Não acho que tenha base bíblica pra se dizer que Jó era filho do Issacar, neto do Jacó/Israel e sobrinho do José do Egito. Isso pra mim foi mais um chamariz para o público que gostou da novela Gênesis se interessar pela minissérie. Então, faz sentido Gênesis não ter mostrado a morte de Jacó, algo que puderam explorar mais na minissérie.
Sobre a minissérie em si, os pontos altos da minissérie foram as atuações do Enzo Krieger, Guilherme Berenguer, Mah Duarte, Juliana Didone, Maresha e Camila Rodrigues, que também narra em alguns momentos, e a ótima direção do Alexandre Avancini. Também achei interessante a ideia de ter duas narrações se contrapondo.
O interessante do formato era justamente misturar música e confinamento. Eles continuaram confinados, mas a casa virou um Centro de Treinamento (CT) e a convivência deixou de ser mostrada. Melhoraram a Prova do Dono do Palco, que virou musical, em comparação com a primeira temporada, mas ela não servia de nada. Tiraram também a Prova da Estrela e deram muito mais poder ao Dono do Palco. De que adiantava ganhar uma Prova Dono do Palco, poder indicar duas pessoas para o Duelo, se a pessoa que perdia nem corria mais o risco de ir pra eliminação? O Duelo que antes os participantes tinham pré-definidas as músicas que iam cantar, passou a ser realizado através de uma bola, prejudicando os participantes, que não tinham muito tempo para ensaiar. O Duelo ainda te dava a imunidade, mas de que adiantava duelar, se a pessoa que perdia não corria mais risco de ser eliminada? O Festival melhorou com todos os participantes se apresentando, mas os jurados deviam ser fixos e não rotativos, pra poderem acompanhar a evolução deles. Dava pra mesclar o jogo com a votação dos participantes. Era só os jurados poderem salvar uma pessoa que estava na Batalha e a outra ser definida pela votação do público. Podiam deixar o esquema de somar os pontos do público e dos jurados com os participantes da Batalha, em vez dos jurados salvarem alguém da Berlinda. E por falar no Festival, as músicas eram apresentadas ao público uma semana antes do Festival pra fazer o público se engajar com o que cada participante ia cantar e fazer com que ela ganhasse o Hitmaker pra ganhar uma vaga no Festival, uma vez que nem todos cantavam. Agora que todos cantavam, de que adiantava ser Hitmaker nesse se não te dava nem a imunidade? Além disso, o público só podia votar no cantor após o Festival, depois que ele já tinha se apresentado. E foi uma pena terem tirado o jogo e deixado de exibir a convivência, porque esse elenco parecia bem disposto a jogar. Do jeito que ficou, era melhor terem cancelado após a primeira temporada mesmo e criado um novo programa de música que não tivesse confinamento.
Seria melhor a Dona Maria descobrir que foi diagnosticada com demência no 3º capítulo, pois teria explorado mais como ela lida com a doença e com o tratamento. Também faltou mostrar se Marcela aceitou o namoro da Lucinha com João.
Achei A Rainha da Pérsia a melhor adaptação de Ester que a Record fez. Eu tinha assistido A História de Ester (1998) e tinha gostado. Igual a de 1998, ela não é muito apressada como a adaptação de 2010. Essa adaptação também tem introdução, desenvolvimento e conclusão dos personagens que a de 2010 não tem, e é ainda melhor que a de 1998 porque as cenas de lutas são bem produzidas, algo que a de 1998 deixa a desejar.
É um ideia boa, mas foi mal executada. Faltaram mais provas musicais e jurados técnicos para avaliarem as apresentações dos duelos e das batalhas. Espero que reformulem isso pra próxima temporada.
A narração que vinha numa crescente boa, voltou a ficar desnecessária em algumas cenas como nas da 1ª temporada. Continua uma história boa, mas correndo muito com alguns plots que poderiam render mais capítulos.
Finalmente, tivemos a reconciliação de Naamá e Salomão. Tivemos Naamá aceitando o Deus de Israel. Nessa temporada, a narração do Salomão soou menos forçada que na anterior, A Sucessão. Utilizaram parte do Cântico dos Cânticos que tinham faltado nas temporadas anteriores. Apesar da morte da Abisague, trabalharam melhor o triângulo amoroso dele com a Naamá. Achei coerente o romance que criaram com a Rainha de Sabá. Continuaram com a ótima fotografia intercalando colorida e preto e branco. O ponto negativo é que a história correu demais dessa vez. Plots que poderiam ter rendido mais capítulos foram resolvidos muito rápido e ela também pecou por ter um final apressado em alguns núcleos.
