Tenho três considerações sobre esse filme: 1. A Meredith parece uma pessoa neurodivergente. Ela fica desconfortável com contato físico, ela tem dificuldade em compreender as emoções alheias, e mais ainda em se expressar. A tão polêmica cena do jantar pareceu que
ela viu a irmã fazendo uma pergunta delicada, e viu que a pergunta foi aceita pela família, então pareceu tentar imitar a irmã. O comentário que ela faz sobre não achar que os pais desejem um filho homossexual pareceu que ela se referia ao fato de que nenhum pai deseja que o filho enfrente discriminação e outras dificuldades, se fosse possível escolher. Não acho que foi no sentido de que filhos homossexuais são indesejados. Mas ela não soube se expressar.
2. Eu tenho esse olhar agora por causa da minha formação em psiquiatria. Se não interpretasse dessa forma, é provável que eu achasse o filme totalmente sem sentido e os personagens sem carisma alguma. 3. O nome "The Family Stone" junto com o cartaz do filme funciona bem melhor que "Tudo em Família", fazendo referência tanto ao sobrenome da família quanto ao anel. Eu detesto como a tradução de alguns nomes de filmes faz com que eles pareçam totalmente genéricos e desinteressantes no Brasil.
Que filme maravilhoso! Amo filmes que me fazem conhecer a história de pessoas incríveis e ter contato com outras realidades. No começo, fiquei incomodada com a insistência de Mahavir de querer que as filhas realizassem seu sonho, e no final estava com lágrimas nos olhos torcendo pela Geeta. O filme é bem longo (poderia até ser uma minissérie de 4 capítulos), mas do tipo que você não consegue largar até terminar.
Eu fiquei abismada em ver como as pessoas se deixam influenciar e fazem as coisas mais absurdas do mundo porque outra pessoa mandou. Imagine uma "terapeuta" dizer que você precisa ficar longe da sua esposa e filhos por um ano, para o bem do tratamento, e você acreditar? Imagina encher os bolsos de uma pessoa para ela te dizer o que fazer? É por isso que eu tenho um pé atrás com qualquer coach e influencer: pessoas que não conseguem ordenar as próprias vidas, dizendo aos outros o que fazer enquanto arrancam dinheiro delas para isso. Inacreditável.
Esse filme me tocou profundamente, porque é um resumo do que vejo todos os dias na minha residência de psiquiatria. Em uma aula ouvi que tanto pais excessivamente autoritários quanto excessivamente permissivos causam danos à saúde mental dos filhos. Nesse filme vemos um pai autoritário e uma mãe permissiva/negligente, e as consequências que isso traz para a filha, que já muito nova desenvolve ansiedade e depressão. Vemos também adultos buscando um diagnóstico de TDAH (para si ou seus filhos) como uma desculpa para não terem sido mais bem sucedidos (aka extraordinários como Mozart), enquanto não aceitam a realidade de que são apenas medianos e nem todo mundo pode ser o melhor em tudo. A cereja do bolo é a relação com as redes sociais. Enquanto fecham os olhos para a realidade do ambiente doméstico, postam recortes selecionados nas redes, sempre passando a impressão de que está tudo bem. O filme só retrata a hipocrisia de quem faz isso, mas vou além e digo que muitas pessoas sentem-se miseráveis por olhar esses posts e acreditar que as coisas realmente são assim; quando olham para a própria vida imperfeita, questionam-se sobre o que estão fazendo de errado e se frustram com a realidade.
Não é de hoje que a ganância gera esse tipo de situação. Recomendo muito o documentário Desastre Total: Woodstock 99, que conseguiu ser muito pior que o Fyre Festival. O que chama atenção nesse é como as pessoas se deixam levar por influencers e fotos no Instagram.
PS: não entendo por que alguém se submeteria a gastar dinheiro com esse tipo de coisa. Nem se eu tivesse sobrando…
Gostei do filme porque cumpre exatamente o que se propôs a fazer. Não há como esperar mais do que um cliché adolescente americano mesmo. Mas é gostosinho de assistir e traz aquele sentimento de nostalgia de filmes como Meninas Malvadas, Legalmente Loira, De Repente 30, etc. Pra quem foi pré-adolescente no início dos anos 2000, é legal ver um filme nesse estilo, ainda mais com uma protagonista mais velha.
