É...parece até um spin off da franquia. As motivações dos assassinos são, de longe, as piores. Nem raiva sentimos deles por suas motivações, afinal, não importava muito. Ofereceram um cachê gordo para a Neve e é isso. Uma franquia que não sabe a hora de parar. Tinha que ter acabado no 4, mas não... "façamos mais".
É tão esquecível que esqueci no mesmo dia que assisti.
Bom, basicamente é um compilado de apresentações e ensaios do Elvis com seus músicos de apoio. A grandiosidade, por si só, vem do próprio Elvis, um dos maiores (senão o maior) artista de todos os tempos. Senti falta de uma menção a If I Can Dream que é uma das músicas/apresentações mais bonitas e poderosas de ELVIS e Baz deixou isso de fora...
Ao meu ver, trata-se da solidão como maior obstáculo ao protagonista, mas senti falta de mais "alma" para o filme como um todo e o tom humorístico presente o tempo todo também cria essa afastamento, porém, as trilha sonoras e fotografias incluem o espectador para mais próximo das experiências. Talvez não funcione enquanto ficção; por outro lado, funciona bem como uma comédia leve sobre amizade e destino.
Ryan Gosling em uma de suas melhores atuações que com certeza merece algum prêmio.
Pesado, carregado, tenso e provocante. Uma rotina angustiantes e desafiadora para salvar uma vida em meio ao caos e guerras em que o preço é pago com sangue de inocentes. Sem apelar para ideologias e atacar este ou aquele grupo ou país, afinal, não existem mocinhos nessa história, por mais que a mídia e as ideologias insistem em demonizar apenas um dos lados e enganando pessoas de mentes fracas com falsos discursos.
Um verdadeiro delírio coletivo mesmo, ainda mais por ter sido indicado ao Oscar. É louvável, sim, sem sombra de dúvidas, afinal, é o Brasil no maior evento de premiações que é o OSCAR, mas nosso país já produziu filmes melhores.
Ainda que este tenha muitas qualidade técnicas competentes como fotografia, reconstrução de época e atuações, infelizmente peca na metragem longa demais, com cenas desnecessárias e sem propósito e boa parte da narrativa é insonsa, que se arrasta para um final anticlímax que parece mais uma cena deletada e um tanto preguiçosa.
A ditadura como pano de fundo e metáfora torna-se inconsistente e falha como maneira de conscientizar.
Retrato de uma extensa e interminável tensão política dos bastidores da Crise dos Mísseis, com ótimos atores e cenas que retratam bem as difíceis decisões e trabalho árduo que se desenrolou em quase duas semanas durante um cenário geopolítico delicado como foi esse nos anos 60.
Por se tratar de um filme americano, é claro que eles são os heróis que salvam o dia. São os ditos mocinhos, embora o filme mostra o cinismo e as atitudes egocêntricas de certos americanos envolvidos no governo.
Ironia, deboche e exageros na violência que só Sam Raimi sabe fazer. O humor, com mistura dos elementos de horror, tornam o filme mais interessante, engraçado e muitas vezes imprevisível.
A fotografia caótica e assustadora, que já virou sua marca registrada, torna o filme divertido e caoticamente cômico. Dylan e Rachel estão ótimos, mas quem rouba a cena é a própria.
O filme em si parece uma metalinguagem, dentro de outra metalinguagem e assim por diante, como atos de uma peça de teatro mesmo, principalmente no final, onde essa linguagem é reforçada.
Num estilo que lembra Aronofsky em sua maneira de mexer com o psicológico e as emoções, golpes de melancolia, toneladas viscerais de realismo, poesia, e sentimentos de personagens que não hesitam em esconder o que sentem, ainda que de forma contida, personalizam um filme carregado de significado e transmutação. Diversas passagens repletas de contratempos e perdas, sejam elas emocionais, afetivas ou familiares, compõe o envolvimento das personagens.
Trata-se de viver e sentir a perda por inteiro; não necessariamente aceitar e seguir em frente, mas entender e compartilhar, seja por sentimentos à flor da pele, seja pela arte teatral.