No geral, essa temporada voltou ao ótimo patamar que a série vinha apresentado até a oitava temporada.
A ideia da série é boa, mas as histórias poderiam render mais e são contadas de forma muito rápida. Quanto ao elenco, a maioria dos atores fala com a voz muito empostada, não passando naturalidade. Únicos atores que eu achei bons são a Isabel Ramos que fez a Santa Rita de Cássia e o Anderson Oliveira que fez o São Benedito.
Eu assisti em 2019 na época da exibição original e pra mim era a melhor novela bíblica depois de Apocalipse e Os Dez Mandamentos até assistir Gênesis depois e mudar de ideia. Eu resolvi rever Jezabel e percebi algumas coisas que não tinha reparado na primeira vez que assisti. A novela na verdade só funcionou bem até o capítulo 37.
Capítulo 38- A novela fica bem corrida. Várias cenas desse capítulo poderiam ter rendido mais são desperdiçadas. A morte do Noah e da Chaya, acabaram sendo desnecessárias na história, mesmo com a personagem Temima tendo uma trajetória boa no geral.
39- Erros de continuidade. Tem por exemplo, uma cena que o Obadias estava mal, mas estava de pé; e na outra, ele já estava acamado sem explicação do quadro de saúde dele.
41- A Raquel rouba o pão de Baall?! Teria mais sentido se fosse outra personagem, como a Leia por exemplo. Os profetas roubando os soldados? Barzilai começa a desconfiar que Queila e General Haníbal ainda são amantes sem ter indícios introdutórios para isso.
53- A Getúlia já tinha confessado aos servos que tinha assassinado o Rei Omri, mas os servos agem como se ainda não soubesse.
56- Podiam ter desenvolvido melhor o relacionamento de Dido e Finéias, pois nem mostraram como eles começaram a se envolver.
61- Arrependimento repentino de Tadeu.
64- A descoberta de Hana sobre a traição de Tadeu que tinha potencial pra render mais, é desperdiçada em poucas cenas.
69- Podiam ter feito a cena da Dona Elza se lamentando pela morte do marido e dos filhos em português. Não passou a emoção que a cena pedia.
71- Começam a encerrar a novela, mas deixam alguns finais mal explicados.
73- Adad recupera a memória perdida do nada? Miguel fazendo as pazes com Obadias nesse momento é sem sentido, uma vez que a Samira só retorna ao palácio no último capítulo. Teria mais sentido eles terem se reconciliado no final da novela, uma vez que Miguel finalmente teria entendido o propósito de Deus com o sequestro da Samira.
77- Joana e Sidônio tinham muito mais química para ficarem do que Joana e Tiago. Poderiam ter feito com que ele se convertesse a Deus pra ficar com ela.
79- Pularam 12 anos na novela, sem mostrar um pouco de Eliseu. Entendo que não queriam focar muito porque a novela era sobre a Jezabel, mas podiam ter mostrado só as partes bíblicas. Cadmo que sobrou do massacre dos sacerdotes se transforma em um personagem desnecessário na história.
O que segura a novela como um todo é a atuação da Lidi Lisboa.
, mas fiquei feliz pela indicação dela ao Emmy Internacional porque apesar de ser mediana, era mais mais coerente do que as novelas que vieram depois dela.
A Sucessão prometia muito e entregou pouco. A 8ª tinha terminado com a futura reconciliação de Naamá e Salomão, fazendo crer que os dois iriam se resolver na 9ª temporada. Quando o Salomão pede que ela conte a história de Israel para o filho, tudo parecia fazer sentido para que a gente chegasse a cena,
mas no fim é mostrado que na verdade tudo se passava de uma farsa da Naamá com o filho dela, fazendo com que a história fique incoerente de novo.
