Este filme é perturbador e muito atual. A subserviência à autoridade, mesmo quando entra em conflito direto com o instinto de autopreservação, revela muito sobre como as sociedades modernas funcionam (e falham).<br/><br/>Muitas pessoas foram educadas para delegar completamente a responsabilidade moral e prática ao governo. Desde cedo, aprende-se que "as autoridades sabem o que fazem", que seguir regras é sinônimo de segurança e que questionar diretrizes oficiais é perigoso ou imoral. Com o tempo, isso cria uma dependência psicológica. Agir por conta própria passa a gerar mais medo do que simplesmente obedecer, mesmo quando a obediência leva a consequências claramente nocivas, inclusive a própria morte.<br/><br/>O mais inquietante é que, em situações extremas, essa subserviência pode suprimir o instinto mais básico do ser humano: o de sobreviver. Quando alguém aceita passivamente uma ordem letal porque "é o protocolo" ou "foi autorizado", não está apenas obedecendo, está abrindo mão da própria autonomia. A História mostra repetidas vezes que grandes tragédias não aconteceram apenas por líderes autoritários, mas pela obediência silenciosa de pessoas comuns. Questionar o governo não é sinônimo de rebeldia irresponsável. Muitas vezes é um ato de lucidez e autopreservação. Sociedades saudáveis não são aquelas em que todos obedecem cegamente, mas aquelas em que cidadãos conseguem avaliar, discordar e agir com senso crítico, especialmente quando a própria vida está em jogo.<br/><br/>Neste filme, essa subserviência à autoridade aparece de forma silenciosa, normalizada e justamente por isso é assustadora. O filme não mostra soldados nas ruas nem discursos inflamados do governo e aí está o golpe mais forte. A obediência não vem pela força, mas pelo "consenso social". No universo do filme, o governo determina um "protocolo" para o fim inevitável: uma solução "digna", organizada, aprovada. E as pessoas aceitam. Não porque todas concordem intimamente, mas porque foi decidido "por quem sabe mais". Questionar vira sinônimo de egoísmo, infantilidade, negacionismo ou desordem. Seguir a orientação oficial passa a ser visto como maturidade moral.<br/><br/>O jantar de Natal funciona como um microcosmo da sociedade. Todos fingem normalidade, repetem frases tranquilizadoras, fazem piadas nervosas, como se seguir o roteiro imposto pelo governo fosse mais suportável do que encarar a possibilidade de escolher diferente. A subserviência aqui não é heroica nem vilanesca, ela é "confortável". E exatamente por isso é perigosa.<br/><br/>O filme sugere que o maior triunfo de uma autoridade não é impor regras pela violência, mas "convencer as pessoas a não questionarem, nem quando a regra é fatal". Não há necessidade de coerção quando a obediência vem embrulhada em linguagem de cuidado, responsabilidade coletiva e "bem maior".<br/><br/>No fim, o filme não critica apenas o governo fictício, mas a disposição das pessoas em "abrir mão da autonomia, do conflito e da dúvida" em troca de uma sensação de ordem, mesmo que essa ordem leve à morte. É uma crítica amarga, elegante e profundamente incômoda, porque não aponta monstros externos e sim um traço humano muito real: a tendência de obedecer para não ter que escolher.<br/><br/>Quando obedecer se torna mais importante do que viver, algo essencial da humanidade já foi perdido.
O pai, sem mais nem menos, explica que o monstro se guia pelo som. Como ele descobriu isso? Agora que todos sabem isso, o que mais fazem é gritar. Que coisa mais estúpida.
Que filme horrível! Pra ser ruim precisa melhorar muito.
É incrível alguém aqui ter capacidade de fazer crítica por causa de dublagem. Isso não faz parte da produção do filme. É um recurso que impede que o filme seja assistido da forma que foi produzido, já que elimina 50% da obra.