Jesse Buckley carrega o filme nas costas com uma das melhores atuações que já vi nos últimos anos, sendo minha favorita, até o momento, pra concorrer ao OSCAR de Melhor Atriz, disparado.
Bem interessante... e revelador. Não é pra qualquer um, é claro. Basta olhar os comentários e a arrogância dos "sabem tudo". Ainda por cima criticam o CGI de um filme de quase 30 anos kkk. Pra quem conhece um pouco da história do Phil Schneider vai entender algumas cenas do filme.
Bobinho em alguns momentos, mas bem agrádável em outros. Os atores estão muito bem, tem carisma e o filme mostra como a dedicação, o amor e os sentimentos não podem ser suprimidos pelo preconceito.
Divertido a beça! Tem humor na medida certa, cenas de tirar o fôlego, ótimos efeitos especiais e, claro, boas atuações, incluindo o da linda e carismática Elle Fanning. Pensa num filme que eu nao daria nada e me surpreendeu... É este!
Final inesperado e interessante até, mas senti uma romantização por parte do diretor, irmão do protagonista na vida real. Primeiro que, não deixa de ser sequestro. Segundo, como ele viveria com a menina sem sair de casa, na MESMA CIDADE? É uma boa ideia quando é com o filho dos outros, mas com o meu, aí já não concordo, não é bem assim. Certo.
A decisão do protagonista foi a certa, a sensata e a que ele prometeu cumprir. Se o Morgan Freeman e sua esposa não são os pais biológicos da criança, muito menos tem sua guarda de maneira legal, pelo contrário, então é errado. Questões morais são discutidas, o que é certo, o que não é, e até o próprio protagonista fica com uma pulga atrás da orelha, mas firme convicto em sua moral que o guia para cumprir com sua missão. Diferentemente de sua namorada que passou o filme todo ao seu lado, lhe dando apoio etc pra no final ficar com dó e não fazer o que tinha que ser feito. Complicado.
Ah, a crença de que "o final do filme seria um paraíso mesmo, mas eu não queria estar participando". Aí é fácil.
Já assisti a um ou dois filmes desse diretor e não me lembro de ter me cativado tanto como esse. Interessante. Os atores estão ótimos e são diversas camadas que cada personagem representa.
É uma tragicômica leitura social de lados igualmente tóxicos.
De um lado, a ideia impulsiva, maluca, de um sistema de crenças complicado para a sanidade mental. De outro, a hipocrisia de quem comanda o mundo e que pode e dita regras como bem entende. Como sempre estivesse um passo a frente, dissimulando seus comportamentos e intenções.
Talvez o maior vilão seja a duração. Senti que foi mais arrastado que os anteriores, como se não acabasse nunca. Pode-se dizer que é um upgrade do segundo filme, como se fosse uma versão não vista e paralela do mesmo. O elemento fogo aqui é relativamente ineficiente e pouco explorado como se esperava, mas como a trama segue para um desenvolvimento semelhante dos anteriores, acaba não sendo muito prioritária e indispensável sua participação.
Interessante notar a maior interação com os outros personagens, contribuindo efetivamente na narrativa e trazendo, mesmo que ainda não tão explicitamente, maior participação da "mãe Terra".
Aqui, James Cameron se esquece do amadurecimento da franquia, como se se repetisse a fórmula em loop. "Enquanto der certo, é assim que vai ser". Mais ou menos isso. É aquela receita de bolo que mudamos alguns dos ingredientes para ficar mais de um jeito ou de outro, mas que continua saboroso.
Pensei que fosse acompanhar uma trama política mais recheada e impactante, mas trata-se de um romance na maior parte do tempo. O pouco do tema principal é abordado de maneira realista e, em determinada cena, até chocante, com um certo personagem.
Aqui temos um bom e jovem Mel Gibson e Sigourney Weaver, linda e talentosa, mas quem rouba a cena é Linda Hunt que só fui descobrir ser mulher depois de pesquisar. Mas tinha algo ali que me fazia desconfiar!
