É um deleite ver a Meryl Streep. Fato. Não só ela, também o carisma da Anne Hathaway, o talento do Tucci e a Blunt. Mas um filme um tanto arrastado. Com tantos anos dava para adaptar às questões "politicamente corretas", atualidade com a essência do filme. Talvez isso que contribuiu para deixar chato também. Pareceu mais uma tentativa de remake do que continuação O primeiro eu nem sei quantas vezes eu revi (e não tenho muita paciência para reassistir filmes), é um "confort movie".
Foi uma amiga que me indicou. E que história forte e fotografia linda. Independente de orientações sexuais, gêneros... é dilacerante ver determinadas questões na humanidade
A atuação da Mila capta o que pode ocorrer com umas vítimas de múltiplos traumas : às vezes não transparecer o impacto que tantas feridas carregam e a raiva, insatisfação de todo esse sistema, da descrença e questionamentos das pessoas, culpabilização sendo vítima, tendo que prestar esclarecimentos. Ela tem pouca ou às vezes nenhuma rede de apoio real - muito mais abusadores - e entende o sistema e parece ter e ser mais do que é e ao mesmo tempo se diminui em outros aspectos - quando tenta se encaixar pra sobreviver<br/>Acho que teria enriquecido mais o filme se tivesse mostrado momentos dela de vulnerabilidade e o lado mais leve dela (engraçado, simples...), momentos em crise depressiva (como isolamento, mais desleixada, choro, automutilação, crises de ansiedade, algum vício, pesadelos, flashbacks mais intensos, etc) que ninguém vê além daquela casca - embora existam diversas formas de manifestações de diversas construções psíquicas e é inspirador e trajetória de "heroína" ela se reinventar/ressignificar e continuar seguindo
Tem muitos méritos (fotografia, a ideia em si, atuações...), mas me incomodou e me causou mal estar (porque eu já estava também e acionou coisas) Mas gosto do diretor e principalmente da Emma Stone.
Marty não é ambicioso, é ganancioso. E egoísta, prepotente e diversos adjetivos. Chalamet é quem dá um pouco de carisma. É um ritmo que acompanha o conceito do cara obsessivo por vitória (seja pelo sonho, seja pelas mulheres que quer) e que derruba qualquer coisa, e em dinâmicas de explorações e destruições. Vi com meu irmão porque ele escolheu e também gosto do ator e foi uma boa distração.
Vi sem ter lido sobre, sem trailer... Porque gosto da Amanda e Sydney. Foi uma grata surpresa . Especialmente por tocar Cinnamon Girl da Lana e Since U Been Gone da Kelly Clarkson (meu lado Millenial grita rs) :D
Entendo perfeitamente as críticas de quem leu as HQs como as de Madame Teia, Morbius... Eu não me aprofundei, então pra mim o filme é OK - apesar de ter noção de alguns furos e problemas de execução - assisti mais como um filme de uma mulher que descobre dons que vão além do racional e conduz outras, assim é aceitável mais ou menos Cinema e artes em geral é às vezes é algo por algum motivo tocar em alguma parte sua, seja por alguma cena/cenas ou pela obra: achei legal a união com as meninas, a cena com a mãe dela, etc E eu gosto de umas bombas com a Dakota Então pra o meu momento foi uma boa distração * Isso eu digo porque já tive diversas frustrações de HQs e livros de diversos gêneros/autobiografias que vi adaptações estapafúrdias, seja por um trailer que promete muito, seja por furos... olhar de outra ótica pra frustração ser menor
Eu vi por acaso um edit no insta com o trecho dela cortando o cabelo e como gosto da Audrey, deu curiosidade. É um filme que tem ritmo lento e é justificável porque é o processo/conceito mesmo. Gosto de filmes que abordam a temática de fé e é importante ter o lado da razão. Me identifiquei com a personagem
Tem muita coisa ainda para ser abordada e ainda assim é um bom documentário. Do ponto de vista filosófico, psicológico, etc. Todo o universo tem muita riqueza nas camadas. Batman foi meu primeiro herói e tenho muita memória consumindo HQs e Filmes - mesmo antes de saber ler. E hoje mesmo adulta e não sendo muito do perfil de ter coisas, mas tenho algumas coisinhas dele
Que final doido! Mas é a Honey, né? E o Ethan. Eu já imaginava o que viria por conta de Drive Away Dolls. Eu gosto da Qualley, é uma das atrizes que gosto de ver, estando em bomba ou não. E achei uma boa química com a Plaza. Simpatizo com o Evans em algum grau também. É um filme com partes divertidas, bem nonsense e gore. Gosto de críticas a líderes especialmente religiosos.
