Melhor sozinho que mal acompanhado. O protagonista é figurante em sua própria vivência, ao ser confrontado recorre a bebida ou violência como reação, e essa passividade cômoda lhe custou a liberdade. Não é amor o que sentia pela companhera, era posse, nítido nos breves diálogos entre os dois - o tratamento de inferioridade, os silêncios servindo de válvula de escape, o toque sem consentimento e a contragosto. Podia ser no Brasil, a estrutura política-cultural é idêntica.
Se a nota é alta no Filmow, desconfie. Aplicável neste caso. Ruim é pouco, com muita força. Apesar de ter 80 minutos de duração, poderia ter ainda menos e não faria falta, já que mais da metade se arrasta em cenas vazias e diálogos o sendo mais.
Não entendo como podem criticar a história de um filme, principalmente este aqui como forte exemplo, pelo trabalho da direção. Embora sofra de uma velocidade apressada nas cenas, acredito ter sofrido muitos cortes e mudanças de última hora em virtude da expectativa de conclusão da trilogia, vejo um erro extremamente equivocado em terem planejado dois enredos muito importantes da Saga X-Men a serem abordados num filme com menos de 2 horas de duração. Não era costume na época, e hoje já se tornou um mal na forma de mania por lucro, porém uma divisão em dois capítulos teria gerado melhor aproveitamento sem ter manchado a primeira versão dos mutantes queridos.
O filme mostra como uma mãe grudenta e tóxica pode atrapalhar a vida do filho em todas as áreas, uma descoberta sexual tardia ou mesmo aceitação, já que não deixa explícito se a atração homossexual foi entregue no passado. A figura da mãe reflete na escolha e convívio com a namorada autoritária, que é uma companheira de momentos porém não se encontram em diálogos mais profundos sobre as dificuldades, está presente ali no sexo, na atração carnal mas se perde fora disso a não ser em momentos de curtição e farra. Ao encontrar a paixão por outro rapaz, o protagonista se coloca em xeque com tudo o que foi lhe imposto na vida sem saber se era desejo próprio, se era o que lhe faria feliz, somente se acostumou. E como sempre, sair da caixa incomoda, não mais a si do que quem gosta de lhe ver ali sem pestanejar. Ao final temos uma resolução que não se sente obrigada a ser agridoce pois como uma arte, o filme em seu papel busca causar impacto, e aasim o faz. Talvez seja para quem anda em conflito entre dois mundos do que quem já tenha se decidido sobre quem quer ser.
Mano, na boa, vocês usaram drogas? Achei que era Barbie e saiu um Todo Mundo em Pânico. Pior são as mulheres que não gostaram sendo atacadas por outras mulheres - já vemos que captaram bem a mensagem da obra.
Agradeço a esse filme por ter sido um dos catalisadores da minha aceitação, que é uma das partes mais difíceis de ser diferente. As cenas, os diálogos, a sensação que transborda fora da tela e atinge seu peito traz um sufocamento para quem se vê encurralado não pela vergonha mas expectativas e caminhos gerados destinados à sua pessoa sem você assentir com essas escolhas. O casal é formado por dois homens que recebem uma troca mútua seja de olhar no interior de sua alma e perceber quem é, e o outro que percebe uma vida além de descompromisso e irresponsabilidades - um relacionamento que não se torna dependente apenas necessitado de ser livre por ser tão grande que não se segura mais nas sombras. Já se passaram dez anos e sabemos que no mundo real esse relacionamento não daria certo: tem paixão, tem fogo, porém a paixão se esfria com o tempo e requer muitos cuidados além do sexo como fazemos para cuidar de um lar, e nisso os dois não estavam prontos, não entre eles. Uma sequência mostrando uma reconciliação de felizes para sempre soa inverossímil dado os fatos, entretanto seria interessante observar a vida de tais pessoas após longos anos e como andam levando a vida com outras companhias e carreiras.
Ação desenfreada, conteúdo irrelevante sendo primordial, diálogos filosóficos-super-heroicos clichelentos... Nem mesmo os efeitos visuais satisfizeram. Muito marketing e pouco preenchimento. Desperdício de nomes como Julie Delpy e Andy Serkins...
Fale Comigo
3.5 1,1K Assista AgoraPrimeiro filme de terror que vejo dar sono.
Na pegada de Hereditário e A Bruxa, ou seja pretensioso é pouco.
Leviatã
3.8 304 Assista AgoraMelhor sozinho que mal acompanhado. O protagonista é figurante em sua própria vivência, ao ser confrontado recorre a bebida ou violência como reação, e essa passividade cômoda lhe custou a liberdade. Não é amor o que sentia pela companhera, era posse, nítido nos breves diálogos entre os dois - o tratamento de inferioridade, os silêncios servindo de válvula de escape, o toque sem consentimento e a contragosto.
