É um excelente documentário, te coloca em um dilema moral/ético incômodo do início ao fim. Só não ganhou 5 estrelas pois, para a minha percepção, eles deram uma pintada de vilão para os americanos e, que fique claro aqui, não acho que eles são os mocinhos e, justamente por isso, digo que o documentário te coloca em um dilema absurdo.
Nada justifica um país estrangeiro intervir em uma guerra interna, civil. Porém, em uma situação que diferentes grupos matam centenas, as vezes milhares, de pessoas em busca de poder, quem poderia salvar o lado mais fraco dessa batalha? O genial do documentário, é justamente isso: os somalis veem os americanos como este salvador porém, vamos percebendo que - independentemente de serem americanos ou não - este tipo de situação tem que ser resolvida internamente, pelos envolvidos e, o mais triste é ver que mais de 30 anos depois, absolutamente nada mudou.
É muito reducionista dizer que os americanos sairam atirando em mulheres e crianças por dois, ou três, motivos: i) na hora do tiroteiro, na hora que você teme por sua vida, são poucos os indivíduos que conseguem agir racionalmente; ii) os próprios somalis não estavam se importando nem um pouco em abrir fogo contra um exército, que sem a menor dúvida iria revidar, com civis no meio do fogo cruzado; iii) antes dos americanos/ONU chegar, quantas mulheres e crianças os somalis mataram?
O documentário é genial por isso, ele contrapõe os dois lados e, eu acho que pesaram a mão para os americanos por isso: deixa subentendido que os americanos saiam atirando descriminadamente e gratuitamente nos civis o que não foi verdade, eles não deveriam estar ali (isso é fato) mas abriram fogo contra eles, eles abriram fogo contra os somalis.
Os depoimentos mais tocantes, pra mim, foi o do careca na lanchonete, o guitarrista e do lado somali, do cinegrafista, da moça que a filha ficou cega e do casal que teve a casa invadida. A guerra é horrível e esse é um dos poucos projetos que consegue evidenciar esse conflito e essa brutalidade que existe em qualquer conflito.
Confesso que esperava mais. A série é muito boa, tecnicamente. A fotografia, maquiagem, edição, roteiro...
Porém as atuações me incomodaram demais, algumas personagens com uma construção ruim/confusa e umas temáticas jogadas sem sentido nenhum, do nada que, no fim, não alteram em nada a história.
Entretanto, a última temporada entra numa ascendente sensacional e tem um dos melhores finais de série que eu já. É realmente muito bom, bonito e bem executado. Uma coisa que me ganhou muito, apesar de eu não ter gostado muito da série como um todo, foram os alguns diálogos/reflexões que aparecem em alguns episódios.
Para quem gosta de séries de drama, eu recomendo muito. Essas séries do final dos anos 90, começo dos anos 2000, que ainda eram filmadas em analógico entregam uma textura/aparência muito linda, é nostálgico demais assistí-las.
Confesso que esperava mais. A série é muito boa, tecnicamente. A fotografia, maquiagem, edição, roteiro...
Porém as atuações me incomodaram demais, algumas personagens com uma construção ruim/confusa e umas temáticas jogadas sem sentido nenhum, do nada que, no fim, não alteram em nada a história.
Entretanto, a última temporada entra numa ascendente sensacional e tem um dos melhores finais de série que eu já. É realmente muito bom, bonito e bem executado. Uma coisa que me ganhou muito, apesar de eu não ter gostado muito da série como um todo, foram os alguns diálogos/reflexões que aparecem em alguns episódios.
Para quem gosta de séries de drama, eu recomendo muito. Essas séries do final dos anos 90, começo dos anos 2000, que ainda eram filmadas em analógico entregam uma textura/aparência muito linda, é nostálgico demais assistí-las.
Confesso que esperava mais. A série é muito boa, tecnicamente. A fotografia, maquiagem, edição, roteiro...
Porém as atuações me incomodaram demais, algumas personagens com uma construção ruim/confusa e umas temáticas jogadas sem sentido nenhum, do nada que, no fim, não alteram em nada a história.
Entretanto, a última temporada entra numa ascendente sensacional e tem um dos melhores finais de série que eu já. É realmente muito bom, bonito e bem executado. Uma coisa que me ganhou muito, apesar de eu não ter gostado muito da série como um todo, foram os alguns diálogos/reflexões que aparecem em alguns episódios.
Para quem gosta de séries de drama, eu recomendo muito. Essas séries do final dos anos 90, começo dos anos 2000, que ainda eram filmadas em analógico entregam uma textura/aparência muito linda, é nostálgico demais assistí-las.
Confesso que esperava mais. A série é muito boa, tecnicamente. A fotografia, maquiagem, edição, roteiro...
Porém as atuações me incomodaram demais, algumas personagens com uma construção ruim/confusa e umas temáticas jogadas sem sentido nenhum, do nada que, no fim, não alteram em nada a história.
Entretanto, a última temporada entra numa ascendente sensacional e tem um dos melhores finais de série que eu já. É realmente muito bom, bonito e bem executado. Uma coisa que me ganhou muito, apesar de eu não ter gostado muito da série como um todo, foram os alguns diálogos/reflexões que aparecem em alguns episódios.