Tenho uma amiga que disse que eu pareço o gato maluco (normalmente acham que pareço o Mestre dos Magos) por sumir às vezes e soltar alguma frase e sorrir. Fiquei com isso na cabeça. Aí apareceu um edit desse filme e me bateu a curiosidade. É interessante ver algo de 1915, pela estética. Embora toda a atmosfera por trás no que tange à dinâmica entre Alice e Carrol seja controversa e marcada por coisas pesadas.
Eu vi no cinema na época com algumas pessoas menos criteriosas que eu (e eu tolero até um nível de ser ruim tranquilamente), ninguém que tava comigo gostou e definitivamente foi uma das piores coisas que já vi na vida
Perturbador, artístico e triste Pesquisei sobre a história real e é devastador e assustador. Em alguns casos criminais as pessoas fazem recortes sociais (época, idade, contexto de abusos ou demais aspectos inseridos como relação com fé e relações de poder, classe social, gênero, etc) e entendo que houve h0m0f0b1a e nada justifica crime Pelo que li, a Pauline ficou profundamente arrependida - o que é atípico em casos criminais. Só que foi de extrema crueldade... Juliet virou escritora prestigiada de histórias de crimes. Ambas encontraram refúgio na religião e literatura.
É um filme pungente e que me toca em várias camadas. Tem uma mensagem bacana sobre honestidade, motivações de comportamentos, relações interpessoais (familiares e afetivas), religião/fé... Conheço a trajetória do Fraser e foi merecida a chance.
Forte, pesado, cheio de abusos. Ambas precisavam de suporte psiquiátrico e psicológico... O namorado Nick é bizarro, pervertido... O pai também estranho de certa forma... No entanto não justifica a romantização da Gypsy, da questão de matar e tal. Só que acho que é o caso de Síndrome de Munchausen por procuração junto com o contexto social mais extremo que já vi
Um pouco melhor que os outros dois. Os outros 2 foram baseados nas versões deles nos autos, então obviamente era um tentando manchar a imagem do outro com base em orientações de advogados especialistas em Penal. E o pior: sujar a imagem dos pais dela. Assisto como um momento de catarse, para sentir raiva de criminoso mesmo. E tentar entender para autoproteção (porque eu sou meio ingênua) de gente assim (se bem que nem a mãe dela que era profissional conseguiu) Não tem justificativa para essa crueldade, SE fosse o caso... Ah, famílias disfuncionais há aos montes por aí... Proibição de namoro ou os pais (ou um dos) não gostarem também é comum. O pai dos Cravinhos já falou mal das vítimas, os criminosos também falaram... de mentir e botar a sexualidade da mãe em pauta, de mentir abusos s*xu*is... Jogos baixos.
É de vomitar ver esse caso, achei o documentário ruim e nem consegui ver tudo, fui vendo os pedaços... O que eu sei é a maldade de uma madrasta e do próprio pai com uma criança de 5 anos. Já tinha visto sobre, inclusive com a própria perita Rosangela Monteiro (que sou fã) e era bem melhor. Nenhuma mãe merece essa dor. Não consigo nem mensurar...