Podia ser no Brasil, a estrutura política-cultural é idêntica.
O Céu de Suely
3.9 487 Assista AgoraSe a nota é alta no Filmow, desconfie. Aplicável neste caso. Ruim é pouco, com muita força. Apesar de ter 80 minutos de duração, poderia ter ainda menos e não faria falta, já que mais da metade se arrasta em cenas vazias e diálogos o sendo mais.
X-Men: O Confronto Final
3.3 1,0K Assista AgoraNão entendo como podem criticar a história de um filme, principalmente este aqui como forte exemplo, pelo trabalho da direção. Embora sofra de uma velocidade apressada nas cenas, acredito ter sofrido muitos cortes e mudanças de última hora em virtude da expectativa de conclusão da trilogia, vejo um erro extremamente equivocado em terem planejado dois enredos muito importantes da Saga X-Men a serem abordados num filme com menos de 2 horas de duração. Não era costume na época, e hoje já se tornou um mal na forma de mania por lucro, porém uma divisão em dois capítulos teria gerado melhor aproveitamento sem ter manchado a primeira versão dos mutantes queridos.
Arranha-Céus Flutuantes
3.1 68O filme mostra como uma mãe grudenta e tóxica pode atrapalhar a vida do filho em todas as áreas, uma descoberta sexual tardia ou mesmo aceitação, já que não deixa explícito se a atração homossexual foi entregue no passado.
A figura da mãe reflete na escolha e convívio com a namorada autoritária, que é uma companheira de momentos porém não se encontram em diálogos mais profundos sobre as dificuldades, está presente ali no sexo, na atração carnal mas se perde fora disso a não ser em momentos de curtição e farra.
Ao encontrar a paixão por outro rapaz, o protagonista se coloca em xeque com tudo o que foi lhe imposto na vida sem saber se era desejo próprio, se era o que lhe faria feliz, somente se acostumou. E como sempre, sair da caixa incomoda, não mais a si do que quem gosta de lhe ver ali sem pestanejar.
Ao final temos uma resolução que não se sente obrigada a ser agridoce pois como uma arte, o filme em seu papel busca causar impacto, e aasim o faz. Talvez seja para quem anda em conflito entre dois mundos do que quem já tenha se decidido sobre quem quer ser.
Barbie
3.8 1,7K Assista AgoraMano, na boa, vocês usaram drogas? Achei que era Barbie e saiu um Todo Mundo em Pânico.
Pior são as mulheres que não gostaram sendo atacadas por outras mulheres - já vemos que captaram bem a mensagem da obra.
Queda Livre
3.6 592Agradeço a esse filme por ter sido um dos catalisadores da minha aceitação, que é uma das partes mais difíceis de ser diferente. As cenas, os diálogos, a sensação que transborda fora da tela e atinge seu peito traz um sufocamento para quem se vê encurralado não pela vergonha mas expectativas e caminhos gerados destinados à sua pessoa sem você assentir com essas escolhas.
O casal é formado por dois homens que recebem uma troca mútua seja de olhar no interior de sua alma e perceber quem é, e o outro que percebe uma vida além de descompromisso e irresponsabilidades - um relacionamento que não se torna dependente apenas necessitado de ser livre por ser tão grande que não se segura mais nas sombras.
Já se passaram dez anos e sabemos que no mundo real esse relacionamento não daria certo: tem paixão, tem fogo, porém a paixão se esfria com o tempo e requer muitos cuidados além do sexo como fazemos para cuidar de um lar, e nisso os dois não estavam prontos, não entre eles. Uma sequência mostrando uma reconciliação de felizes para sempre soa inverossímil dado os fatos, entretanto seria interessante observar a vida de tais pessoas após longos anos e como andam levando a vida com outras companhias e carreiras.
Vingadores: Era de Ultron
3.7 3,0K Assista AgoraNem criança na minha sessão gostou...
Vingadores: Era de Ultron
3.7 3,0K Assista AgoraO filme mais esperado do ano também é a maior decepção da década! Avengers!!!
Vingadores: Era de Ultron
3.7 3,0K Assista AgoraAção desenfreada, conteúdo irrelevante sendo primordial, diálogos filosóficos-super-heroicos clichelentos... Nem mesmo os efeitos visuais satisfizeram. Muito marketing e pouco preenchimento. Desperdício de nomes como Julie Delpy e Andy Serkins...
O Jogo da Imitação
4.3 3,0K Assista grátisApesar de ser biografia, esperava mais do roteiro da obra...
Cinquenta Tons de Cinza
2.2 3,2K Assista AgoraA questão nunca foi conteúdo... e sim provocar polêmica