Gostei principalmente das cenas de combate. Já o roteiro achei um pouco confuso com os momentos dela nos EUA; inclusive, considerei desnecessários, pois pouco acrescentam à história em si e poderiam ter sido mais resumidos.
A parte mais alta da minha nota vai para a ambientação, a fotografia, os uniformes e a temática da FEB.
Mas, para um filme que precisa de roteiro, desenvolvimento de personagens, clímax e um bom enredo, aqui deixou bastante a desejar. É muito arrastado, e o objetivo final é fraco, o que fez com que eu levasse mais tempo do que o habitual para terminar.
Ainda assim, vale assistir: entrega alguns poucos momentos interessantes.
Demorei para achar e fiquei muito feliz quando encontrei. Inclusive, aconselho todos os amantes de filmes do gênero a acompanhar e apoiar o canal Warflix.
Temos poucas produções que retratem a guerra pelo lado dos alemães. Os Filhos da Guerra consegue contar diferentes histórias de alemães durante o conflito, cada um idealizando a guerra antes de ela começar e, depois, vivenciando todos os males que ela provoca.
É fácil se colocar na pele de cada personagem e entender a situação complicada em que se encontram, assim como os traumas que desenvolvem.
As cenas de batalha, embora poucas, entregam bons momentos de ação. Mas calma: não compare com Band of Brothers. Aqui acompanhamos dois militares e três civis, o que pode parecer um pouco monótono para quem espera combate constante. Ainda assim, vale muito a pena.
Filme visto em 21/02/2026, no Prime Video (canal Looke)
Brutal e profundamente dramático, é o tipo de filme de guerra que faz o espectador sentir na pele a dor, o medo, a dúvida e a adrenalina do combate, toda a sensação de caos que a guerra inevitavelmente provoca.
Um dos grandes problemas de muitos filmes do gênero é a criação de soldados idealizados, quase sobre-humanos e desprovidos de sentimentos. Aqui, felizmente, ocorre o oposto: os personagens são humanos, frágeis e marcados por suas próprias histórias, o que faz com que a gente se compadeça com eles.
As cenas de batalha são um caso à parte. Mesmo com o uso de câmera lenta em alguns trechos, elas impressionam pela intensidade e pelo impacto visual, conseguem transmitir a violência e a desorientação do campo de combate.
No fim, trata-se de um grande achado. Mais do que sequências de ação, o filme entrega o verdadeiro espírito confuso, desesperador e humano da guerra.
A discussão sobre por que estamos lutando a guerra, esse confronto é para quem? Mostra como estamos presos a uma engrenagem e como a nossa liberdade não depende, de fato, de nós.
A cena em que ele mata o francês em uma das crateras e diz que vai enviar a carta para a família dele. Senti uma dor verdadeira ali.
Filme assistido em 01/02/2026, no Prime Video (canal Looke). Resolvi ver porque havia lido que este foi o primeiro western de Clint filmado em território americano, após seu retorno da Itália. (algo assim)
Sou muito fã da trilha sonora desses westerns, especialmente do clima de tensão criado quase exclusivamente pela música.
O filme é bom. A busca implacável por justiça (ou vingança) confronta diretamente a realidade crua da humanidade, que assiste ao espetáculo do enforcamento, com o juiz encarnando a própria lei e todas as discussões que podem surgir a partir do que se entende por justiça.
Em alguns momentos, é perceptível no rosto do ator o espanto e a surpresa ao perceber que faz parte dessa engrenagem e que nada do que fizer fará diferença.
Gostei bastante do filme. Em muitos momentos, me senti como um espanhol entrando naquelas florestas densas, sem saber exatamente para onde ir, suando, com calor, doente, ouvindo os sons da mata.
Os diálogos são curtos, mas impactantes. Produzem um desconforto constante, uma sensação permanente de incerteza sobre o que vai acontecer.
Pensar que situações como aquela realmente aconteceram, em versões ainda mais selvagens, torna tudo mais perturbador.
Só fiquei triste porque o idioma era alemão; é estranho ver espanhóis falando alemão. Fora isso, perfeito.
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A Sniper Russa
3.8 81Filme visto em 22/02/2026, no Prime Video
Gostei principalmente das cenas de combate. Já o roteiro achei um pouco confuso com os momentos dela nos EUA; inclusive, considerei desnecessários, pois pouco acrescentam à história em si e poderiam ter sido mais resumidos.
A Estrada 47
3.3 160Filme visto em 22/02/2026, no Prime Video
A parte mais alta da minha nota vai para a ambientação, a fotografia, os uniformes e a temática da FEB.
