Primeiramente, vale dizer que minhas referências à franquia são exclusivas dos filmes (tanto os live actions, como os CGI), pois nunca joguei os jogos. Dito isto, ''é um bom filme de survivor horror, mas não é Resident Evil''. O filme está muito bem dirigido e atuado, e o clima de tensão foi na medida certa. De fato, tem um pouco de humor, mas nada que atrapalhe a experiência
- Um hospital aleatório tinha uma substância aleatória que por um acaso faz parte do ingrediente do que seria uma cura para o... (insira um nome de vírus aleatório, pois nem foi citado a origem ou o que exatamente é esse vírus. Subentende-se pela franquia que seria o T-Vírus, mas será?) - Os agentes da Umbrella andando de carro aleatoriamente até esbarrarem com o Bryan, que por acaso estava com a citada substância de que precisavam. Tinha algum rastreador no pacote? Seria a única explicação aceitável rs. - As mutações em si, todas aleatórias. Você pode virar um zumbi (aliás, estes foram parar onde mesmo? mal dá pra citar na lista, pois se você piscar um segundo vai perder a cena), pode virar um ''sapo'' que solta ácido, um monstrengo que vai se unindo a outras mutações, enfim... não segue uma lógica, é literalmente uma loteria. Além de que todos os ''ataques'' ocorridos no filme foram em momentos chave pra história andar. - Acho engraçado o fato de que o Byan olha pela janela do hospital e vê um caos rolando na cidade, mas em todo o seu trajeto a gente não vê nada acontecendo nos arredores, pura calmaria. Sem falar nas cenas em que ele tem tempo pra mandar áudio no celular, subir vários lances de escada e até pegar um elevador vazio e sem uma mancha de sangue em todos os ambientes citados - e sem topar com nenhum zumbi. - Todos os funcionários da Umbrella parecem estagiários trapalhões. Nem pararam pra checar se o cara ensanguentado foi infectado, simplesmente pegaram a maleta e ignoraram a existência dele, só se tocaram quando a mutação ficou evidente, e o que acontece depois... nem precisa ser comentado rs.
A impressão que fica é que o Zach chegou na Sony pra vender o roteiro do seu novo projeto de terror, deram uma lida e falaram: "você topa inserir uma linha citando a Umbrella Corporation e colocarmos o nome do filme de Resident Evil?' Não é um filme ruim, longe disso. Achei bem interessante um protagonista que não sabe o que tá fazendo ou como agir numa situação desesperadora, mas tirando a pouca referência, poderia ser um filme com um nome qualquer e se fosse o caso, possivelmente teria gostado um pouco mais. ''O Hóspede Maldito'' ainda segue sendo o melhor da franquia.
E o grande plot twist desta trilogia é: Enquanto na ficção Pearl queria ser uma estrela mas falhou miseravelmente, e Maxine conseguiu sua ascensão; na realidade "MaXXXine" não teve chance de brilhar após o espetáculo que foi ''Pearl''.
Vale mencionar que não li o livro, mas fui ao cinema com a expectativa relativamente alta após ter visto o trailer, o qual deixou explicito que a narrativa principal era (ou deveria ser) sobre relacionamentos abusivos. Estava esperando um drama denso, pesado e que fosse quase como um “filme denúncia” a respeito do assunto, mas o que vi passou um pouco longe disso. Flertando com a dramédia romântica, a primeira hora de filme pouco desenvolve a profundidade do tema “abuso”, inclusive demorando muito para acontecer algo na tela, e quando acontece a montagem do filme foi por um caminho perigoso na minha opinião.
No caso, as duas primeiras cenas de abuso tiveram um tom de “acidente”, e até entendo o motivo narrativo disso, mas como previamente o trailer do filme já escancara que estamos falando de um relacionamento abusivo pode passar a impressão de que “não foi tão grave assim” ou até mesmo de que nem houve um abuso. Tudo bem que depois tem um (rápido) flashback mostrando que a cena não tinha sido bem aquela, mas foi tão raso que perde todo o impacto e a importância que teria caso fosse mostrado explicitamente, e em tomada mais longa ao invés de cortes rápidos e fade out.
. Outra coisa que me incomodou muito foram as “coincidências” narrativas que beiraram ao absurdo.
Ex: me entra alguém na loja da protagonista que ainda nem foi aberta, praticamente implorando por um emprego e conseguindo o mesmo em menos de 5 minutos sem nenhuma entrevista e ainda deixando claro que não gostava do negócio ofertado pela dona pra decobrirmos logo em seguida que ela é IRMÃ do cara que a protagonista teve um lance. Quais as chances rs? Entre muitos outros detalhes, mas enfim…
. Pelo menos de positivo fica a mensagem final de que dá pra dar pra dar a volta por cima, mesmo que um pouco romantizado. (
Infelizmente duvido muito que um abusador, normalmente obcecado pela vítima, aceitaria numa boa os argumentos dados no hospital e dar o divórcio assim de cara.
