Divertido. O que mais gostei é que o filme é simples e despretensioso, se a pessoa for com a ideia de ver algo super revolucionário é melhor ficar em casa. Já estou enjoado dessa onde de filme atual que fica querendo agradar crítico.
Comparado aos outros filmes da Pixar, é bem fraquinho. Parece que os produtores não conseguiram o orçamento que queriam e tiveram que cortar e simplificar várias partes.
O filme ativou alguma parte do meu cérebro que me fez sentir muito desconforto, não sei explicar direito. Parece que ao assistir alguém arranhava as unhas numa lousa enquanto eu estava sentado numa poltrona de pregos. Acho que foi um conjunto da trilha sonora horrorosa, que fica o filme inteiro criando uma tensão que não se resolve; junto com os efeitos sonoros realistas demais, mas de uma forma estranha; tudo em mundo confuso em que nada parece fazer sentido. Nunca senti essa sensação com um filme, algo psicologicamente nada agradável, será que fui o único que experimentei isso?
Tá certo que um filme não precisa ser cientificamente acurado (licença poética), mas Sunshine passa desse limite. Misteriosamente, sem nenhuma explicação, não há gravidade fora da espaçonave, mas dentro dela sim; os astronautas congelam instantaneamente no espaço; usar plantas como fontes de oxigênio; etc.
Começa muito bem, mas os episódios finais acumula um excesso desnecessário de subtramas, tá certo que um dos focos da série é criar profundidade para os muitos personagens (que eu esqueci o nome da maioria depois que dei uma pausa de alguns dias no meio da temporada), mas algumas dessas subtramas não ajudam a desenvolver o enredo e só ficam rodando com a história ou são meio chatinhas. E meu deus quanta melação barata nesse filme, dava vontade de pular essas partes. A série também tem um tom de humor não descarado, muito bom, mas não inova e depois de alguns episódios ela se torna um tanto repetitivo. Acho difícil eu continuar com a segunda temporada. Mas tenho que dar crédito pelo universo que conseguiram criar, parece bem real e a gente se sente que está vivendo dentro de Twin Peaks a cada episódio.
Tetsuo se transformou em energia absoluta, assim como Kei fala sobre Akira quando ela está na prisão com Kaneda. Ela também fala que antes de sermos humanos nossos ancestrais já foram macacos, e antes disso reptéis, bactérias, plânctons e amebas, ou seja, ela fala sobre a evolução das espécies.
O que nós temos de comum em relação a um macaco como um chimpanzé? Muitas coisas, afinal nossos DNAs são quase 99% semelhantes. Mas em relação a uma bactéria? Muitas coisas também, os tijolos orgânicos são praticamente os mesmos (proteínas, lipídios, carboidratos...), além da estrutura celular em si.
Mas os seres vivos não surgiram do nada, Kei fala sobre ar, água e até poeira cósmica também, isto é, sobre a matéria inorgânica que serviu de matéria-prima para criar a vida. E o que nós temos em comum com coisas inanimadas além da estrutura atômica? É a energia que nós temos em comum, fisicamente falando. A famosa equação de Einstein E=mc² é basicamente isso, ela significa que qualquer matéria tem uma energia associada. Kei diz que todas essas comparações (macacos, bactérias, água...) tem uma incrível energia dentro delas, e acho que é sobre isso que ela fala.
Ao longo do filme Tetsuo vai se tornando cada vez mais poderoso porque a sua energia vai aumentando, até o ponto que Akira o engole e o transforma em energia absoluta. E segundo o filme esse é o momento em que acontece a criação do universo (em outra dimensão talvez? ou um universo dentro do nosso? não dá para saber...), que é citada pelo cientista enquanto olha os sensores e reproduzida na cena final, que se assemelha a uma grande explosão, lembrando o Big Bang. Os cientistas dizem que o Big Bang aconteceu a partir de um ponto com altíssima temperatura e densidade, seria a energia absoluta do filme?