Como muitos disseram abaixo, tipo de filme que você começa a assistir despretensiosamente, acaba envolvido e se surpreende. Preciosidade do cinema nacional. A construção da narrativa, os cenários tão brasileiros, a história, os personagens… Filme incrível.
E não acredito em astrologia, mas… certeza que o Nonato é canceriano.
A nota desse filme aqui é muito injusta. Vocês já se apaixonaram por alguém e sentiram que o mundo todo poderia desaparecer e só vocês dois existirem? E se isso realmente acontecesse? Às vezes é preciso vermos a reação das pessoas em situações extremas para que realmente as conheçamos.
A verdadeira solidão não foi relacionada ao desaparecimento das pessoas, mas à constatação devastadora de que eles não compreendiam os sentimentos um do outro, e agiam de formas opostas. Mesmo que estivessem juntos naquela situação, estavam sozinhos. Nem sempre o amor é suficiente e consegue salvar uma pessoa do seu sofrimento. A única pessoa que estava com ela não compreendia seu desespero, e foi melhor morrer do que continuar sentindo aquilo sozinha.
Se eu ver esse filme mil vezes, vou chorar mil vezes. Filme sensível e maravilhoso. Até a escolha do cenário foi perfeita, não apenas pela bela fotografia, mas pelas paisagens da Islândia (como o avião caído e a natureza exótica) darem ainda mais a sensação de isolamento, melancolia e solidão a quem assiste. Além disso, pra mim o fenômeno da aurora boreal sempre me pareceu algo meio mágico, místico. Se algo inimaginável assim fosse acontecer, seria num lugar como a Islândia mesmo.
a impressão que passa é que o personagem nunca foi e nem se tornou um "homem de família". Quando decide ir pra Londres e deixar a namorada, não parece uma decisão difícil. Quando ela liga depois de anos, ele não demonstra interesse. E quando sonha com a vida em família, parece sempre insatisfeito, sofrendo por não ter mais dinheiro. Custa a desenvolver um afeto real pelas pessoas, e quando demonstra parece forçado. Parece que só quando voltou à realidade dos negócios e viu que a Kate havia seguido em frente que realmente deu valor. Talvez seja impressão minha, mas o Nicolas Cage não consegue me transmitir qualquer afeto sincero.
Algumas pessoas comentaram que não entenderam como uma mulher independente e bem sucedida poderia estar tão desesperada por homem. Acho bem simples de entender: sucesso profissional e financeiro não tem nada a ver com satisfação na vida sentimental. Relacionamentos são uma parte muito importante da vida de qualquer pessoa, e não há nada de errado em querer casar ou ter filhos. Também criticaram o filme por, de certa forma, "passar uma lição" sobre sexo no primeiro encontro. Eu não vejo como algo machista. A personagem NÃO estava em busca de sexo casual, queria conhecer alguém e construir algo com a pessoa, mas já de cara acabava se envolvendo em situações insatisfatórias e superficiais (tanto do ponto de vista sexual quanto sentimental), criando altas expectativas que depois vinham a baixo, tudo isso por se envolver de forma intensa e instantânea antes de conhecer a outra pessoa de verdade. E essa é a grande "lição" do filme: a carência nos faz idealizar as pessoas, apressar as coisas, e muitas vezes, acabar aceitando bem menos do que aquilo que queremos/merecemos. Não há problema algum em desejar construir um relacionamento; o problema é se submeter a qualquer coisa só para obtê-lo. Esse filme retrata isso de maneira leve e divertida.
* Antes que me critiquem, não há nada errado com sexo no primeiro encontro, nem com sexo casual, para quem deseja isso. Apenas acho que não era o que a personagem buscava.
Cheguei a ter náuseas pelo movimento da câmera, além da sensação de claustrofobia, mas ainda dou 5 estrelas e marco como favorito pela filosofia por trás desse filme. Para quem se interessa por espiritualidade, é um prato cheio.