Para quem gosta de séries de drama, eu recomendo muito. Essas séries do final dos anos 90, começo dos anos 2000, que ainda eram filmadas em analógico entregam uma textura/aparência muito linda, é nostálgico demais assistí-las.
Confesso que esperava mais. A série é muito boa, tecnicamente. A fotografia, maquiagem, edição, roteiro...
Porém as atuações me incomodaram demais, algumas personagens com uma construção ruim/confusa e umas temáticas jogadas sem sentido nenhum, do nada que, no fim, não alteram em nada a história.
Entretanto, a última temporada entra numa ascendente sensacional e tem um dos melhores finais de série que eu já. É realmente muito bom, bonito e bem executado. Uma coisa que me ganhou muito, apesar de eu não ter gostado muito da série como um todo, foram os alguns diálogos/reflexões que aparecem em alguns episódios.
Para quem gosta de séries de drama, eu recomendo muito. Essas séries do final dos anos 90, começo dos anos 2000, que ainda eram filmadas em analógico entregam uma textura/aparência muito linda, é nostálgico demais assistí-las.
Aqui ficou evidente a necessidade de terminar logo a série, as coisas que não andavam, passam a correr absurdamente rápido, abrindo lacunas ou jogando factóides para justificar comportamentos, decisões e ações.
Algumas coisas até contradizendo a construção feita nas temporadas anteriores. Como eu disse no meu comentário da série Carnivale, a HBO parece não saber terminar séries.
Aqui começam a acontecer aquelas coisas "padrão" hoje em dia que é querer humanizar vilão ou justificar a maldade dos mesmos.
De novo, reforço que eu gostei da série, mas tem umas coisas extremamente mentirosas que, apesar de aparentemente inofensivas, acabam estragando todo o andamento da trama, que é deveras arrastada. Tem personagens que não fazem o menor sentido de existir, são esquecíveis e descartáveis no contexto da trama. Outros que são ruins e viram bons e vice-versa.
Esse tipo de coisa me incomoda demais e, majoritariamente, foi o que me fez parar de ver séries. Há muito tempo não pegava uma série pra ver que me prendia e fazia querer ver o próximo capítulo, mas não é pela história, era pela ambientação, pelo capricho, o ritmo dos episódios é bom (apesar do ritmo da série não ser). Isso a HBO faz com maestria: ela sabe colocar começo, meio e fim em cada episódio individualmente, tendo ápice e clímax em cada capítulo.
O excesso de personagens, todos com nomes complexos, em suas respectivas famílias, também com nomes complexos, não são explorados de maneira a dar sentindo a suas aparições na produção. Aparece uma personagem X da família Y em um determinado episódio que só volta a aparecer 7 episódios depois, não amarrando os acontecimentos.
Mantenho minha opinião que deixei nas outras temporadas.
Artisticamente, é um primor. É realmente tudo muito bem feito, caprichado e esteticamente bonito. Mas a história não engrega, pra mim. As coisas apesar de ligeiramente ligadas, não se conversam, não fluem e começam a aparecer coisas aleatórias total para "prolongar" ou dar folego para mais episódios, eu gostei da série, mas não consigo captar a ideia por trás de tudo que acontece e, tampouco, ter sido o fenômeno que foi (novamente, acredito que para época que foi lançada, o contexto contou muito).
Muitas personagens não convencem e não mostrar o "pra que vieram".
Artisticamente, é um primor. É realmente tudo muito bem feito, caprichado e esteticamente bonito. Mas a história não engrega, pra mim. As coisas apesar de ligeiramente ligadas, não se conversam, não fluem e começam a aparecer coisas aleatórias total para "prolongar" ou dar folego para mais episódios, eu gostei da série, mas não consigo captar a ideia por trás de tudo que acontece e, tampouco, ter sido o fenômeno que foi (novamente, acredito que para época que foi lançada, o contexto contou muito).
Muitas personagens não convencem e não mostrar o "pra que vieram".
Mantenho minha opinião que deixei nas outras temporadas.
Artisticamente, é um primor. É realmente tudo muito bem feito, caprichado e esteticamente bonito. Mas a história não engrega, pra mim. As coisas apesar de ligeiramente ligadas, não se conversam, não fluem e começam a aparecer coisas aleatórias total para "prolongar" ou dar folego para mais episódios, eu gostei da série, mas não consigo captar a ideia por trás de tudo que acontece e, tampouco, ter sido o fenômeno que foi (novamente, acredito que para época que foi lançada, o contexto contou muito).
Muitas personagens não convencem e não mostrar o "pra que vieram".
Nunca tive vontade de assistir GoT mas, recentemente, sem muito o que fazer, peguei pra assistir e gostei. Admito que não entendi o porque foi o fenômeno que foi, só que assisti anos depois, então todo o contexto atual mudou em relação a época de lançamento.
Fazia muito tempo que uma série não me fazia querer ver mais de um episódio seguido e, GoT conseguiu. Um primor de produção, tudo muito lindo e bem feito, mas achei a trama/enredo pouco explorada.
As coisas parecem acontecer muito jogadas, sem ligação entre elas, não compromete a experiência, mas achei que a ideia central poderia ter sido melhor, ou mais, amarrada.
Nunca tive vontade de assistir GoT mas, recentemente, sem muito o que fazer, peguei pra assistir e gostei. Admito que não entendi o porque foi o fenômeno que foi, só que assisti anos depois, então todo o contexto atual mudou em relação a época de lançamento.
