Um drama criminal bem mais ou menos, que mistura algumas temáticas como conflitos familiares, redenção e violência. O destaque obviamente fica por conta do Ed Harris. Não conhecia nada do protagonista (Brian Presley), assim como do diretor (Ash Adams), mas esse último possui uma curiosidade: ele atuou no clássico A Nightmare on Elm Street de 84). Enfim, não vale muito o seu tempo, a menos que curta muito um gênero mais emocional psicológico de reconstrução pessoal com pouca ação explosiva.
Bom filme com o dublê de Terminator dos dias atuais. A trama não é grandes coisas, mas aceitável, porém o que interessa mesmo são as cenas de ação, tiroteios e explosões despretensiosas. E nesse conjunto, ele é competente. Não conheço muitas obras de Pierre Morel, mas dentro da proposta, não houve muito que desabonasse seu trabalho. O mesmo vale para Alison Brie. Já Christian Slater é uma carinha mais conhecida e assim como os demais, manteve o ritmo nivelado.
Enfim, é um filme de ação leve com tom de sátira, voltado ao entretenimento descompromissado.
É um típico pastelão comédia com algumas cenas de ação e algumas lutinhas. Foi interessante assistir na versão original (em francês) e ver como o eterno mestre das artes bailarinas marciais, ainda continua dando seus chutes, giratórias e voadoras. Vale por alguma nostalgia e pelo ator, que com quase 70 anos, continua em forma e na ativa.
Filme de ação misturando ficção com policial, além de nitidamente utilizar elementos das loucuras de Inception. A trama, apesar de relativamente interessante, como não poderia deixar de ser, é bem confusa e dependendo do ponto de vista, talvez até mal executada. O grande atrativo certamente fica por conta do elenco; Ben Affleck dispensa comentários e Alice Braga é conterrânea BR. Além disso, temos o sempre (ou quase) competente Robert Rodriguez na direção.
Enfim, não compensa muito, a menos que seja muito fanático pelo gênero loucura suprema sem muito sentido.
Um filme simples e interessante, mas pelo fato de transitar entre comédia e drama, além de possuir pouco mais de 2 horas, pode não agradar a todos os públicos. O clima envelhecido/nostálgico dos anos 70 é um atrativo a mais (para os saudosistas). Um elenco diferente, mas com uma boa química, com destaques é claro para Paul Giamatti, um grande ator, que esteve a frente de inúmeras obras, Dominic Sessa que eu só conhecia de Now You See Me: Now You Don't e a ótima Da'Vine Joy Randolph de alguns bons filmes também. Essa última, com super destaque, pois venceu o Oscar 2024 de Melhor Atriz Coadjuvante. Holdovers ainda teve indicações para as categorias de Melhor Filme, Melhor Ator (Paul Giamatti), Melhor Roteiro Original e Melhor Edição. Direção de Alexander Payne, que eu só conhecia de The Descendants, que focou bastante no desenvolvimento dos personagens e nas relações humanas com forte carga emocional.
Resumindo, tem suas particularidades, tem sentido, mas vai depender muito de suas preferências ou humor.
Um ótimo filme sobre um péssimo, mas necessário, tema. Caviezel apareceu em diversos trabalhos interessantes, como The Rock, Frequency, The Count of Monte Cristo, Deja Vu, etc. Já Alejandro Monteverde não dirigiu tanta coisa e foi a primeira vez que tive contato. Ambas (atuação/direção) foram bem competentes ao meu ver. E por se tratar de uma obra baseada em fatos reais, merecem ainda mais destaque. É um filme pesado, que foca mais na mensagem e no impacto emocional do que em ação em si (apesar de existir). A ideia é mais conscientizar sobre essa grave realidade, usando mais a narrativa como drama de fato (apesar de essencialmente nem precisar forçar, uma vez que o tema por si só já é extremamente dramático) Recomendo!
Comédia romântica muito legalzinha, principalmente com o envolvimento dos doguinhos. Pela filmografia, Lucy Hale só fez esse filme, já Grant Gustin é conhecido pelo Flash e outras séries. A interação do casal é levinha e bacana, o que deixa o filme bem agradável como um todo. A direção apesar de novata, foi bem competente.
Vale a conferida, para aqueles dias sem grandes pretensões.
Nada incrível, mas bem divertidinho. Uma baguncinha organizada entre comédia, slasher e viagens no tempo. Direção e principais atrizes são desconhecidos pra mim, mas cumpriram o suficiente pra entreter. Destaque razoável para algumas abordagens nostálgicas dos clássicos oitentistas.
Romance bem levinho com pitadas de propósitos, destinos, escolhas/decisões, etc. Foi interessante sob o ponto de vista da realidade alternativa que mostrou um certo caminho e a fez ir em busca daquela vida. Brant Daugherty aparece em diversas obras, mas só o vi em alguns dos Fifty Shades; Rachel Skarsten também fez bastante coisa, assim como Fifty Shades, mas a vi também em The Vow e até em um dos American Pie; já Brian Brough dirigiu diversos filmes que eu nunca passei perto, mas o curioso é que ele gosta mesmo de romance e filmes com temas natalinos, assim como o casal protagonista.