Tudo se trata de uma busca pela pedra filosofal, capaz de transformar metais em ouro e trazer a imortalidade. Nas catacumbas de Paris, os personagens vão até o túmulo do alquimista Nicolau Flamel para encontrar essa pedra. O mais interessante é que, para conseguir essa pedra, precisam passar pelo "inferno". "Deixai toda esperança, ó vós que entrais". E o que é o inferno, se não ficar cara a cara com os fantasmas do nosso passado? Nossas culpas e arrependimentos? Assuntos mal resolvidos? Depois de passar por isso, a personagem principal se dá conta de que aquilo que pegou não é a pedra. Precisa refazer todo o caminho para perceber que, na verdade, o que ela busca na pedra está nela mesma. "O que está dentro de mim, está fora de mim; assim na terra como no céu - como eu quero que o mundo seja, assim será". E o único jeito de enfrentar o inferno e através do perdão, da remissão da culpa. Só assim pode obter "a vida eterna". É preciso passar pelo inferno para renascer para a vida eterna. Pode não fazer sentido para muitos, mas como eu disse, é prato cheio para quem se interessa por espiritualidade. Essa jornada pelas catacumbas nada mais é do que uma representação da própria jornada da vida (para quem a enxerga dessa perspectiva).
Sou suspeita para falar. Mötley Crüe é minha banda preferida desde meus 14 anos de idade. Como não amar esse filme? As histórias, a narração, a escolha dos atores, as músicas, e tudo mais... Sem palavras! Até os créditos finais são maravilhosos.
Tudo em Família
3.3 225 Assista AgoraTenho três considerações sobre esse filme:
1. A Meredith parece uma pessoa neurodivergente. Ela fica desconfortável com contato físico, ela tem dificuldade em compreender as emoções alheias, e mais ainda em se expressar. A tão polêmica cena do jantar pareceu que
ela viu a irmã fazendo uma pergunta delicada, e viu que a pergunta foi aceita pela família, então pareceu tentar imitar a irmã. O comentário que ela faz sobre não achar que os pais desejem um filho homossexual pareceu que ela se referia ao fato de que nenhum pai deseja que o filho enfrente discriminação e outras dificuldades, se fosse possível escolher. Não acho que foi no sentido de que filhos homossexuais são indesejados. Mas ela não soube se expressar.
2. Eu tenho esse olhar agora por causa da minha formação em psiquiatria. Se não interpretasse dessa forma, é provável que eu achasse o filme totalmente sem sentido e os personagens sem carisma alguma.
3. O nome "The Family Stone" junto com o cartaz do filme funciona bem melhor que "Tudo em Família", fazendo referência tanto ao sobrenome da família quanto ao anel. Eu detesto como a tradução de alguns nomes de filmes faz com que eles pareçam totalmente genéricos e desinteressantes no Brasil.
Sleepers: A Vingança Adormecida
3.9 483 Assista AgoraExcelente filme com elenco maravilhoso, mas faltou um clímax na parte do julgamento.
Dangal
4.2 64 Assista AgoraQue filme maravilhoso! Amo filmes que me fazem conhecer a história de pessoas incríveis e ter contato com outras realidades. No começo, fiquei incomodada com a insistência de Mahavir de querer que as filhas realizassem seu sonho, e no final estava com lágrimas nos olhos torcendo pela Geeta. O filme é bem longo (poderia até ser uma minissérie de 4 capítulos), mas do tipo que você não consegue largar até terminar.
Influencer do Mal: A História de Jodi Hildebrandt
3.0 32 Assista AgoraEu fiquei abismada em ver como as pessoas se deixam influenciar e fazem as coisas mais absurdas do mundo porque outra pessoa mandou. Imagine uma "terapeuta" dizer que você precisa ficar longe da sua esposa e filhos por um ano, para o bem do tratamento, e você acreditar? Imagina encher os bolsos de uma pessoa para ela te dizer o que fazer? É por isso que eu tenho um pé atrás com qualquer coach e influencer: pessoas que não conseguem ordenar as próprias vidas, dizendo aos outros o que fazer enquanto arrancam dinheiro delas para isso. Inacreditável.
Prazer, Kalinda
2.9 6Filme muito raso. A atriz principal deve ter ficado com enfisema antes do final do filme.
O Segredo de Jekyll & Hyde
1.8 12Transformaram um clássico da literatura sobre a dualidade da natureza humana em uma investigação policial sem sentido.
Três Estranhos Idênticos
4.0 241*esperando 2066 para liberarem os dados*
Comer Rezar Amar
3.3 2,3K Assista AgoraUm filme muito, muito longo sobre uma mulherzinha sem graça e influenciável, que atravessa o mundo procurando sei lá o quê e continua insatisfeita.
