Uma novela tão inteligente e criativa quanto Vale Tudo; Tieta; Dancin' Days; Gabriela (primeira versão); Beto Rockfeller; O Meu Pé de Laranja Lima (versão de 1980); Corpo a Corpo; Irmãos Coragem (primeira versão); Guerra dos Sexos (primeira versão); Que Rei Sou Eu?; Ti Ti Ti (primeira versão); Pão Pão, Beijo Beijo; Saramandaia (primeira versão); Liberdade, Liberdade; Feijão Maravilha... Destaque para as atuações de Giuseppe Oristanio, Paulo Castelli, Zezé Motta, Chico Díaz, Sérgio Viotti, e principalmente Tônia Carrero, e para a trilha sonora.
Thriller perturbador. Olivia é eficaz, pois funciona em diferentes níveis de histeria em um ritmo crível, em vez de ir a todo vapor desde o início. Ann Sothern, é uma deliciosa bagunça triste, algumas vezes da até para ter uma certa simpatia por sua personagem, mesmo que ela faça algumas coisas desonrosas. James Caan, está cheio de ameaças e uma sexualidade desconfortável com seu descuidado desrespeito pela humanidade. Isso é eficientemente com um elenco cheio de recursos, a fotografia expressionista foi feita pelo veterano Lee Garmes. O filme foi extremamente mal recebido na época, atacaram muita a atriz Olivia de Havilland, a terrível colunista Hedda Hopper escreveu "O filme deveria ser queimado (...) Por que Olivia fez isso?, mas Olivia é todo o elenco está impecável.
Não tinha assistido da primeira vez, a novela é interessante apesar do casal principal ser bastante inexpressível, principalmente Carmo Dalla Vecchia (com aquela eterna cara de insônia), o elenco em sua maioria é bem acima da média, mas o destaque vai mesmo para Glória Menezes, Suzana Faini, Giulia Gam, Lilia Cabral, e principalmente Patrícia Pillar (por ter mais tempo de tela).
Todas as Flores, promete, logo em seus primeiros capítulos mostrou que a novela tem aquilo que as boas novelas sempre tiveram, ritmo, um bom argumento, é uma ótima narrativa, o elenco está bem acima da média, pois nessas últimas novelas e minisséries, o elenco e o roteiro anda muito fraco, destaque para Regina Casé, Sophie Charlotte, Nicolas Prattes, Cássio Gabus Mendes e Letícia Colin. Não acho que vai ser igual Vale Tudo, Roque Santeiro, O Bem-Amado, Saramandaia (versão de 1976), Escrava Isaura (versão de 1976), Que Rei Sou Eu?, Pantanal, Ti Ti Ti (versão de 1985), Xica da Silva, Água Viva, Dancin' Days, aliás a maioria disponível em plataformas e no YouTube.
É um dos melhores thrillers de tribunal que já foram feitos. Uma das coisas que mais me encantaram ao revê-lo agora foi o ritmo e o elenco, é que elenco meu Deus, todo ele perfeito mas Marlene Dietrich, além de ser um colírio, mesmo chegando ao 60 anos, ainda está radiante, e melhor atriz do que nunca, não da para acreditar que ela não levou o Oscar de Melhor Atriz por esse filme. Atores em interpretações maravilhosas, diálogos afiadíssimos, preciosos e a direção sempre genial de Billy Wilder.
Paul Newman e Elizabeth Taylor, estão no auge de suas belezas e de suas sensualidades, estão irrepreensíveis, eles dão um verdadeiro show de interpretações. A peça de Tennessee Williams é um retrato brilhante de uma família fraturada por frustrações, álcool, sonhos não realizados e tristeza. A adaptação sofre com a remoção de referências à homossexualidade e os palavrões, uma parte importante da história, mas devido à época, mas Richard Brooks, conduz tudo muito bem, destaque para os ótimos coadjuvantes Burl Ives, Jack Carson e Judith Anderson, sempre eficientes. Bela obra.
Continua a ser um dos grandes melodramas de Hollywood, uma obra rica e psicologicamente astuta cujo poder ainda ressoa hoje. Joan Crawford brilha no papel de Mildred; uma mãe trabalhadora, que faz tortas, usa ombreiras (uma de suas marcas registradas), e é determinada. Mas Ann Blyth e Eve Arden, não ficam atrás. Mildred Pierce é um filme que desafia a classificação típica de gênero de sua época.