Enfim, só recomendo se não tiver nada melhor a sua disposição ou se realmente se interessar pelo gênero.
Ótimo drama baseado no livro Penguin Bloom: The Odd Little Bird Who Saved a Family, escrito por Bradley Trevor Greive e Cameron Bloom, e que também é baseado em fatos reais (com a própria família Bloom participando da produção). Apesar de estranho, foi bacana ver o Andrew numa temática bem distante do que nos acostumamos em TWD, e Naomi Watts passou muita emoção e veracidade dentro daquele contexto extremamente sofrido, mas ao mesmo tempo exaltando as superações, propósitos, conexões, motivações e esperanças de reconstrução. A ave foi a cereja do bolo pra todos esses ingredientes se completarem. Recomendo!
Musical que conta as origens do Willy dentro do universo fantasioso e extremamente doce da nossa conhecida Fantástica Fábrica de Chocolate. Atuações incríveis de Chalamet, Hugh Grant e da menina Noodle (Calah Lane). Tecnicamente um espetáculo visual e sonoro, assim como uma grande direção de Paul King. Apesar de não ser exatamente o meu gênero favorito, é uma grande obra, assim como as demais desse universo, que além de tudo, ainda transmite uma mensagem de luta contra corrupção, ganância e injustiças, mantendo a esperança sempre acima de tudo, pra provar que imaginação e bondade podem transformar o mundo.
Mais um filme baseado em algum jogo que teria tudo pra ser mais um fiasco, e que foi de certa forma, mas por outro lado, temos pontos interessantes, por incrível que pareça. Aqui temos uma história que realmente aconteceu na vida real, com um elenco bacana (na verdade, apenas Orlando Legolas Bloom e David Stranger Red Guardian Harbour, porque o protagonista mesmo, deixa quieto), efeitos sonoros e visuais incríveis, mas ainda assim, tudo foi relativamente cansativo, talvez pelo tempo excessivo. O legal é que diferente de outras adaptações, teve um tom mais realista e menos fantasioso. Até o próprio Jann Mardenborough participou como consultor e também atuou como dublê. Dirigido por Neill Blomkamp, que fez algumas coisas interessantes, como District 9, Elysium, Chappie, etc.
Não é horrível, mas vale a conferida mais pelos mais chegados aos jogos ou grandes aficionados pelo gênero.
E finalmente, quase 10 anos depois do pseudo piloto pra série que nunca saiu do papel e quase 40 depois do original, eis que temos mais um remake, agora mais atualizado e moderninho.
O grande lance aqui é a protagonista; é praticamente unânime que Chloë Moretz é bonitinha e normalzinha demais para o papel da nossa querida e totalmente fora da curva, Carrie. E isso por si só já é o bastante pra perdermos quase toda a crença na produção. Porém, em contraponto, temos Julianne Moore como sua mãe, o que trouxe um peso considerável pra esse papel (na minha opinião, a melhor Margaret White de todas, muito semelhante a versão do livro). Os outros personagens importantes não foram exatamente um destaque, mas o casal maléfico até que teve um desempenho bacaninha. A trama em si segue o padrão, mas apesar de atualizada, seguiu muita coisa da obra original e deu um ar até mais interessante pra Carrie, não deixando ela tão mondragona como sempre apresentaram. Óbvio também, que a modernidade da época, somado a um investimento razoável, facilitou muito a parte gráfica, efeitos, etc, principalmente no clímax do baile.
Em resumo, foi um remake bacana, bem competente, com pontos de destaque, que julgo estar acima dos outros, mas toda e qualquer obra sempre ficará na sombra pesada do clássico eterno.
Com isso, finalizamos mais uma franquia (essa nem tão grande). Esperamos com boa fé que deixem os clássicos imortais em paz e esforcem-se para criar novos ao invés de viverem tentando surfar, e passarem vergonha, na obra dos outros.
Passados 3 anos da famigerada (ou nem tanto) continuação, eis que surge um projeto mirabolante de um piloto para uma série da moça mais amável de todos os bailes sangrentos. Mas, devido a baixa audiência/recepção somados a questões financeiras contratuais, risco criativo e descaracterizações afora, a ideia foi engavetada e virou apenas um tipo de "what if?" no universo de Carrie. O fato é que apesar de muita gente torcer o nariz, essa versão é a mais fiel a obra literária do mestre King (com exceção do final, já que ele foi pensado pra seguir com episódios em série). O grande problema é que o baixo orçamento, somado a algumas atuações sofríveis, contribuíram pra que essa versão tenha aquele velho ar de fundo de quintal. Temos Angela Bettis fazendo uma Carrie bem estranha (!), talvez a mais bizarra de todas as versões e Patricia Clarkson como sua mãe, não ficando muito atrás, mas menos psicodélica. A direção/edição não deixa a desejar no baixo nível e consegue piorar quase tudo, mas confesso que gostei das cenas "originais" (não filmadas mas escritas), mesmo que tenham sido bem toscas, como por exemplo, a parte dos meteoros. Enfim, vale a pena para quem está se aventurando nesse mundo, para quem leu o livro e quer ver algo mais detalhado, etc, mas vá com a mente aberta e preparada para algo muito menos icônico que a versão de 76, servindo mais como complemento do que algo impactante.
