Momento “personagem do Leonardo DiCaprio apontando pra tela de televisão, no filme ‘Era Uma Vez... Em Hollywood’”, quando tocou um trecho musical que também é o da vinheta da empresa de entretenimento Regency. Cabeça quase explodiu nessa hora. 😄
O grande lance é como arremata... Acho que faz muito bem utilizando o que foi exposto ou deixado mais sutilmente ao longo da viagem.
Filme com jeito de roteirização de uma base no pessoal real (Uma ou mais experiências, talvez)... Mais perto do fim, eu imaginei como peça teatral e que também caberia.
de vários momentos de mar - de possibilidades, de efusividade - pra um momento de piscina - como um retrato do tamanho da falta, do que foi o seguir adiante com o que sobrou.
Coube na minha experiência com o filme esse mar como um símbolo do próprio Rubens Paiva.
A abertura com Eunice flutuando após nadar e o som de helicóptero militar me pegou demais no tempo depois da sessão... A interrupção do fluxo de um cotidiano, a busca durante anos, etc.
Jeitinho de episódio mais longo de uma série ou, se preferir assim, de reencontrar colegas de escola e ver quem já tem filhos, casou, etc.
Consegue trazer um pouco de tudo dos três primeiros... de personagens já conhecidos à média qualitativa. Curti os novatos do lado mais próximo ao Foley e, em especial, a “auto sabotagem” - com uma dose de metalinguagem sobre cinema dos anos 80/90 - em momentos com o Axel improvisando.
E uma quinta história? Não sinto a urgência. Como dizem ex-colegas que se vêem de novo: “Bora marcar!”. Falando mais sério: sobre essa quarta eu tinha uma curiosidade... já que estava prestes a ser contada. Se Um Tira da Pesada acaba aqui, tudo bem; a gente sabe disso, tem a imaginação correta a respeito de como mais ou menos continua... que a vida da galera vai adiante e é isso aí. Aquele sorriso final antes dos créditos... basta.
Tem aquilo que Richard Linklater entrega bem com uma dupla à disposição... numa junção de Comédia e Thriller que gerou em mim uma sensação de quero mais.
Direção, fotografia, montagem bastante generosas com as performances, deixando as coisas acontecerem no seu tempo.
Cada instante com Adria Arjona em destaque ressalta uma atuação refinada pra cada detalhe de sentimentos da personagem: receio, curiosidade... tesão, etc. Uma escalação acertadíssima.
Glen Powell crescendo bem o currículo dele e as demonstrações de potencial artístico. Talvez estejamos vendo o surgimento de um ótimo produtor e roteirista - ou, por enquanto, coprodutor e corroteirista, informações que me pegaram de surpresa ao ver os créditos de encerramento.
O que mais segura a onda na trama e me manteve curioso: como esse cara virou aquele interpretado pelo excelente Donald Sutherland? No fim das contas, as grandes respostas são mais sugestões e, infelizmente, num ritmo corrido e com saltos pra que quase tudo caiba dentro de um único filme - mas não sei ainda se deveriam ser dois.
Escalações do elenco mais velho simplesmente perfeitas. Viola Davis, Peter Dinklage... Muito, muito bons.
O filme tem o cenário perfeito de uma Detroit falida, tem boas sacadas pra refletir... mas fui sentindo que a suspensão de descrença solicitada é muita.
Chega uma hora em que o enredo de Noites Brutais só vai adiante por causa de burrice (Não tem outra palavra) de personagens sob ação de uma força do “roteirismo” como a justificativa pra que errem tanto. Foi o que me tirou bastante da imersão. Aí seria melhor repensar quase tudo e entregar um terrir, talvez, em vez de algo mais pé no chão somado a umas esquisitices? Talvez.
Saldo: primeiro terço ótimo; segundo terço intrigante, apesar de umas pisadas no freio (E achei de foder as primeiras decisões
Eu comentei que não pretendia ir além do primeiro filme, mas acabei assistindo ao segundo... horas depois. Sou um “completista” safado, então. Haha
Acabou pra mim. Eu juro.
Ver mais ação entretém um pouco melhor, já que há quase nada a dizer, mas a coisa toda ficou muito perto do nível do longa anterior. Continua surreal ver as assinaturas de três pessoas pra um roteiro desse.