Na certa, a ideia da Naamá ser narradora deve ter sido da Raphaela Castro, que saiu da autoria, pois a Cristiane tirou até ela da narração, fazendo com que Salomão virasse o narrador na 9ª temporada. O lado bom disso é que o resumo dos capítulos anteriores ficou melhor com ele se apresentando: “Eu sou Salomão, filho de Davi”. Porém, até isso foi alterado, fazendo o anjo Mikhail recapitular os capítulos anteriores, talvez porque perceberam que era melhor que outro personagem narrasse a história. Ainda temos um capítulo especial que o Rezom vira o narrador, mostrando o passado dele, tem até cenas inéditas, mas relembra muitas cenas já exibidas, fazendo com que parecesse um capítulo só pra enrolar. E no fim até pode ter sido mesmo, uma vez que não faz a história andar, fazendo com que seja o capítulo seguinte que continue a história. Se era pra ter feito esse malabarismo todo com a narração podia ter continuado com a Naamá de narradora. Sempre vi o Cântico dos Cânticos como um livro romântico, então pra mim não faz sentido Salomão ter deixado de amar a Naamá. Até entendo a interpretação da Cristiane, que foi um romance que deu errado, mas pra mim não faz sentido esse amor todo do Salomão pela Abisague e esse desprezo por Naamá. Sei que precisa criar histórias para render mais capítulos, porém podiam ter feito algo como Davi que amava várias mulheres ao mesmo tempo, apesar de ter tido algumas preferidas. Foi interessante o mistério de
, mas achei que poderia ter rendido mais. Pelo menos, a fotografia dessa temporada é boa, intercalando algumas cenas preto e branco com cenas coloridas, mas nem isso conseguiu salvar. Infelizmente, essa temporada é a que devia ter se chamado A Decepção.
Ela tem o mesmos problemas de A Terra Prometida. A história funciona bem até o capítulo 100 e após isso, há muitos plots desinteressantes e o que são interessantes são enrolados demais ou resolvidos de forma apressada. Porém, nessa na reta final a novela volta a ganhar o bom ritmo que tinha no começo, fazendo com que ela seja uma experiência melhor no geral.
A Vida de Jó
3.8 2 Assista AgoraNão acho que tenha base bíblica pra se dizer que Jó era filho do Issacar, neto do Jacó/Israel e sobrinho do José do Egito. Isso pra mim foi mais um chamariz para o público que gostou da novela Gênesis se interessar pela minissérie. Então, faz sentido Gênesis não ter mostrado a morte de Jacó, algo que puderam explorar mais na minissérie.
Estrela da Casa (2ª Temporada)
2.8 3O interessante do formato era justamente misturar música e confinamento. Eles continuaram confinados, mas a casa virou um Centro de Treinamento (CT) e a convivência deixou de ser mostrada. Melhoraram a Prova do Dono do Palco, que virou musical, em comparação com a primeira temporada, mas ela não servia de nada. Tiraram também a Prova da Estrela e deram muito mais poder ao Dono do Palco. De que adiantava ganhar uma Prova Dono do Palco, poder indicar duas pessoas para o Duelo, se a pessoa que perdia nem corria mais o risco de ir pra eliminação? O Duelo que antes os participantes tinham pré-definidas as músicas que iam cantar, passou a ser realizado através de uma bola, prejudicando os participantes, que não tinham muito tempo para ensaiar. O Duelo ainda te dava a imunidade, mas de que adiantava duelar, se a pessoa que perdia não corria mais risco de ser eliminada? O Festival melhorou com todos os participantes se apresentando, mas os jurados deviam ser fixos e não rotativos, pra poderem acompanhar a evolução deles. Dava pra mesclar o jogo com a votação dos participantes. Era só os jurados poderem salvar uma pessoa que estava na Batalha e a outra ser definida pela votação do público. Podiam deixar o esquema de somar os pontos do público e dos jurados com os participantes da Batalha, em vez dos jurados salvarem alguém da Berlinda. E por falar no Festival, as músicas eram apresentadas ao público uma semana antes do Festival pra fazer o público se engajar com o que cada participante ia cantar e fazer com que ela ganhasse o Hitmaker pra ganhar uma vaga no Festival, uma vez que nem todos cantavam. Agora que todos cantavam, de que adiantava ser Hitmaker nesse se não te dava nem a imunidade? Além disso, o público só podia votar no cantor após o Festival, depois que ele já tinha se apresentado. E foi uma pena terem tirado o jogo e deixado de exibir a convivência, porque esse elenco parecia bem disposto a jogar. Do jeito que ficou, era melhor terem cancelado após a primeira temporada mesmo e criado um novo programa de música que não tivesse confinamento.
E Agora, Quem Vai Ficar Com a Mamãe?
3.6 2Foi uma boa estreia do Alexandre Teixeira como autor titular no geral, mas deixou algumas pontas soltas.
Seria melhor a Dona Maria descobrir que foi diagnosticada com demência no 3º capítulo, pois teria explorado mais como ela lida com a doença e com o tratamento. Também faltou mostrar se Marcela aceitou o namoro da Lucinha com João.