23 anos depois do clássico, eis que surge uma sequência não oficial, tentando pegar carona na fama e nome do original, naquele velho estilo noventista que nos acostumamos a ver. Mas, apesar dessa realidade, temos alguns pontos razoáveis a elogiar aqui. Emily Bergl como protagonista, que inventaram ser parente da Carrie, até que foi bem aceitável. Tivemos Amy Irving, voltando ao papel de Sue Snell, a "amiga" que empresta o namorada pra Carrie, o que acaba contribuindo um pouco mais pro peso dessa pseudo continuação. E ainda houve tempo pro Finch (Eddie Kaye Thomas), de American Pie, fazer uma participação especial. A trama em si não é exatamente igual ao original, mas tem semelhanças, assim como suas próprias particularidades, como uma atualização para os meados dos anos 2000, com seus traumas e problemas sociais, rejeições, bullying, humilhações, etc, principalmente no ambiente escolar, com suas violências, culturas abusivas, entre outras bizarrices. Os efeitos são zoados, bem 90tão, com várias cenas bem malucas, câmeras insanas, edição duvidosa, músicas sinistras e excessos da época. Mas temos que destacar a cena da tatuagem, que ficou muito marcante. Enfim, não foi "uma continuação" incrível, mas tem seu charme meio cult, expandindo um pouco do legado de Carrie e servindo aos curiosos um pouco mais desse universo tele cinético macabro do mestre Stephen.
Mais um dos infinitos filmes do Liam, com quase sempre o mesmo roteiro. Não que seja ruim, mas é mais do mesmo, mudando esse ou aquele contexto, esse ou aquele cenário e essa ou aquela donzela/povoado em perigo esperando pra ser resgatada ou vingada. A fotografia aqui é um destaque, com paisagens isoladas da Irlanda, transmitindo um sentimento de desgaste emocional do "herói", que vinha de uma antiga vida violenta e moralmente pesada. Ao mesmo tempo, temos um embate não só físico, mas também ético, com justiça pessoal, responsabilidades, redenção e culpa. Tivemos tempo até para uma participação do Joffrey tosco de GoT, boas cenas com Kerry Condon e também com o peculiar Ciarán Hinds. Vale pelo imortal Neeson, mas não vai ser nada de incrível ou que você minimamente já não tenha assistido.
Clássico atemporal do grande Brian em cima da história sinistra do mestre King. Recentemente resolvi revisitar essas maravilhas (quatro ao todo) e aproveitei pra também ler a obra de 74. Nesse primeiro, temos Sissy Spacek no papel de Carietta White e Piper Laurie como sua mãe (curiosamente, ambas foram indicadas a Melhor Atriz e Melhor Atriz Coadjuvante, respectivamente, coisa bem rara pra esse gênero, principalmente naquela época). Ainda teve um John Tramóia no início de carreira fazendo Billy Nolan, mas sem grande entusiasmo. Nessa versão, se compararmos ao livro, temos algumas diferenças narrativas, principalmente quanto aos depoimentos, relatórios, artigos, etc, que vão sendo apresentados de maneira fragmentada ao longo do livro, enquanto no filme, isso não é abordado, sendo algo mais linear e cronológico. Temos também uma Carrie mais frágil e ingênua, comparada a "original", com a aparição dos poderes de forma mais instintiva e emocional. Sua mãe foi suavizada no filme, sendo bem menos violenta e fanática, por incrível que pareça. O climax, no baile, é semelhante, só perdendo quanto a expansão da tragédia, já que ficou praticamente confinada a escola. De forma geral, o livro é quase um estudo sobre violência, fanatismo, repressão, histeria/bulling coletiva e moral, etc, dentro da Telecinesia, enquanto que esse primeiro filme acaba sendo mais emocional e mais subjetivo. Ainda assim, foi uma bela obra que merece e muito ser conhecida pelos apreciadores do gênero, ou não, dos grandes clássicos.
Uma animação incrível que mostra boa parte da complexidade humana (que certamente deve ser apenas a superfície), com seus traumas, suas psicologias, suas transformações, evoluções e paradigmas de personalidade. Nos faz refletir que todas os sentimentos são essenciais para um aprendizado e crescimento emocional constante, em busca da perfeição que nunca alcançaremos. Tecnicamente é o espetáculo visual que a Pixar sempre nos proporciona e que com muito mérito conquistou o Oscar de melhor animação daquele ano. Uma obra essencial e obrigatória para todas as idades!