. Uma pena terem ido pelo caminho do raso, tinha tudo pra ser um filme forte e inspirador, mas sobrou apenas um filme assistível que parece ter receio de mostrar cenas fortes para abaixar a censura e tentar lucrar mais.
Parte 1: “Hm… temos mistério, charadas e uma ambientação intrigante. Acho que o hype é real!” Parte 2: “Hm… ok, isso aqui tá ficando arrastado e está ficando meio “méh”, mas vamos ver no que vai dar…” Parte 3: “Hm… é sério isso? Essa é a GRANDE “explicação” pra tudo o que aconteceu? Aff, que subam os créditos!”
Bem que a pessoa que traduziu o título do filme tentou avisar: haja “Resistência” pra conseguir chegar até o final do filme. Boring e nada de inovador no gênero. Já tinha sentido o cheiro de bomba quando vi o trailer, mas resolvi pagar pra ver… e bem que queria o meu dinheiro de volta rs.
O começo até que é interessante, mas a dinâmica do documentário acaba ficando horrível. O foco inicial seria explorar os destroços do Titanic com o contraste de pontuar os fatos históricos e curiosidades sobre as descobertas e os locais que conseguiram visitar. Mas ao invés disso gradualmente o documentário acaba se tornando mais sobre os exploradores e a tecnologia investida pra fazer a exploração
(vide a ridicula meia hora final em que o plot de salvar dois equipamentos que ficaram presos e/ou perdidos me fez questionar: pra que raios estou assistindo isso?)
do que de fato nos trazer para aquele universo submerso que um dia foi um dos navios mais luxuosos do mundo e que até os dias de hoje nos faz querer saber mais sobre o fatídico naufrágio. Uma pena, pois aqui perdeu-se uma grande oportunidade para fazer isso e como bem o documentário fez questão de pontuar: equipamentos pra isso eles tinham.
O começo do filme é bem intrigante, prende a atenção e até chega a causar um certo horror com a coragem de ser bem explícito (algo que anda meio difícil no terror atual, que normalmente tem algum corte rápido ou vira a tela para alguma paisagem ou algo assim), gerando a promessa de que seremos bem entretidos pelas próximas quase 2h. Mas aí vem os créditos iniciais e tudo o que vem depois disso não passa de uma cópia primo-pobre de “Corrente do Mal”, só que sem a originalidade, tensão e criatividade do “original”. Muito pelo contrário… o longa - que acaba tendo um enredo que seria muito mais eficiente em um curta - é muito arrastado, tedioso e sem uma grande profundidade. Com alguns jumps scares e cenas de sonho que foram inseridas com a única finalidade de dar a sensação de que algo (enfim) acontece no filme, não temos uma história que sustente a longa duração. Saí do cinema sem um sorriso no rosto ao lembrar do preço do ingresso + combo de pipoca e tempo desperdiçados.
Bem fraquinha a história. Se fosse um “Meu Malvado Favorito 4” daria pra dar uma relevada no fato dos minions na verdade serem coadjuvantes quando deveriam ser os protagonistas neste filme, o que não ajudou muito. Ambas as franquias já demonstram que estão saturadas.
Se o título BR tivesse sido traduzido para “O Domínio dos Gafanhotos Mutantes” TALVEZ a decepção tivesse sido menor, mas duvido disso. A junção das gerações que prometia ser épica acabou tendo menos química que o meu cabelo descolorido. 2h30 de filme onde não há história/roteiro não tem muito o que defender também. Nota 2 na força do ódio pela nostalgia e amor pela franquia que até então estava nos trilhos. SHAME!
Quando fiquei sabendo que o Zack Snyder iria fazer outro filme de zumbis super me empolguei, pois “Madrugada dos Mortos” é um dos meus filmes de zumbi favoritos, então a expectativa de que este também estivesse no mesmo nível de excelência estava bem alta, assim como meu tombo após surgirem os créditos finais. “Army of the Dead” possui uma premissa bem interessante que é jogada às traças devido ao seu péssimo roteiro. Apesar da tentativa de inovar no gênero zumbi que anda bem saturado nos últimos anos, a falta de lógica e profundidade acaba arruinando tudo. Dito isto, vamos aos spoilers:
Os primeiros 50 minutos do filme já pecam pelo fato de tentar beber da fonte de “Onze Homens e um Segredo”, ou seja, tentar aprofundar as personagens apresentando cada um que irá aceitar a louca proposta de roubo ao cassino, suas motivações e dúvidas se aceitam ou não o risco. Mas não é o que acontece aqui: todos topam na hora, sem saber praticamente nenhum detalhe e aprofundamento que nos faça criar alguma empatia por eles. E a partir daí é só ladeira abaixo com vários questionamentos: - Fica óbvio que o plot do roubo do cassino era uma fachada pra algo a mais. O indício foi a introdução da personagem do capanga do mandante, que por uma desculpa esfarrapada foi introduzido no time sem mais nem menos; e tudo se confirma quando o protagonista e a piloto chegam no telhado e me aparece aquela miniatura de helicóptero caindo aos pedaços. É sério que esses dois não se deram conta que pelo tamanho e estado do helicóptero