Diferente do que disseram alguns, o final não é um gancho para uma continuação. Esse pessoal precisa entender que, para ser bom, um filme não precisa explicitar tudo nos mínimos detalhes. Aliás, os filmes que deixar questões subentendidas costumam ser os melhores.
É um filmaço! Merece ser assistido novamente. No início podemos ter dificuldade de entender o que está acontecendo, mas aos poucos as peças vão se encaixando até o ótimo final.
Até fiz uma árvore genealógica para entender melhor os relacionamentos dos personagens kkkkk
Gosto de me divertir com as "jóias" presentes em alguns comentários. Desde gente que adivinhou o desfecho logo no começo (a bola de cristal dela deve funcionar bem), passando por alguém que queria que o filme explicasse tudo nos mínimos detalhes, até alguém que acha que o filme perdeu o impacto por causa do título nacional. Aliás, o título nacional, pra variar, é uma m****.
Aqui é abordada a obsessão pela beleza externa em um mundo onde a aparência se tornou um dos maiores valores de autoestima e sucesso social. Embora tenha uma premissa interessante e explore a busca incessante pela perfeição estética, o filme acaba caindo na armadilha da futilidade, refletindo de maneira superficial e estereotipada a obsessão feminina com o físico, deixando de apresentar alternativas que mostrem que a identidade feminina não precisa ser atrelada à conformidade com os padrões estéticos. A interpretação de Demi Moore é digna de nota, mas sua personagem carece de profundidade psicológica para que o público realmente entenda suas motivações e dilemas.A Substância é um filme que critica a busca pela beleza exterior, mas o faz de maneira superficial e um tanto clichê, associando a busca pela beleza a um vazio existencial sem oferecer uma análise mais profunda sobre as complexas razões por trás dessa obsessão. Ao invés de provocar uma reflexão mais rica sobre o significado da verdadeira autoestima, o filme acaba reforçando a ideia de que a aparência é, por si só, um problema que precisa ser superado, o que limita sua capacidade de criar uma narrativa mais empática e multifacetada.
Ótimo filme. Suspense e terror na medida certa. É bom ver que Stephen King criou um herdeiro à altura. Para os que acharam o filme monótono eu sugiro que assistam Velozes e Furiosos, Os Mercenários ou qualquer filme de super-heróis. Não precisa nem acionar o cérebro para assisti-los.
Realmente não consigo entender as críticas, algumas bem pesadas. É um filme perfeito? Claro que não. Mas é um filme divertido que você pode simplesmente sentar e curtir. A tensão e as emoções assim como uma conclusão sólida para todos os personagens, novos e antigos, que não tiveram um final decente na trilogia original, tornaram-no bastante agradável.
A impressão que deixa é de um amontoado de memórias aleatórias que buscam descrever os medos da protagonista sem se importar com a lógica e cuidados com o tema.
Resumindo, não consegue passar uma mensagem coesa e clara tal como deveria. É visível a tentativa, mas seu desenvolvimento não é dos melhores.
Horrível, sofrível, detestável, deplorável, abominável, lamentável. E ainda tem idiota dizendo que precisa ter uma mente aberta, gostar de criatividade e ter sensibilidade para absorver todas as camadas que o filme oferece. Este é um filme típico da lacração que o Oscar deseja para escolher os concorrentes a melhor filme. Aguardem que a tendência é piorar.
Uma das melhores comédias já produzidas. A garotada comentando aqui que não gostou e criticando demais, com certeza faz parte daquela turma descerebrada que só assiste filmes de super-heróis que não requerem o uso do cérebro para assistir.
Os Pequenos Vestígios é um filme muito bom, tem ótima trama, suspense, ótimos atores e um bom plot twist. Pra quem achou o filme lento eu posso sugerir Velozes e Furiosos, Os Mercenários, Transformers e todos os filmes de super-heróis. Nem precisa usar o cérebro pra assistir esses filmes.
