"Drácula: Morto, mas Feliz" (Dracula: Dead and Loving It) é uma comédia satírica de 1995 dirigida pelo lendário Mel Brooks. O filme é uma paródia escrachada do romance clássico de Bram Stoker e, principalmente, da adaptação cinematográfica de 1992 dirigida por Francis Ford Coppola.
Leslie Nielsen entrega uma de suas atuações cômicas icônicas como o Conde Drácula, utilizando o estilo de humor "pastelão" e inexpressivo que o consagrou em filmes como Corra que a Polícia Vem Aí!.
Mel Brooks também atua no filme como o caçador de vampiros Van Helsing. O elenco conta ainda com Peter MacNicol (interpretando um hilário Renfield comedor de insetos), Steven Weber e Amy Yasbeck.
Estilo: O filme satiriza não apenas o Drácula de Coppola, mas também os clássicos da produtora Hammer e a versão de 1931 com Bela Lugosi. Cenas memoráveis incluem a sombra do Drácula agindo por conta própria e o excesso de sangue em cenas de estacas no coração.
"Os Inventores" é um drama biográfico contemporâneo baseado em uma história real de superação.
A trama acompanha quatro estudantes hispânicos de uma escola pública no Arizona que, sem recursos e utilizando peças de sucata — como motores de bomba baratos e até absorventes internos para vedação —, formam um clube de robótica.
O elenco estelar conta com George Lopez, Jamie Lee Curtis e Marisa Tomei, entre outros.
"Lagoa Azul: O Despertar" (Blue Lagoon: The Awakening) é um telefilme de 2012 que funciona como uma releitura moderna do clássico cult de 1980. Diferente do original, a trama se passa nos dias atuais e foca em dois adolescentes que se perdem em uma ilha deserta após um acidente durante uma excursão escolar no Caribe.
O filme conta com Indiana Evans (Emma) e Brenton Thwaites (Dean) como protagonistas.
Curiosidade: o ator Christopher Atkins, que interpretou Richard no longa de 1980, faz uma participação especial como um dos professores.
No contexto geral, é uma verdadeira "bomba" teen cinematográfica. Dou uma estrela apenas pela ambientação paradisíaca das filmagens.
"Os Três Mosqueteiros" (1948) é uma das adaptações mais famosas do clássico de Alexandre Dumas, produzida pela MGM em Technicolor. O filme é conhecido por sua energia vibrante e pelas coreografias de luta acrobáticas, que remetem aos números de dança de seu protagonista, Gene Kelly.
Kelly utilizou suas habilidades de dançarino para criar combates de espada altamente atléticos. Maior bilheteria da MGM em 1948, a produção se destaca pelo figurino luxuoso de Walter Plunkett e pelo uso vibrante das cores.
Lana Turner, Vincent Price, Van Heflin, June Allyson e Angela Lansbury completam o competente elenco de apoio. A direção fica a cargo do eficiente George Sidney.
Embora seja considerada uma das adaptações mais fiéis em termos de "espírito" e aventura, a MGM fez mudanças pontuais para adequar a trama ao Código de Ética de Hollywood da época.
Para os saudosistas, este clássico marcou época em exibições na TV aberta pelas extintas sessões Classe A (Globo) e Primeira Classe (TV Manchete) na década de 80.
"Escravos do Amor das Amazonas" (Love Slaves of the Amazons, 1957) é um raríssimo filme de aventura dirigido por Curt Siodmak e estrelado por Don Taylor (o mesmo de "A Espada de Robin Hood"). A obra está disponível no YouTube com áudio e trilha originais.
Produção no Brasil: O diretor Curt Siodmak aproveitou sobras de película de um projeto anterior para rodar este longa rapidamente em Belém (Pará) e arredores. O uso da Amazônia real como locação confere ao filme um valor visual autêntico, apesar do orçamento modesto. Além de Taylor, o elenco destaca a atriz brasileira Ana Maria Nabuco no papel da Rainha Conori.
Considerado um clássico dos filmes "B" dos anos 50, a produção mistura aventura com momentos de humor involuntário — como as Amazonas pintadas de verde e números musicais exóticos. Críticos modernos notam que esses elementos podem ter influenciado desde a estética de Star Trek até a franquia Indiana Jones.
No contexto geral, o filme peca pela falta de um argumento sólido para o desenvolvimento da trama, o que compromete o resultado final. As cenas de luta e ação são amadoras e chegam a ser risíveis, beirando a mediocridade técnica.
Em resumo: é uma curiosidade histórica que vale mais pelo registro da Amazônia e pela presença de Ana Maria Nabuco do que pelo entretenimento em si. Como cinema de aventura, é datado, mal executado e visualmente pobre, testando a paciência até do espectador mais nostálgico.
"A Espada de Robin Hood" (título original: The Men of Sherwood Forest) é um filme britânico de aventura lançado em 1954 e dirigido por Val Guest.
A produção é notável por ser o primeiro longa-metragem colorido da famosa produtora Hammer Films. Na trama, o herói de Sherwood é interpretado por Don Taylor.
Ambientada em 1194, a história foca no plano de Robin Hood para resgatar o Rei Ricardo Coração de Leão — feito prisioneiro na Alemanha ao retornar das Cruzadas —, enquanto seu irmão, o Príncipe João, trama para usurpar o trono.
Curiosidade sobre o título: Embora o título em português mencione "A Espada", o original foca no grupo (The Men). É comum a confusão com outro filme da Hammer, Sword of Sherwood Forest (1960), este sim traduzido como "A Espada da Floresta de Sherwood" e estrelado por Richard Greene.