seria IMPOSSÍVEL todos que estavam ali fugirem dali com 250 milhões em dinheiro? Só o peso das sacolas não daria conta, que dirá mais umas 10 pessoas. - Um desperdício descartarem a personagem Chambers que nos entrega a melhor e mais angustiante cena de luta contra zumbis do longa pra morrer logo no final da luta com o resto da equipe simplesmente assistindo ela se ferrar ao invés de irem ajudá-la. Teria dado tempo de ajudar a coitada. - Afinal, qual o objetivo dos zumbis alfas? Do que eles se alimentam? Pois fizeram as três invasoras de refém o filme todo para ter a desculpa para a filha do protagonista dar uma de heroína e quando o vilãozinho é ofertado para o grupo ao invés de se alimentarem o Alfa o morde e deixa ele se transformar de boas pra ser mais um da horda, então… qual é a dessa turma? - Mesmo sendo alfas, não deixam de ser mortos-vivos - tanto que quando é cortada a cabeça da rainha zumbi a bonita continua “viva”. Sendo assim, como o corpo em decomposição dela estava sendo capaz de gerar uma criança? Snyder quis chocar e inovar, mas não faz sentido. - No começo do filme, o Alfa morde o soldado no pescoço uma vez e o mesmo se transforma em zumbi em poucos segundos. É sério que quiseram me convencer que após ficar preso por uma meia hora num cofre, sobreviver uma explosão nuclear, dirigir sei lá quantas horas para um aeroporto e negociar a compra de um avião o bonitão iria começar a sentir os sintomas de transformação logo agora em pleno voô? Faria mais sentido usar a amiga da filha do protagonista - que simplesmente foi esquecida no final do filme após todo o drama pra resgatar ela - como uma nova infectada. - Como alguém que tem ciência de que existem zumbis alfas “inteligentes” é capaz de deixar gente desprepada entrar na cidade pra tentar pegar alguns trocados, dona Coiote? - O protagonista foge de helicóptero e vai resgatar a filha que está em outro prédio a uma distância considerável do cassino, mas o zumbi alfa chega neste mesmo prédio praticamente dois minutos depois? - Zumbis “comuns” hibernando? Pra quê? Sono de beleza? - Como conseguiram conter a infecção apenas em Las Vegas tendo aquele portão de acesso que aparentemente toda hora era aberto por terceiros e que ainda por cima foi deixado aberto pela equipe ao entrarem?
E esses foram só alguns pontos de exemplo do quanto o roteiro foi mal escrito, sem falar nos arcos dramáticos que resolvem se desenrolar nos momentos mais inoportunos. Mas apesar de tudo o filme tem alguns pontos positivos: a trilha sonora do filme está bem bacana, assim como o CGI e as sequências de ação são bem frenéticas e satisfatórias. Mas as 2h40min de filme poderiam ter sido bem mais aproveitadas, faltou um James Gunn para dar uma encorpada no roteiro e trazer um tom mais realista para a história.
A garota foi adotada e teve uma vida feliz até então, quando descobre que é herdeira de uma mansão e viaja com os amigos queridos (nenhum deles presta, mas ELA não sabe disso, enfim). De repente ela começa a ser atacada e quase é morta milhões de vezes pela serra elétrica na cara dela (como ela não se matou nos tropeços e capotadas EU NÃO SEI), vê os amigos serem triturados na frente DELA e no final do filme ela simplesmente IGNORA TUDO ISSO pra ficar lado lado do primo psicopata que fez TUDO ISSO e que ela NUNCA viu na vida e nem sabia de sua existência? Coerência, cadê?
Como um filme individual, até que é legalzinho e gera alguns sustos (a maioria de forma óbvia, mas enfim), mas como continuação, sei lá... até agora me pergunto qual a lógica da Katie ter raptado o garoto no segundo filme pra ele acabar sendo adotado por outra familia do nada e basicamente este filme se tratar da ''volta pra casa'' dele. E aquele Robbie, que acaba ficando com ela do nada também, e some da história também do nada '-'! Sei lá, muitos furinhos. Mas como diversão pra ver em galera, ainda é válido. Graças a Deus na minha sala não houve aqueles grupinhos irritantes que ficam gritando quando se faz silêncio no filme pra dar susto ou algo assim (como me aconteceu no terceiro filme) e todos pudemos ver em paz rs.
Sou suspeito pra falar dos filmes de RE, pois sou muito fã e amo a linda da Milla Jovovich. Confesso que esperava um filme um pouco diferente, mas fiquei longe de estar decepcionado.A história, por mais que seja um esquenta declarado pro sexto filme, é muito boa e ainda consegue trazer algum sentido pra algumas questões em aberto na série, mesmo que superficialmente. O clima de 'videogame' também foi muito bem aproveitado e os efeitos estão melhores do que nunca. A volta dos antigos personagens foi bastante interessante, embora não tenha sido muito bem aproveitada
Jill só solta algumas frases de efeito e atira ocasionalmente; Rain foi dividida em duas e eu realmente queria que a boazinha tivesse sobrevivido e se juntado ao grupo; E Carlos e o One praticamente entraram mudos e saíram calados sem mal terem aparecido.