Não me prendeu tanto, portanto, não me fez emergir na trama como eu gostaria. Mas está aí. Ao menos aprendi uma coisa ou outra a respeito da Indonésia na década de 60.
Não é o meu favorito do James Cameron, mas é notável tamanha dedicação, talento e como ele era e sempre foi muito a frente do seu tempo. Nem parece um filme do final dos anos 80, que coisa impressionante. Apesar da tradução do título ser desnecessária, até porque não há nenhum segredo revelado e detalhado, se fosse somente O Abismo já estava ótimo. Ta aí um universo que Cameron poderia ter explorado mais na época, sem deixar de lado, obviamente, obras primas como Exterminador 2 e Titanic.
Eis o filme acometido por uma tragédia nas gravações. Muito triste. O filme tá bem acima da média, mas é longo demais. Uns 30,40 minutos a menos seria suficiente para concluir a história.
Bem criativo e tenso na maioria das cenas. Foge um pouco de alguns clichês e tem bons efeitos especiais. O diretor é muito bom, por isso dei uma chance e assisti.
Pânico 7
2.7 385 Assista AgoraÉ...parece até um spin off da franquia. As motivações dos assassinos são, de longe, as piores. Nem raiva sentimos deles por suas motivações, afinal, não importava muito. Ofereceram um cachê gordo para a Neve e é isso. Uma franquia que não sabe a hora de parar. Tinha que ter acabado no 4, mas não... "façamos mais".
É tão esquecível que esqueci no mesmo dia que assisti.
EPiC: Elvis Presley in Concert
4.3 9 Assista AgoraBom, basicamente é um compilado de apresentações e ensaios do Elvis com seus músicos de apoio. A grandiosidade, por si só, vem do próprio Elvis, um dos maiores (senão o maior) artista de todos os tempos. Senti falta de uma menção a If I Can Dream que é uma das músicas/apresentações mais bonitas e poderosas de ELVIS e Baz deixou isso de fora...
Devoradores de Estrelas
4.1 394Ao meu ver, trata-se da solidão como maior obstáculo ao protagonista, mas senti falta de mais "alma" para o filme como um todo e o tom humorístico presente o tempo todo também cria essa afastamento, porém, as trilha sonoras e fotografias incluem o espectador para mais próximo das experiências. Talvez não funcione enquanto ficção; por outro lado, funciona bem como uma comédia leve sobre amizade e destino.
Ryan Gosling em uma de suas melhores atuações que com certeza merece algum prêmio.
A Voz de Hind Rajab
4.2 126 Assista AgoraPesado, carregado, tenso e provocante.
Uma rotina angustiantes e desafiadora para salvar uma vida em meio ao caos e guerras em que o preço é pago com sangue de inocentes. Sem apelar para ideologias e atacar este ou aquele grupo ou país, afinal, não existem mocinhos nessa história, por mais que a mídia e as ideologias insistem em demonizar apenas um dos lados e enganando pessoas de mentes fracas com falsos discursos.
O Agente Secreto
3.9 1,0KUm verdadeiro delírio coletivo mesmo, ainda mais por ter sido indicado ao Oscar.
É louvável, sim, sem sombra de dúvidas, afinal, é o Brasil no maior evento de premiações que é o OSCAR, mas nosso país já produziu filmes melhores.
Ainda que este tenha muitas qualidade técnicas competentes como fotografia, reconstrução de época e atuações, infelizmente peca na metragem longa demais, com cenas desnecessárias e sem propósito e boa parte da narrativa é insonsa, que se arrasta para um final anticlímax que parece mais uma cena deletada e um tanto preguiçosa.
A ditadura como pano de fundo e metáfora torna-se inconsistente e falha como maneira de conscientizar.
Treze Dias que Abalaram o Mundo
3.5 92Retrato de uma extensa e interminável tensão política dos bastidores da Crise dos Mísseis, com ótimos atores e cenas que retratam bem as difíceis decisões e trabalho árduo que se desenrolou em quase duas semanas durante um cenário geopolítico delicado como foi esse nos anos 60.