É sobretudo um amontoado de template... indo de um Conan qualquer domando ave a líder de grupo rebelde quase declarando “Today, we are cancelling the apocalypse!” (Ok, nessa hora, eu ri por causa da semelhança).
Um pouco de Western básico, de Gladiador, de Fury Road, etc. Um pouco de quase tudo, mas muito de quase nada.
Três pessoas assinando o roteiro: surreal, claro. Há um nível grande de autoimportância no idealizador quando este diz que tem plano pra quatro ou seis filmes ao todo.
Em suma, meus olhos e ouvidos conseguiram acompanhar a primeira parte de Rebel Moon, pois achei suportável - e assisti a coisas muito piores que não dão a volta até o momento de ficarem boas -, mas não pretendo ir além desse primeiro contato. Que Zack Snyder encontre sua pílula vermelha - já que Matrix foi referenciado - e comece a despertar... se possível!
– Você ainda tem as chaves? – Sim. Sempre lembro do que você disse... sobre nunca jogá-las fora, sobre nunca... fechar as portas pra sempre. Eu me lembro. – Às vezes, mesmo quando se tem as chaves... essas portas... não podem ser abertas, não é? – E mesmo que a porta seja aberta, a pessoa que procura... talvez não esteja mais lá, Katya.
É como um adulto tentando nadar numa piscininha de plástico.
Em poucos minutos, um “cosplay de John Holmes” sendo mamado de maneira explícita... num momento capaz de chocar a família desatenta vendo tv na sala após o almoço de domingo (Hoje é sábado e não aconteceu comigo!). Logo é justificada uma classificação 18 anos, mas tal sinal de uma abordagem adulta - pra qualquer coisa que fosse dos vários minutos seguintes - morre no primeiro segundo depois do título do longa desaparecer.
E assim vamos... numa coleção de situações tão interessantes quanto um caminhar automático.
Decupagem pra aprender a como fazer melhor. Desenvolvimento monótono. Se existe alguma metáfora, PQP, a falha foi grande em demonstrar.
Talvez o próprio filme seja parte de um esquema de alguma organização lavando dinheiro. Não é possível eu pensar em algo mais, por enquanto, tampouco importaria a confirmação porque jamais revelaria um brilhantismo.
no mínimo, o policial que atirou em Carole é o mesmo homem da ligação em segredo; Carole sabia que Alex ficaria abalada ao crer no que ouviu e viu... a ponto de sair de verdade das atividades e do radar de qualquer um associado à Madrinha; o tempo longo sem contato foi necessário até o último grão de poeira baixar (Aliás, eu achei ótimos a escolha da música, os dedos entrelaçados, a câmera lenta no reencontro).
As Ladras foi um dos filmes que eu mais curti assistir em 2023. Gostei do que fizeram adaptando os quadrinhos “La Grande Odalisque”... e sinto que vou rever pela vibe boa, os toques cômicos. Às vezes, um tanto confuso na geografia da ação;
É mesmo um livro adaptado pra filme. Deu pra sentir cada minuto equivalente a diversas páginas... e, aliás, eu não tive problema algum com isso. Achei a história da Kya muito interessante.
Quanto ao desfecho do caso abordado em tribunal: apesar de não ter sentido que rolou um bom punch no momento do colar escondido num livro, depois lembrei da conversa com a equipe da editora e saquei que aquela fala da protagonista funcionou como um ponto explicativo. Ok. Mas, enfim, também levando em conta o excelente argumento final (acerca de horários, planejamento necessário, etc) do advogado da Kya diante do júri, o Tate como responsável - já que não houve acaso - faria mais sentido.
Ver - e não apenas imaginar - que Kya envelheceu em paz e como queria me agradou. Vale destacar a parte da mãe esperando a filha, no encerramento do filme: emocionante... e me fez pensar em quanta gente eu espero rever, se possível, quando for o momento.
De modo geral, eu penso que ficou numa média. Na parte prática do trabalho, por exemplo, que pegou uma boa fatia da duração do filme, não pareceram tão claros - pelo menos pra mim - o talento e as falhas (?) de cada um no escritório... porque a linguagem daquele mercado permaneceu hermética do início ao fim.