. Mas enfim, o final do filme, como o dos demais, acaba por nos fazer ficar ansiosos para o próximo
Atendeu as minhas expectativas e conseguiu passar por cima do segundo filme, que achei fraquinho. Apesar de não ser "terror" propriamente dito como foi o primeiro, achei interessante eles enfatizarem no drama dos personagens, e não deixa de ter seu lado romântico (os 10 minutos finais foram ao mesmo tempo lindo e triste, e conseguindo deixar um aspecto de horror). O casal protagonista convence na luta pela sobrevivência e pelo seu amor, enquanto os demais servem realmente apenas para virarem "zumbis" - o que não é surpresa. Falando neles, eles assustam em nenhuma cena, ao invés disso são mortos de forma muito mais brutal e gráfica do que os anteriores.
Agora pelo que entendi, ao contrário do que a sinopse oficial relata deste filme se passar antes dos anteriores, se passa ao mesmo tempo que a infecção do prédio (tanto que se não me engano aparecem umas cenas da reportagem do prédio na TV enquanto Koldo observa as crianças serem atacadas no ônibus), tanto é que o tio foi mordido por um cão - de Jennifer - e não há Tristana ou qualquer Medeiros mencionados.
Até que o filme é divertido ao seu modo, acabei me surpreendendo, achava que seria uma bomba. Mas 14 anos? Fala sério! Tô até imaginando os pais levando seus filhinhos na recém puberdade pra assistir um filme "leve" e se depararem com as cenas mais pesadas rs. E como disseram aí embaixo, que atuação foi aquela da "de menor"?
2h mais longas da minha vida, história cadê? Só vi alguns indivíduos se drogando, transando, fazendo orgia, sem nenhum objetivo em específico, sem clímax, começa e termina do nada. Não li o livro e não consegui capturar a essência dessa obra. Pelo menos 12 pessoas saíram da sala do cinema em meio ao filme!
Me surpreendi positivamente com esse filme. Pelo trailer, pensei que ia ser uma bobagem total, aquele infantil forçado, mas se trata apenas de um filme leve e engraçadinho. Julia Roberts brilha, e tá na cara que ela tá se divertindo toda com as maluquices da Rainha
e achei interessante o Espelho ser um reflexo (um pouco mais) são da mente dela
. Quanto a Lily Collins, pra quem está começando até que não fez feio, e vamos combinar, ela é bem mais expressiva que a Kristen Stewart kkk'! Ah, e só eu gostei da música no final '-'?
É meio inevitável fazer comparações com a trilogia original, ainda mais porque a mesma é muito recente, mas para a minha surpresa, o filme se mantém na média. Achei interessante a abordagem em relação ao mistério dos pais (embora sem explicação e que pela cena adicional, deve ser deixada pro próximo filme), e o modo que Peter se comporta é totalmente diferente do de 10 anos atrás, o que ajuda a nos desvincilharmos um pouco da história anterior. Agora temos um Peter mais valente, corajoso e nada tímido, o ganho de poderes foi apenas um adicional para ele explorar essas qualidades, que ao mesmo tempo podem ser um defeito. O roteiro encaixa bem a história, mas não sei se foi devido aos cortes e refilmagens, acabou dando a impressão que a história foi contada muito "meia-boca". Quero dizer, que romance xumbrega e sem sal foi aquele do Peter e da Gwen? E sinceramente não consegui compreender a alma vilanesca do Dr. Connors (ou seja, o Lagarto), faltou alguma coisa na composição da vilania e de suas motivações, pareceu meio jogado. Agora em relação aos efeitos, sem dúvida estão bem melhores, mas o 3D só funciona mais na parte final e mesmo assim não chega a ser grandes coisas.
Agora uma coisa que realmente não gostei foi o fato de jogarem a filosofia de que "com grandes poderes, temos grandes responsabilidades" de lado e dar a Peter a motivação "vingança" no lugar. Ah, e que coisa foi aquela de comprar teia online ao invés dele produzir ela?
Resident Evil
3.6 170Primeiramente, vale dizer que minhas referências à franquia são exclusivas dos filmes (tanto os live actions, como os CGI), pois nunca joguei os jogos. Dito isto, ''é um bom filme de survivor horror, mas não é Resident Evil''.
O filme está muito bem dirigido e atuado, e o clima de tensão foi na medida certa. De fato, tem um pouco de humor, mas nada que atrapalhe a experiência
(exceto, talvez, na cena em que o Bryan e o agente da Umbrella ficam sozinhos no carro decidindo se tomam ou não alguma atitude)
O que foi me incomodando, na verdade, foram as conveniências de roteiro pro filme andar. Algumas, por exemplo:
- Um hospital aleatório tinha uma substância aleatória que por um acaso faz parte do ingrediente do que seria uma cura para o... (insira um nome de vírus aleatório, pois nem foi citado a origem ou o que exatamente é esse vírus. Subentende-se pela franquia que seria o T-Vírus, mas será?)