Sophia Loren é uma das maiores estrelas que a sétima arte já viu, isso todo mundo já sabe. Recentemente ela voltou à ativa aos 86 anos na produção “The Life Ahead” da Netflix, e agora ela ganha uma homenagem bastante especial da plataforma. O novo documentário curta da Netflix “What Would Sophia Loren Do?” Não é o que parece. E é por isso que ele ficou gravada em minha mente por dias depois de assisti-lo. “O Que Sophia Loren Faria?” é um curta-metragem de 30 minutos sobre uma senhora que é fã dessa emblemática atriz italiana, uma das maiores estrelas do cinema mundial. É bem engraçado a forma como ela diz que ficavam sempre dizendo o que deveria fazer. Isso a deixava de saco cheio e então ela se perguntava o que Sophia Loren faria naquela situação. Acabamos conhecendo mais sobre a história da atriz e os paralelos da vida dela com sua fã, uma avó ítalo-americana Nancy Kulik, que adora cinema. Sophia é um norte e uma força para essa senhora. Uma representação de uma beleza única, italiana, diferente e charmosa. Há cenas realmente muito tocantes, perdas dolorosas que a vida traz. Não podemos ter tudo, mas devemos ter força para seguir em frente, sempre. Este documentário simplesmente faz você se sentir. E é por isso que pretendo entrar na fila e assistir novamente, assim como Kulik fez com seus filmes favoritos de Loren. Uma delícia, ainda mais vendo a diva Sophia Loren chegando na casa dos 90, e não querendo parar. Que maravilha.
Com um elenco excepcional - mais especialmente Paul Newman, Jackie Gleason e Piper Laurie em atuações excepcionais -, este é um estudo de um personagem profundamente atraente e complexo sobre um anti-herói. Pena que fizeram décadas depois uma continuação desnecessária.
Não sou muito fã dos programas do SBT, que geralmente desde o começo gosta muito do mundo cão, por outro lado, o SBT é o Silvio Santos, os seus programas com ele são os melhores, várias pessoas importantes passaram pelo SBT, mas pra mim, os melhores programas do SBT, foram 'O Show de Calouros'', com os saudosos José Fernandes (aquele que era o único que não podia não dar nota, é nunca ria, quase não dava nota máxima, tanto que quando isso acontecia, tocava uma música 'Aleluia, Aleluia''), Elke Maravilha (a alegria do programa, a mais querida pelo público), Pedro de Lara (que fazia o louquinho genial) e claro a maior audiência do programa a grande Aracy de Almeida (que fazia a a jurada deliciosamente ranzinza, mas Silvio Santos fazia de proposito colocar calouros de voz ruim, para provocar a Aracy, e ninguém se divertia mais que o Silvio Santos, que adorava tirar um sarro, tanto que quando Aracy, morreu, a audiência caiu, Silvio tentou reformular o programa várias vezes, até que teve o bom senso e terminou definitivamente o programa. O outro programa era 'Jô Soares Onze e Meia'' (com o genial Jô Soares). 'Altas Horas', com Serginho Groisman. E claro nossa querida 'Hebe (que vi em vários canais, que sou fã, mas Hebe foi sublime mesmo no SBT. Mas o SBT é o Silvio Santos, sem ele acho que esse canal não teria sucesso.