Gostei muito do filme e me diverti com vários comentários aqui. Uma diz que não gostou porque esperava uma trama sobrenatural e não teve isso no filme. Outro diz que seria melhor se tivesse atores renomados (não sei se ele sabe o que isso significa, mas para mim Greg Kinnear, Brian Cox, Blythe Danner são atores renomados). Outra diz que está sensitiva e desvendou a trama assim que a moça anunciou a gravidez (essa deve ter acertado na loteria várias vezes).
Me divirto vendo os comentários do pessoal que diz que sacou o final do filme. Teve um, inclusive, que disse que assim que viu o advogado na motocicleta já adivinhou o final.kkkkk
A Última Noite
2.8 110Este filme é perturbador e muito atual. A subserviência à autoridade, mesmo quando entra em conflito direto com o instinto de autopreservação, revela muito sobre como as sociedades modernas funcionam (e falham).<br/><br/>Muitas pessoas foram educadas para delegar completamente a responsabilidade moral e prática ao governo. Desde cedo, aprende-se que "as autoridades sabem o que fazem", que seguir regras é sinônimo de segurança e que questionar diretrizes oficiais é perigoso ou imoral. Com o tempo, isso cria uma dependência psicológica. Agir por conta própria passa a gerar mais medo do que simplesmente obedecer, mesmo quando a obediência leva a consequências claramente nocivas, inclusive a própria morte.<br/><br/>O mais inquietante é que, em situações extremas, essa subserviência pode suprimir o instinto mais básico do ser humano: o de sobreviver. Quando alguém aceita passivamente uma ordem letal porque "é o protocolo" ou "foi autorizado", não está apenas obedecendo, está abrindo mão da própria autonomia. A História mostra repetidas vezes que grandes tragédias não aconteceram apenas por líderes autoritários, mas pela obediência silenciosa de pessoas comuns. Questionar o governo não é sinônimo de rebeldia irresponsável. Muitas vezes é um ato de lucidez e autopreservação. Sociedades saudáveis não são aquelas em que todos obedecem cegamente, mas aquelas em que cidadãos conseguem avaliar, discordar e agir com senso crítico, especialmente quando a própria vida está em jogo.<br/><br/>Neste filme, essa subserviência à autoridade aparece de forma silenciosa, normalizada e justamente por isso é assustadora. O filme não mostra soldados nas ruas nem discursos inflamados do governo e aí está o golpe mais forte. A obediência não vem pela força, mas pelo "consenso social". No universo do filme, o governo determina um "protocolo" para o fim inevitável: uma solução "digna", organizada, aprovada. E as pessoas aceitam. Não porque todas concordem intimamente, mas porque foi decidido "por quem sabe mais". Questionar vira sinônimo de egoísmo, infantilidade, negacionismo ou desordem. Seguir a orientação oficial passa a ser visto como maturidade moral.<br/><br/>O jantar de Natal funciona como um microcosmo da sociedade. Todos fingem normalidade, repetem frases tranquilizadoras, fazem piadas nervosas, como se seguir o roteiro imposto pelo governo fosse mais suportável do que encarar a possibilidade de escolher diferente. A subserviência aqui não é heroica nem vilanesca, ela é "confortável". E exatamente por isso é perigosa.<br/><br/>O filme sugere que o maior triunfo de uma autoridade não é impor regras pela violência, mas "convencer as pessoas a não questionarem, nem quando a regra é fatal". Não há necessidade de coerção quando a obediência vem embrulhada em linguagem de cuidado, responsabilidade coletiva e "bem maior".<br/><br/>No fim, o filme não critica apenas o governo fictício, mas a disposição das pessoas em "abrir mão da autonomia, do conflito e da dúvida" em troca de uma sensação de ordem, mesmo que essa ordem leve à morte. É uma crítica amarga, elegante e profundamente incômoda, porque não aponta monstros externos e sim um traço humano muito real: a tendência de obedecer para não ter que escolher.<br/><br/>Quando obedecer se torna mais importante do que viver, algo essencial da humanidade já foi perdido.