Um filme pesado, com um contexto histórico incrível. Excelente atuação do Don Máquina de Combate Cheadle (indicado ao Oscar), bem como outros nomes importantes como Joaquin Coringa Phoenix e até o clássico Nick Nolte. Apesar de ser, infelizmente, baseado em fatos reais, é utilizado um tom mais contido, menos sensacionalista, mesmo que tudo ainda seja bem violento, mas sem explicitar demais. A crítica foca muito na indiferença da comunidade internacional, especialmente das potências ocidentais, ONU, etc, que certamente falharam em agir de forma efetiva para impedir aquela barbárie.
Filme duro, mas extremamente necessário como memória histórica, criando um eterno alerta para que tragédias semelhantes sejam evitadas.
Marcado um dia desses, 09/05/20, mas resolvei reassistir porque tinha ele perdido aqui não sei porque e também porque eu não tinha comentado e tal.
Boa animação, com uma historinha bobinha, mas ainda assim naqueles moldes de perseverança infinita do Naruto. Aliás, fazia muito tempo que não assistia nada desse universo que deu até saudade dos fillers infinitos. #SQN A trilha sonora sempre bacana, muito marcante e presente aqui. Os gráficos/ambientação também ficaram bem legais com a neve, assim como as roupas deles. A violência também não foi poupada em alguns momentos.
Um ótimo filme episódico e contemplativo, com excelentes locações e fotografias incríveis dentro do universo mitológico, desértico, pós-apocalíptico brutal e implacável de Mad Max. Anya e Thor, como era de se esperar, entregam muito, assim como a marcante direção do acima da média George Miller, que é o mestre em manusear esse universo épico. Apesar do foco na construção da icônica personagem, pode confundir um pouco, por ser um prelúdio para Mad Max: Fury Road (2015). Mas de toda forma, com certeza vale o seu tempo.
Comédia romântica bem interessante e cheia de detalhes e profundidades, além de também ter sido bastante aclamada e premiada. Tem um elenco de peso, com ótimas atuações de Cooper, De Niro, Chris Tucker e a vencedora da estatueta máxima, Jennifer Lawrence. A trama prende a atenção muito pela naturalidade do aprendizado constante de se conviver com as falhas humanas, aceitando o caos e encontrando beleza nele.
Uma obra-prima musical atemporal que une humor e muita sátira com a própria indústria hollywoodiana, na era da transição tecnológica do cinema mudo para o falado. Gene Kelly, Donald O’Connor, Debbie Reynolds e Jean Hagen, com atuações espetaculares, e que certamente se encontraram e continuaram suas apresentações em outras galáxias e/ou planos transcendentais.
Assisti ontem em 3D na XD do Cinemark, e como foi com os anteriores em seus respectivos lançados, foi uma experiência incrível, um verdadeiro espetáculo visual. Aliás, falando nos anteriores, reassisti ambos em 4K nos últimos dias, então foram 6 horas neles e agora mais 3 do novo, o que realmente cria uma imersão absurda, tanto que o começo desse novo pareceu como se eu ainda estivesse assistindo o segundo, de tão fluída que foi a passagem e de tão vivo que estava na memória (foi realmente uma ótima ideia). Sobre o filme/roteiro em si, eu também compartilho do pensamento de alguns; esperava mais. Assim como foi incrível o primeiro e tudo novo no segundo (com exceção de algumas questões), esperei que no terceiro houvessem novidades mais importantes, mas acabou sendo realmente uma continuação do anterior, quase como sendo uma única coisa (pelo que li, era pra ter sido, mas acabou dividido, assim como foi no Matrix 2 e 3, semelhantemente), com diversos pontos sendo praticamente iguais, com mesmos personagens, mesmos inimigos, mesmas motivações e até conclusões. E por conta disso também, senti falta de novas críticas, como foram tão bem feitas nos anteriores. Enfim, tirando isso, o espetáculo visual é indescritível. Realmente uma experiência surreal, então seria impossível dizer que é ruim. É tão espetacular quanto os anteriores, mas é claro que o primeiro sempre terá o lugar mais alto, devido ao fato de ter sido o precursor dessa absurda imersão audiovisual.
Luta Pela Liberdade
2.7 16 Assista AgoraUm drama criminal bem mais ou menos, que mistura algumas temáticas como conflitos familiares, redenção e violência. O destaque obviamente fica por conta do Ed Harris. Não conhecia nada do protagonista (Brian Presley), assim como do diretor (Ash Adams), mas esse último possui uma curiosidade: ele atuou no clássico A Nightmare on Elm Street de 84).
Enfim, não vale muito o seu tempo, a menos que curta muito um gênero mais emocional psicológico de reconstrução pessoal com pouca ação explosiva.
Herói por Encomenda
2.5 49 Assista AgoraBom filme com o dublê de Terminator dos dias atuais.
A trama não é grandes coisas, mas aceitável, porém o que interessa mesmo são as cenas de ação, tiroteios e explosões despretensiosas. E nesse conjunto, ele é competente.
Não conheço muitas obras de Pierre Morel, mas dentro da proposta, não houve muito que desabonasse seu trabalho. O mesmo vale para Alison Brie. Já Christian Slater é uma carinha mais conhecida e assim como os demais, manteve o ritmo nivelado.