A Netflix, disponibilizou dois filmes da fase de Sophia Loren, antes da fama internacional, devido ao sucesso de Rosa e Momo, os seguintes filmes Pão, Amor e... e o O Signo de Vênus, os dois de 1955; ambos do excelente diretor Dino Risi {dos aclamados filmes 'Uma Vida Difícil' (1961), 'Aquele Que Sabe Viver' (1962), e 'Perfume de Mulher'' (1974)}, o primeiro fez muito sucesso na sua época, o segundo nem tanto, ambos tem o sempre excelente ator e diretor Vittorio De Sica (responsável logo depois de alguns dos melhores filmes de Loren), e ambos também com a ótima atriz Tina Pica (muito esquecida hoje em dia uma das maiores atrizes coadjuvantes de todos os tempos, uma Thelma Ritter italiana); ambos infelizmente envelheceram muito. Eu gostei mais de rever o segundo, pois o elenco salva tudo, outra coincidência é que esse filme tem atriz Franca Valeri que faleceu recentemente em 9 de agosto de 2020, muito famosa na Itália, entre as grandes atrizes que a Itália teve ao longo de um século, apenas Franca e Sophia tem o honrado título de Dame Grã-Cruz, uma Ordem do Mérito da República Italiana, que tem objetivo recompensar os serviços prestados à nação italiana no domínio da literatura, belas-artes, economia, serviço público, atividades de caráter social, filantropia ou humanitários, e serviços prestados ao longo de uma carreira militar ou civil. Aqui no Brasil existe algo semelhante, mas quase tudo no Brasil em matéria de cultura, é uma verdadeira palhaçada, que ao mesmo tempo que honra grandes nomes ou causas literárias, teatrais e afins, também honra muito cedo nomes que praticamente estão muito aquém (nível inferior) de tal honraria. Se vocês que ainda não conhecem o enorme talento de Loren, eu recomendo os extraordinários filmes por ondem de entrada O Ouro de Nápoles (1954), Duas Mulheres (1960), El Cid (1961), Ontem, Hoje e Amanhã (1963), Matrimônio à Italiana (1964), Os Girassóis da Rússia (1970), e Um Dia Muito Especial (1977), tudo isso é só como curiosidade, na minha idade eu não tenho muito que fazer mesmo(kkk), fiquem todos na santa paz de Deus.
O Irlandês mistura um pouco de imaginação, ficção, e muito de realidade, e muita história. E ele executa essa mistura com o já bem conhecido padrão Martin Scorsese: de maneira brilhante, suntuosa, extraordinária. O Irlandês fala de Russell Bufalino (uma interpretação extraordinária do veterano Joe Pesci)), Anthony Provenzano, Angelo Bruno e diversos, diversos, diversos outros mafiosos que existiram de fato, além dos Kennedys, Nixon... O papel central é de Francis Joseph Sheeran, que realmente existiu, mais quase ninguém sabe, feito por um dos atores mais fascinantes e talentosos que Hollywood teve em mãos, o Sr. Robert de Niro (mas alguns agora vão brigar comigo, em algumas horas é visível o cansaço de Niro, talvez um ator um pouco mais novo ficaria melhor, embora De Niro e De Niro é ponto), mas ''O Irlandês'', fala principalmente de Jimmy Hoffa, uma das figuras mais fascinantes e polêmicas da história dos Estados Unidos no século XX, que, entre 1957 e 1971, foi o todo-poderoso presidente do Sindicato dos Caminhoneiros, feito aqui de maneira estupenda pelo grande Al Pacino, o filme cresce demais com sua entrada, não dá para entender porque ele perdeu o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante para Brad Pitt, apenas correto em ''Era uma Vez em... Hollywood''. Embora desde ''Insônia'' (2002), Pacino, nos devia essa interpretação pungente. ''The Irishman'', é o primeiro filme perfeito de 2019 - um filme tão bom que nem parece pertencer a esta década, mas parece uma obra-prima desenterrada de décadas antes. De Niro, Pacino, Pesci são tudo o que você quer que sejam e mais em suas performances; a escrita, o ritmo e a edição são rigorosos; o humor é sombrio, rápido e inteligente; e a história se desenrola lindamente. Embora o tempo de execução possa exigir paciência e dedicação, não há realmente nenhum momento perdido - cenas estranhas ou atrasadas -, pois tudo se encaixa perfeitamente para oferecer um retorno que realmente vale a pena. Certamente ''O Irlandês'', não fez feio as obra-primas imortais sobre máfia como ''O Poderoso Chefão 1 e 2'' de Francis Ford Coppola; e ''Os Bons Companheiros'' do próprio Scorsese.