O filme não é uma obra prima, porém a premissa é boa. "amores" que começam com cheios de filtros e trocas de interesses, beirando o comercial. Muitas exigências inclusive acima do que a pessoa tem de fato a oferecer e muitos sem sequer abrir brechas pra tolerar. Ou mesmo que tenha numa troca justa, ainda assim é raso. A maioria das pessoas fazem isso. Só que o amor é mais simples: a gente simplesmente sente. Algumas podem viver a vida toda achando que é amor. Quando falo isso, não é demonizando as escolhas, pois cada um sabe de si. O filme traz um pouco das pressões aos homens e mulheres e até de relação homoafetiva e frustrações, a visão "cardápio afetivo". Pincela sobre agressão e perseguição, frustração profissional e afetiva (interpessoal). Quem sou eu comparada a Song? Mas eu modificaria algumas coisas, como ter pelo menos uma passagem de tempo mostrando alguma mudança no John, porque ele soa acomodado. E ela entendendo que as coisas são mais que o amor materialista e o romântico, pois com o Harry eram requisitos de checklist e com o John, tinha algo de um costume ao caos além do amor Entretanto achei umas coisas legais, tipo a diferença entre enquadramento entre a Lucy (engraçado que ela também se chama Lucy em "Am I OK?") e o Harry e a Lucy e o John. Gosto dos atores (a Dakota, por exemplo, faz umas bombas e mesmo assim gosto dela) e gostei da personagem ter autoconhecimento e ser uma romântica lúcida. Seja pela construção familiar, experiência e pelo próprio cargo (endurecida pela convivência e as atribuições práticas de checklist sociocultural e futilidades dos clientes)
Tem uma fotografia bonita, o figurino também... As atuações são boas, em especial o carisma da Keira e do Matthew Gostei e desgostei do Mr. Darcy e da Elizabeth... Entendo o recorte da época e contexto sociocultural, mas acho que foi romantizado demais o fato dele humilhar ela. Apesar de também entender o paralelo com o Orgulho de um e Preconceito do outro
O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio
3.1 745 Assista AgoraSarah Connor >>>>>>>>>>>>> all
O Diabo Veste Prada 2
3.3 445 Assista AgoraÉ um deleite ver a Meryl Streep. Fato. Não só ela, também o carisma da Anne Hathaway, o talento do Tucci e a Blunt.
Mas um filme um tanto arrastado.
Com tantos anos dava para adaptar às questões "politicamente corretas", atualidade com a essência do filme. Talvez isso que contribuiu para deixar chato também. Pareceu mais uma tentativa de remake do que continuação
O primeiro eu nem sei quantas vezes eu revi (e não tenho muita paciência para reassistir filmes), é um "confort movie".
Elisa & Marcela
4.1 191 Assista AgoraFoi uma amiga que me indicou. E que história forte e fotografia linda.
Independente de orientações sexuais, gêneros... é dilacerante ver determinadas questões na humanidade
Uma Garota de Muita Sorte
3.5 309 Assista AgoraÉ um filme muito forte, muito pesado, que pode dar muitos gatilhos. Mas é um filme necessário.<br/>
A atuação da Mila capta o que pode ocorrer com umas vítimas de múltiplos traumas : às vezes não transparecer o impacto que tantas feridas carregam e a raiva, insatisfação de todo esse sistema, da descrença e questionamentos das pessoas, culpabilização sendo vítima, tendo que prestar esclarecimentos. Ela tem pouca ou às vezes nenhuma rede de apoio real - muito mais abusadores - e entende o sistema e parece ter e ser mais do que é e ao mesmo tempo se diminui em outros aspectos - quando tenta se encaixar pra sobreviver<br/>Acho que teria enriquecido mais o filme se tivesse mostrado momentos dela de vulnerabilidade e o lado mais leve dela (engraçado, simples...), momentos em crise depressiva (como isolamento, mais desleixada, choro, automutilação, crises de ansiedade, algum vício, pesadelos, flashbacks mais intensos, etc) que ninguém vê além daquela casca - embora existam diversas formas de manifestações de diversas construções psíquicas e é inspirador e trajetória de "heroína" ela se reinventar/ressignificar e continuar seguindo
Bugonia
3.6 569 Assista AgoraTem muitos méritos (fotografia, a ideia em si, atuações...), mas me incomodou e me causou mal estar (porque eu já estava também e acionou coisas)
Mas gosto do diretor e principalmente da Emma Stone.
Marty Supreme
3.6 382 Assista AgoraMarty não é ambicioso, é ganancioso. E egoísta, prepotente e diversos adjetivos.
Chalamet é quem dá um pouco de carisma.
É um ritmo que acompanha o conceito do cara obsessivo por vitória (seja pelo sonho, seja pelas mulheres que quer) e que derruba qualquer coisa, e em dinâmicas de explorações e destruições.
Vi com meu irmão porque ele escolheu e também gosto do ator e foi uma boa distração.