Mas, para um filme que precisa de roteiro, desenvolvimento de personagens, clímax e um bom enredo, aqui deixou bastante a desejar. É muito arrastado, e o objetivo final é fraco, o que fez com que eu levasse mais tempo do que o habitual para terminar.
Ainda assim, vale assistir: entrega alguns poucos momentos interessantes.
Os Filhos da Guerra
4.6 41Filme visto em 02/11/2025, no Warflix.
Demorei para achar e fiquei muito feliz quando encontrei. Inclusive, aconselho todos os amantes de filmes do gênero a acompanhar e apoiar o canal Warflix.
Temos poucas produções que retratem a guerra pelo lado dos alemães. Os Filhos da Guerra consegue contar diferentes histórias de alemães durante o conflito, cada um idealizando a guerra antes de ela começar e, depois, vivenciando todos os males que ela provoca.
É fácil se colocar na pele de cada personagem e entender a situação complicada em que se encontram, assim como os traumas que desenvolvem.
As cenas de batalha, embora poucas, entregam bons momentos de ação. Mas calma: não compare com Band of Brothers. Aqui acompanhamos dois militares e três civis, o que pode parecer um pouco monótono para quem espera combate constante. Ainda assim, vale muito a pena.
A Última Linha de Defesa
3.8 5 Assista AgoraFilme visto em 21/02/2026, no Prime Video (canal Looke)
Brutal e profundamente dramático, é o tipo de filme de guerra que faz o espectador sentir na pele a dor, o medo, a dúvida e a adrenalina do combate, toda a sensação de caos que a guerra inevitavelmente provoca.
Um dos grandes problemas de muitos filmes do gênero é a criação de soldados idealizados, quase sobre-humanos e desprovidos de sentimentos. Aqui, felizmente, ocorre o oposto: os personagens são humanos, frágeis e marcados por suas próprias histórias, o que faz com que a gente se compadeça com eles.
As cenas de batalha são um caso à parte. Mesmo com o uso de câmera lenta em alguns trechos, elas impressionam pela intensidade e pelo impacto visual, conseguem transmitir a violência e a desorientação do campo de combate.
No fim, trata-se de um grande achado. Mais do que sequências de ação, o filme entrega o verdadeiro espírito confuso, desesperador e humano da guerra.
Ulysses
3.7 40 Assista AgoraFilme visto em 20/02/2026, no Prime Video (canal Looke)
Calmo, tranquilo, ritmo lento.
Boa entrada para aguardar a Odisseia de Nolan.
Adeus à Inocência
3.7 17Filme visto em 25/01/2026, no Prime Video (canal Looke)
Duas cenas do filme me chamaram bastante atenção.
A discussão sobre por que estamos lutando a guerra, esse confronto é para quem? Mostra como estamos presos a uma engrenagem e como a nossa liberdade não depende, de fato, de nós.
A cena em que ele mata o francês em uma das crateras e diz que vai enviar a carta para a família dele. Senti uma dor verdadeira ali.
A Marca da Forca
3.6 91 Assista AgoraFilme assistido em 01/02/2026, no Prime Video (canal Looke).
Resolvi ver porque havia lido que este foi o primeiro western de Clint filmado em território americano, após seu retorno da Itália. (algo assim)
Sou muito fã da trilha sonora desses westerns, especialmente do clima de tensão criado quase exclusivamente pela música.
O filme é bom. A busca implacável por justiça (ou vingança) confronta diretamente a realidade crua da humanidade, que assiste ao espetáculo do enforcamento, com o juiz encarnando a própria lei e todas as discussões que podem surgir a partir do que se entende por justiça.
Em alguns momentos, é perceptível no rosto do ator o espanto e a surpresa ao perceber que faz parte dessa engrenagem e que nada do que fizer fará diferença.
Aguirre, a Cólera dos Deuses
4.1 163Filme visto em 21/05/2025, na Filmoteca.
Gostei bastante do filme. Em muitos momentos, me senti como um espanhol entrando naquelas florestas densas, sem saber exatamente para onde ir, suando, com calor, doente, ouvindo os sons da mata.
Os diálogos são curtos, mas impactantes. Produzem um desconforto constante, uma sensação permanente de incerteza sobre o que vai acontecer.
Pensar que situações como aquela realmente aconteceram, em versões ainda mais selvagens, torna tudo mais perturbador.
Só fiquei triste porque o idioma era alemão; é estranho ver espanhóis falando alemão. Fora isso, perfeito.