Finalmente, um filme de 1938 vale a pena defender! Eu já vi cerca de 10 filmes como parte do meu estudo de filmes indicados ao Oscar de 1938, e "Marie Antoinette", estrelada por Norma Shearer, é de longe a melhor interpretação do filme, ela ganhou o prêmio em Veneza de Melhor Atriz. O irônico é que nem sequer recebeu uma indicação como Melhor Filme! Ainda mais irritante, ele perdeu em todas as categorias para as quais foi indicado, incluindo Melhor Atriz (Shearer como a rainha condenada), Ator Coadjuvante (Robert Morley em sua estréia na tela), Melhor Trilha Sonora e Melhor Direção de Arte. WS Van Dyke, indicado para Melhor Diretor em 1935 e 1937 (para "The Thin Man" e "San Francisco", respectivamente) não foi indicado para "Marie Antoinette". É uma farsa que esse filme tenha sido tão curto no Oscar em 1938, um ano em que quase não havia competição. Foi uma produção gigantesca da MGM, com cem extras e figurinos e cenários de tirar o fôlego. Como "Gone With the Wind", lançado pela MGM no ano seguinte, o filme tem um intervalo embutido no filme, interrompendo seu tempo de execução de quase três horas. Também é aberto com uma abertura completa enquanto a tela está em branco. A MGM fez todos os esforços para esta produção, e o estúdio entregou de todas as maneiras. A história não é tão rica ou fascinante quanto "Gone With the Wind", mas é envolvente, emocionante e séria. Para terminar com uma nota sombria e realista. Talvez seja por isso que o filme tenha sido tão mal tratado pela Academia. Com a guerra na Europa em 1938, talvez fosse difícil reunir-se em torno de um filme que abordava um tema pesado e que tinha um final triste e assustador. Coloque "Marie Antoinette" na sua lista de filmes da década de 1930 que merecem ser redescobertos. E parabéns à MGM e à WS Van Dyke por manterem suas armas e fornecer uma imagem forte e inteligente.
Muito gostoso o filme, minha pantera preferida na versão original era Kelly Garrett (Jaclyn Smith, que aliás aparece nesse filme), nesse filme minha preferida Sabina Wilson (Kristen Stewart).
Kananga do Japão
4.2 6Uma novela tão inteligente e criativa quanto Vale Tudo; Tieta; Dancin' Days; Gabriela (primeira versão); Beto Rockfeller; O Meu Pé de Laranja Lima (versão de 1980); Corpo a Corpo; Irmãos Coragem (primeira versão); Guerra dos Sexos (primeira versão); Que Rei Sou Eu?; Ti Ti Ti (primeira versão); Pão Pão, Beijo Beijo; Saramandaia (primeira versão); Liberdade, Liberdade; Feijão Maravilha...
Destaque para as atuações de Giuseppe Oristanio, Paulo Castelli, Zezé Motta, Chico Díaz, Sérgio Viotti, e principalmente Tônia Carrero, e para a trilha sonora.
A Dama Enjaulada
4.0 63Thriller perturbador. Olivia é eficaz, pois funciona em diferentes níveis de histeria em um ritmo crível, em vez de ir a todo vapor desde o início. Ann Sothern, é uma deliciosa bagunça triste, algumas vezes da até para ter uma certa simpatia por sua personagem, mesmo que ela faça algumas coisas desonrosas. James Caan, está cheio de ameaças e uma sexualidade desconfortável com seu descuidado desrespeito pela humanidade. Isso é eficientemente com um elenco cheio de recursos, a fotografia expressionista foi feita pelo veterano Lee Garmes. O filme foi extremamente mal recebido na época, atacaram muita a atriz Olivia de Havilland, a terrível colunista Hedda Hopper escreveu "O filme deveria ser queimado (...) Por que Olivia fez isso?, mas Olivia é todo o elenco está impecável.
A Favorita
3.9 347 Assista AgoraNão tinha assistido da primeira vez, a novela é interessante apesar do casal principal ser bastante inexpressível, principalmente Carmo Dalla Vecchia (com aquela eterna cara de insônia), o elenco em sua maioria é bem acima da média, mas o destaque vai mesmo para Glória Menezes, Suzana Faini, Giulia Gam, Lilia Cabral, e principalmente Patrícia Pillar (por ter mais tempo de tela).
Todas as Flores
3.4 101 Assista AgoraTodas as Flores, promete, logo em seus primeiros capítulos mostrou que a novela tem aquilo que as boas novelas sempre tiveram, ritmo, um bom argumento, é uma ótima narrativa, o elenco está bem acima da média, pois nessas últimas novelas e minisséries, o elenco e o roteiro anda muito fraco, destaque para Regina Casé, Sophie Charlotte, Nicolas Prattes, Cássio Gabus Mendes e Letícia Colin. Não acho que vai ser igual Vale Tudo, Roque Santeiro, O Bem-Amado, Saramandaia (versão de 1976), Escrava Isaura (versão de 1976), Que Rei Sou Eu?, Pantanal, Ti Ti Ti (versão de 1985), Xica da Silva, Água Viva, Dancin' Days, aliás a maioria disponível em plataformas e no YouTube.