Na década de 80, este clássico foi presença garantida na extinta sessão dominical Matinê Aventura, da TV Cultura; já nos anos 90, marcou época no Cine Aventura, da Record TV.
Terence Hill foi um ícone do humor e da comédia pastelão; neste thriller de ação policial, o ator se destaca ao lado do veterano Ernest Borgnine.
Dirigido por Sergio Corbucci, o enredo mescla elementos de fantasia e aventura, garantindo ao espectador boas risadas com as performances hilárias da dupla.
A beldade Debra Paget foi uma das musas mais conhecidas da era de ouro do cinema estadunidense, e é sempre prazeroso revê-la neste exótico "A Princesa do Nilo", um típico épico de aventura capa e espada dos anos 50.
Debra e Jeffrey Hunter, outrora galã das matinês, formam o par romântico principal na trama baseada em um conto de "As Mil e Uma Noites".
É um filme simples, feito sob medida para entreter, e que ainda funciona como um divertido passatempo.
"A Princesa do Nilo" teve suas exibições na antológica Sessão da Tarde, nos bons tempos do Corujão e no Cine Aventura (Record).
Entre o final da década de 70 e meados dos 80, a TV Gazeta de São Paulo era um reduto de filmes que não passavam em nenhum outro lugar — muitas vezes, produções "B" de aventura ou suspenses europeus que acabavam virando cult justamente pela exclusividade das exibições. Foi pela Gazeta, inclusive, que vi este filme pela primeira vez em pleno horário nobre. Além dela, o SBT também chegou a reprisar esta obra na extinta Sessão Longa Metragem Legendada.
Embora seja uma produção modesta se comparada aos gigantes coloridos de 1959, "The Golden Astrolabe" preserva aquele charme ingênuo das aventuras marítimas do pós-guerra. O filme é um exemplo típico do cinema de exploração que dominava as matinês, focado na busca por relíquias perdidas e segredos astronômicos.
A trama, que bebe diretamente da fonte do romance de William A. Bryce e H. De Vere Stacpoole, nos transporta para uma caça ao tesouro onde o item místico — o tal astrolábio — é muito mais que um objeto de ouro: é a chave para uma rota de navegação esquecida.
Para quem cresceu assistindo a clássicos de piratas e exploradores na TV aberta, o filme evoca uma nostalgia imediata. Mesmo com limitações técnicas e um ritmo mais lento para os padrões atuais, a obra entrega uma jornada de época honesta, com cenários que hoje parecem teatrais, mas mantêm sua dignidade cinematográfica.
Pela raridade e pelo valor histórico no gênero de aventura, vale 3 estrelas.
Obs: Em abril de 2023, consegui rever este filme em uma cópia disponível no Ok.ru. Mesmo com a imagem precária, foi uma satisfação reencontrá-lo, embora, estranhamente, tenha sido removido da plataforma pouco tempo depois. Hoje, segue difícil localizar cópias em acervos digitais.
Embora conte com um elenco de peso, o filme é frequentemente lembrado por seus efeitos especiais, que não envelheceram bem para os padrões atuais. Mesmo assim, o entretenimento continua garantido para quem curte o gênero "cinema catástrofe" dos anos 70.
"Meteoro" tornou-se um filme cult, com roteiro inspirado em um estudo realizado no MIT em 1967 sobre como defender a Terra de um impacto real.
Este thriller de ficção científica, dirigido por Ronald Neame, teve exibições marcantes nos bons tempos do SuperCine, na antológica Sessão da Tarde e no Cinema em Casa (SBT).
'Proibido Proibir' é um típico drama brasileiro de 2007. Dirigido pelo chileno radicado no Brasil Jorge Durán, a obra explora as contradições sociais e a violência urbana no Rio de Janeiro sob a perspectiva de três jovens universitários.
No elenco principal, destacam-se Caio Blat, Maria Flor e Alexandre Rodrigues. O trio entrega ótimas performances e a trilha sonora é um show à parte. No contexto geral, trata-se de um excelente exemplar do cinema nacional.
Reassistido em 04/04/2026 no Super Tela (Record TV).
"Até o Último Homem" (Hacksaw Ridge) é um drama de guerra biográfico de 2016 que narra a extraordinária história real de Desmond Doss, um médico de combate do exército americano que se recusou a portar armas durante a Segunda Guerra Mundial. O longa traz Andrew Garfield no papel principal, acompanhado por um competente elenco de apoio.
Tocante, dramático e inspirador, o filme é uma obra visceral que equilibra dois extremos: a convicção espiritual inabalável e a brutalidade gráfica do conflito. Mel Gibson utiliza sua direção característica para criar um contraste gritante entre a paz interior de Doss e o caos absoluto do campo de batalha.
Andrew Garfield entrega uma atuação que mescla doçura e uma resiliência de ferro. O espectador acredita em sua recusa em tocar em uma arma — não por covardia, mas por um código moral profundo.
É uma obra poderosa sobre a força da fé, seja ela religiosa ou baseada em princípios. O roteiro prova que a coragem não está necessariamente ligada à capacidade de exercer violência, mas sim ao sacrifício pessoal para preservar a vida.
Indispensável para quem busca dramas históricos e cinema de ação de alto nível, o filme recebeu seis indicações ao Oscar, vencendo nas categorias de Melhor Mixagem de Som e Melhor Edição.
Disponível no Ok.ru em Technicolor e áudio original.
