesmo? Ah, sim o Vulcão. Eles usaram como base o Havaí. Um corta metragem em forma de canção. Isso por si só já é bem raro, até onde eu saiba. Música feita com um Ukulele, instrumento essencial nesse caso, se formos ver quem são os protagonistas (vulcões Uku e Lele). Quem acompanha "How i met your mother" sabe como o Ukulele pode ser MUITO relevante. A ilha, a feição de ambos, tudo me lembrou o Havaí. Após ver esse curta metragem, minha vontade de viajar até lá aumentou. A história pode ser cliché, alguns imaginam. Um romance batido... de um vulcão? Não acho. Os símbolos estão lá. Uku começa na superfície. Lele, começa nas profundezas, oculta à todos. O fogo é analogia clássica da paixão. Agora é lava. Considerando que o mito no qual a história foi baseada deve ser muito antiga, mas muito mesmo, faz sentido o tema "antigo, demodê, batido". É o tipo de história que era contada na beirada de uma fogueira, passada de geração a geração. Só pelo fato de ser transmitida por tanto tempo já mostra a sua importância.
Avicii: Meu Último Show
3.3 3 Assista AgoraÉ um registro do show ocorrido no dia 28 de agosto de 2016, em Ibiza. Serve como um tipo de epílogo para o documentário “Avicii: Meu Nome é Tim”. Contém apenas uma seleção de algumas músicas, e alterna com alguns depoimentos.
Serve como um registro histórico. Seria como rever a última aparição de um conhecido, gravado de maneira casual. Dá para notar também quais elementos do público e da “atmosfera” são bem parecidos com os tempos atuais, e quais parecem ser de outro mundo.
Um Banho de Aventura
4.5 14Uma das memórias mais antigas que eu tenho. E é estranhamente apavorante.
O Boneco de Neve
4.2 21 Assista AgoraQuem viu essa animação completa dificilmente se esquece dela.
Pinóquio por Guillermo del Toro: Cinema Feito à Mão
4.3 17 Assista AgoraTrabalho incrível da equipe. Parece ser muito mais difícil de ser feito do que uma animação 3D genérica.
What Did Jack Do?
3.2 143 Assista AgoraÉ um filme onde o David Lynch interroga um macaco. E é incrível.
Lava
3.9 180 Assista AgoraEsse filme me pegou de surpresa. Eu realmente não esperava. Eu vi poucos filmes da Pixar no cinema, por isso não imaginava que teria o curta metragem antes.
Notei pelas avaliações que as opiniões estão divididas. Comentários com avaliações ou extremamente altas, ou extremamente baixas. Tentei ver quais foram os motivos que não agradaram às pessoas. Em boa parte, foram opiniões do tipo "que merda!", mas não elaboraram muito bem. Eu realmente gostaria de entender.
Pois eu achei o curta metragem incrível. É um baita desafio criar uma história tão curta. Elaborar o básico dos personagens, uma ambientação.
Sim, sei bem que a PIxar criou limites altos, já com um de seus primeiros, O Jogo de Geri. Isso pode ter criado uma expectativa alta em algumas pessoas. Querem ver algo que seja MAIS surpreendente, MAIS incrível do que aquele. Pode existir uma pressão injustificável, em títulos novos.
Mas tenho de recordar nesse caso que a Pixar, aquela Pixar, já não mais existe. Tal como o Andrew em Toy Story 3, as coisas mudaram. Agora a empresa é parte do conglomerado Disney. Que possui outro tipo de regras, ao criar histórias.
Fazia um tempo que eu não via algo da Pixar. Tinha receio que, com a nova direção, as coisas tivessem mudado. E sim, mudaram um pouco. A mudança faz parte (essa é a lição de Divertida Mente, por sinal).
Qual era o tema mesmo? Ah, sim o Vulcão.
Eles usaram como base o Havaí. Um corta metragem em forma de canção. Isso por si só já é bem raro, até onde eu saiba. Música feita com um Ukulele, instrumento essencial nesse caso, se formos ver quem são os protagonistas (vulcões Uku e Lele). Quem acompanha "How i met your mother" sabe como o Ukulele pode ser MUITO relevante.
A ilha, a feição de ambos, tudo me lembrou o Havaí. Após ver esse curta metragem, minha vontade de viajar até lá aumentou.
A história pode ser cliché, alguns imaginam. Um romance batido... de um vulcão? Não acho. Os símbolos estão lá. Uku começa na superfície. Lele, começa nas profundezas, oculta à todos. O fogo é analogia clássica da paixão. Agora é lava. Considerando que o mito no qual a história foi baseada deve ser muito antiga, mas muito mesmo, faz sentido o tema "antigo, demodê, batido". É o tipo de história que era contada na beirada de uma fogueira, passada de geração a geração. Só pelo fato de ser transmitida por tanto tempo já mostra a sua importância.
O Natal do Shrek
3.2 117Esse daí passa há dois anos, sempre no natal, obviamente!