Testemunha de Acusação
4.5 384 Assista AgoraÉ um dos melhores thrillers de tribunal que já foram feitos. Uma das coisas que mais me encantaram ao revê-lo agora foi o ritmo e o elenco, é que elenco meu Deus, todo ele perfeito mas Marlene Dietrich, além de ser um colírio, mesmo chegando ao 60 anos, ainda está radiante, e melhor atriz do que nunca, não da para acreditar que ela não levou o Oscar de Melhor Atriz por esse filme. Atores em interpretações maravilhosas, diálogos afiadíssimos, preciosos e a direção sempre genial de Billy Wilder.
Gata em Teto de Zinco Quente
4.1 209 Assista AgoraPaul Newman e Elizabeth Taylor, estão no auge de suas belezas e de suas sensualidades, estão irrepreensíveis, eles dão um verdadeiro show de interpretações. A peça de Tennessee Williams é um retrato brilhante de uma família fraturada por frustrações, álcool, sonhos não realizados e tristeza. A adaptação sofre com a remoção de referências à homossexualidade e os palavrões, uma parte importante da história, mas devido à época, mas Richard Brooks, conduz tudo muito bem, destaque para os ótimos coadjuvantes Burl Ives, Jack Carson e Judith Anderson, sempre eficientes. Bela obra.
Suprema Conquista
4.0 16Excelente comédia de screwball com uma performance hilariante de John Barrymore como produtor da Broadway e Carole Lombard como sua adorável diva.
Alma em Suplício
4.2 152 Assista AgoraContinua a ser um dos grandes melodramas de Hollywood, uma obra rica e psicologicamente astuta cujo poder ainda ressoa hoje. Joan Crawford brilha no papel de Mildred; uma mãe trabalhadora, que faz tortas, usa ombreiras (uma de suas marcas registradas), e é determinada. Mas Ann Blyth e Eve Arden, não ficam atrás. Mildred Pierce é um filme que desafia a classificação típica de gênero de sua época.
O Que Sophia Loren Faria?
3.5 12 Assista AgoraSophia Loren é uma das maiores estrelas que a sétima arte já viu, isso todo mundo já sabe. Recentemente ela voltou à ativa aos 86 anos na produção “The Life Ahead” da Netflix, e agora ela ganha uma homenagem bastante especial da plataforma. O novo documentário curta da Netflix “What Would Sophia Loren Do?” Não é o que parece. E é por isso que ele ficou gravada em minha mente por dias depois de assisti-lo.
“O Que Sophia Loren Faria?” é um curta-metragem de 30 minutos sobre uma senhora que é fã dessa emblemática atriz italiana, uma das maiores estrelas do cinema mundial. É bem engraçado a forma como ela diz que ficavam sempre dizendo o que deveria fazer. Isso a deixava de saco cheio e então ela se perguntava o que Sophia Loren faria naquela situação.
Acabamos conhecendo mais sobre a história da atriz e os paralelos da vida dela com sua fã, uma avó ítalo-americana Nancy Kulik, que adora cinema. Sophia é um norte e uma força para essa senhora. Uma representação de uma beleza única, italiana, diferente e charmosa. Há cenas realmente muito tocantes, perdas dolorosas que a vida traz. Não podemos ter tudo, mas devemos ter força para seguir em frente, sempre.
Este documentário simplesmente faz você se sentir. E é por isso que pretendo entrar na fila e assistir novamente, assim como Kulik fez com seus filmes favoritos de Loren. Uma delícia, ainda mais vendo a diva Sophia Loren chegando na casa dos 90, e não querendo parar. Que maravilha.
Desafio à Corrupção
4.1 69 Assista AgoraCom um elenco excepcional - mais especialmente Paul Newman, Jackie Gleason e Piper Laurie em atuações excepcionais -, este é um estudo de um personagem profundamente atraente e complexo sobre um anti-herói. Pena que fizeram décadas depois uma continuação desnecessária.