Lançado originalmente com o título Jivaro, este filme de aventura da Paramount Pictures é um exemplar vibrante do cinema de exploração dos anos 50. Trata-se de uma produção bem mais polida tecnicamente que a média do gênero na época.
O longa é estrelado pelo galã argentino Fernando Lamas e pela "Rainha do Technicolor", Rhonda Fleming. A trama acompanha Alice Parker (Fleming) em uma busca desesperada por seu noivo, um engenheiro alcoólatra perdido na selva amazônica enquanto caçava um tesouro lendário dos índios Jívaro. No caminho, ela acaba unindo forças com o rústico dono de um posto comercial, Rio Galdez (Lamas).
Um detalhe técnico curioso é que o filme foi rodado originalmente em 3D, embora tenha chegado à maioria dos cinemas em 2D devido ao declínio da tecnologia na época. O uso das cores é o ponto alto, ressaltando o exotismo (ainda que de estúdio) da floresta e o carisma do elenco, que conta ainda com os jovens Brian Keith e Rita Moreno.
A produção entrega exatamente o que se espera de um "filme de selva" daquela década: perigos tribais, romances improváveis e uma busca frenética por ouro. Por ser superior ao padrão dos seriados da época, garante uma experiência de nível "4 estrelas" — um entretenimento sólido para quem aprecia o gênero.
Este clássico, que já foi exibido nos anos 90 pela TV Record no Cine Aventura, continua sendo um prazer para o espectador, especialmente pela presença da beldade ruiva Rhonda Fleming e de Rita Moreno, que também não fica atrás.
Conferido via Youtube em 02/04/2026, com áudio e trilha originais.
"Desert Command" é um filme de aventura em preto e branco lançado em 1946 e estrelado por John Wayne. Trata-se de um dos trabalhos menos conhecidos do ator.
Na verdade, esta produção rara não é um filme original daquele ano, mas sim uma versão editada e compactada do seriado de 12 capítulos The Three Musketeers, lançado originalmente em 1933. A Favorite Films Corporation reuniu as principais partes do seriado para criar um longa-metragem de aproximadamente 70 minutos, visando capitalizar sobre o estrelato de Wayne na época.
Críticos e espectadores costumam notar que a obra possui uma edição "truncada" ou "confusa", reflexo da tentativa de condensar horas de material em um único filme curto. A qualidade técnica também evidencia a defasagem das filmagens de 1933 em comparação aos padrões de 1946.
No elenco principal, além de John Wayne, figuram Lon Chaney Jr. (creditado como Creighton Chaney), Ruth Hall, Jack Mulhall, Raymond Hatton e Francis X. Bushman Jr.
Recordo-me de tê-lo assistido pela primeira vez em meados de 2003, durante as madrugadas da TV aberta pela Rede NGT.
Trata-se de uma produção regular, de nível "3 estrelas". Nada excepcional.
Reassistido em 02/04/2026 via Youtube, com áudio e trilha originais.
"Wild in the Sky" (também conhecido pelos títulos alternativos Bless the Bomb, Black Jack ou God Bless the Bomb) é uma comédia de ação satírica americana lançada em março de 1972. Dirigido por William T. Naud, o longa-metragem aborda temas anti-guerra e a contracultura da era da Guerra do Vietnã.
O filme é frequentemente comparado a "Dr. Strangelove" por sua abordagem de "comédia nuclear", embora críticos da época e retrospectivos o considerem menos consistente e mais voltado para o pastelão do que para a sátira refinada. Curiosamente, sua estreia nos Estados Unidos ocorreu no mesmo dia que a de "O Poderoso Chefão".
Brandon deWilde interpreta Josh na trama; este foi seu último papel no cinema antes de falecer em um acidente de carro, em julho de 1972.
Emby Mellay, que viveu Melissa no thriller de terror "O Toque de Satã" (1971), faz uma ponta ao lado de deWilde, embora não tenha sido creditada neste raro filme de 1972.
Assisti à título de curiosidade e confesso que não deu para curtir. Razoável apenas.
Reassistido em 01/04/2026 no Cine Clube (TV Bandeirantes).
Estrelado por Brad Pitt, o longa 'Corações de Ferro' é um drama de guerra visceral que acompanha a jornada de cinco soldados americanos a bordo do tanque Fury nos dias finais da Segunda Guerra Mundial.
Para quem curte o gênero, é uma excelente recomendação de cinema no horário nobre da TV aberta. A trama prende a atenção do início ao fim.
Reassistido via Youtube em 27/03/2026, com áudio e trilha originais.
"O Toque de Satã" (título original: The Touch of Satan) é um filme de terror independente norte-americano lançado originalmente em 1971, que circulou em drive-ins e cinemas populares no início da década de 1970. O longa ganhou maior notoriedade após ser apresentado no programa de comédia Mystery Science Theater 3000, em 1998.
Chama a atenção a beleza estonteante de Emby Mellay. Sua atuação como Melissa Strickland é frequentemente lembrada pelo tom etéreo e um tanto melancólico que ela deu à personagem. Curiosamente, "O Toque de Satã" foi o único crédito cinematográfico de Emby Mellay; após o filme, ela não seguiu carreira em Hollywood, o que contribuiu para o ar de mistério em torno de sua figura entre os fãs de filmes cult.
Este raríssimo cult movie de estilo trash teve inúmeras exibições pelo SBT durante a década de 1980, na extinta sessão "Longa Metragem Legendada".
Tecnicamente, é uma produção mediana e nada excepcional. Pela nostalgia, vale 2 estrelas.