Fazia muito tempo que uma série não me fazia querer ver mais de um episódio seguido e, GoT conseguiu. Um primor de produção, tudo muito lindo e bem feito, mas achei a trama/enredo pouco explorada.
As coisas parecem acontecer muito jogadas, sem ligação entre elas, não compromete a experiência, mas achei que a ideia central poderia ter sido melhor, ou mais, amarrada.
Achei uma boa temporada e, apesar do que falaram, não achei o final ruim, apesar de não ter - praticamente - ligação nenhuma com toda a trama desenvolvida durante as temporadas passadas, além de muitas contradições terem sido criadas para justificar o fim.
Muito melhor que a primeira temporada, sem sombra de dúvida.
O final é lastimável, acho que já desde essa época a HBO não sabe acabar séries, vide o que fizeram com o final de GoT.
Minha opinião em relação a primeira temporada mudou um pouco. Nesta, o ritmo é melhor, as coisas parecem ter linha lógica de acontecimentos e dá para entendermos a mensagem que a produção quer passar, sem ficar muito no campo abstrato.
Algumas personagens passaram a ser melhor trabalhadas e, também, algumas atuações melhoraram. O restante fica intocável: toda a parte artística continua um primor. A fotografia é algo absolutamente lindo, cada enquadramento que poderia fácil virar quadro.
Apesar da boa fotografia, edição, trilha sonora, edição de som e edição, as atuações não me convenceram. A trama, entretanto, é bem interessante mas o ritmo não engrenou. Me deixou a sensação de que se valeram de um bom enredo e acabaram não focando em outras partes.
É, como toda séria da HBO, um primor de produção, é tudo muito caprichado e detalhista, mas para meu gosto, não rolou.
Entretanto, romantizar um monstro como Castor de Andrade, ou qualquer outro bandido famoso que tenta-se "amenizar" e pintar de bom moço, é algo que não me desce, pois julgo ser um enorme desrespeito para com as vítimas que eles (os bandidos) fizeram.
No mais, é uma produção de se tirar o chapéu e, também, de mostrar o que todo mundo já sabe mas não tem certeza se sabe mesmo (kkkkk).
É uma série lindíssima! Tanto no visual, como na história. Apesar de não ser algo inédito, é muito competente no que se propõe e consegue entregar drama, aventura, suspense, animação tudo junto e misturado.
Os efeitos especiais são tão bons, que você não consegue conceber como a junção do "real" com a animação casa tão bem. Super recomendo a todos, entretanto...
Como nem tudo é perfeito, o fato de tentarem "humanizar" o vilão, como tem sido corriqueiro nos dias de hoje, principalmente nas produções da Disney e da Netflix, me incomoda
Começou absurdamente sensacional, teve uma pequena queda de ritmo e terminou de maneira triunfal.
Não é muito meu estilo de série e, particularmente, não sou mais uma pessoa ligada em série, então posso ter ficado empolgado por "ausência de repertório". Mas realmente curti Rabbit Hole.
Roteiro muito bem escrito, que te deixa bugado e confuso praticamente a temporada inteira, com atuações muito boas a ponto de te fazer criar empatia por praticamente todas as personagens, além de maquiagem, edição e direção sensacionais. A fotografia não é nada extraordinário, mas entrega alguns takes muito bons.
Vale muito a pena para quem curte o estilo e, como sempre, Kiefer e Charles entregam excelentes atuações. Difícil dizer quem é o melhor ator/atriz...recomendo demais.
Perdi as contas de quantas vezes assisi Band of Brothers. É simplesmente sensacional e continua visualmente linda até hoje, mais de 20 anos depois da produção.
Em termos de produção, Band of Brothers e The Pacific são muito similares: ambas são extremamente bem produzidas, dirigidas, editadas, fotografadas e tem efeitos sonoros (e a edição de som), maquiagem e efeitos especiais sensacionais.
Minha preferência por Band of Brothers se dá ao fato de no início dos episódios ter os depoimentos dos combatentes e, no final, ter trechos da história contando como foi o avanço dos aliados antes e depois da batalha retratada no capítulo. Algo que falta no the Pacific e acaba deixando a impressão de que a guerra no pacífico foi meio "largada". Não conseguimos criar ligação entre as batalhas e ficamos sem noção temporal dos acontecimentos.
Entretanto, o enfoque em The Pacific achei mais apelativo (no bom sentido) a ponto de te fazer refletir real o que aquelas pessoas viram, viveram e carregaram o resto da vida, dando agonia extrema, em alguns momentos. Devido ao foco principal de Hitler estar na invasão da Rússia, a guerra na Europa acabou sendo fácil, com pouco resistência e apenas uma ou outra batalha mais brutal, como a batalha das Ardenhas, por exemplo; ao contrário da guerra na frente do Pacífico, onde os japoneses eram tenazes, determinados e se valiam de táticas de guerrilha, atacando durante a noite, lutando até o fim, sem possibilidade de retirada ou rendição e, para piorar, os soldados tinham que encarar calores extremos, chuva incessante, barro, lama, doenças...
Band of Brothers ainda é minha preferida por ter um contexto histórico mais definido e abordar a coisa de uma maneira mais lógica, dando mais ênfase a guerra (a história da guerra) ao invés de focar no psicológico e traumas pessoais, abordado em The Pacific.