Jurassic World: Recomeço
2.7 460 Assista AgoraNossa, que filme horrível! Não tem nada que seja no mínimo razoável. Scarlett Johansson como mercenária é uma piada!
Grito Silencioso
1.3 21 Assista AgoraO pai, sem mais nem menos, explica que o monstro se guia pelo som. Como ele descobriu isso? Agora que todos sabem isso, o que mais fazem é gritar. Que coisa mais estúpida.
Que filme horrível! Pra ser ruim precisa melhorar muito.
Sequestros em Cleveland
3.5 212 Assista AgoraÉ incrível alguém aqui ter capacidade de fazer crítica por causa de dublagem. Isso não faz parte da produção do filme. É um recurso que impede que o filme seja assistido da forma que foi produzido, já que elimina 50% da obra.
Jurado Nº 2
3.6 459 Assista AgoraÓtimo drama mostrando que o Clint Eastwood continua em forma.
Diferente do que disseram alguns, o final não é um gancho para uma continuação. Esse pessoal precisa entender que, para ser bom, um filme não precisa explicitar tudo nos mínimos detalhes. Aliás, os filmes que deixar questões subentendidas costumam ser os melhores.
Os Horrores do Caddo Lake
3.5 323É um filmaço! Merece ser assistido novamente. No início podemos ter dificuldade de entender o que está acontecendo, mas aos poucos as peças vão se encaixando até o ótimo final.
Até fiz uma árvore genealógica para entender melhor os relacionamentos dos personagens kkkkk
Gosto de me divertir com as "jóias" presentes em alguns comentários. Desde gente que adivinhou o desfecho logo no começo (a bola de cristal dela deve funcionar bem), passando por alguém que queria que o filme explicasse tudo nos mínimos detalhes, até alguém que acha que o filme perdeu o impacto por causa do título nacional. Aliás, o título nacional, pra variar, é uma m****.
Diabólica
2.2 62 Assista AgoraFilme pior que ruim.
A Substância
3.9 1,9K Assista AgoraAqui é abordada a obsessão pela beleza externa em um mundo onde a aparência se tornou um dos maiores valores de autoestima e sucesso social. Embora tenha uma premissa interessante e explore a busca incessante pela perfeição estética, o filme acaba caindo na armadilha da futilidade, refletindo de maneira superficial e estereotipada a obsessão feminina com o físico, deixando de apresentar alternativas que mostrem que a identidade feminina não precisa ser atrelada à conformidade com os padrões estéticos. A interpretação de Demi Moore é digna de nota, mas sua personagem carece de profundidade psicológica para que o público realmente entenda suas motivações e dilemas.A Substância é um filme que critica a busca pela beleza exterior, mas o faz de maneira superficial e um tanto clichê, associando a busca pela beleza a um vazio existencial sem oferecer uma análise mais profunda sobre as complexas razões por trás dessa obsessão. Ao invés de provocar uma reflexão mais rica sobre o significado da verdadeira autoestima, o filme acaba reforçando a ideia de que a aparência é, por si só, um problema que precisa ser superado, o que limita sua capacidade de criar uma narrativa mais empática e multifacetada.
Um Lugar Silencioso: Dia Um
3.3 805Filme muito ruim, totalmente desnecessário. Espero que parem por aqui e não inventem de fazer um 4º filme.
O Efeito Mandela
2.6 11Gostei do filme. Só queria saber que p*rra é supercine.
O Telefone Preto
3.5 1,2K Assista AgoraÓtimo filme. Suspense e terror na medida certa. É bom ver que Stephen King criou um herdeiro à altura. Para os que acharam o filme monótono eu sugiro que assistam Velozes e Furiosos, Os Mercenários ou qualquer filme de super-heróis. Não precisa nem acionar o cérebro para assisti-los.