"Max: O Cão Herói" (título original: Max) é um filme de drama e aventura lançado em 2015 que narra a emocionante trajetória de um cão militar.
O filme é uma inspiradora obra de ficção, mas presta homenagem aos milhares de cães de serviço reais que trabalham com tropas militares em todo o mundo.
Ainda dou 4 estrelas por conta da performance do ator canino.
"Supertrain: Express to Terror" (1979) é o episódio piloto de longa-metragem da série de televisão norte-americana Supertrain, produzida pela NBC. Assim como Trilogy of Terror, este projeto também foi dirigido e produzido por Dan Curtis.
O telefilme foi presença constante nas madrugadas do SBT durante a década de 80. Pela nostalgia, vale 3 estrelas.
Reassistido via YouTube em 27/03/2026, com áudio e trilha originais.
Trilogy of Terror (1975) é um clássico do terror antológico feito para a televisão, dirigido por Dan Curtis e estrelado por Karen Black, que interpreta as protagonistas de todos os três segmentos. O filme é baseado em contos do renomado Richard Matheson.
São três episódios, sendo que o último deu o que falar na época. Curiosamente, em sua estreia na TV brasileira em 1981, o segmento "Amelia" foi totalmente cortado pela censura, e o filme acabou exibido com o título Duas Histórias de Terror.
O telefilme foi presença constante nas madrugadas do SBT e da Bandeirantes durante a década de 80. Pela nostalgia, vale 3 estrelas.
Conferido via YouTube em 26/03/2026, com áudio e trilha originais.
"The Victim" (também conhecido como Out of Contention e lançado também no Brasil como Tormenta) é um suspense de 1972 feito para a televisão (ABC Movie of the Week).
O filme marca uma das primeiras atuações dramáticas de Elizabeth Montgomery após o fim da clássica série "A Feiticeira".
Este telefilme já foi exibido pelo SBT durante a década de 80. Tecnicamente, é uma produção simples cuja trama — deveras intrigante, por sinal — entrega bons momentos de suspense e tensão psicológica.
Reassistido via YouTube em 26/03/2026, com áudio e trilha originais.
O antológico "A Marca do Zorro" (1940) é considerado um dos maiores clássicos do gênero capa e espada. Dirigida por Rouben Mamoulian, esta versão é um remake sonoro do filme mudo de 1920 e consolidou a imagem icônica do herói mascarado no cinema.
O confronto final de espadas entre Tyrone Power e Basil Rathbone é frequentemente citado como uma das melhores cenas de esgrima da história da sétima arte. Como reconhecimento, o filme foi indicado ao Oscar de Melhor Trilha Sonora Original (Alfred Newman) e integra o National Film Registry dos EUA por sua importância cultural.
No elenco de apoio, destacam-se Linda Darnell como Lolita Quintero, o interesse romântico de Diego; Eugene Pallette como o Frei Felipe; e J. Edward Bromberg no papel do Governador Don Luis Quintero.
Este clássico marcou época em suas exibições pela TV Bandeirantes, na extinta sessão Vídeo Clube, durante a década de 90. Pelo seu imenso valor nostálgico e técnico, vale 5 estrelas.
"Ouro dos Piratas" (título original: Crosswinds) é um filme estadunidense de aventura lançado em 1951, dirigido por Lewis R. Foster. O elenco principal conta com John Payne, Rhonda Fleming e Forrest Tucker.
A trama acompanha um aventureiro que tenta recuperar ouro de um avião acidentado em águas tropicais, enfrentando traições e perigos na Nova Guiné.
Essa raridade teve exibições marcantes nos anos 90 pela TV Record, durante a fase áurea do programa Cine Aventura.
A presente cinebiografia "Mauricio de Sousa: O Filme" é top!. A obra narra a trajetória de vida e carreira do criador da Turma da Mônica, desde sua infância em Mogi das Cruzes até a consolidação como o maior quadrinista do Brasil.
Na trama, Mauricio de Sousa é interpretado por seu próprio filho, Mauro Sousa, que faz sua estreia no cinema. O longa é dirigido por Pedro Vasconcelos.
O filme foca nos primeiros 40 anos da carreira de Mauricio, mostrando os desafios enfrentados antes do sucesso, sua passagem pelo jornalismo policial e a criação de personagens icônicos como Bidu, Mônica e Cebolinha.
O elenco de poio conta com nomes como Elizabeth Savalla (no papel de Vó Dita) e demais participações que reforçam o tom familiar da produção.
Drácula: Morto mas Feliz
3.2 219Reassistido via Youtube em 23/04/2026.
"Drácula: Morto, mas Feliz" (Dracula: Dead and Loving It) é uma comédia satírica de 1995 dirigida pelo lendário Mel Brooks. O filme é uma paródia escrachada do romance clássico de Bram Stoker e, principalmente, da adaptação cinematográfica de 1992 dirigida por Francis Ford Coppola.
Leslie Nielsen entrega uma de suas atuações cômicas icônicas como o Conde Drácula, utilizando o estilo de humor "pastelão" e inexpressivo que o consagrou em filmes como Corra que a Polícia Vem Aí!.
Mel Brooks também atua no filme como o caçador de vampiros Van Helsing. O elenco conta ainda com Peter MacNicol (interpretando um hilário Renfield comedor de insetos), Steven Weber e Amy Yasbeck.
Estilo: O filme satiriza não apenas o Drácula de Coppola, mas também os clássicos da produtora Hammer e a versão de 1931 com Bela Lugosi. Cenas memoráveis incluem a sombra do Drácula agindo por conta própria e o excesso de sangue em cenas de estacas no coração.