Mas sempre recomendo as duas, historicamente ambas são muito ricas e mostram a guerra como ela realmente é: uma destruição total. Transforma em imagens aquela máxima de que "em uma guerra, não há vencedores".
Em termos de produção, Band of Brothers e The Pacific são muito similares: ambas são extremamente bem produzidas, dirigidas, editadas, fotografadas e tem efeitos sonoros (e a edição de som), maquiagem e efeitos especiais sensacionais.
O que eu achei melhor no Band of Brothers foi o fato de no início dos episódios ter os depoimentos dos combatentes e, no final, ter trechos da história contando como foi o avanço dos aliados antes e depois da batalha retratada no capítulo. Algo que falta no the Pacific e acaba deixando a impressão de que a guerra no pacífico foi meio "largada". Não conseguimos criar ligação entre as batalhas e ficamos sem noção temporal dos acontecimentos.
O enfoque em The Pacific achei mais apelativo (no bom sentido) a ponto de te fazer refletir real o que aquelas pessoas viram, viveram e carregaram o resto da vida. A guerra na Europa, foi "facil", com uma ou outra batalha mais tensa; ao contrário da guerra na frente do Pacífico, onde os japoneses eram tenazes, determinados e se valiam de táticas de guerrilha, atacando a noite e lutando até o fim, sem possibilidade de retirada ou rendição.
The Pacific foi muito competente em entregar isso e nos deixar agoniados com essa determinação japonesas.
Band of Brothers ainda é minha preferida por ter um contexto histórico mais definido e abordar a coisa de uma maneira mais lógica, dando mais ênfase a guerra (a história da guerra) ao invés de focar no psicológico e traumas pessoais, abordado em The Pacific.
Assisti pela sinopse, que me pareceu bem interessante e, gostei" Esperava algo diferente, talvez, mas gostei do que vi. Só que devo ter algum tipo de problema com a Netflix, porque nada deles me causa aquela sensação de "Nossa! Que bagulho f***!" (Com raras exceções). E isso é muito verdade, principalmente nas séries produzidas por eles. É muita mistureba de assuntos/temas/abordagens, colocando coisas que não acrescentam em nada (ou quase nada) na história e, Midnight Club é mais uma dessas séries.
Eu assisti, porque vivi isso que a série aborda: jovens com cancer terminal, porque quando tinha 18 anos, minha melhor amiga foi diagnosticada com leucemia já em estágio terminal. Por 2 anos acompanhamos e, infelizmente, aguardamos o desfecho juntos, nos bons e maus momentos. Então, sim...a série é bem fiel em muitas das mensagens, pensamentos e conflitos que eles abordam, só que ai metem umas paradas meio nada a ver, digo, abrem muito o leque o nó inicial e acabam se perdendo na hora de fechar o ponto.
Claro, é uma série, provavelmente foram abrindo para ter assunto para outras temporadas, não li o livro então posso estar falando groselhas, mas acho que os roteiros poderiam ser melhor elaborados. No mais, eu gostei...mesmo. É uma sensação estranha você ver na TV algo que aconteceu com você, é um mix de emoções e, não sei se por ter vivido ou por mérito dos diretores, mas foi um bom produto final.
Não é uma parada excelente ou inesquecível, mas é um bom produto final.
Os três primeiros episódios, achei ruins. As atuações me incomodaram um pouco, nâo rolava empatia com nenhum deles. Acredito, de verdade, que foram atuações intencionais da direção. A partir do quarto episódio, começou a me prender e querer terminar logo.
Não é uma série que eu recomendaria, mas valeu a pena ter assistido inteira.
A fotografia é lindíssima, e o fato de ser uma história real, tem aquele "tchan" a mais...
Eu gostei bastante. Sou muito fão do trabalho do Joseph, e apesar de não ter achado a série "nada demais", me agradou bastante. É verdade que a temática é pesada e aborda assuntos e situações "tensas" entretanto, achei que foi conduzida de maneira leve porém reflexiva.
A fotografia, como toda série da Apple TV que já assisti, é perfeita, um capricho sem igual, no mais, ela não tem nenhum elemento "nossa que sensacional", mas por algum motivo, curti bastante e super recomendo.
É uma série sem pretensão que meio que aborda a vida cotidiana de uma pessoa "normal", sem forçar ou maquiar a realidade.
Sobrevivendo à Queda dos Black Hawks
3.9 7É um excelente documentário, te coloca em um dilema moral/ético incômodo do início ao fim. Só não ganhou 5 estrelas pois, para a minha percepção, eles deram uma pintada de vilão para os americanos e, que fique claro aqui, não acho que eles são os mocinhos e, justamente por isso, digo que o documentário te coloca em um dilema absurdo.
Nada justifica um país estrangeiro intervir em uma guerra interna, civil. Porém, em uma situação que diferentes grupos matam centenas, as vezes milhares, de pessoas em busca de poder, quem poderia salvar o lado mais fraco dessa batalha? O genial do documentário, é justamente isso: os somalis veem os americanos como este salvador porém, vamos percebendo que - independentemente de serem americanos ou não - este tipo de situação tem que ser resolvida internamente, pelos envolvidos e, o mais triste é ver que mais de 30 anos depois, absolutamente nada mudou.