- Os agentes da Umbrella andando de carro aleatoriamente até esbarrarem com o Bryan, que por acaso estava com a citada substância de que precisavam. Tinha algum rastreador no pacote? Seria a única explicação aceitável rs.
- As mutações em si, todas aleatórias. Você pode virar um zumbi (aliás, estes foram parar onde mesmo? mal dá pra citar na lista, pois se você piscar um segundo vai perder a cena), pode virar um ''sapo'' que solta ácido, um monstrengo que vai se unindo a outras mutações, enfim... não segue uma lógica, é literalmente uma loteria. Além de que todos os ''ataques'' ocorridos no filme foram em momentos chave pra história andar.
- Acho engraçado o fato de que o Byan olha pela janela do hospital e vê um caos rolando na cidade, mas em todo o seu trajeto a gente não vê nada acontecendo nos arredores, pura calmaria. Sem falar nas cenas em que ele tem tempo pra mandar áudio no celular, subir vários lances de escada e até pegar um elevador vazio e sem uma mancha de sangue em todos os ambientes citados - e sem topar com nenhum zumbi.
- Todos os funcionários da Umbrella parecem estagiários trapalhões. Nem pararam pra checar se o cara ensanguentado foi infectado, simplesmente pegaram a maleta e ignoraram a existência dele, só se tocaram quando a mutação ficou evidente, e o que acontece depois... nem precisa ser comentado rs.
A impressão que fica é que o Zach chegou na Sony pra vender o roteiro do seu novo projeto de terror, deram uma lida e falaram: "você topa inserir uma linha citando a Umbrella Corporation e colocarmos o nome do filme de Resident Evil?'
Não é um filme ruim, longe disso. Achei bem interessante um protagonista que não sabe o que tá fazendo ou como agir numa situação desesperadora, mas tirando a pouca referência, poderia ser um filme com um nome qualquer e se fosse o caso, possivelmente teria gostado um pouco mais.
''O Hóspede Maldito'' ainda segue sendo o melhor da franquia.
Belas e Recatadas
3.2 20E no fim a
clonagem
Coringa: Delírio a Dois
2.5 924 Assista Agora“Coringa: Delírio Coletivo”.
MaXXXine
3.1 679 Assista AgoraE o grande plot twist desta trilogia é:
Enquanto na ficção Pearl queria ser uma estrela mas falhou miseravelmente, e Maxine conseguiu sua ascensão; na realidade "MaXXXine" não teve chance de brilhar após o espetáculo que foi ''Pearl''.
É Assim Que Acaba
3.3 403 Assista AgoraVale mencionar que não li o livro, mas fui ao cinema com a expectativa relativamente alta após ter visto o trailer, o qual deixou explicito que a narrativa principal era (ou deveria ser) sobre relacionamentos abusivos.
Estava esperando um drama denso, pesado e que fosse quase como um “filme denúncia” a respeito do assunto, mas o que vi passou um pouco longe disso.
Flertando com a dramédia romântica, a primeira hora de filme pouco desenvolve a profundidade do tema “abuso”, inclusive demorando muito para acontecer algo na tela, e quando acontece a montagem do filme foi por um caminho perigoso na minha opinião.
No caso, as duas primeiras cenas de abuso tiveram um tom de “acidente”, e até entendo o motivo narrativo disso, mas como previamente o trailer do filme já escancara que estamos falando de um relacionamento abusivo pode passar a impressão de que “não foi tão grave assim” ou até mesmo de que nem houve um abuso. Tudo bem que depois tem um (rápido) flashback mostrando que a cena não tinha sido bem aquela, mas foi tão raso que perde todo o impacto e a importância que teria caso fosse mostrado explicitamente, e em tomada mais longa ao invés de cortes rápidos e fade out.
Outra coisa que me incomodou muito foram as “coincidências” narrativas que beiraram ao absurdo.
Ex: me entra alguém na loja da protagonista que ainda nem foi aberta, praticamente implorando por um emprego e conseguindo o mesmo em menos de 5 minutos sem nenhuma entrevista e ainda deixando claro que não gostava do negócio ofertado pela dona pra decobrirmos logo em seguida que ela é IRMÃ do cara que a protagonista teve um lance. Quais as chances rs? Entre muitos outros detalhes, mas enfim…
Pelo menos de positivo fica a mensagem final de que dá pra dar pra dar a volta por cima, mesmo que um pouco romantizado. (
Infelizmente duvido muito que um abusador, normalmente obcecado pela vítima, aceitaria numa boa os argumentos dados no hospital e dar o divórcio assim de cara.
Longlegs: Vínculo Mortal
3.2 945 Assista AgoraParte 1: “Hm… temos mistério, charadas e uma ambientação intrigante. Acho que o hype é real!”
Parte 2: “Hm… ok, isso aqui tá ficando arrastado e está ficando meio “méh”, mas vamos ver no que vai dar…”
Parte 3: “Hm… é sério isso? Essa é a GRANDE “explicação” pra tudo o que aconteceu? Aff, que subam os créditos!”