Diversão garantida!
Os Inventores
3.9 23Conferido em 23/04/2026 na Sessão da Tarde.
"Os Inventores" é um drama biográfico contemporâneo baseado em uma história real de superação.
A trama acompanha quatro estudantes hispânicos de uma escola pública no Arizona que, sem recursos e utilizando peças de sucata — como motores de bomba baratos e até absorventes internos para vedação —, formam um clube de robótica.
O elenco estelar conta com George Lopez, Jamie Lee Curtis e Marisa Tomei, entre outros.
Gostei muito da proposta.
Lagoa Azul: O Despertar
2.2 320 Assista AgoraConferido em 18/04/2026 no Cinema em Casa (SBT).
"Lagoa Azul: O Despertar" (Blue Lagoon: The Awakening) é um telefilme de 2012 que funciona como uma releitura moderna do clássico cult de 1980. Diferente do original, a trama se passa nos dias atuais e foca em dois adolescentes que se perdem em uma ilha deserta após um acidente durante uma excursão escolar no Caribe.
O filme conta com Indiana Evans (Emma) e Brenton Thwaites (Dean) como protagonistas.
Curiosidade: o ator Christopher Atkins, que interpretou Richard no longa de 1980, faz uma participação especial como um dos professores.
No contexto geral, é uma verdadeira "bomba" teen cinematográfica. Dou uma estrela apenas pela ambientação paradisíaca das filmagens.
Os Três Mosqueteiros
3.6 39 Assista AgoraDisponível na plataforma Oldflix (Streaming).
"Os Três Mosqueteiros" (1948) é uma das adaptações mais famosas do clássico de Alexandre Dumas, produzida pela MGM em Technicolor. O filme é conhecido por sua energia vibrante e pelas coreografias de luta acrobáticas, que remetem aos números de dança de seu protagonista, Gene Kelly.
Kelly utilizou suas habilidades de dançarino para criar combates de espada altamente atléticos. Maior bilheteria da MGM em 1948, a produção se destaca pelo figurino luxuoso de Walter Plunkett e pelo uso vibrante das cores.
Lana Turner, Vincent Price, Van Heflin, June Allyson e Angela Lansbury completam o competente elenco de apoio. A direção fica a cargo do eficiente George Sidney.
Embora seja considerada uma das adaptações mais fiéis em termos de "espírito" e aventura, a MGM fez mudanças pontuais para adequar a trama ao Código de Ética de Hollywood da época.
Para os saudosistas, este clássico marcou época em exibições na TV aberta pelas extintas sessões Classe A (Globo) e Primeira Classe (TV Manchete) na década de 80.
Pela maravilhosa nostalgia, 5 estrelas.
Escravos do Amor das Amazonas
2.6 2Conferido em 11/04/2026.
"Escravos do Amor das Amazonas" (Love Slaves of the Amazons, 1957) é um raríssimo filme de aventura dirigido por Curt Siodmak e estrelado por Don Taylor (o mesmo de "A Espada de Robin Hood"). A obra está disponível no YouTube com áudio e trilha originais.
Produção no Brasil: O diretor Curt Siodmak aproveitou sobras de película de um projeto anterior para rodar este longa rapidamente em Belém (Pará) e arredores. O uso da Amazônia real como locação confere ao filme um valor visual autêntico, apesar do orçamento modesto. Além de Taylor, o elenco destaca a atriz brasileira Ana Maria Nabuco no papel da Rainha Conori.
Considerado um clássico dos filmes "B" dos anos 50, a produção mistura aventura com momentos de humor involuntário — como as Amazonas pintadas de verde e números musicais exóticos. Críticos modernos notam que esses elementos podem ter influenciado desde a estética de Star Trek até a franquia Indiana Jones.
No contexto geral, o filme peca pela falta de um argumento sólido para o desenvolvimento da trama, o que compromete o resultado final. As cenas de luta e ação são amadoras e chegam a ser risíveis, beirando a mediocridade técnica.
Em resumo: é uma curiosidade histórica que vale mais pelo registro da Amazônia e pela presença de Ana Maria Nabuco do que pelo entretenimento em si. Como cinema de aventura, é datado, mal executado e visualmente pobre, testando a paciência até do espectador mais nostálgico.
A Espada de Robin Hood
3.4 1Disponível no Dailymotion.
"A Espada de Robin Hood" (título original: The Men of Sherwood Forest) é um filme britânico de aventura lançado em 1954 e dirigido por Val Guest.
A produção é notável por ser o primeiro longa-metragem colorido da famosa produtora Hammer Films. Na trama, o herói de Sherwood é interpretado por Don Taylor.
Ambientada em 1194, a história foca no plano de Robin Hood para resgatar o Rei Ricardo Coração de Leão — feito prisioneiro na Alemanha ao retornar das Cruzadas —, enquanto seu irmão, o Príncipe João, trama para usurpar o trono.
Curiosidade sobre o título: Embora o título em português mencione "A Espada", o original foca no grupo (The Men). É comum a confusão com outro filme da Hammer, Sword of Sherwood Forest (1960), este sim traduzido como "A Espada da Floresta de Sherwood" e estrelado por Richard Greene.
Na década de 80, este clássico foi presença garantida na extinta sessão dominical Matinê Aventura, da TV Cultura; já nos anos 90, marcou época no Cine Aventura, da Record TV.
Pela nostalgia: 4 estrelas.
Super Snooper: Um Tira Genial
3.2 23 Assista AgoraReassistido via Youtube em 10/04/2026.