É muito reducionista dizer que os americanos sairam atirando em mulheres e crianças por dois, ou três, motivos: i) na hora do tiroteiro, na hora que você teme por sua vida, são poucos os indivíduos que conseguem agir racionalmente; ii) os próprios somalis não estavam se importando nem um pouco em abrir fogo contra um exército, que sem a menor dúvida iria revidar, com civis no meio do fogo cruzado; iii) antes dos americanos/ONU chegar, quantas mulheres e crianças os somalis mataram?
O documentário é genial por isso, ele contrapõe os dois lados e, eu acho que pesaram a mão para os americanos por isso: deixa subentendido que os americanos saiam atirando descriminadamente e gratuitamente nos civis o que não foi verdade, eles não deveriam estar ali (isso é fato) mas abriram fogo contra eles, eles abriram fogo contra os somalis.
Os depoimentos mais tocantes, pra mim, foi o do careca na lanchonete, o guitarrista e do lado somali, do cinegrafista, da moça que a filha ficou cega e do casal que teve a casa invadida.
A guerra é horrível e esse é um dos poucos projetos que consegue evidenciar esse conflito e essa brutalidade que existe em qualquer conflito.
A Sete Palmos (5ª Temporada)
4.8 501 Assista AgoraConfesso que esperava mais.
A série é muito boa, tecnicamente. A fotografia, maquiagem, edição, roteiro...
Porém as atuações me incomodaram demais, algumas personagens com uma construção ruim/confusa e umas temáticas jogadas sem sentido nenhum, do nada que, no fim, não alteram em nada a história.
Entretanto, a última temporada entra numa ascendente sensacional e tem um dos melhores finais de série que eu já. É realmente muito bom, bonito e bem executado. Uma coisa que me ganhou muito, apesar de eu não ter gostado muito da série como um todo, foram os alguns diálogos/reflexões que aparecem em alguns episódios.
Para quem gosta de séries de drama, eu recomendo muito. Essas séries do final dos anos 90, começo dos anos 2000, que ainda eram filmadas em analógico entregam uma textura/aparência muito linda, é nostálgico demais assistí-las.
A Sete Palmos (4ª Temporada)
4.5 133Confesso que esperava mais.
A série é muito boa, tecnicamente. A fotografia, maquiagem, edição, roteiro...
Porém as atuações me incomodaram demais, algumas personagens com uma construção ruim/confusa e umas temáticas jogadas sem sentido nenhum, do nada que, no fim, não alteram em nada a história.
Entretanto, a última temporada entra numa ascendente sensacional e tem um dos melhores finais de série que eu já. É realmente muito bom, bonito e bem executado. Uma coisa que me ganhou muito, apesar de eu não ter gostado muito da série como um todo, foram os alguns diálogos/reflexões que aparecem em alguns episódios.
Para quem gosta de séries de drama, eu recomendo muito. Essas séries do final dos anos 90, começo dos anos 2000, que ainda eram filmadas em analógico entregam uma textura/aparência muito linda, é nostálgico demais assistí-las.
A Sete Palmos (3ª Temporada)
4.4 162Confesso que esperava mais.
A série é muito boa, tecnicamente. A fotografia, maquiagem, edição, roteiro...
Porém as atuações me incomodaram demais, algumas personagens com uma construção ruim/confusa e umas temáticas jogadas sem sentido nenhum, do nada que, no fim, não alteram em nada a história.
Entretanto, a última temporada entra numa ascendente sensacional e tem um dos melhores finais de série que eu já. É realmente muito bom, bonito e bem executado. Uma coisa que me ganhou muito, apesar de eu não ter gostado muito da série como um todo, foram os alguns diálogos/reflexões que aparecem em alguns episódios.
Para quem gosta de séries de drama, eu recomendo muito. Essas séries do final dos anos 90, começo dos anos 2000, que ainda eram filmadas em analógico entregam uma textura/aparência muito linda, é nostálgico demais assistí-las.
A Sete Palmos (2ª Temporada)
4.5 144Confesso que esperava mais.
A série é muito boa, tecnicamente. A fotografia, maquiagem, edição, roteiro...
Porém as atuações me incomodaram demais, algumas personagens com uma construção ruim/confusa e umas temáticas jogadas sem sentido nenhum, do nada que, no fim, não alteram em nada a história.
Entretanto, a última temporada entra numa ascendente sensacional e tem um dos melhores finais de série que eu já. É realmente muito bom, bonito e bem executado. Uma coisa que me ganhou muito, apesar de eu não ter gostado muito da série como um todo, foram os alguns diálogos/reflexões que aparecem em alguns episódios.
Para quem gosta de séries de drama, eu recomendo muito. Essas séries do final dos anos 90, começo dos anos 2000, que ainda eram filmadas em analógico entregam uma textura/aparência muito linda, é nostálgico demais assistí-las.
A Sete Palmos (1ª Temporada)
4.5 411 Assista AgoraConfesso que esperava mais.
A série é muito boa, tecnicamente. A fotografia, maquiagem, edição, roteiro...
Porém as atuações me incomodaram demais, algumas personagens com uma construção ruim/confusa e umas temáticas jogadas sem sentido nenhum, do nada que, no fim, não alteram em nada a história.