Enfim, é um filme de ação leve com tom de sátira, voltado ao entretenimento descompromissado.
O Jardineiro e a Lista da Morte
2.0 2 Assista AgoraÉ um típico pastelão comédia com algumas cenas de ação e algumas lutinhas.
Foi interessante assistir na versão original (em francês) e ver como o eterno mestre das artes bailarinas marciais, ainda continua dando seus chutes, giratórias e voadoras.
Vale por alguma nostalgia e pelo ator, que com quase 70 anos, continua em forma e na ativa.
Hypnotic: Ameaça Invisível
2.7 151 Assista AgoraFilme de ação misturando ficção com policial, além de nitidamente utilizar elementos das loucuras de Inception.
A trama, apesar de relativamente interessante, como não poderia deixar de ser, é bem confusa e dependendo do ponto de vista, talvez até mal executada. O grande atrativo certamente fica por conta do elenco; Ben Affleck dispensa comentários e Alice Braga é conterrânea BR. Além disso, temos o sempre (ou quase) competente Robert Rodriguez na direção.
Enfim, não compensa muito, a menos que seja muito fanático pelo gênero loucura suprema sem muito sentido.
Os Rejeitados
4.0 475 Assista AgoraUm filme simples e interessante, mas pelo fato de transitar entre comédia e drama, além de possuir pouco mais de 2 horas, pode não agradar a todos os públicos. O clima envelhecido/nostálgico dos anos 70 é um atrativo a mais (para os saudosistas).
Um elenco diferente, mas com uma boa química, com destaques é claro para Paul Giamatti, um grande ator, que esteve a frente de inúmeras obras, Dominic Sessa que eu só conhecia de Now You See Me: Now You Don't e a ótima Da'Vine Joy Randolph de alguns bons filmes também. Essa última, com super destaque, pois venceu o Oscar 2024 de Melhor Atriz Coadjuvante.
Holdovers ainda teve indicações para as categorias de Melhor Filme, Melhor Ator (Paul Giamatti), Melhor Roteiro Original e Melhor Edição.
Direção de Alexander Payne, que eu só conhecia de The Descendants, que focou bastante no desenvolvimento dos personagens e nas relações humanas com forte carga emocional.
Resumindo, tem suas particularidades, tem sentido, mas vai depender muito de suas preferências ou humor.
Som da Liberdade
3.8 510 Assista AgoraUm ótimo filme sobre um péssimo, mas necessário, tema.
Caviezel apareceu em diversos trabalhos interessantes, como The Rock, Frequency,
The Count of Monte Cristo, Deja Vu, etc. Já Alejandro Monteverde não dirigiu tanta coisa e foi a primeira vez que tive contato. Ambas (atuação/direção) foram bem competentes ao meu ver. E por se tratar de uma obra baseada em fatos reais, merecem ainda mais destaque.
É um filme pesado, que foca mais na mensagem e no impacto emocional do que em ação em si (apesar de existir). A ideia é mais conscientizar sobre essa grave realidade, usando mais a narrativa como drama de fato (apesar de essencialmente nem precisar forçar, uma vez que o tema por si só já é extremamente dramático)
Recomendo!
Pais de Pets
3.2 69 Assista AgoraComédia romântica muito legalzinha, principalmente com o envolvimento dos doguinhos.
Pela filmografia, Lucy Hale só fez esse filme, já Grant Gustin é conhecido pelo Flash e outras séries. A interação do casal é levinha e bacana, o que deixa o filme bem agradável como um todo.
A direção apesar de novata, foi bem competente.
Vale a conferida, para aqueles dias sem grandes pretensões.
Dezesseis Facadas
3.2 456Nada incrível, mas bem divertidinho. Uma baguncinha organizada entre comédia, slasher e viagens no tempo. Direção e principais atrizes são desconhecidos pra mim, mas cumpriram o suficiente pra entreter. Destaque razoável para algumas abordagens nostálgicas dos clássicos oitentistas.
Amor Além da Vida
2.9 11 Assista AgoraRomance bem levinho com pitadas de propósitos, destinos, escolhas/decisões, etc. Foi interessante sob o ponto de vista da realidade alternativa que mostrou um certo caminho e a fez ir em busca daquela vida.
Brant Daugherty aparece em diversas obras, mas só o vi em alguns dos Fifty Shades; Rachel Skarsten também fez bastante coisa, assim como Fifty Shades, mas a vi também em The Vow e até em um dos American Pie; já Brian Brough dirigiu diversos filmes que eu nunca passei perto, mas o curioso é que ele gosta mesmo de romance e filmes com temas natalinos, assim como o casal protagonista.
Enfim, só recomendo se não tiver nada melhor a sua disposição ou se realmente se interessar pelo gênero.