Resistência
3.3 313 Assista AgoraBem que a pessoa que traduziu o título do filme tentou avisar: haja “Resistência” pra conseguir chegar até o final do filme. Boring e nada de inovador no gênero. Já tinha sentido o cheiro de bomba quando vi o trailer, mas resolvi pagar pra ver… e bem que queria o meu dinheiro de volta rs.
Fantasmas do Abismo
3.6 54 Assista AgoraO começo até que é interessante, mas a dinâmica do documentário acaba ficando horrível. O foco inicial seria explorar os destroços do Titanic com o contraste de pontuar os fatos históricos e curiosidades sobre as descobertas e os locais que conseguiram visitar. Mas ao invés disso gradualmente o documentário acaba se tornando mais sobre os exploradores e a tecnologia investida pra fazer a exploração
(vide a ridicula meia hora final em que o plot de salvar dois equipamentos que ficaram presos e/ou perdidos me fez questionar: pra que raios estou assistindo isso?)
Sorria
3.1 965O começo do filme é bem intrigante, prende a atenção e até chega a causar um certo horror com a coragem de ser bem explícito (algo que anda meio difícil no terror atual, que normalmente tem algum corte rápido ou vira a tela para alguma paisagem ou algo assim), gerando a promessa de que seremos bem entretidos pelas próximas quase 2h.
Mas aí vem os créditos iniciais e tudo o que vem depois disso não passa de uma cópia primo-pobre de “Corrente do Mal”, só que sem a originalidade, tensão e criatividade do “original”. Muito pelo contrário… o longa - que acaba tendo um enredo que seria muito mais eficiente em um curta - é muito arrastado, tedioso e sem uma grande profundidade. Com alguns jumps scares e cenas de sonho que foram inseridas com a única finalidade de dar a sensação de que algo (enfim) acontece no filme, não temos uma história que sustente a longa duração.
Saí do cinema sem um sorriso no rosto ao lembrar do preço do ingresso + combo de pipoca e tempo desperdiçados.
Minions 2: A Origem de Gru
3.4 156 Assista AgoraBem fraquinha a história. Se fosse um “Meu Malvado Favorito 4” daria pra dar uma relevada no fato dos minions na verdade serem coadjuvantes quando deveriam ser os protagonistas neste filme, o que não ajudou muito. Ambas as franquias já demonstram que estão saturadas.
Jurassic World: Domínio
2.8 610 Assista AgoraSe o título BR tivesse sido traduzido para “O Domínio dos Gafanhotos Mutantes” TALVEZ a decepção tivesse sido menor, mas duvido disso.
A junção das gerações que prometia ser épica acabou tendo menos química que o meu cabelo descolorido.
2h30 de filme onde não há história/roteiro não tem muito o que defender também. Nota 2 na força do ódio pela nostalgia e amor pela franquia que até então estava nos trilhos. SHAME!
Army of the Dead: Invasão em Las Vegas
2.8 958Quando fiquei sabendo que o Zack Snyder iria fazer outro filme de zumbis super me empolguei, pois “Madrugada dos Mortos” é um dos meus filmes de zumbi favoritos, então a expectativa de que este também estivesse no mesmo nível de excelência estava bem alta, assim como meu tombo após surgirem os créditos finais.
“Army of the Dead” possui uma premissa bem interessante que é jogada às traças devido ao seu péssimo roteiro. Apesar da tentativa de inovar no gênero zumbi que anda bem saturado nos últimos anos, a falta de lógica e profundidade acaba arruinando tudo. Dito isto, vamos aos spoilers:
Os primeiros 50 minutos do filme já pecam pelo fato de tentar beber da fonte de “Onze Homens e um Segredo”, ou seja, tentar aprofundar as personagens apresentando cada um que irá aceitar a louca proposta de roubo ao cassino, suas motivações e dúvidas se aceitam ou não o risco. Mas não é o que acontece aqui: todos topam na hora, sem saber praticamente nenhum detalhe e aprofundamento que nos faça criar alguma empatia por eles.
E a partir daí é só ladeira abaixo com vários questionamentos:
- Fica óbvio que o plot do roubo do cassino era uma fachada pra algo a mais. O indício foi a introdução da personagem do capanga do mandante, que por uma desculpa esfarrapada foi introduzido no time sem mais nem menos; e tudo se confirma quando o protagonista e a piloto chegam no telhado e me aparece aquela miniatura de helicóptero caindo aos pedaços. É sério que esses dois não se deram conta que pelo tamanho e estado do helicóptero seria IMPOSSÍVEL todos que estavam ali fugirem dali com 250 milhões em dinheiro? Só o peso das sacolas não daria conta, que dirá mais umas 10 pessoas.
- Um desperdício descartarem a personagem Chambers que nos entrega a melhor e mais angustiante cena de luta contra zumbis do longa pra morrer logo no final da luta com o resto da equipe simplesmente assistindo ela se ferrar ao invés de irem ajudá-la. Teria dado tempo de ajudar a coitada.