Por se tratar de um filme americano, é claro que eles são os heróis que salvam o dia. São os ditos mocinhos, embora o filme mostra o cinismo e as atitudes egocêntricas de certos americanos envolvidos no governo.
Socorro!
3.3 298Ironia, deboche e exageros na violência que só Sam Raimi sabe fazer. O humor, com mistura dos elementos de horror, tornam o filme mais interessante, engraçado e muitas vezes imprevisível.
A fotografia caótica e assustadora, que já virou sua marca registrada, torna o filme divertido e caoticamente cômico. Dylan e Rachel estão ótimos, mas quem rouba a cena é a própria.
Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
4.1 427 Assista AgoraO filme em si parece uma metalinguagem, dentro de outra metalinguagem e assim por diante, como atos de uma peça de teatro mesmo, principalmente no final, onde essa linguagem é reforçada.
Num estilo que lembra Aronofsky em sua maneira de mexer com o psicológico e as emoções, golpes de melancolia, toneladas viscerais de realismo, poesia, e sentimentos de personagens que não hesitam em esconder o que sentem, ainda que de forma contida, personalizam um filme carregado de significado e transmutação. Diversas passagens repletas de contratempos e perdas, sejam elas emocionais, afetivas ou familiares, compõe o envolvimento das personagens.
Trata-se de viver e sentir a perda por inteiro; não necessariamente aceitar e seguir em frente, mas entender e compartilhar, seja por sentimentos à flor da pele, seja pela arte teatral.
Jesse Buckley carrega o filme nas costas com uma das melhores atuações que já vi nos últimos anos, sendo minha favorita, até o momento, pra concorrer ao OSCAR de Melhor Atriz, disparado.
A Invasão
3.0 175 Assista AgoraBem interessante... e revelador. Não é pra qualquer um, é claro. Basta olhar os comentários e a arrogância dos "sabem tudo". Ainda por cima criticam o CGI de um filme de quase 30 anos kkk.
Pra quem conhece um pouco da história do Phil Schneider vai entender algumas cenas do filme.
Terror em Silent Hill: Regresso para o Inferno
1.7 151O primeiro filme é muito bom. Se for do mesmo nível, vai ser sucesso.
Um Amor à Altura
3.3 101 Assista AgoraBobinho em alguns momentos, mas bem agrádável em outros. Os atores estão muito bem, tem carisma e o filme mostra como a dedicação, o amor e os sentimentos não podem ser suprimidos pelo preconceito.
Predador: Terras Selvagens
3.5 295 Assista AgoraDivertido a beça! Tem humor na medida certa, cenas de tirar o fôlego, ótimos efeitos especiais e, claro, boas atuações, incluindo o da linda e carismática Elle Fanning. Pensa num filme que eu nao daria nada e me surpreendeu... É este!
Camisa de Força
3.7 440Interessante até, lembra muito de efeito borboleta, mas é um tanto confuso...
Medo da Verdade
3.7 490 Assista AgoraForte abordagem de um debate moral delicado.
Final inesperado e interessante até, mas senti uma romantização por parte do diretor, irmão do protagonista na vida real. Primeiro que, não deixa de ser sequestro. Segundo, como ele viveria com a menina sem sair de casa, na MESMA CIDADE? É uma boa ideia quando é com o filho dos outros, mas com o meu, aí já não concordo, não é bem assim. Certo.
A decisão do protagonista foi a certa, a sensata e a que ele prometeu cumprir. Se o Morgan Freeman e sua esposa não são os pais biológicos da criança, muito menos tem sua guarda de maneira legal, pelo contrário, então é errado. Questões morais são discutidas, o que é certo, o que não é, e até o próprio protagonista fica com uma pulga atrás da orelha, mas firme convicto em sua moral que o guia para cumprir com sua missão. Diferentemente de sua namorada que passou o filme todo ao seu lado, lhe dando apoio etc pra no final ficar com dó e não fazer o que tinha que ser feito. Complicado.
Bugonia
3.6 437Ah, a crença de que "o final do filme seria um paraíso mesmo, mas eu não queria estar participando". Aí é fácil.