Jurassic World: Domínio
2.8 604 Assista AgoraRealmente não consigo entender as críticas, algumas bem pesadas. É um filme perfeito? Claro que não. Mas é um filme divertido que você pode simplesmente sentar e curtir. A tensão e as emoções assim como uma conclusão sólida para todos os personagens, novos e antigos, que não tiveram um final decente na trilogia original, tornaram-no bastante agradável.
Martha Marcy May Marlene
3.4 266Elizabeth Olsen magistral.
Men: Faces do Medo
3.2 482 Assista AgoraMuito por conta do roteiro, Men – Faces do Medo dá a sensação de ser um filme mal estruturado.
A impressão que deixa é de um amontoado de memórias aleatórias que buscam descrever os medos da protagonista sem se importar com a lógica e cuidados com o tema.
Com todas as metáforas sobre o gênero masculino, o filme generaliza os homens e esquece da sua mensagem.
Este filme tinha tanto pra entregar uma grande mensagem no final, mas entregou algo nada expressivo.
Deixou entender que todos os homens são bebês irracionais e que choramingam e fazem melodrama para conseguir o que querem.
ME POUPEM.
Tudo em Todo O Lugar ao Mesmo Tempo
4.0 2,1K Assista AgoraHorrível, sofrível, detestável, deplorável, abominável, lamentável. E ainda tem idiota dizendo que precisa ter uma mente aberta, gostar de criatividade e ter sensibilidade para absorver todas as camadas que o filme oferece. Este é um filme típico da lacração que o Oscar deseja para escolher os concorrentes a melhor filme. Aguardem que a tendência é piorar.
Deu a Louca no Mundo
3.7 102 Assista AgoraUma das melhores comédias já produzidas. A garotada comentando aqui que não gostou e criticando demais, com certeza faz parte daquela turma descerebrada que só assiste filmes de super-heróis que não requerem o uso do cérebro para assistir.
Fale Comigo
3.5 1,0K Assista AgoraBem mediano.
Nosso Amigo Extraordinário
3.5 109 Assista AgoraQue filme lindo! Espero encontrar um ET como Jules quando eu for idosa rsrsrs.
Os Pequenos Vestígios
3.0 443 Assista AgoraOs Pequenos Vestígios é um filme muito bom, tem ótima trama, suspense, ótimos atores e um bom plot twist.
Pra quem achou o filme lento eu posso sugerir Velozes e Furiosos, Os Mercenários, Transformers e todos os filmes de super-heróis. Nem precisa usar o cérebro pra assistir esses filmes.
Reféns do Mal
2.8 120 Assista AgoraTem gente aqui achando que o filme é cópia de A Profecia. A única semelhança é o menino. O enredo é completamente diferente. Estão viajando demais.
Estranho Mas Verdade
2.9 98 Assista AgoraGostei muito do filme e me diverti com vários comentários aqui. Uma diz que não gostou porque esperava uma trama sobrenatural e não teve isso no filme. Outro diz que seria melhor se tivesse atores renomados (não sei se ele sabe o que isso significa, mas para mim Greg Kinnear, Brian Cox, Blythe Danner são atores renomados). Outra diz que está sensitiva e desvendou a trama assim que a moça anunciou a gravidez (essa deve ter acertado na loteria várias vezes).
Noite Passada em Soho
3.5 800 Assista AgoraThomasin McKenzie e Anya Taylor-Joy estão estupendas. A trilha sonora é excepcional. Adorei o filme.
Versões de um Crime
3.2 430 Assista AgoraMe divirto vendo os comentários do pessoal que diz que sacou o final do filme. Teve um, inclusive, que disse que assim que viu o advogado na motocicleta já adivinhou o final.kkkkk
Meu Eterno Primeiro Amor
2.2 19 Assista AgoraAchei o filme excelente. A química do casal é incrível, os diálogos são ótimos. Um filme para quem sabe o que é amar.