Um Milagre Inesperado
3.6 55 Assista AgoraÓtimo drama baseado no livro Penguin Bloom: The Odd Little Bird Who Saved a Family, escrito por Bradley Trevor Greive e Cameron Bloom, e que também é baseado em fatos reais (com a própria família Bloom participando da produção).
Apesar de estranho, foi bacana ver o Andrew numa temática bem distante do que nos acostumamos em TWD, e Naomi Watts passou muita emoção e veracidade dentro daquele contexto extremamente sofrido, mas ao mesmo tempo exaltando as superações, propósitos, conexões, motivações e esperanças de reconstrução. A ave foi a cereja do bolo pra todos esses ingredientes se completarem.
Recomendo!
Wonka
3.4 457 Assista AgoraMusical que conta as origens do Willy dentro do universo fantasioso e extremamente doce da nossa conhecida Fantástica Fábrica de Chocolate.
Atuações incríveis de Chalamet, Hugh Grant e da menina Noodle (Calah Lane). Tecnicamente um espetáculo visual e sonoro, assim como uma grande direção de Paul King.
Apesar de não ser exatamente o meu gênero favorito, é uma grande obra, assim como as demais desse universo, que além de tudo, ainda transmite uma mensagem de luta contra corrupção, ganância e injustiças, mantendo a esperança sempre acima de tudo, pra provar que imaginação e bondade podem transformar o mundo.
Gran Turismo: De Jogador a Corredor
3.6 226 Assista AgoraMais um filme baseado em algum jogo que teria tudo pra ser mais um fiasco, e que foi de certa forma, mas por outro lado, temos pontos interessantes, por incrível que pareça.
Aqui temos uma história que realmente aconteceu na vida real, com um elenco bacana (na verdade, apenas Orlando Legolas Bloom e David Stranger Red Guardian Harbour, porque o protagonista mesmo, deixa quieto), efeitos sonoros e visuais incríveis, mas ainda assim, tudo foi relativamente cansativo, talvez pelo tempo excessivo.
O legal é que diferente de outras adaptações, teve um tom mais realista e menos fantasioso. Até o próprio Jann Mardenborough participou como consultor e também atuou como dublê.
Dirigido por Neill Blomkamp, que fez algumas coisas interessantes, como District 9, Elysium, Chappie, etc.
Não é horrível, mas vale a conferida mais pelos mais chegados aos jogos ou grandes aficionados pelo gênero.
Carrie, a Estranha
2.8 3,5K Assista AgoraE finalmente, quase 10 anos depois do pseudo piloto pra série que nunca saiu do papel e quase 40 depois do original, eis que temos mais um remake, agora mais atualizado e moderninho.
O grande lance aqui é a protagonista; é praticamente unânime que Chloë Moretz é bonitinha e normalzinha demais para o papel da nossa querida e totalmente fora da curva, Carrie. E isso por si só já é o bastante pra perdermos quase toda a crença na produção. Porém, em contraponto, temos Julianne Moore como sua mãe, o que trouxe um peso considerável pra esse papel (na minha opinião, a melhor Margaret White de todas, muito semelhante a versão do livro). Os outros personagens importantes não foram exatamente um destaque, mas o casal maléfico até que teve um desempenho bacaninha.
A trama em si segue o padrão, mas apesar de atualizada, seguiu muita coisa da obra original e deu um ar até mais interessante pra Carrie, não deixando ela tão mondragona como sempre apresentaram. Óbvio também, que a modernidade da época, somado a um investimento razoável, facilitou muito a parte gráfica, efeitos, etc, principalmente no clímax do baile.
Em resumo, foi um remake bacana, bem competente, com pontos de destaque, que julgo estar acima dos outros, mas toda e qualquer obra sempre ficará na sombra pesada do clássico eterno.
Com isso, finalizamos mais uma franquia (essa nem tão grande). Esperamos com boa fé que deixem os clássicos imortais em paz e esforcem-se para criar novos ao invés de viverem tentando surfar, e passarem vergonha, na obra dos outros.
1976 - Carrie (10)
2013 - Carrie (8)
2002 - Carrie (7)
1999 - The Rage: Carrie 2 (6)
Carrie, a Estranha
3.1 624 Assista AgoraPassados 3 anos da famigerada (ou nem tanto) continuação, eis que surge um projeto mirabolante de um piloto para uma série da moça mais amável de todos os bailes sangrentos. Mas, devido a baixa audiência/recepção somados a questões financeiras contratuais, risco criativo e descaracterizações afora, a ideia foi engavetada e virou apenas um tipo de "what if?" no universo de Carrie.
O fato é que apesar de muita gente torcer o nariz, essa versão é a mais fiel a obra literária do mestre King (com exceção do final, já que ele foi pensado pra seguir com episódios em série).
O grande problema é que o baixo orçamento, somado a algumas atuações sofríveis, contribuíram pra que essa versão tenha aquele velho ar de fundo de quintal. Temos Angela Bettis fazendo uma Carrie bem estranha (!), talvez a mais bizarra de todas as versões e Patricia Clarkson como sua mãe, não ficando muito atrás, mas menos psicodélica.