Quanto aos jogos por poder e o teatrinho em torno disto, coisa mais geral em ambientes profissionais, uma porção de bons momentos (como aquele no clube de strip, quando papel social de gênero apareceu bastante como um dos assuntos).
a exposição de um sujeito com suas vantagens (de hétero, branco, na faixa etária por volta dos 30, com bom suporte pra começar algo novo quando ele quis...) estremecendo tanto ao ver a companheira com algum destaque. Se tranquilamente ajoelha diante do chefe escroto e se declara devoto com juras de fidelidade, Luke é incapaz de levar numa boa Emily brincando a respeito de ele abaixar e chupá-la em troca de um cargo. Nesse ritmo, um livro (de coach) é quase o próprio pênis, enfim....
Sommersby: O Retorno de um Estranho
3.4 75 Assista AgoraMomento “personagem do Leonardo DiCaprio apontando pra tela de televisão, no filme ‘Era Uma Vez... Em Hollywood’”, quando tocou um trecho musical que também é o da vinheta da empresa de entretenimento Regency. Cabeça quase explodiu nessa hora. 😄
Papai
3.5 37O grande lance é como arremata... Acho que faz muito bem utilizando o que foi exposto ou deixado mais sutilmente ao longo da viagem.
Filme com jeito de roteirização de uma base no pessoal real (Uma ou mais experiências, talvez)... Mais perto do fim, eu imaginei como peça teatral e que também caberia.
Gilda
4.0 236 Assista AgoraPut the blame on Mame, boys
Put the blame on Mame... 🎶 ♥️
Ainda Estou Aqui
4.5 1,5K Assista AgoraA transição
de vários momentos de mar - de possibilidades, de efusividade - pra um momento de piscina - como um retrato do tamanho da falta, do que foi o seguir adiante com o que sobrou.
Coube na minha experiência com o filme esse mar como um símbolo do próprio Rubens Paiva.
A abertura com Eunice flutuando após nadar e o som de helicóptero militar me pegou demais no tempo depois da sessão... A interrupção do fluxo de um cotidiano, a busca durante anos, etc.
A Garota de Miller
2.3 153 Assista AgoraAcho que começou promissor e virou medíocre... o que é a coisa mais (Jonathan) Miller possível.
Um Tira da Pesada 4: Axel Foley
3.4 202 Assista AgoraJeitinho de episódio mais longo de uma série ou, se preferir assim, de reencontrar colegas de escola e ver quem já tem filhos, casou, etc.
Consegue trazer um pouco de tudo dos três primeiros... de personagens já conhecidos à média qualitativa. Curti os novatos do lado mais próximo ao Foley e, em especial, a “auto sabotagem” - com uma dose de metalinguagem sobre cinema dos anos 80/90 - em momentos com o Axel improvisando.
E uma quinta história? Não sinto a urgência. Como dizem ex-colegas que se vêem de novo: “Bora marcar!”. Falando mais sério: sobre essa quarta eu tinha uma curiosidade... já que estava prestes a ser contada. Se Um Tira da Pesada acaba aqui, tudo bem; a gente sabe disso, tem a imaginação correta a respeito de como mais ou menos continua... que a vida da galera vai adiante e é isso aí. Aquele sorriso final antes dos créditos... basta.
Assassino por Acaso
3.4 225Tem aquilo que Richard Linklater entrega bem com uma dupla à disposição... numa junção de Comédia e Thriller que gerou em mim uma sensação de quero mais.
Direção, fotografia, montagem bastante generosas com as performances, deixando as coisas acontecerem no seu tempo.
Cada instante com Adria Arjona em destaque ressalta uma atuação refinada pra cada detalhe de sentimentos da personagem: receio, curiosidade... tesão, etc. Uma escalação acertadíssima.
Glen Powell crescendo bem o currículo dele e as demonstrações de potencial artístico. Talvez estejamos vendo o surgimento de um ótimo produtor e roteirista - ou, por enquanto, coprodutor e corroteirista, informações que me pegaram de surpresa ao ver os créditos de encerramento.
E a “participação de Tilda Swinton”: Deus, que maravilhoso! Haha
Muito, muito agradável.
Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes
3.6 438 Assista AgoraO que mais segura a onda na trama e me manteve curioso: como esse cara virou aquele interpretado pelo excelente Donald Sutherland? No fim das contas, as grandes respostas são mais sugestões e, infelizmente, num ritmo corrido e com saltos pra que quase tudo caiba dentro de um único filme - mas não sei ainda se deveriam ser dois.
Escalações do elenco mais velho simplesmente perfeitas. Viola Davis, Peter Dinklage... Muito, muito bons.
Noites Brutais
3.4 1,2K Assista AgoraO filme tem o cenário perfeito de uma Detroit falida, tem boas sacadas pra refletir... mas fui sentindo que a suspensão de descrença solicitada é muita.
Chega uma hora em que o enredo de Noites Brutais só vai adiante por causa de burrice (Não tem outra palavra) de personagens sob ação de uma força do “roteirismo” como a justificativa pra que errem tanto. Foi o que me tirou bastante da imersão. Aí seria melhor repensar quase tudo e entregar um terrir, talvez, em vez de algo mais pé no chão somado a umas esquisitices? Talvez.
Saldo: primeiro terço ótimo; segundo terço intrigante, apesar de umas pisadas no freio (E achei de foder as primeiras decisões
do personagem do Justin Long depois que ele chegou à casa.
Rebel Moon - Parte 2: A Marcadora de Cicatrizes
2.6 144 Assista AgoraEu comentei que não pretendia ir além do primeiro filme, mas acabei assistindo ao segundo... horas depois. Sou um “completista” safado, então. Haha
Acabou pra mim. Eu juro.
Ver mais ação entretém um pouco melhor, já que há quase nada a dizer, mas a coisa toda ficou muito perto do nível do longa anterior. Continua surreal ver as assinaturas de três pessoas pra um roteiro desse.
Rebel Moon - Parte 1: A Menina do Fogo
2.6 328 Assista AgoraÉ sobretudo um amontoado de template... indo de um Conan qualquer domando ave a líder de grupo rebelde quase declarando “Today, we are cancelling the apocalypse!” (Ok, nessa hora, eu ri por causa da semelhança).
Um pouco de Western básico, de Gladiador, de Fury Road, etc. Um pouco de quase tudo, mas muito de quase nada.
Três pessoas assinando o roteiro: surreal, claro. Há um nível grande de autoimportância no idealizador quando este diz que tem plano pra quatro ou seis filmes ao todo.
Em suma, meus olhos e ouvidos conseguiram acompanhar a primeira parte de Rebel Moon, pois achei suportável - e assisti a coisas muito piores que não dão a volta até o momento de ficarem boas -, mas não pretendo ir além desse primeiro contato. Que Zack Snyder encontre sua pílula vermelha - já que Matrix foi referenciado - e comece a despertar... se possível!
Falsa Loura
3.0 153Aparências.
Os Anarquistas
2.8 39 Assista Agora“O filósofo diz que o mundo vai acabar assim... com uma alegria generalizada das pessoas pensando que é uma piada.”
Todos Menos Você
3.1 510 Assista Agora16 anos na classificação por causa de uns pelos pubianos e fenda interglútea (vulgo rego). Um teaser dos seios de Sydney Sweeney não conta.
Enfim, não há o incêndio que o principal pôster e outros materiais promocionais prometem... mas o filme entretém razoavelmente.
Todo mundo cantando no final
Dentro da Mente de um Gato
3.9 75 Assista AgoraInseri Istambul na minha meta de viagens.
Um Beijo Roubado
3.5 608 Assista Agora– Você ainda tem as chaves?
– Sim. Sempre lembro do que você disse... sobre nunca jogá-las fora, sobre nunca... fechar as portas pra sempre. Eu me lembro.
– Às vezes, mesmo quando se tem as chaves... essas portas... não podem ser abertas, não é?
– E mesmo que a porta seja aberta, a pessoa que procura... talvez não esteja mais lá, Katya.
Uma Voz nas Sombras
3.8 57 Assista AgoraCaminhou pra que “Mudança de Hábito” pudesse correr... Ótimos feel-good movies.
Advogado do Diabo
4.0 1,5K Assista AgoraCharlize linda até com os olhos quase saltando de tanto chorar.
Saltburn
3.5 932“Times New Roman”.