- Afinal, qual o objetivo dos zumbis alfas? Do que eles se alimentam? Pois fizeram as três invasoras de refém o filme todo para ter a desculpa para a filha do protagonista dar uma de heroína e quando o vilãozinho é ofertado para o grupo ao invés de se alimentarem o Alfa o morde e deixa ele se transformar de boas pra ser mais um da horda, então… qual é a dessa turma?
- Mesmo sendo alfas, não deixam de ser mortos-vivos - tanto que quando é cortada a cabeça da rainha zumbi a bonita continua “viva”. Sendo assim, como o corpo em decomposição dela estava sendo capaz de gerar uma criança? Snyder quis chocar e inovar, mas não faz sentido.
- No começo do filme, o Alfa morde o soldado no pescoço uma vez e o mesmo se transforma em zumbi em poucos segundos. É sério que quiseram me convencer que após ficar preso por uma meia hora num cofre, sobreviver uma explosão nuclear, dirigir sei lá quantas horas para um aeroporto e negociar a compra de um avião o bonitão iria começar a sentir os sintomas de transformação logo agora em pleno voô? Faria mais sentido usar a amiga da filha do protagonista - que simplesmente foi esquecida no final do filme após todo o drama pra resgatar ela - como uma nova infectada.
- Como alguém que tem ciência de que existem zumbis alfas “inteligentes” é capaz de deixar gente desprepada entrar na cidade pra tentar pegar alguns trocados, dona Coiote?
- O protagonista foge de helicóptero e vai resgatar a filha que está em outro prédio a uma distância considerável do cassino, mas o zumbi alfa chega neste mesmo prédio praticamente dois minutos depois?
- Zumbis “comuns” hibernando? Pra quê? Sono de beleza?
- Como conseguiram conter a infecção apenas em Las Vegas tendo aquele portão de acesso que aparentemente toda hora era aberto por terceiros e que ainda por cima foi deixado aberto pela equipe ao entrarem?
E esses foram só alguns pontos de exemplo do quanto o roteiro foi mal escrito, sem falar nos arcos dramáticos que resolvem se desenrolar nos momentos mais inoportunos.
Mas apesar de tudo o filme tem alguns pontos positivos: a trilha sonora do filme está bem bacana, assim como o CGI e as sequências de ação são bem frenéticas e satisfatórias. Mas as 2h40min de filme poderiam ter sido bem mais aproveitadas, faltou um James Gunn para dar uma encorpada no roteiro e trazer um tom mais realista para a história.
Uma Noite de Crime
3.2 2,3K Assista AgoraUma estrela foi só para aquela linda cena em que
a Lena Headey dá uma lição naquela loira imbecil
Os Estagiários
3.3 1,2K Assista AgoraUma estrelinha só para aquela cena lindíssima de Quadribol *-*!
Cinderela Baiana
2.0 1,1KVejam só, vazou uma cena do remake hollywoodiano! HAUAHSUAHA rs!
http://www.youtube.com/watch?v=pTb3fL3HVrk
O Massacre da Serra Elétrica 3D: A Lenda Continua
2.5 1,5K Assista AgoraDeixa eu ver se eu entendi...
A garota foi adotada e teve uma vida feliz até então, quando descobre que é herdeira de uma mansão e viaja com os amigos queridos (nenhum deles presta, mas ELA não sabe disso, enfim). De repente ela começa a ser atacada e quase é morta milhões de vezes pela serra elétrica na cara dela (como ela não se matou nos tropeços e capotadas EU NÃO SEI), vê os amigos serem triturados na frente DELA e no final do filme ela simplesmente IGNORA TUDO ISSO pra ficar lado lado do primo psicopata que fez TUDO ISSO e que ela NUNCA viu na vida e nem sabia de sua existência? Coerência, cadê?
O Último Exorcismo: Parte 2
1.8 868" - Ele não tem poder sem você.
- Vai me ajudar?
- Sim. Mas preciso de ajuda, vou contatar outros.
- Por que?
- Ele é muito poderoso."
Vai ser merecido se ganhar o Oscar de melhor roteiro. Melhores atuações... melhor filme... ah, merece tudo isso aí \o! #SQN
Atividade Paranormal 4
2.5 1,7K Assista AgoraComo um filme individual, até que é legalzinho e gera alguns sustos (a maioria de forma óbvia, mas enfim), mas como continuação, sei lá... até agora me pergunto qual a lógica da Katie ter raptado o garoto no segundo filme pra ele acabar sendo adotado por outra familia do nada e basicamente este filme se tratar da ''volta pra casa'' dele. E aquele Robbie, que acaba ficando com ela do nada também, e some da história também do nada '-'! Sei lá, muitos furinhos. Mas como diversão pra ver em galera, ainda é válido. Graças a Deus na minha sala não houve aqueles grupinhos irritantes que ficam gritando quando se faz silêncio no filme pra dar susto ou algo assim (como me aconteceu no terceiro filme) e todos pudemos ver em paz rs.