A direção/edição não deixa a desejar no baixo nível e consegue piorar quase tudo, mas confesso que gostei das cenas "originais" (não filmadas mas escritas), mesmo que tenham sido bem toscas, como por exemplo, a parte dos meteoros.
Enfim, vale a pena para quem está se aventurando nesse mundo, para quem leu o livro e quer ver algo mais detalhado, etc, mas vá com a mente aberta e preparada para algo muito menos icônico que a versão de 76, servindo mais como complemento do que algo impactante.
1976 - Carrie (10)
2002 - Carrie (7)
1999 - The Rage: Carrie 2 (6)
A Maldição de Carrie
2.5 164 Assista Agora23 anos depois do clássico, eis que surge uma sequência não oficial, tentando pegar carona na fama e nome do original, naquele velho estilo noventista que nos acostumamos a ver. Mas, apesar dessa realidade, temos alguns pontos razoáveis a elogiar aqui. Emily Bergl como protagonista, que inventaram ser parente da Carrie, até que foi bem aceitável. Tivemos Amy Irving, voltando ao papel de Sue Snell, a "amiga" que empresta o namorada pra Carrie, o que acaba contribuindo um pouco mais pro peso dessa pseudo continuação. E ainda houve tempo pro Finch (Eddie Kaye Thomas), de American Pie, fazer uma participação especial.
A trama em si não é exatamente igual ao original, mas tem semelhanças, assim como suas próprias particularidades, como uma atualização para os meados dos anos 2000, com seus traumas e problemas sociais, rejeições, bullying, humilhações, etc, principalmente no ambiente escolar, com suas violências, culturas abusivas, entre outras bizarrices.
Os efeitos são zoados, bem 90tão, com várias cenas bem malucas, câmeras insanas, edição duvidosa, músicas sinistras e excessos da época. Mas temos que destacar a cena da tatuagem, que ficou muito marcante.
Enfim, não foi "uma continuação" incrível, mas tem seu charme meio cult, expandindo um pouco do legado de Carrie e servindo aos curiosos um pouco mais desse universo tele cinético macabro do mestre Stephen.
1976 - Carrie (10)
1999 - The Rage: Carrie 2 (6)
Na Terra de Santos e Pecadores
3.1 76 Assista AgoraMais um dos infinitos filmes do Liam, com quase sempre o mesmo roteiro. Não que seja ruim, mas é mais do mesmo, mudando esse ou aquele contexto, esse ou aquele cenário e essa ou aquela donzela/povoado em perigo esperando pra ser resgatada ou vingada.
A fotografia aqui é um destaque, com paisagens isoladas da Irlanda, transmitindo um sentimento de desgaste emocional do "herói", que vinha de uma antiga vida violenta e moralmente pesada. Ao mesmo tempo, temos um embate não só físico, mas também ético, com justiça pessoal, responsabilidades, redenção e culpa.
Tivemos tempo até para uma participação do Joffrey tosco de GoT, boas cenas com Kerry Condon e também com o peculiar Ciarán Hinds.
Vale pelo imortal Neeson, mas não vai ser nada de incrível ou que você minimamente já não tenha assistido.
Carrie, a Estranha
3.7 1,5K Assista AgoraClássico atemporal do grande Brian em cima da história sinistra do mestre King.
Recentemente resolvi revisitar essas maravilhas (quatro ao todo) e aproveitei pra também ler a obra de 74.
Nesse primeiro, temos Sissy Spacek no papel de Carietta White e Piper Laurie como sua mãe (curiosamente, ambas foram indicadas a Melhor Atriz e Melhor Atriz Coadjuvante, respectivamente, coisa bem rara pra esse gênero, principalmente naquela época). Ainda teve um John Tramóia no início de carreira fazendo Billy Nolan, mas sem grande entusiasmo.
Nessa versão, se compararmos ao livro, temos algumas diferenças narrativas, principalmente quanto aos depoimentos, relatórios, artigos, etc, que vão sendo apresentados de maneira fragmentada ao longo do livro, enquanto no filme, isso não é abordado, sendo algo mais linear e cronológico.
Temos também uma Carrie mais frágil e ingênua, comparada a "original", com a aparição dos poderes de forma mais instintiva e emocional. Sua mãe foi suavizada no filme, sendo bem menos violenta e fanática, por incrível que pareça.
O climax, no baile, é semelhante, só perdendo quanto a expansão da tragédia, já que ficou praticamente confinada a escola.
De forma geral, o livro é quase um estudo sobre violência, fanatismo, repressão, histeria/bulling coletiva e moral, etc, dentro da Telecinesia, enquanto que esse primeiro filme acaba sendo mais emocional e mais subjetivo.
Ainda assim, foi uma bela obra que merece e muito ser conhecida pelos apreciadores do gênero, ou não, dos grandes clássicos.
Divertida Mente
4.3 3,3K Assista AgoraUma animação incrível que mostra boa parte da complexidade humana (que certamente deve ser apenas a superfície), com seus traumas, suas psicologias, suas transformações, evoluções e paradigmas de personalidade. Nos faz refletir que todas os sentimentos são essenciais para um aprendizado e crescimento emocional constante, em busca da perfeição que nunca alcançaremos.