A Empregada
3.4 670 Assista AgoraVi sem ter lido sobre, sem trailer... Porque gosto da Amanda e Sydney. Foi uma grata surpresa . Especialmente por tocar Cinnamon Girl da Lana e Since U Been Gone da Kelly Clarkson (meu lado Millenial grita rs) :D
Andrew apanhou foi pouco e muito bom a Millie contra homens abusivos
Madame Teia
2.1 388 Assista AgoraEntendo perfeitamente as críticas de quem leu as HQs como as de Madame Teia, Morbius... Eu não me aprofundei, então pra mim o filme é OK - apesar de ter noção de alguns furos e problemas de execução - assisti mais como um filme de uma mulher que descobre dons que vão além do racional e conduz outras, assim é aceitável mais ou menos
Cinema e artes em geral é às vezes é algo por algum motivo tocar em alguma parte sua, seja por alguma cena/cenas ou pela obra: achei legal a união com as meninas, a cena com a mãe dela, etc
E eu gosto de umas bombas com a Dakota
Então pra o meu momento foi uma boa distração
* Isso eu digo porque já tive diversas frustrações de HQs e livros de diversos gêneros/autobiografias que vi adaptações estapafúrdias, seja por um trailer que promete muito, seja por furos... olhar de outra ótica pra frustração ser menor
Uma Cruz à Beira do Abismo
4.1 90Eu vi por acaso um edit no insta com o trecho dela cortando o cabelo e como gosto da Audrey, deu curiosidade.
É um filme que tem ritmo lento e é justificável porque é o processo/conceito mesmo.
Gosto de filmes que abordam a temática de fé e é importante ter o lado da razão.
Me identifiquei com a personagem
Batman Desmascarado: A Psicologia do Cavaleiro das Trevas
4.0 62Tem muita coisa ainda para ser abordada e ainda assim é um bom documentário. Do ponto de vista filosófico, psicológico, etc. Todo o universo tem muita riqueza nas camadas.
Batman foi meu primeiro herói e tenho muita memória consumindo HQs e Filmes - mesmo antes de saber ler. E hoje mesmo adulta e não sendo muito do perfil de ter coisas, mas tenho algumas coisinhas dele
Amigas de Colégio
3.4 223 Assista AgoraCom certeza a série "Everything Sucks!" se inspirou no filme
A Redoma de Vidro
3.2 10Sylvia 💟
Honey, Não!
2.4 78 Assista AgoraQue final doido! Mas é a Honey, né? E o Ethan. Eu já imaginava o que viria por conta de Drive Away Dolls.
Eu gosto da Qualley, é uma das atrizes que gosto de ver, estando em bomba ou não. E achei uma boa química com a Plaza. Simpatizo com o Evans em algum grau também.
É um filme com partes divertidas, bem nonsense e gore. Gosto de críticas a líderes especialmente religiosos.
Alice no País das Maravilhas
4.0 10 Assista AgoraTenho uma amiga que disse que eu pareço o gato maluco (normalmente acham que pareço o Mestre dos Magos) por sumir às vezes e soltar alguma frase e sorrir. Fiquei com isso na cabeça. Aí apareceu um edit desse filme e me bateu a curiosidade.
É interessante ver algo de 1915, pela estética. Embora toda a atmosfera por trás no que tange à dinâmica entre Alice e Carrol seja controversa e marcada por coisas pesadas.
From the River to the Sea
4.5 16Necessário
Cada um Tem a Gêmea que Merece
2.4 1,9KEu vi no cinema na época com algumas pessoas menos criteriosas que eu (e eu tolero até um nível de ser ruim tranquilamente), ninguém que tava comigo gostou e definitivamente foi uma das piores coisas que já vi na vida
Almas Gêmeas
3.8 440Perturbador, artístico e triste
Pesquisei sobre a história real e é devastador e assustador. Em alguns casos criminais as pessoas fazem recortes sociais (época, idade, contexto de abusos ou demais aspectos inseridos como relação com fé e relações de poder, classe social, gênero, etc) e entendo que houve h0m0f0b1a e nada justifica crime
Pelo que li, a Pauline ficou profundamente arrependida - o que é atípico em casos criminais. Só que foi de extrema crueldade... Juliet virou escritora prestigiada de histórias de crimes. Ambas encontraram refúgio na religião e literatura.
A Baleia
4.0 1,2K Assista AgoraÉ um filme pungente e que me toca em várias camadas. Tem uma mensagem bacana sobre honestidade, motivações de comportamentos, relações interpessoais (familiares e afetivas), religião/fé...