Entretanto, a última temporada entra numa ascendente sensacional e tem um dos melhores finais de série que eu já. É realmente muito bom, bonito e bem executado. Uma coisa que me ganhou muito, apesar de eu não ter gostado muito da série como um todo, foram os alguns diálogos/reflexões que aparecem em alguns episódios.
Para quem gosta de séries de drama, eu recomendo muito. Essas séries do final dos anos 90, começo dos anos 2000, que ainda eram filmadas em analógico entregam uma textura/aparência muito linda, é nostálgico demais assistí-las.
Game of Thrones (7ª Temporada)
4.1 1,2K Assista AgoraAqui ficou evidente a necessidade de terminar logo a série, as coisas que não andavam, passam a correr absurdamente rápido, abrindo lacunas ou jogando factóides para justificar comportamentos, decisões e ações.
Algumas coisas até contradizendo a construção feita nas temporadas anteriores. Como eu disse no meu comentário da série Carnivale, a HBO parece não saber terminar séries.
Game of Thrones (6ª Temporada)
4.6 1,6KAqui começam a acontecer aquelas coisas "padrão" hoje em dia que é querer humanizar vilão ou justificar a maldade dos mesmos.
De novo, reforço que eu gostei da série, mas tem umas coisas extremamente mentirosas que, apesar de aparentemente inofensivas, acabam estragando todo o andamento da trama, que é deveras arrastada.
Tem personagens que não fazem o menor sentido de existir, são esquecíveis e descartáveis no contexto da trama. Outros que são ruins e viram bons e vice-versa.
Esse tipo de coisa me incomoda demais e, majoritariamente, foi o que me fez parar de ver séries. Há muito tempo não pegava uma série pra ver que me prendia e fazia querer ver o próximo capítulo, mas não é pela história, era pela ambientação, pelo capricho, o ritmo dos episódios é bom (apesar do ritmo da série não ser). Isso a HBO faz com maestria: ela sabe colocar começo, meio e fim em cada episódio individualmente, tendo ápice e clímax em cada capítulo.
O excesso de personagens, todos com nomes complexos, em suas respectivas famílias, também com nomes complexos, não são explorados de maneira a dar sentindo a suas aparições na produção. Aparece uma personagem X da família Y em um determinado episódio que só volta a aparecer 7 episódios depois, não amarrando os acontecimentos.
Game of Thrones (5ª Temporada)
4.4 1,4KMantenho minha opinião que deixei nas outras temporadas.
Artisticamente, é um primor. É realmente tudo muito bem feito, caprichado e esteticamente bonito.
Mas a história não engrega, pra mim. As coisas apesar de ligeiramente ligadas, não se conversam, não fluem e começam a aparecer coisas aleatórias total para "prolongar" ou dar folego para mais episódios, eu gostei da série, mas não consigo captar a ideia por trás de tudo que acontece e, tampouco, ter sido o fenômeno que foi (novamente, acredito que para época que foi lançada, o contexto contou muito).
Muitas personagens não convencem e não mostrar o "pra que vieram".
Game of Thrones (4ª Temporada)
4.6 1,5K Assista AgoraArtisticamente, é um primor. É realmente tudo muito bem feito, caprichado e esteticamente bonito.
Mas a história não engrega, pra mim. As coisas apesar de ligeiramente ligadas, não se conversam, não fluem e começam a aparecer coisas aleatórias total para "prolongar" ou dar folego para mais episódios, eu gostei da série, mas não consigo captar a ideia por trás de tudo que acontece e, tampouco, ter sido o fenômeno que foi (novamente, acredito que para época que foi lançada, o contexto contou muito).
Muitas personagens não convencem e não mostrar o "pra que vieram".
Game of Thrones (3ª Temporada)
4.6 1,8K Assista AgoraMantenho minha opinião que deixei nas outras temporadas.
Artisticamente, é um primor. É realmente tudo muito bem feito, caprichado e esteticamente bonito.
Mas a história não engrega, pra mim. As coisas apesar de ligeiramente ligadas, não se conversam, não fluem e começam a aparecer coisas aleatórias total para "prolongar" ou dar folego para mais episódios, eu gostei da série, mas não consigo captar a ideia por trás de tudo que acontece e, tampouco, ter sido o fenômeno que foi (novamente, acredito que para época que foi lançada, o contexto contou muito).
Muitas personagens não convencem e não mostrar o "pra que vieram".
Game of Thrones (2ª Temporada)
4.6 1,6K Assista AgoraNunca tive vontade de assistir GoT mas, recentemente, sem muito o que fazer, peguei pra assistir e gostei. Admito que não entendi o porque foi o fenômeno que foi, só que assisti anos depois, então todo o contexto atual mudou em relação a época de lançamento.
Fazia muito tempo que uma série não me fazia querer ver mais de um episódio seguido e, GoT conseguiu. Um primor de produção, tudo muito lindo e bem feito, mas achei a trama/enredo pouco explorada.
As coisas parecem acontecer muito jogadas, sem ligação entre elas, não compromete a experiência, mas achei que a ideia central poderia ter sido melhor, ou mais, amarrada.
Game of Thrones (1ª Temporada)
4.6 2,3K Assista AgoraNunca tive vontade de assistir GoT mas, recentemente, sem muito o que fazer, peguei pra assistir e gostei. Admito que não entendi o porque foi o fenômeno que foi, só que assisti anos depois, então todo o contexto atual mudou em relação a época de lançamento.
