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Data de lançamento
27 Março 2023Duração
Rabbit Hole segue o agente de espionagem corporativa John Weir que se encontra no meio de uma batalha pela preservação da democracia em um mundo de desinformações, manipulações comportamentais, vigilância do Estado e interesses que controlam esses poderes.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
Começou absurdamente sensacional, teve uma pequena queda de ritmo e terminou de maneira triunfal.
Não é muito meu estilo de série e, particularmente, não sou mais uma pessoa ligada em série, então posso ter ficado empolgado por "ausência de repertório". Mas realmente curti Rabbit Hole.
Roteiro muito bem escrito, que te deixa bugado e confuso praticamente a temporada inteira, com atuações muito boas a ponto de te fazer criar empatia por praticamente todas as personagens, além de maquiagem, edição e direção sensacionais. A fotografia não é nada extraordinário, mas entrega alguns takes muito bons.
Vale muito a pena para quem curte o estilo e, como sempre, Kiefer e Charles entregam excelentes atuações. Difícil dizer quem é o melhor ator/atriz...recomendo demais.
Aproveite para assistir: Série com Kiefer Sutherland é pra quem curte inesperadas REVIRAVOLTAS!
Nem tudo é o que parece ser. Chegou no catálogo da Paramount Plus um seriado cheio de reviravoltas, idas e vindas por meio de diferentes pontos de vistas, que exploram as possibilidades da espionagem industrial através das ações de um protagonista desconfiado com tudo e todos, que tem uma empresa que resolve situações, cria vantagens, das mais diversas, para quem o contrata, mas se vê constantemente perdido pelas falhas de um enorme plano que envolve questões democráticas e que podem afetar o planeta das informações. Criada pela dupla Glenn Ficarra e John Requa, Rabbit Hole: Jogo de Mentiras, não entrega muito nessa primeira temporada, deixando as principais respostas para as próximas etapas.
Na trama, conhecemos John Weir (Kiefer Sutherland), um dos criadores de uma empresa de sucesso que resolve questões ligadas à espionagem para empresas e pessoas que os contrata. Em um novo e audacioso plano, a conclusão não sai como esperado e ele se vê envolvido em uma trama cheio de caminhos dentro da narrativa que tinha criado. Lutando contra seu complicado passado, memórias doloridas, e perdas no presente, ele precisará se juntar a um grupo de novas pessoas para enfim colocar o trem de volta aos trilhos e sair vencedor em uma batalha que gira em torno da informação.
O roteiro busca ser engenhoso, modifica peças de lugar frequentemente através das peculiaridades do seu confuso protagonista, usa do flashback para ampliar o entendimento na parte psicológica dos personagens. As perguntas começam aqui:
Será que é tudo parte de um plano dele?
Qual o plano?
Será que está sendo enganado?
Engana-se quem acha que encontrará respostas nessa primeira temporada, na verdade muitas perguntas são introduzidas pelas entrelinhas, inclusive.
Por falar do lado psicológico de John Weir, essa é a parte mais interessante para se seguir observando. A mente e suas complexidades viram elementos importantes nessa história, o começo do visualizar outros cenários, até o real entendimento dos traumas de um passado que não esquece, até mesmo suas aflições do que pode ser real ou não são ingredientes que tornam esse protagonista enigmático.
A subtrama policial, com o foco na detetive que os investiga, é o ponto fraco dessa primeira parte da história, parece distante adicionado apenas o óbvio dentro de um limitado ponto de vista de quem, assim como nós espectadores, não está entendendo os principais porquês que atravessam essa mirabolante história.
Pelas ruas de uma grande cidade norte-americana, ou mesmo escondidos em lugares remotos, vamos acompanhando os passos do novo grupo formado por Weir em busca de respostas, onde a busca pelo controle da informação é o início de um caminho com muitas motivações e possibilidades.
Começa a ficar melhor nos últimos episódios. Infelizmente é cansativa e arrastada em diversos momentos, mesmo tendo apenas 8 episódios.
As reviravoltas até surpreendem, mas às vezes são forçadas pelo simples fato de "surpreender e pronto", sem nenhuma consistência, assim como o ato final que não tem nenhum peso.
É interessante acompanhar por causa do Kiefer que se esforça no papel de um cara arrogante e debochado, o que é de se estranhar pra quem estava acostumado com o Jack Bauer de 24 Horas.
A serie faz varias reviravoltas a cada episódio, a trama conduz isso muito bem e faz o especador ficar na duvida sobre os fatos o tempo todo, só faltou o Kiefer reencarnar o Jack Bauer que tem dentro dele e sair matando todo mundo, resolveria tudo mais rapido(em 24hrs)..rsrsrs
Optimo! Reviravoltas e grande elenco.