Terence Hill foi um ícone do humor e da comédia pastelão; neste thriller de ação policial, o ator se destaca ao lado do veterano Ernest Borgnine.
Dirigido por Sergio Corbucci, o enredo mescla elementos de fantasia e aventura, garantindo ao espectador boas risadas com as performances hilárias da dupla.
Top demais!
A Princesa do Nilo
3.3 10Reassistido em 10/04/2026 no Cine NGT.
A beldade Debra Paget foi uma das musas mais conhecidas da era de ouro do cinema estadunidense, e é sempre prazeroso revê-la neste exótico "A Princesa do Nilo", um típico épico de aventura capa e espada dos anos 50.
Debra e Jeffrey Hunter, outrora galã das matinês, formam o par romântico principal na trama baseada em um conto de "As Mil e Uma Noites".
É um filme simples, feito sob medida para entreter, e que ainda funciona como um divertido passatempo.
"A Princesa do Nilo" teve suas exibições na antológica Sessão da Tarde, nos bons tempos do Corujão e no Cine Aventura (Record).
Pela deliciosa nostalgia: 4 estrelas.
O Astrolábio de Ouro
3.0 1Entre o final da década de 70 e meados dos 80, a TV Gazeta de São Paulo era um reduto de filmes que não passavam em nenhum outro lugar — muitas vezes, produções "B" de aventura ou suspenses europeus que acabavam virando cult justamente pela exclusividade das exibições. Foi pela Gazeta, inclusive, que vi este filme pela primeira vez em pleno horário nobre. Além dela, o SBT também chegou a reprisar esta obra na extinta Sessão Longa Metragem Legendada.
Embora seja uma produção modesta se comparada aos gigantes coloridos de 1959, "The Golden Astrolabe" preserva aquele charme ingênuo das aventuras marítimas do pós-guerra. O filme é um exemplo típico do cinema de exploração que dominava as matinês, focado na busca por relíquias perdidas e segredos astronômicos.
A trama, que bebe diretamente da fonte do romance de William A. Bryce e H. De Vere Stacpoole, nos transporta para uma caça ao tesouro onde o item místico — o tal astrolábio — é muito mais que um objeto de ouro: é a chave para uma rota de navegação esquecida.
Para quem cresceu assistindo a clássicos de piratas e exploradores na TV aberta, o filme evoca uma nostalgia imediata. Mesmo com limitações técnicas e um ritmo mais lento para os padrões atuais, a obra entrega uma jornada de época honesta, com cenários que hoje parecem teatrais, mas mantêm sua dignidade cinematográfica.
Pela raridade e pelo valor histórico no gênero de aventura, vale 3 estrelas.
Obs: Em abril de 2023, consegui rever este filme em uma cópia disponível no Ok.ru. Mesmo com a imagem precária, foi uma satisfação reencontrá-lo, embora, estranhamente, tenha sido removido da plataforma pouco tempo depois. Hoje, segue difícil localizar cópias em acervos digitais.
Meteoro
2.9 16 Assista AgoraReassistido via Youtube em 07/04/2026.
Embora conte com um elenco de peso, o filme é frequentemente lembrado por seus efeitos especiais, que não envelheceram bem para os padrões atuais. Mesmo assim, o entretenimento continua garantido para quem curte o gênero "cinema catástrofe" dos anos 70.
"Meteoro" tornou-se um filme cult, com roteiro inspirado em um estudo realizado no MIT em 1967 sobre como defender a Terra de um impacto real.
Este thriller de ficção científica, dirigido por Ronald Neame, teve exibições marcantes nos bons tempos do SuperCine, na antológica Sessão da Tarde e no Cinema em Casa (SBT).
Pelo valor nostálgico, ainda vale 4 estrelas.
Proibido Proibir
3.6 145 Assista AgoraConferido em 06/04/2026 na TV Brasil.
'Proibido Proibir' é um típico drama brasileiro de 2007. Dirigido pelo chileno radicado no Brasil Jorge Durán, a obra explora as contradições sociais e a violência urbana no Rio de Janeiro sob a perspectiva de três jovens universitários.
No elenco principal, destacam-se Caio Blat, Maria Flor e Alexandre Rodrigues. O trio entrega ótimas performances e a trilha sonora é um show à parte. No contexto geral, trata-se de um excelente exemplar do cinema nacional.
Até o Último Homem
4.2 2,0K Assista AgoraReassistido em 04/04/2026 no Super Tela (Record TV).
"Até o Último Homem" (Hacksaw Ridge) é um drama de guerra biográfico de 2016 que narra a extraordinária história real de Desmond Doss, um médico de combate do exército americano que se recusou a portar armas durante a Segunda Guerra Mundial. O longa traz Andrew Garfield no papel principal, acompanhado por um competente elenco de apoio.
Tocante, dramático e inspirador, o filme é uma obra visceral que equilibra dois extremos: a convicção espiritual inabalável e a brutalidade gráfica do conflito. Mel Gibson utiliza sua direção característica para criar um contraste gritante entre a paz interior de Doss e o caos absoluto do campo de batalha.
Andrew Garfield entrega uma atuação que mescla doçura e uma resiliência de ferro. O espectador acredita em sua recusa em tocar em uma arma — não por covardia, mas por um código moral profundo.
É uma obra poderosa sobre a força da fé, seja ela religiosa ou baseada em princípios. O roteiro prova que a coragem não está necessariamente ligada à capacidade de exercer violência, mas sim ao sacrifício pessoal para preservar a vida.