O Guia da Família Perfeita
3.2 27 Assista AgoraEsse filme me tocou profundamente, porque é um resumo do que vejo todos os dias na minha residência de psiquiatria. Em uma aula ouvi que tanto pais excessivamente autoritários quanto excessivamente permissivos causam danos à saúde mental dos filhos. Nesse filme vemos um pai autoritário e uma mãe permissiva/negligente, e as consequências que isso traz para a filha, que já muito nova desenvolve ansiedade e depressão. Vemos também adultos buscando um diagnóstico de TDAH (para si ou seus filhos) como uma desculpa para não terem sido mais bem sucedidos (aka extraordinários como Mozart), enquanto não aceitam a realidade de que são apenas medianos e nem todo mundo pode ser o melhor em tudo. A cereja do bolo é a relação com as redes sociais. Enquanto fecham os olhos para a realidade do ambiente doméstico, postam recortes selecionados nas redes, sempre passando a impressão de que está tudo bem. O filme só retrata a hipocrisia de quem faz isso, mas vou além e digo que muitas pessoas sentem-se miseráveis por olhar esses posts e acreditar que as coisas realmente são assim; quando olham para a própria vida imperfeita, questionam-se sobre o que estão fazendo de errado e se frustram com a realidade.
FYRE Festival: Fiasco no Caribe
3.6 229Não é de hoje que a ganância gera esse tipo de situação. Recomendo muito o documentário Desastre Total: Woodstock 99, que conseguiu ser muito pior que o Fyre Festival. O que chama atenção nesse é como as pessoas se deixam levar por influencers e fotos no Instagram.
PS: não entendo por que alguém se submeteria a gastar dinheiro com esse tipo de coisa. Nem se eu tivesse sobrando…
De Volta ao Baile
2.8 265Gostei do filme porque cumpre exatamente o que se propôs a fazer. Não há como esperar mais do que um cliché adolescente americano mesmo. Mas é gostosinho de assistir e traz aquele sentimento de nostalgia de filmes como Meninas Malvadas, Legalmente Loira, De Repente 30, etc. Pra quem foi pré-adolescente no início dos anos 2000, é legal ver um filme nesse estilo, ainda mais com uma protagonista mais velha.
Estômago
4.2 1,7K Assista AgoraComo muitos disseram abaixo, tipo de filme que você começa a assistir despretensiosamente, acaba envolvido e se surpreende. Preciosidade do cinema nacional. A construção da narrativa, os cenários tão brasileiros, a história, os personagens… Filme incrível.
E não acredito em astrologia, mas… certeza que o Nonato é canceriano.
Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças
4.3 4,7KOh my darling, oh my darling
Oh my darling, Clementine
You were lost and gone forever
Dreadful sorrow, Clementine
Bokeh
2.7 154A nota desse filme aqui é muito injusta.
Vocês já se apaixonaram por alguém e sentiram que o mundo todo poderia desaparecer e só vocês dois existirem? E se isso realmente acontecesse? Às vezes é preciso vermos a reação das pessoas em situações extremas para que realmente as conheçamos.
A verdadeira solidão não foi relacionada ao desaparecimento das pessoas, mas à constatação devastadora de que eles não compreendiam os sentimentos um do outro, e agiam de formas opostas. Mesmo que estivessem juntos naquela situação, estavam sozinhos. Nem sempre o amor é suficiente e consegue salvar uma pessoa do seu sofrimento. A única pessoa que estava com ela não compreendia seu desespero, e foi melhor morrer do que continuar sentindo aquilo sozinha.
Se eu ver esse filme mil vezes, vou chorar mil vezes. Filme sensível e maravilhoso. Até a escolha do cenário foi perfeita, não apenas pela bela fotografia, mas pelas paisagens da Islândia (como o avião caído e a natureza exótica) darem ainda mais a sensação de isolamento, melancolia e solidão a quem assiste. Além disso, pra mim o fenômeno da aurora boreal sempre me pareceu algo meio mágico, místico. Se algo inimaginável assim fosse acontecer, seria num lugar como a Islândia mesmo.
Um Homem de Família
3.6 360 Assista AgoraFilme com uma mensagem interessante, mas muito arrastado. Não sei se foi a intenção do filme ou a atuação do Nicolas Cage, mas
a impressão que passa é que o personagem nunca foi e nem se tornou um "homem de família". Quando decide ir pra Londres e deixar a namorada, não parece uma decisão difícil. Quando ela liga depois de anos, ele não demonstra interesse. E quando sonha com a vida em família, parece sempre insatisfeito, sofrendo por não ter mais dinheiro. Custa a desenvolver um afeto real pelas pessoas, e quando demonstra parece forçado. Parece que só quando voltou à realidade dos negócios e viu que a Kate havia seguido em frente que realmente deu valor. Talvez seja impressão minha, mas o Nicolas Cage não consegue me transmitir qualquer afeto sincero.