Hebe no SBT
3.6 2Não sou muito fã dos programas do SBT, que geralmente desde o começo gosta muito do mundo cão, por outro lado, o SBT é o Silvio Santos, os seus programas com ele são os melhores, várias pessoas importantes passaram pelo SBT, mas pra mim, os melhores programas do SBT, foram 'O Show de Calouros'', com os saudosos José Fernandes (aquele que era o único que não podia não dar nota, é nunca ria, quase não dava nota máxima, tanto que quando isso acontecia, tocava uma música 'Aleluia, Aleluia''), Elke Maravilha (a alegria do programa, a mais querida pelo público), Pedro de Lara (que fazia o louquinho genial) e claro a maior audiência do programa a grande Aracy de Almeida (que fazia a a jurada deliciosamente ranzinza, mas Silvio Santos fazia de proposito colocar calouros de voz ruim, para provocar a Aracy, e ninguém se divertia mais que o Silvio Santos, que adorava tirar um sarro, tanto que quando Aracy, morreu, a audiência caiu, Silvio tentou reformular o programa várias vezes, até que teve o bom senso e terminou definitivamente o programa. O outro programa era 'Jô Soares Onze e Meia'' (com o genial Jô Soares). 'Altas Horas', com Serginho Groisman. E claro nossa querida 'Hebe (que vi em vários canais, que sou fã, mas Hebe foi sublime mesmo no SBT. Mas o SBT é o Silvio Santos, sem ele acho que esse canal não teria sucesso.
Rosa e Momo
3.7 301 Assista AgoraA Netflix, disponibilizou dois filmes da fase de Sophia Loren, antes da fama internacional, devido ao sucesso de Rosa e Momo, os seguintes filmes Pão, Amor e... e o O Signo de Vênus, os dois de 1955; ambos do excelente diretor Dino Risi {dos aclamados filmes 'Uma Vida Difícil' (1961), 'Aquele Que Sabe Viver' (1962), e 'Perfume de Mulher'' (1974)}, o primeiro fez muito sucesso na sua época, o segundo nem tanto, ambos tem o sempre excelente ator e diretor Vittorio De Sica (responsável logo depois de alguns dos melhores filmes de Loren), e ambos também com a ótima atriz Tina Pica (muito esquecida hoje em dia uma das maiores atrizes coadjuvantes de todos os tempos, uma Thelma Ritter italiana); ambos infelizmente envelheceram muito. Eu gostei mais de rever o segundo, pois o elenco salva tudo, outra coincidência é que esse filme tem atriz Franca Valeri que faleceu recentemente em 9 de agosto de 2020, muito famosa na Itália, entre as grandes atrizes que a Itália teve ao longo de um século, apenas Franca e Sophia tem o honrado título de Dame Grã-Cruz, uma Ordem do Mérito da República Italiana, que tem objetivo recompensar os serviços prestados à nação italiana no domínio da literatura, belas-artes, economia, serviço público, atividades de caráter social, filantropia ou humanitários, e serviços prestados ao longo de uma carreira militar ou civil. Aqui no Brasil existe algo semelhante, mas quase tudo no Brasil em matéria de cultura, é uma verdadeira palhaçada, que ao mesmo tempo que honra grandes nomes ou causas literárias, teatrais e afins, também honra muito cedo nomes que praticamente estão muito aquém (nível inferior) de tal honraria. Se vocês que ainda não conhecem o enorme talento de Loren, eu recomendo os extraordinários filmes por ondem de entrada O Ouro de Nápoles (1954), Duas Mulheres (1960), El Cid (1961), Ontem, Hoje e Amanhã (1963), Matrimônio à Italiana (1964), Os Girassóis da Rússia (1970), e Um Dia Muito Especial (1977), tudo isso é só como curiosidade, na minha idade eu não tenho muito que fazer mesmo(kkk), fiquem todos na santa paz de Deus.
O Irlandês
4.0 1,5K Assista AgoraO Irlandês mistura um pouco de imaginação, ficção, e muito de realidade, e muita história.