Indispensável para quem busca dramas históricos e cinema de ação de alto nível, o filme recebeu seis indicações ao Oscar, vencendo nas categorias de Melhor Mixagem de Som e Melhor Edição.
Profundo e impactante!
O Tesouro Perdido do Amazonas
4.2 1Disponível no Ok.ru em Technicolor e áudio original.
Lançado originalmente com o título Jivaro, este filme de aventura da Paramount Pictures é um exemplar vibrante do cinema de exploração dos anos 50. Trata-se de uma produção bem mais polida tecnicamente que a média do gênero na época.
O longa é estrelado pelo galã argentino Fernando Lamas e pela "Rainha do Technicolor", Rhonda Fleming. A trama acompanha Alice Parker (Fleming) em uma busca desesperada por seu noivo, um engenheiro alcoólatra perdido na selva amazônica enquanto caçava um tesouro lendário dos índios Jívaro. No caminho, ela acaba unindo forças com o rústico dono de um posto comercial, Rio Galdez (Lamas).
Um detalhe técnico curioso é que o filme foi rodado originalmente em 3D, embora tenha chegado à maioria dos cinemas em 2D devido ao declínio da tecnologia na época. O uso das cores é o ponto alto, ressaltando o exotismo (ainda que de estúdio) da floresta e o carisma do elenco, que conta ainda com os jovens Brian Keith e Rita Moreno.
A produção entrega exatamente o que se espera de um "filme de selva" daquela década: perigos tribais, romances improváveis e uma busca frenética por ouro. Por ser superior ao padrão dos seriados da época, garante uma experiência de nível "4 estrelas" — um entretenimento sólido para quem aprecia o gênero.
Este clássico, que já foi exibido nos anos 90 pela TV Record no Cine Aventura, continua sendo um prazer para o espectador, especialmente pela presença da beldade ruiva Rhonda Fleming e de Rita Moreno, que também não fica atrás.
Desert Command
2.8 2Conferido via Youtube em 02/04/2026, com áudio e trilha originais.
"Desert Command" é um filme de aventura em preto e branco lançado em 1946 e estrelado por John Wayne. Trata-se de um dos trabalhos menos conhecidos do ator.
Na verdade, esta produção rara não é um filme original daquele ano, mas sim uma versão editada e compactada do seriado de 12 capítulos The Three Musketeers, lançado originalmente em 1933. A Favorite Films Corporation reuniu as principais partes do seriado para criar um longa-metragem de aproximadamente 70 minutos, visando capitalizar sobre o estrelato de Wayne na época.
Críticos e espectadores costumam notar que a obra possui uma edição "truncada" ou "confusa", reflexo da tentativa de condensar horas de material em um único filme curto. A qualidade técnica também evidencia a defasagem das filmagens de 1933 em comparação aos padrões de 1946.
No elenco principal, além de John Wayne, figuram Lon Chaney Jr. (creditado como Creighton Chaney), Ruth Hall, Jack Mulhall, Raymond Hatton e Francis X. Bushman Jr.
Recordo-me de tê-lo assistido pela primeira vez em meados de 2003, durante as madrugadas da TV aberta pela Rede NGT.
Trata-se de uma produção regular, de nível "3 estrelas". Nada excepcional.
Selvagem no Céu
3.2 1Reassistido em 02/04/2026 via Youtube, com áudio e trilha originais.
"Wild in the Sky" (também conhecido pelos títulos alternativos Bless the Bomb, Black Jack ou God Bless the Bomb) é uma comédia de ação satírica americana lançada em março de 1972. Dirigido por William T. Naud, o longa-metragem aborda temas anti-guerra e a contracultura da era da Guerra do Vietnã.
O filme é frequentemente comparado a "Dr. Strangelove" por sua abordagem de "comédia nuclear", embora críticos da época e retrospectivos o considerem menos consistente e mais voltado para o pastelão do que para a sátira refinada. Curiosamente, sua estreia nos Estados Unidos ocorreu no mesmo dia que a de "O Poderoso Chefão".
Brandon deWilde interpreta Josh na trama; este foi seu último papel no cinema antes de falecer em um acidente de carro, em julho de 1972.
Emby Mellay, que viveu Melissa no thriller de terror "O Toque de Satã" (1971), faz uma ponta ao lado de deWilde, embora não tenha sido creditada neste raro filme de 1972.
Assisti à título de curiosidade e confesso que não deu para curtir. Razoável apenas.
Corações de Ferro
3.9 1,4K Assista AgoraReassistido em 01/04/2026 no Cine Clube (TV Bandeirantes).
Estrelado por Brad Pitt, o longa 'Corações de Ferro' é um drama de guerra visceral que acompanha a jornada de cinco soldados americanos a bordo do tanque Fury nos dias finais da Segunda Guerra Mundial.
Para quem curte o gênero, é uma excelente recomendação de cinema no horário nobre da TV aberta. A trama prende a atenção do início ao fim.
O Toque de Satã
1.7 3Reassistido via Youtube em 27/03/2026, com áudio e trilha originais.
"O Toque de Satã" (título original: The Touch of Satan) é um filme de terror independente norte-americano lançado originalmente em 1971, que circulou em drive-ins e cinemas populares no início da década de 1970. O longa ganhou maior notoriedade após ser apresentado no programa de comédia Mystery Science Theater 3000, em 1998.
Chama a atenção a beleza estonteante de Emby Mellay. Sua atuação como Melissa Strickland é frequentemente lembrada pelo tom etéreo e um tanto melancólico que ela deu à personagem. Curiosamente, "O Toque de Satã" foi o único crédito cinematográfico de Emby Mellay; após o filme, ela não seguiu carreira em Hollywood, o que contribuiu para o ar de mistério em torno de sua figura entre os fãs de filmes cult.