Jexi - Um Celular Sem Filtro
2.8 137 Assista AgoraQuando alguém me perguntar o que é um soy boy, vou recomendar esse filme.
Os Homens São de Marte… E É Pra Lá Que …
3.0 607 Assista AgoraAlgumas pessoas comentaram que não entenderam como uma mulher independente e bem sucedida poderia estar tão desesperada por homem. Acho bem simples de entender: sucesso profissional e financeiro não tem nada a ver com satisfação na vida sentimental. Relacionamentos são uma parte muito importante da vida de qualquer pessoa, e não há nada de errado em querer casar ou ter filhos.
Também criticaram o filme por, de certa forma, "passar uma lição" sobre sexo no primeiro encontro. Eu não vejo como algo machista. A personagem NÃO estava em busca de sexo casual, queria conhecer alguém e construir algo com a pessoa, mas já de cara acabava se envolvendo em situações insatisfatórias e superficiais (tanto do ponto de vista sexual quanto sentimental), criando altas expectativas que depois vinham a baixo, tudo isso por se envolver de forma intensa e instantânea antes de conhecer a outra pessoa de verdade.
E essa é a grande "lição" do filme: a carência nos faz idealizar as pessoas, apressar as coisas, e muitas vezes, acabar aceitando bem menos do que aquilo que queremos/merecemos. Não há problema algum em desejar construir um relacionamento; o problema é se submeter a qualquer coisa só para obtê-lo. Esse filme retrata isso de maneira leve e divertida.
* Antes que me critiquem, não há nada errado com sexo no primeiro encontro, nem com sexo casual, para quem deseja isso. Apenas acho que não era o que a personagem buscava.
Como Eu Era Antes de Você
3.7 2,3K Assista AgoraSe
o cara mudasse de ideia,
Lion: Uma Jornada para Casa
4.3 1,9K Assista AgoraEmocionante, do começo ao fim.
Assim na Terra Como no Inferno
3.2 1,0KCheguei a ter náuseas pelo movimento da câmera, além da sensação de claustrofobia, mas ainda dou 5 estrelas e marco como favorito pela filosofia por trás desse filme. Para quem se interessa por espiritualidade, é um prato cheio.
Tudo se trata de uma busca pela pedra filosofal, capaz de transformar metais em ouro e trazer a imortalidade. Nas catacumbas de Paris, os personagens vão até o túmulo do alquimista Nicolau Flamel para encontrar essa pedra. O mais interessante é que, para conseguir essa pedra, precisam passar pelo "inferno". "Deixai toda esperança, ó vós que entrais". E o que é o inferno, se não ficar cara a cara com os fantasmas do nosso passado? Nossas culpas e arrependimentos? Assuntos mal resolvidos? Depois de passar por isso, a personagem principal se dá conta de que aquilo que pegou não é a pedra. Precisa refazer todo o caminho para perceber que, na verdade, o que ela busca na pedra está nela mesma. "O que está dentro de mim, está fora de mim; assim na terra como no céu - como eu quero que o mundo seja, assim será". E o único jeito de enfrentar o inferno e através do perdão, da remissão da culpa. Só assim pode obter "a vida eterna". É preciso passar pelo inferno para renascer para a vida eterna. Pode não fazer sentido para muitos, mas como eu disse, é prato cheio para quem se interessa por espiritualidade. Essa jornada pelas catacumbas nada mais é do que uma representação da própria jornada da vida (para quem a enxerga dessa perspectiva).
The Dirt - Confissões do Mötley Crue
3.8 293 Assista AgoraKickstart my f*cking heart ❤
Sou suspeita para falar. Mötley Crüe é minha banda preferida desde meus 14 anos de idade. Como não amar esse filme? As histórias, a narração, a escolha dos atores, as músicas, e tudo mais... Sem palavras! Até os créditos finais são maravilhosos.
Nikki ❤
Eu Não Faço a Menor Ideia do que eu Tô …
3.0 805O Filmow devia ter a opção "não aguentei ver até o fim".