E ele executa essa mistura com o já bem conhecido padrão Martin Scorsese: de maneira brilhante, suntuosa, extraordinária. O Irlandês fala de Russell Bufalino (uma interpretação extraordinária do veterano Joe Pesci)), Anthony Provenzano, Angelo Bruno e diversos, diversos, diversos outros mafiosos que existiram de fato, além dos Kennedys, Nixon... O papel central é de Francis Joseph Sheeran, que realmente existiu, mais quase ninguém sabe, feito por um dos atores mais fascinantes e talentosos que Hollywood teve em mãos, o Sr. Robert de Niro (mas alguns agora vão brigar comigo, em algumas horas é visível o cansaço de Niro, talvez um ator um pouco mais novo ficaria melhor, embora De Niro e De Niro é ponto), mas ''O Irlandês'', fala principalmente de Jimmy Hoffa, uma das figuras mais fascinantes e polêmicas da história dos Estados Unidos no século XX, que, entre 1957 e 1971, foi o todo-poderoso presidente do Sindicato dos Caminhoneiros, feito aqui de maneira estupenda pelo grande Al Pacino, o filme cresce demais com sua entrada, não dá para entender porque ele perdeu o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante para Brad Pitt, apenas correto em ''Era uma Vez em... Hollywood''. Embora desde ''Insônia'' (2002), Pacino, nos devia essa interpretação pungente. ''The Irishman'', é o primeiro filme perfeito de 2019 - um filme tão bom que nem parece pertencer a esta década, mas parece uma obra-prima desenterrada de décadas antes. De Niro, Pacino, Pesci são tudo o que você quer que sejam e mais em suas performances; a escrita, o ritmo e a edição são rigorosos; o humor é sombrio, rápido e inteligente; e a história se desenrola lindamente. Embora o tempo de execução possa exigir paciência e dedicação, não há realmente nenhum momento perdido - cenas estranhas ou atrasadas -, pois tudo se encaixa perfeitamente para oferecer um retorno que realmente vale a pena. Certamente ''O Irlandês'', não fez feio as obra-primas imortais sobre máfia como ''O Poderoso Chefão 1 e 2'' de Francis Ford Coppola; e ''Os Bons Companheiros'' do próprio Scorsese.
Cozinha Maravilhosa da Ofélia
4.0 1Gostava muito dos programas da Ofélia, e da Etty Fraser, o Cozinha Maravilhosa da Ofélia, fez história na TV no Brasil.
Maria Antonieta
4.2 20Finalmente, um filme de 1938 vale a pena defender! Eu já vi cerca de 10 filmes como parte do meu estudo de filmes indicados ao Oscar de 1938, e "Marie Antoinette", estrelada por Norma Shearer, é de longe a melhor interpretação do filme, ela ganhou o prêmio em Veneza de Melhor Atriz. O irônico é que nem sequer recebeu uma indicação como Melhor Filme! Ainda mais irritante, ele perdeu em todas as categorias para as quais foi indicado, incluindo Melhor Atriz (Shearer como a rainha condenada), Ator Coadjuvante (Robert Morley em sua estréia na tela), Melhor Trilha Sonora e Melhor Direção de Arte. WS Van Dyke, indicado para Melhor Diretor em 1935 e 1937 (para "The Thin Man" e "San Francisco", respectivamente) não foi indicado para "Marie Antoinette". É uma farsa que esse filme tenha sido tão curto no Oscar em 1938, um ano em que quase não havia competição. Foi uma produção gigantesca da MGM, com cem extras e figurinos e cenários de tirar o fôlego. Como "Gone With the Wind", lançado pela MGM no ano seguinte, o filme tem um intervalo embutido no filme, interrompendo seu tempo de execução de quase três horas. Também é aberto com uma abertura completa enquanto a tela está em branco. A MGM fez todos os esforços para esta produção, e o estúdio entregou de todas as maneiras. A história não é tão rica ou fascinante quanto "Gone With the Wind", mas é envolvente, emocionante e séria. Para terminar com uma nota sombria e realista. Talvez seja por isso que o filme tenha sido tão mal tratado pela Academia. Com a guerra na Europa em 1938, talvez fosse difícil reunir-se em torno de um filme que abordava um tema pesado e que tinha um final triste e assustador. Coloque "Marie Antoinette" na sua lista de filmes da década de 1930 que merecem ser redescobertos. E parabéns à MGM e à WS Van Dyke por manterem suas armas e fornecer uma imagem forte e inteligente.
Feijão Maravilha
4.1 5A mais leve e engraçada novela das sete horas.
Irmãos Coragem - 1ª versão
4.3 6Essa novela marcou todos os brasileiros na sua época, um elenco de arrepiar.
As Panteras
3.1 705 Assista AgoraMuito gostoso o filme, minha pantera preferida na versão original era Kelly Garrett (Jaclyn Smith, que aliás aparece nesse filme), nesse filme minha preferida Sabina Wilson (Kristen Stewart).
Fofoca Aí
4.1 1O melhor programa de fofocas de todos os tempos, sem ser venoso, e com muito bom humor, parabéns pára todos os envolvidos.