Este raríssimo cult movie de estilo trash teve inúmeras exibições pelo SBT durante a década de 1980, na extinta sessão "Longa Metragem Legendada".
Tecnicamente, é uma produção mediana e nada excepcional. Pela nostalgia, vale 2 estrelas.
Max: O Cão Herói
3.3 47 Assista AgoraReassistido em 27/03/2026 na Sessão da Tarde.
"Max: O Cão Herói" (título original: Max) é um filme de drama e aventura lançado em 2015 que narra a emocionante trajetória de um cão militar.
O filme é uma inspiradora obra de ficção, mas presta homenagem aos milhares de cães de serviço reais que trabalham com tropas militares em todo o mundo.
Ainda dou 4 estrelas por conta da performance do ator canino.
O Super Trem: Expresso Para O Terror
2.5 1Raridade!
"Supertrain: Express to Terror" (1979) é o episódio piloto de longa-metragem da série de televisão norte-americana Supertrain, produzida pela NBC. Assim como Trilogy of Terror, este projeto também foi dirigido e produzido por Dan Curtis.
O telefilme foi presença constante nas madrugadas do SBT durante a década de 80. Pela nostalgia, vale 3 estrelas.
Trilogia do Terror
3.1 47Reassistido via YouTube em 27/03/2026, com áudio e trilha originais.
Trilogy of Terror (1975) é um clássico do terror antológico feito para a televisão, dirigido por Dan Curtis e estrelado por Karen Black, que interpreta as protagonistas de todos os três segmentos. O filme é baseado em contos do renomado Richard Matheson.
São três episódios, sendo que o último deu o que falar na época. Curiosamente, em sua estreia na TV brasileira em 1981, o segmento "Amelia" foi totalmente cortado pela censura, e o filme acabou exibido com o título Duas Histórias de Terror.
O telefilme foi presença constante nas madrugadas do SBT e da Bandeirantes durante a década de 80. Pela nostalgia, vale 3 estrelas.
A Vitima
3.4 7Conferido via YouTube em 26/03/2026, com áudio e trilha originais.
"The Victim" (também conhecido como Out of Contention e lançado também no Brasil como Tormenta) é um suspense de 1972 feito para a televisão (ABC Movie of the Week).
O filme marca uma das primeiras atuações dramáticas de Elizabeth Montgomery após o fim da clássica série "A Feiticeira".
Este telefilme já foi exibido pelo SBT durante a década de 80. Tecnicamente, é uma produção simples cuja trama — deveras intrigante, por sinal — entrega bons momentos de suspense e tensão psicológica.
Minha nota e avaliação é 4 estrelas.
A Marca do Zorro
3.7 45 Assista AgoraReassistido via YouTube em 26/03/2026, com áudio e trilha originais.
O antológico "A Marca do Zorro" (1940) é considerado um dos maiores clássicos do gênero capa e espada. Dirigida por Rouben Mamoulian, esta versão é um remake sonoro do filme mudo de 1920 e consolidou a imagem icônica do herói mascarado no cinema.
O confronto final de espadas entre Tyrone Power e Basil Rathbone é frequentemente citado como uma das melhores cenas de esgrima da história da sétima arte. Como reconhecimento, o filme foi indicado ao Oscar de Melhor Trilha Sonora Original (Alfred Newman) e integra o National Film Registry dos EUA por sua importância cultural.
No elenco de apoio, destacam-se Linda Darnell como Lolita Quintero, o interesse romântico de Diego; Eugene Pallette como o Frei Felipe; e J. Edward Bromberg no papel do Governador Don Luis Quintero.
Este clássico marcou época em suas exibições pela TV Bandeirantes, na extinta sessão Vídeo Clube, durante a década de 90. Pelo seu imenso valor nostálgico e técnico, vale 5 estrelas.
Ouro dos Piratas
3.0 1"Ouro dos Piratas" (título original: Crosswinds) é um filme estadunidense de aventura lançado em 1951, dirigido por Lewis R. Foster. O elenco principal conta com John Payne, Rhonda Fleming e Forrest Tucker.
A trama acompanha um aventureiro que tenta recuperar ouro de um avião acidentado em águas tropicais, enfrentando traições e perigos na Nova Guiné.
Essa raridade teve exibições marcantes nos anos 90 pela TV Record, durante a fase áurea do programa Cine Aventura.
Dou três estrelas pela nostalgia!
Mauricio de Sousa: O Filme
3.3 45 Assista AgoraConferido via Youtube em 20/03/2026.
A presente cinebiografia "Mauricio de Sousa: O Filme" é top!. A obra narra a trajetória de vida e carreira do criador da Turma da Mônica, desde sua infância em Mogi das Cruzes até a consolidação como o maior quadrinista do Brasil.
Na trama, Mauricio de Sousa é interpretado por seu próprio filho, Mauro Sousa, que faz sua estreia no cinema. O longa é dirigido por Pedro Vasconcelos.
O filme foca nos primeiros 40 anos da carreira de Mauricio, mostrando os desafios enfrentados antes do sucesso, sua passagem pelo jornalismo policial e a criação de personagens icônicos como Bidu, Mônica e Cebolinha.
O elenco de poio conta com nomes como Elizabeth Savalla (no papel de Vó Dita) e demais participações que reforçam o tom familiar da produção.
Gostei da proposta.