Revolução da TV
3.1 2Produção interessante, mas deixou muitas pontas soltas.
A Rainha da Pérsia
5.0 2Achei A Rainha da Pérsia a melhor adaptação de Ester que a Record fez. Eu tinha assistido A História de Ester (1998) e tinha gostado. Igual a de 1998, ela não é muito apressada como a adaptação de 2010. Essa adaptação também tem introdução, desenvolvimento e conclusão dos personagens que a de 2010 não tem, e é ainda melhor que a de 1998 porque as cenas de lutas são bem produzidas, algo que a de 1998 deixa a desejar.
Estrela da Casa (1ª Temporada)
2.5 3É um ideia boa, mas foi mal executada. Faltaram mais provas musicais e jurados técnicos para avaliarem as apresentações dos duelos e das batalhas. Espero que reformulem isso pra próxima temporada.
A Grande Conquista (2ª Temporada)
2.5 1Foi melhor que a primeira temporada,
mas foi desnecessário os 2 mais votados das zonas de risco da vila subirem direto para a mansão.
Reis: A Divisão (11ª Temporada)
3.7 3A narração que vinha numa crescente boa, voltou a ficar desnecessária em algumas cenas como nas da 1ª temporada. Continua uma história boa, mas correndo muito com alguns plots que poderiam render mais capítulos.
Reis: A Decadência (10ª Temporada)
4.0 3Achei essa temporada maravilhosa.
Finalmente, tivemos a reconciliação de Naamá e Salomão. Tivemos Naamá aceitando o Deus de Israel. Nessa temporada, a narração do Salomão soou menos forçada que na anterior, A Sucessão. Utilizaram parte do Cântico dos Cânticos que tinham faltado nas temporadas anteriores. Apesar da morte da Abisague, trabalharam melhor o triângulo amoroso dele com a Naamá. Achei coerente o romance que criaram com a Rainha de Sabá. Continuaram com a ótima fotografia intercalando colorida e preto e branco. O ponto negativo é que a história correu demais dessa vez. Plots que poderiam ter rendido mais capítulos foram resolvidos muito rápido e ela também pecou por ter um final apressado em alguns núcleos.
Cartas Santas
4.5 1A ideia da série é boa, mas as histórias poderiam render mais e são contadas de forma muito rápida. Quanto ao elenco, a maioria dos atores fala com a voz muito empostada, não passando naturalidade. Únicos atores que eu achei bons são a Isabel Ramos que fez a Santa Rita de Cássia e o Anderson Oliveira que fez o São Benedito.
Jezabel
3.7 6Eu assisti em 2019 na época da exibição original e pra mim era a melhor novela bíblica depois de Apocalipse e Os Dez Mandamentos até assistir Gênesis depois e mudar de ideia. Eu resolvi rever Jezabel e percebi algumas coisas que não tinha reparado na primeira vez que assisti. A novela na verdade só funcionou bem até o capítulo 37.
Capítulo 38- A novela fica bem corrida. Várias cenas desse capítulo poderiam ter rendido mais são desperdiçadas. A morte do Noah e da Chaya, acabaram sendo desnecessárias na história, mesmo com a personagem Temima tendo uma trajetória boa no geral.
39- Erros de continuidade. Tem por exemplo, uma cena que o Obadias estava mal, mas estava de pé; e na outra, ele já estava acamado sem explicação do quadro de saúde dele.
41- A Raquel rouba o pão de Baall?! Teria mais sentido se fosse outra personagem, como a Leia por exemplo. Os profetas roubando os soldados? Barzilai começa a desconfiar que Queila e General Haníbal ainda são amantes sem ter indícios introdutórios para isso.
53- A Getúlia já tinha confessado aos servos que tinha assassinado o Rei Omri, mas os servos agem como se ainda não soubesse.
56- Podiam ter desenvolvido melhor o relacionamento de Dido e Finéias, pois nem mostraram como eles começaram a se envolver.
61- Arrependimento repentino de Tadeu.
64- A descoberta de Hana sobre a traição de Tadeu que tinha potencial pra render mais, é desperdiçada em poucas cenas.
69- Podiam ter feito a cena da Dona Elza se lamentando pela morte do marido e dos filhos em português. Não passou a emoção que a cena pedia.
71- Começam a encerrar a novela, mas deixam alguns finais mal explicados.