Resident Evil 5: Retribuição
2.9 3,0K Assista AgoraSou suspeito pra falar dos filmes de RE, pois sou muito fã e amo a linda da Milla Jovovich. Confesso que esperava um filme um pouco diferente, mas fiquei longe de estar decepcionado.A história, por mais que seja um esquenta declarado pro sexto filme, é muito boa e ainda consegue trazer algum sentido pra algumas questões em aberto na série, mesmo que superficialmente. O clima de 'videogame' também foi muito bem aproveitado e os efeitos estão melhores do que nunca. A volta dos antigos personagens foi bastante interessante, embora não tenha sido muito bem aproveitada
Jill só solta algumas frases de efeito e atira ocasionalmente; Rain foi dividida em duas e eu realmente queria que a boazinha tivesse sobrevivido e se juntado ao grupo; E Carlos e o One praticamente entraram mudos e saíram calados sem mal terem aparecido.
Ainda mais com essa aliança forçada entre Alice e Wesker
Ah, só uma coisa que não entendi:
A Rainha Vermelha não tinha sido ''torrada'' no primeiro filme? Não entendi essa volta dela.
[REC]³ Gênesis
2.2 1,5K Assista AgoraAtendeu as minhas expectativas e conseguiu passar por cima do segundo filme, que achei fraquinho. Apesar de não ser "terror" propriamente dito como foi o primeiro, achei interessante eles enfatizarem no drama dos personagens, e não deixa de ter seu lado romântico (os 10 minutos finais foram ao mesmo tempo lindo e triste, e conseguindo deixar um aspecto de horror). O casal protagonista convence na luta pela sobrevivência e pelo seu amor, enquanto os demais servem realmente apenas para virarem "zumbis" - o que não é surpresa. Falando neles, eles assustam em nenhuma cena, ao invés disso são mortos de forma muito mais brutal e gráfica do que os anteriores.
Agora pelo que entendi, ao contrário do que a sinopse oficial relata deste filme se passar antes dos anteriores, se passa ao mesmo tempo que a infecção do prédio (tanto que se não me engano aparecem umas cenas da reportagem do prédio na TV enquanto Koldo observa as crianças serem atacadas no ônibus), tanto é que o tio foi mordido por um cão - de Jennifer - e não há Tristana ou qualquer Medeiros mencionados.
E Aí... Comeu?
2.6 1,6KAté que o filme é divertido ao seu modo, acabei me surpreendendo, achava que seria uma bomba. Mas 14 anos? Fala sério! Tô até imaginando os pais levando seus filhinhos na recém puberdade pra assistir um filme "leve" e se depararem com as cenas mais pesadas rs. E como disseram aí embaixo, que atuação foi aquela da "de menor"?
Na Estrada
3.3 1,9K2h mais longas da minha vida, história cadê? Só vi alguns indivíduos se drogando, transando, fazendo orgia, sem nenhum objetivo em específico, sem clímax, começa e termina do nada. Não li o livro e não consegui capturar a essência dessa obra. Pelo menos 12 pessoas saíram da sala do cinema em meio ao filme!
Espelho, Espelho Meu
2.8 1,8K Assista AgoraMe surpreendi positivamente com esse filme. Pelo trailer, pensei que ia ser uma bobagem total, aquele infantil forçado, mas se trata apenas de um filme leve e engraçadinho. Julia Roberts brilha, e tá na cara que ela tá se divertindo toda com as maluquices da Rainha
e achei interessante o Espelho ser um reflexo (um pouco mais) são da mente dela
O Espetacular Homem-Aranha
3.4 4,8K Assista AgoraÉ meio inevitável fazer comparações com a trilogia original, ainda mais porque a mesma é muito recente, mas para a minha surpresa, o filme se mantém na média. Achei interessante a abordagem em relação ao mistério dos pais (embora sem explicação e que pela cena adicional, deve ser deixada pro próximo filme), e o modo que Peter se comporta é totalmente diferente do de 10 anos atrás, o que ajuda a nos desvincilharmos um pouco da história anterior. Agora temos um Peter mais valente, corajoso e nada tímido, o ganho de poderes foi apenas um adicional para ele explorar essas qualidades, que ao mesmo tempo podem ser um defeito. O roteiro encaixa bem a história, mas não sei se foi devido aos cortes e refilmagens, acabou dando a impressão que a história foi contada muito "meia-boca". Quero dizer, que romance xumbrega e sem sal foi aquele do Peter e da Gwen? E sinceramente não consegui compreender a alma vilanesca do Dr. Connors (ou seja, o Lagarto), faltou alguma coisa na composição da vilania e de suas motivações, pareceu meio jogado. Agora em relação aos efeitos, sem dúvida estão bem melhores, mas o 3D só funciona mais na parte final e mesmo assim não chega a ser grandes coisas.
Agora uma coisa que realmente não gostei foi o fato de jogarem a filosofia de que "com grandes poderes, temos grandes responsabilidades" de lado e dar a Peter a motivação "vingança" no lugar. Ah, e que coisa foi aquela de comprar teia online ao invés dele produzir ela?