Já assisti a um ou dois filmes desse diretor e não me lembro de ter me cativado tanto como esse. Interessante. Os atores estão ótimos e são diversas camadas que cada personagem representa.
É uma tragicômica leitura social de lados igualmente tóxicos.
De um lado, a ideia impulsiva, maluca, de um sistema de crenças complicado para a sanidade mental. De outro, a hipocrisia de quem comanda o mundo e que pode e dita regras como bem entende. Como sempre estivesse um passo a frente, dissimulando seus comportamentos e intenções.
Avatar: Fogo e Cinzas
3.5 301 Assista AgoraTalvez o maior vilão seja a duração. Senti que foi mais arrastado que os anteriores, como se não acabasse nunca.
Pode-se dizer que é um upgrade do segundo filme, como se fosse uma versão não vista e paralela do mesmo. O elemento fogo aqui é relativamente ineficiente e pouco explorado como se esperava, mas como a trama segue para um desenvolvimento semelhante dos anteriores, acaba não sendo muito prioritária e indispensável sua participação.
Interessante notar a maior interação com os outros personagens, contribuindo efetivamente na narrativa e trazendo, mesmo que ainda não tão explicitamente, maior participação da "mãe Terra".
Aqui, James Cameron se esquece do amadurecimento da franquia, como se se repetisse a fórmula em loop. "Enquanto der certo, é assim que vai ser". Mais ou menos isso. É aquela receita de bolo que mudamos alguns dos ingredientes para ficar mais de um jeito ou de outro, mas que continua saboroso.
O Ano Que Vivemos em Perigo
3.3 35 Assista AgoraPensei que fosse acompanhar uma trama política mais recheada e impactante, mas trata-se de um romance na maior parte do tempo. O pouco do tema principal é abordado de maneira realista e, em determinada cena, até chocante, com um certo personagem.
Aqui temos um bom e jovem Mel Gibson e Sigourney Weaver, linda e talentosa, mas quem rouba a cena é Linda Hunt que só fui descobrir ser mulher depois de pesquisar. Mas tinha algo ali que me fazia desconfiar!
Não me prendeu tanto, portanto, não me fez emergir na trama como eu gostaria. Mas está aí. Ao menos aprendi uma coisa ou outra a respeito da Indonésia na década de 60.
Todo o Dinheiro do Mundo
3.3 234 Assista AgoraLongo demais. Interessante em alguns momentos, mas nao passa disso...
O Segredo do Abismo
3.7 272 Assista AgoraNão é o meu favorito do James Cameron, mas é notável tamanha dedicação, talento e como ele era e sempre foi muito a frente do seu tempo. Nem parece um filme do final dos anos 80, que coisa impressionante. Apesar da tradução do título ser desnecessária, até porque não há nenhum segredo revelado e detalhado, se fosse somente O Abismo já estava ótimo.
Ta aí um universo que Cameron poderia ter explorado mais na época, sem deixar de lado, obviamente, obras primas como Exterminador 2 e Titanic.
Rust: A Lei do Oeste
3.0 19 Assista AgoraAliás, o Jensen Ackles fez o filme? Passou batido, nem reparei...
Rust: A Lei do Oeste
3.0 19 Assista AgoraEis o filme acometido por uma tragédia nas gravações. Muito triste.
O filme tá bem acima da média, mas é longo demais. Uns 30,40 minutos a menos seria suficiente para concluir a história.
Alien: Romulus
3.7 760 Assista AgoraBem criativo e tenso na maioria das cenas. Foge um pouco de alguns clichês e tem bons efeitos especiais. O diretor é muito bom, por isso dei uma chance e assisti.
O Despertar de um Homem
3.7 273 Assista AgoraO tipo de filme que mostra o quão bom sao Dicaprio e Deniro, monstros da atuação. Chega dar até raiva, um pior que o outro.
Outono em Nova York
3.3 396 Assista AgoraAchei um pouco sem sal, faltando aprofundamento e construção na relação do casal. Os atores são ótimos, belos e até convence em um momento ou outro.