Ninguém Precisa Acreditar em Mim
2.0 6 Assista AgoraÉ como um adulto tentando nadar numa piscininha de plástico.
Em poucos minutos, um “cosplay de John Holmes” sendo mamado de maneira explícita... num momento capaz de chocar a família desatenta vendo tv na sala após o almoço de domingo (Hoje é sábado e não aconteceu comigo!). Logo é justificada uma classificação 18 anos, mas tal sinal de uma abordagem adulta - pra qualquer coisa que fosse dos vários minutos seguintes - morre no primeiro segundo depois do título do longa desaparecer.
E assim vamos... numa coleção de situações tão interessantes quanto um caminhar automático.
Decupagem pra aprender a como fazer melhor. Desenvolvimento monótono. Se existe alguma metáfora, PQP, a falha foi grande em demonstrar.
Talvez o próprio filme seja parte de um esquema de alguma organização lavando dinheiro. Não é possível eu pensar em algo mais, por enquanto, tampouco importaria a confirmação porque jamais revelaria um brilhantismo.
...
Assisti.
Nossos Parabéns ao Freitas
3.6 35Tiozão: O Filme.
As Ladras
3.2 73 Assista AgoraDurante a sessão, eu imaginando
os momentos engraçados da filmagem... Muito bom que acabaram entregando.
Minha conclusão sobre a conclusão:
no mínimo, o policial que atirou em Carole é o mesmo homem da ligação em segredo; Carole sabia que Alex ficaria abalada ao crer no que ouviu e viu... a ponto de sair de verdade das atividades e do radar de qualquer um associado à Madrinha; o tempo longo sem contato foi necessário até o último grão de poeira baixar (Aliás, eu achei ótimos a escolha da música, os dedos entrelaçados, a câmera lenta no reencontro).
As Ladras foi um dos filmes que eu mais curti assistir em 2023. Gostei do que fizeram adaptando os quadrinhos “La Grande Odalisque”... e sinto que vou rever pela vibe boa, os toques cômicos. Às vezes, um tanto confuso na geografia da ação;
não houve de fato necessidade de super piloto, por exemplo
Um Lugar Bem Longe Daqui
3.8 445 Assista AgoraÉ mesmo um livro adaptado pra filme. Deu pra sentir cada minuto equivalente a diversas páginas... e, aliás, eu não tive problema algum com isso. Achei a história da Kya muito interessante.
Quanto ao desfecho do caso abordado em tribunal: apesar de não ter sentido que rolou um bom punch no momento do colar escondido num livro, depois lembrei da conversa com a equipe da editora e saquei que aquela fala da protagonista funcionou como um ponto explicativo. Ok. Mas, enfim, também levando em conta o excelente argumento final (acerca de horários, planejamento necessário, etc) do advogado da Kya diante do júri, o Tate como responsável - já que não houve acaso - faria mais sentido.
O saldo eu considero bastante positivo.
Ver - e não apenas imaginar - que Kya envelheceu em paz e como queria me agradou. Vale destacar a parte da mãe esperando a filha, no encerramento do filme: emocionante... e me fez pensar em quanta gente eu espero rever, se possível, quando for o momento.
Jogo Justo
3.4 174 Assista AgoraDe modo geral, eu penso que ficou numa média. Na parte prática do trabalho, por exemplo, que pegou uma boa fatia da duração do filme, não pareceram tão claros - pelo menos pra mim - o talento e as falhas (?) de cada um no escritório... porque a linguagem daquele mercado permaneceu hermética do início ao fim.
Quanto aos jogos por poder e o teatrinho em torno disto, coisa mais geral em ambientes profissionais, uma porção de bons momentos (como aquele no clube de strip, quando papel social de gênero apareceu bastante como um dos assuntos).
O melhor de tudo, do roteiro às atuações:
a exposição de um sujeito com suas vantagens (de hétero, branco, na faixa etária por volta dos 30, com bom suporte pra começar algo novo quando ele quis...) estremecendo tanto ao ver a companheira com algum destaque. Se tranquilamente ajoelha diante do chefe escroto e se declara devoto com juras de fidelidade, Luke é incapaz de levar numa boa Emily brincando a respeito de ele abaixar e chupá-la em troca de um cargo. Nesse ritmo, um livro (de coach) é quase o próprio pênis, enfim....