Fazia muito tempo que uma série não me fazia querer ver mais de um episódio seguido e, GoT conseguiu. Um primor de produção, tudo muito lindo e bem feito, mas achei a trama/enredo pouco explorada.
As coisas parecem acontecer muito jogadas, sem ligação entre elas, não compromete a experiência, mas achei que a ideia central poderia ter sido melhor, ou mais, amarrada.
Game of Thrones (8ª Temporada)
3.0 2,2K Assista AgoraAchei uma boa temporada e, apesar do que falaram, não achei o final ruim, apesar de não ter - praticamente - ligação nenhuma com toda a trama desenvolvida durante as temporadas passadas, além de muitas contradições terem sido criadas para justificar o fim.
Carnivàle (2ª Temporada)
4.4 39Muito melhor que a primeira temporada, sem sombra de dúvida.
O final é lastimável, acho que já desde essa época a HBO não sabe acabar séries, vide o que fizeram com o final de GoT.
Minha opinião em relação a primeira temporada mudou um pouco. Nesta, o ritmo é melhor, as coisas parecem ter linha lógica de acontecimentos e dá para entendermos a mensagem que a produção quer passar, sem ficar muito no campo abstrato.
Algumas personagens passaram a ser melhor trabalhadas e, também, algumas atuações melhoraram. O restante fica intocável: toda a parte artística continua um primor. A fotografia é algo absolutamente lindo, cada enquadramento que poderia fácil virar quadro.
Porém, como disse no começo, o final é péssimo.
Carnivàle (1ª Temporada)
4.3 75 Assista AgoraApesar da boa fotografia, edição, trilha sonora, edição de som e edição, as atuações não me convenceram. A trama, entretanto, é bem interessante mas o ritmo não engrenou. Me deixou a sensação de que se valeram de um bom enredo e acabaram não focando em outras partes.
É, como toda séria da HBO, um primor de produção, é tudo muito caprichado e detalhista, mas para meu gosto, não rolou.
Doutor Castor
4.3 81Como obra e produção, é muito boa. Qualidade excepcional, principalmente no áudio, que é sempre um "calcanhar de Aquiles" nas produções brasileiras.
Entretanto, romantizar um monstro como Castor de Andrade, ou qualquer outro bandido famoso que tenta-se "amenizar" e pintar de bom moço, é algo que não me desce, pois julgo ser um enorme desrespeito para com as vítimas que eles (os bandidos) fizeram.
No mais, é uma produção de se tirar o chapéu e, também, de mostrar o que todo mundo já sabe mas não tem certeza se sabe mesmo (kkkkk).
Ollie, o Coelhinho Perdido
4.1 30 Assista AgoraÉ uma série lindíssima! Tanto no visual, como na história. Apesar de não ser algo inédito, é muito competente no que se propõe e consegue entregar drama, aventura, suspense, animação tudo junto e misturado.
Os efeitos especiais são tão bons, que você não consegue conceber como a junção do "real" com a animação casa tão bem. Super recomendo a todos, entretanto...
Como nem tudo é perfeito, o fato de tentarem "humanizar" o vilão, como tem sido corriqueiro nos dias de hoje, principalmente nas produções da Disney e da Netflix, me incomoda
Rabbit Hole: Jogo de Mentiras
3.5 11 Assista AgoraComeçou absurdamente sensacional, teve uma pequena queda de ritmo e terminou de maneira triunfal.
Não é muito meu estilo de série e, particularmente, não sou mais uma pessoa ligada em série, então posso ter ficado empolgado por "ausência de repertório". Mas realmente curti Rabbit Hole.
Roteiro muito bem escrito, que te deixa bugado e confuso praticamente a temporada inteira, com atuações muito boas a ponto de te fazer criar empatia por praticamente todas as personagens, além de maquiagem, edição e direção sensacionais. A fotografia não é nada extraordinário, mas entrega alguns takes muito bons.
Vale muito a pena para quem curte o estilo e, como sempre, Kiefer e Charles entregam excelentes atuações. Difícil dizer quem é o melhor ator/atriz...recomendo demais.
Irmãos de Guerra
4.7 638 Assista AgoraPerdi as contas de quantas vezes assisi Band of Brothers. É simplesmente sensacional e continua visualmente linda até hoje, mais de 20 anos depois da produção.
Em termos de produção, Band of Brothers e The Pacific são muito similares: ambas são extremamente bem produzidas, dirigidas, editadas, fotografadas e tem efeitos sonoros (e a edição de som), maquiagem e efeitos especiais sensacionais.
Minha preferência por Band of Brothers se dá ao fato de no início dos episódios ter os depoimentos dos combatentes e, no final, ter trechos da história contando como foi o avanço dos aliados antes e depois da batalha retratada no capítulo. Algo que falta no the Pacific e acaba deixando a impressão de que a guerra no pacífico foi meio "largada". Não conseguimos criar ligação entre as batalhas e ficamos sem noção temporal dos acontecimentos.