73- Adad recupera a memória perdida do nada? Miguel fazendo as pazes com Obadias nesse momento é sem sentido, uma vez que a Samira só retorna ao palácio no último capítulo. Teria mais sentido eles terem se reconciliado no final da novela, uma vez que Miguel finalmente teria entendido o propósito de Deus com o sequestro da Samira.
77- Joana e Sidônio tinham muito mais química para ficarem do que Joana e Tiago. Poderiam ter feito com que ele se convertesse a Deus pra ficar com ela.
79- Pularam 12 anos na novela, sem mostrar um pouco de Eliseu. Entendo que não queriam focar muito porque a novela era sobre a Jezabel, mas podiam ter mostrado só as partes bíblicas. Cadmo que sobrou do massacre dos sacerdotes se transforma em um personagem desnecessário na história.
O que segura a novela como um todo é a atuação da Lidi Lisboa.
Eu Quero Ir
2.8 3A ideia é interessante, mas não foi bem desenvolvida. Seria melhor se tivesse um tempo de duração maior.
O Debate
3.0 9Ideia interessante,
mas pra mim ficaria melhor se o Marcos fosse bolsonarista.
A Fazenda 15
3.4 10Não adianta nada a maioria do elenco ser boa se o público não sabe votar pelo entretenimento.
Cara e Coragem
2.4 6Pra mim só prestou os primeiros 80 capítulos,
quando achavam que a Clarice estava morta,
Reis: A Sucessão (9ª Temporada)
3.4 3A Sucessão prometia muito e entregou pouco. A 8ª tinha terminado com a futura reconciliação de Naamá e Salomão, fazendo crer que os dois iriam se resolver na 9ª temporada. Quando o Salomão pede que ela conte a história de Israel para o filho, tudo parecia fazer sentido para que a gente chegasse a cena,
mas no fim é mostrado que na verdade tudo se passava de uma farsa da Naamá com o filho dela, fazendo com que a história fique incoerente de novo.
O lado bom disso é que o resumo dos capítulos anteriores ficou melhor com ele se apresentando: “Eu sou Salomão, filho de Davi”. Porém, até isso foi alterado, fazendo o anjo Mikhail recapitular os capítulos anteriores, talvez porque perceberam que era melhor que outro personagem narrasse a história. Ainda temos um capítulo especial que o Rezom vira o narrador, mostrando o passado dele, tem até cenas inéditas, mas relembra muitas cenas já exibidas, fazendo com que parecesse um capítulo só pra enrolar. E no fim até pode ter sido mesmo, uma vez que não faz a história andar, fazendo com que seja o capítulo seguinte que continue a história. Se era pra ter feito esse malabarismo todo com a narração podia ter continuado com a Naamá de narradora.
Sempre vi o Cântico dos Cânticos como um livro romântico, então pra mim não faz sentido Salomão ter deixado de amar a Naamá. Até entendo a interpretação da Cristiane, que foi um romance que deu errado, mas pra mim não faz sentido esse amor todo do Salomão pela Abisague e esse desprezo por Naamá. Sei que precisa criar histórias para render mais capítulos, porém podiam ter feito algo como Davi que amava várias mulheres ao mesmo tempo, apesar de ter tido algumas preferidas. Foi interessante o mistério de
“Quem Matou Hagite e quem atacou a Bateseba?”
Reis: A Consequência (8ª Temporada)
4.6 2Gostei de como utilizaram os Cânticos pra compor a história de Salomão e Naamá
Amor Perfeito
3.3 7Desde de Espelho da Vida eu não gostava de uma novela das 18h. Essa foi uma das melhores que eu já assisti.
A Grande Conquista (1ª Temporada)
2.5 3Só prestou a fase da vila
Reis: O Pecado (7ª Temporada)
4.6 2Foi uma temporada boa, mas
o plot do infiltrado já saturou
Reis: A Conquista (6ª Temporada)
4.4 4Por enquanto, foi a melhor temporada da série
Siga Aquela Estrela
3.8 1Especial mais fraco da Xuxa. Só vale a pena assistir pelas músicas e pela mensagem de natal
O Rico e Lázaro
4.0 7Ela tem o mesmos problemas de A Terra Prometida. A história funciona bem até o capítulo 100 e após isso, há muitos plots desinteressantes e o que são interessantes são enrolados demais ou resolvidos de forma apressada. Porém, nessa na reta final a novela volta a ganhar o bom ritmo que tinha no começo, fazendo com que ela seja uma experiência melhor no geral.
O Desafio de Elias
4.0 1"Jezabel" de 2019 eu acho melhor, mas eu dou um desconto por essa ser a primeira produção bíblica da Record