Conheço a trajetória do Fraser e foi merecida a chance.
Mamãe Morta e Querida
4.0 122 Assista AgoraForte, pesado, cheio de abusos. Ambas precisavam de suporte psiquiátrico e psicológico... O namorado Nick é bizarro, pervertido... O pai também estranho de certa forma...
No entanto não justifica a romantização da Gypsy, da questão de matar e tal. Só que acho que é o caso de Síndrome de Munchausen por procuração junto com o contexto social mais extremo que já vi
A Menina que Matou os Pais: A Confissão
3.1 228 Assista AgoraUm pouco melhor que os outros dois. Os outros 2 foram baseados nas versões deles nos autos, então obviamente era um tentando manchar a imagem do outro com base em orientações de advogados especialistas em Penal. E o pior: sujar a imagem dos pais dela.
Assisto como um momento de catarse, para sentir raiva de criminoso mesmo. E tentar entender para autoproteção (porque eu sou meio ingênua) de gente assim (se bem que nem a mãe dela que era profissional conseguiu)
Não tem justificativa para essa crueldade, SE fosse o caso... Ah, famílias disfuncionais há aos montes por aí... Proibição de namoro ou os pais (ou um dos) não gostarem também é comum.
O pai dos Cravinhos já falou mal das vítimas, os criminosos também falaram... de mentir e botar a sexualidade da mãe em pauta, de mentir abusos s*xu*is... Jogos baixos.
Isabella: O Caso Nardoni
3.1 146É de vomitar ver esse caso, achei o documentário ruim e nem consegui ver tudo, fui vendo os pedaços... O que eu sei é a maldade de uma madrasta e do próprio pai com uma criança de 5 anos.
Já tinha visto sobre, inclusive com a própria perita Rosangela Monteiro (que sou fã) e era bem melhor.
Nenhuma mãe merece essa dor. Não consigo nem mensurar...
Amores Materialistas
3.1 407 Assista AgoraO filme não é uma obra prima, porém a premissa é boa. "amores" que começam com cheios de filtros e trocas de interesses, beirando o comercial. Muitas exigências inclusive acima do que a pessoa tem de fato a oferecer e muitos sem sequer abrir brechas pra tolerar. Ou mesmo que tenha numa troca justa, ainda assim é raso. A maioria das pessoas fazem isso. Só que o amor é mais simples: a gente simplesmente sente.
Algumas podem viver a vida toda achando que é amor.
Quando falo isso, não é demonizando as escolhas, pois cada um sabe de si.
O filme traz um pouco das pressões aos homens e mulheres e até de relação homoafetiva e frustrações, a visão "cardápio afetivo". Pincela sobre agressão e perseguição, frustração profissional e afetiva (interpessoal).
Quem sou eu comparada a Song? Mas eu modificaria algumas coisas, como ter pelo menos uma passagem de tempo mostrando alguma mudança no John, porque ele soa acomodado. E ela entendendo que as coisas são mais que o amor materialista e o romântico, pois com o Harry eram requisitos de checklist e com o John, tinha algo de um costume ao caos além do amor
Entretanto achei umas coisas legais, tipo a diferença entre enquadramento entre a Lucy (engraçado que ela também se chama Lucy em "Am I OK?") e o Harry e a Lucy e o John.
Gosto dos atores (a Dakota, por exemplo, faz umas bombas e mesmo assim gosto dela) e gostei da personagem ter autoconhecimento e ser uma romântica lúcida. Seja pela construção familiar, experiência e pelo próprio cargo (endurecida pela convivência e as atribuições práticas de checklist sociocultural e futilidades dos clientes)
Viúva Negra
3.5 1,0K Assista AgoraNatasha Romanoff 🤍
Faltou muito da história e ela merecia mais
Como é bom ver Scarlett, Rachel...
Orgulho e Preconceito
4.2 2,8K Assista AgoraTem uma fotografia bonita, o figurino também... As atuações são boas, em especial o carisma da Keira e do Matthew
Gostei e desgostei do Mr. Darcy e da Elizabeth... Entendo o recorte da época e contexto sociocultural, mas acho que foi romantizado demais o fato dele humilhar ela. Apesar de também entender o paralelo com o Orgulho de um e Preconceito do outro