Tecnicamente é o espetáculo visual que a Pixar sempre nos proporciona e que com muito mérito conquistou o Oscar de melhor animação daquele ano.
Uma obra essencial e obrigatória para todas as idades!
Hotel Ruanda
4.1 638 Assista AgoraUm filme pesado, com um contexto histórico incrível. Excelente atuação do Don Máquina de Combate Cheadle (indicado ao Oscar), bem como outros nomes importantes como Joaquin Coringa Phoenix e até o clássico Nick Nolte.
Apesar de ser, infelizmente, baseado em fatos reais, é utilizado um tom mais contido, menos sensacionalista, mesmo que tudo ainda seja bem violento, mas sem explicitar demais.
A crítica foca muito na indiferença da comunidade internacional, especialmente das potências ocidentais, ONU, etc, que certamente falharam em agir de forma efetiva para impedir aquela barbárie.
Filme duro, mas extremamente necessário como memória histórica, criando um eterno alerta para que tragédias semelhantes sejam evitadas.
Naruto 1: Confronto Ninja no País da Neve!
3.5 49Marcado um dia desses, 09/05/20, mas resolvei reassistir porque tinha ele perdido aqui não sei porque e também porque eu não tinha comentado e tal.
Boa animação, com uma historinha bobinha, mas ainda assim naqueles moldes de perseverança infinita do Naruto. Aliás, fazia muito tempo que não assistia nada desse universo que deu até saudade dos fillers infinitos. #SQN
A trilha sonora sempre bacana, muito marcante e presente aqui. Os gráficos/ambientação também ficaram bem legais com a neve, assim como as roupas deles. A violência também não foi poupada em alguns momentos.
Enfim... vale a conferida!
Furiosa: Uma Saga Mad Max
3.7 696 Assista AgoraUm ótimo filme episódico e contemplativo, com excelentes locações e fotografias incríveis dentro do universo mitológico, desértico, pós-apocalíptico brutal e implacável de Mad Max.
Anya e Thor, como era de se esperar, entregam muito, assim como a marcante direção do acima da média George Miller, que é o mestre em manusear esse universo épico.
Apesar do foco na construção da icônica personagem, pode confundir um pouco, por ser um prelúdio para Mad Max: Fury Road (2015). Mas de toda forma, com certeza vale o seu tempo.
O Lado Bom da Vida
3.7 4,7K Assista AgoraComédia romântica bem interessante e cheia de detalhes e profundidades, além de também ter sido bastante aclamada e premiada.
Tem um elenco de peso, com ótimas atuações de Cooper, De Niro, Chris Tucker e a vencedora da estatueta máxima, Jennifer Lawrence.
A trama prende a atenção muito pela naturalidade do aprendizado constante de se conviver com as falhas humanas, aceitando o caos e encontrando beleza nele.
Cantando na Chuva
4.4 1,1K Assista AgoraUma obra-prima musical atemporal que une humor e muita sátira com a própria indústria hollywoodiana, na era da transição tecnológica do cinema mudo para o falado.
Gene Kelly, Donald O’Connor, Debbie Reynolds e Jean Hagen, com atuações espetaculares, e que certamente se encontraram e continuaram suas apresentações em outras galáxias e/ou planos transcendentais.
Avatar: Fogo e Cinzas
3.5 301 Assista AgoraAssisti ontem em 3D na XD do Cinemark, e como foi com os anteriores em seus respectivos lançados, foi uma experiência incrível, um verdadeiro espetáculo visual. Aliás, falando nos anteriores, reassisti ambos em 4K nos últimos dias, então foram 6 horas neles e agora mais 3 do novo, o que realmente cria uma imersão absurda, tanto que o começo desse novo pareceu como se eu ainda estivesse assistindo o segundo, de tão fluída que foi a passagem e de tão vivo que estava na memória (foi realmente uma ótima ideia).
Sobre o filme/roteiro em si, eu também compartilho do pensamento de alguns; esperava mais. Assim como foi incrível o primeiro e tudo novo no segundo (com exceção de algumas questões), esperei que no terceiro houvessem novidades mais importantes, mas acabou sendo realmente uma continuação do anterior, quase como sendo uma única coisa (pelo que li, era pra ter sido, mas acabou dividido, assim como foi no Matrix 2 e 3, semelhantemente), com diversos pontos sendo praticamente iguais, com mesmos personagens, mesmos inimigos, mesmas motivações e até conclusões. E por conta disso também, senti falta de novas críticas, como foram tão bem feitas nos anteriores.
Enfim, tirando isso, o espetáculo visual é indescritível. Realmente uma experiência surreal, então seria impossível dizer que é ruim. É tão espetacular quanto os anteriores, mas é claro que o primeiro sempre terá o lugar mais alto, devido ao fato de ter sido o precursor dessa absurda imersão audiovisual.