Entretanto, o enfoque em The Pacific achei mais apelativo (no bom sentido) a ponto de te fazer refletir real o que aquelas pessoas viram, viveram e carregaram o resto da vida, dando agonia extrema, em alguns momentos. Devido ao foco principal de Hitler estar na invasão da Rússia, a guerra na Europa acabou sendo fácil, com pouco resistência e apenas uma ou outra batalha mais brutal, como a batalha das Ardenhas, por exemplo; ao contrário da guerra na frente do Pacífico, onde os japoneses eram tenazes, determinados e se valiam de táticas de guerrilha, atacando durante a noite, lutando até o fim, sem possibilidade de retirada ou rendição e, para piorar, os soldados tinham que encarar calores extremos, chuva incessante, barro, lama, doenças...
Band of Brothers ainda é minha preferida por ter um contexto histórico mais definido e abordar a coisa de uma maneira mais lógica, dando mais ênfase a guerra (a história da guerra) ao invés de focar no psicológico e traumas pessoais, abordado em The Pacific.
Mas sempre recomendo as duas, historicamente ambas são muito ricas e mostram a guerra como ela realmente é: uma destruição total. Transforma em imagens aquela máxima de que "em uma guerra, não há vencedores".
O Pacífico
4.4 274 Assista AgoraEm termos de produção, Band of Brothers e The Pacific são muito similares: ambas são extremamente bem produzidas, dirigidas, editadas, fotografadas e tem efeitos sonoros (e a edição de som), maquiagem e efeitos especiais sensacionais.
O que eu achei melhor no Band of Brothers foi o fato de no início dos episódios ter os depoimentos dos combatentes e, no final, ter trechos da história contando como foi o avanço dos aliados antes e depois da batalha retratada no capítulo. Algo que falta no the Pacific e acaba deixando a impressão de que a guerra no pacífico foi meio "largada". Não conseguimos criar ligação entre as batalhas e ficamos sem noção temporal dos acontecimentos.
O enfoque em The Pacific achei mais apelativo (no bom sentido) a ponto de te fazer refletir real o que aquelas pessoas viram, viveram e carregaram o resto da vida. A guerra na Europa, foi "facil", com uma ou outra batalha mais tensa; ao contrário da guerra na frente do Pacífico, onde os japoneses eram tenazes, determinados e se valiam de táticas de guerrilha, atacando a noite e lutando até o fim, sem possibilidade de retirada ou rendição.
The Pacific foi muito competente em entregar isso e nos deixar agoniados com essa determinação japonesas.
Band of Brothers ainda é minha preferida por ter um contexto histórico mais definido e abordar a coisa de uma maneira mais lógica, dando mais ênfase a guerra (a história da guerra) ao invés de focar no psicológico e traumas pessoais, abordado em The Pacific.
Recomendo as duas...
O Clube da Meia-Noite (1ª Temporada)
3.0 150 Assista AgoraAssisti pela sinopse, que me pareceu bem interessante e, gostei" Esperava algo diferente, talvez, mas gostei do que vi. Só que devo ter algum tipo de problema com a Netflix, porque nada deles me causa aquela sensação de "Nossa! Que bagulho f***!" (Com raras exceções). E isso é muito verdade, principalmente nas séries produzidas por eles. É muita mistureba de assuntos/temas/abordagens, colocando coisas que não acrescentam em nada (ou quase nada) na história e, Midnight Club é mais uma dessas séries.
Eu assisti, porque vivi isso que a série aborda: jovens com cancer terminal, porque quando tinha 18 anos, minha melhor amiga foi diagnosticada com leucemia já em estágio terminal. Por 2 anos acompanhamos e, infelizmente, aguardamos o desfecho juntos, nos bons e maus momentos. Então, sim...a série é bem fiel em muitas das mensagens, pensamentos e conflitos que eles abordam, só que ai metem umas paradas meio nada a ver, digo, abrem muito o leque o nó inicial e acabam se perdendo na hora de fechar o ponto.
Claro, é uma série, provavelmente foram abrindo para ter assunto para outras temporadas, não li o livro então posso estar falando groselhas, mas acho que os roteiros poderiam ser melhor elaborados. No mais, eu gostei...mesmo. É uma sensação estranha você ver na TV algo que aconteceu com você, é um mix de emoções e, não sei se por ter vivido ou por mérito dos diretores, mas foi um bom produto final.
Não é uma parada excelente ou inesquecível, mas é um bom produto final.
Amor e Morte
3.8 159 Assista AgoraEu gostei, mas fiquei dividido.
Os três primeiros episódios, achei ruins. As atuações me incomodaram um pouco, nâo rolava empatia com nenhum deles. Acredito, de verdade, que foram atuações intencionais da direção.
A partir do quarto episódio, começou a me prender e querer terminar logo.
Não é uma série que eu recomendaria, mas valeu a pena ter assistido inteira.
A fotografia é lindíssima, e o fato de ser uma história real, tem aquele "tchan" a mais...
Mr. Corman (1ª Temporada)
3.6 22Eu gostei bastante.
Sou muito fão do trabalho do Joseph, e apesar de não ter achado a série "nada demais", me agradou bastante. É verdade que a temática é pesada e aborda assuntos e situações "tensas" entretanto, achei que foi conduzida de maneira leve porém reflexiva.
A fotografia, como toda série da Apple TV que já assisti, é perfeita, um capricho sem igual, no mais, ela não tem nenhum elemento "nossa que sensacional", mas por algum motivo, curti bastante e super recomendo.
É uma série sem pretensão que meio que aborda a vida cotidiana de uma pessoa "normal", sem forçar ou maquiar a realidade.