E na frase final "eu sou Tetsuo" é como se Tetsuo finalmente houvesse encontrado paz, pela primeira vez sua energia não serviu para destruir, mas para criar. A fala final também mostra que ele não deixou de existir, mas que a partir daquele momento ele se tornou o universo, abandonando a sua casca física humana de outrora. Ele se tornou um deus.
Gostei bastante do roteiro, apesar de relativamente simples consegue construir tensão aos poucos na audiência, com alguns ótimos momentos de humor negro e humor absurdo, que não chegam a ser forçados. Felizmente ele não é aquele filme comum de ação em que o "herói salva o mundo mais uma vez", ou em que tudo na história tem que ter um propósito e uma explicação e se torna um filme expositivo tedioso, ou um filme que tenta ser pretensioso demais. Acredito que o foco do filme foi explorar a ação (e reação) dos personagens às diferentes situações absurdas e caóticas da trama, isso simultaneamente sem criar uma história séria demais. Ele também parece ter a influência de vários outros filmes clássicos, quase que uma homenagem. Apesar disso, continua não sendo um longa para todos os gostos.
Miyazaki desde 1984 mostrando que sabe criar universos de fantasia completamente imersivos, durante quase duas horas eu me esqueci de que estava sentado no meu quarto monótono assistindo a um filme, pude até sentir o vento na minha cara enquanto Nausicaä voava pelos céus.
O Homem do Saco
2.0 132Assistir esse filme te faz querer ser levado pelo homem do saco pra ver se acaba logo de uma vez.
Zoolander
2.6 360 Assista AgoraProduziu ótimos gifs para a internet, de resto é bem fraquinho.
Um Duende em Nova York
2.7 166 Assista AgoraComeça bem, mas a partir da metade começa a piorar e ficar bem previsível.
Nosferatu
3.6 955 Assista AgoraComo alguém que leu Drácula e assistiu Nosferatu de 1922 achei uma boa adaptação.
Longlegs: Vínculo Mortal
3.2 945 Assista AgoraArrastado demais, a protagonista é chata, trama previsível e explicada; o que salva é o Nicolas Cage.
Fiquei o filme inteiro esperando a protagonista dar um tiro na própria cabeça para ver se quebrava o pacto kkkkkkk.
Free Guy: Assumindo o Controle
3.5 607 Assista AgoraMuito bobo e previsível.
Halloween Ends
2.3 564 Assista AgoraDe tão chato, parece que tem 4 horas de duração.
Sorria
3.1 965 Assista AgoraPara mim está no top 3 de melhores filmes de terror do ano.
The Old Guard
3.5 684 Assista AgoraPremissa interessante, execução tediosa.
Dupla Jornada
3.0 190 Assista AgoraPessoal leva a sério demais, é um ótimo filme trash.
Uncharted: Fora do Mapa
3.1 495 Assista AgoraDivertido. O que mais gostei é que o filme é simples e despretensioso, se a pessoa for com a ideia de ver algo super revolucionário é melhor ficar em casa. Já estou enjoado dessa onde de filme atual que fica querendo agradar crítico.
Soul
4.3 1,4KComparado aos outros filmes da Pixar, é bem fraquinho. Parece que os produtores não conseguiram o orçamento que queriam e tiveram que cortar e simplificar várias partes.
Os Segredos de Saqqara
4.1 61 Assista AgoraTema interessante, mas enrolam demais e fica cansativo.
O Dilema das Redes
4.0 596 Assista AgoraO problema existe, mas o documentário é sensacionalista, simplista e tenta desafiar a inteligência do espectador.
Matrix Resurrections
2.8 1,3K Assista AgoraDepois do primeiro filme é o melhor Matrix.
Tenet
3.4 1,3K Assista AgoraO filme ativou alguma parte do meu cérebro que me fez sentir muito desconforto, não sei explicar direito. Parece que ao assistir alguém arranhava as unhas numa lousa enquanto eu estava sentado numa poltrona de pregos. Acho que foi um conjunto da trilha sonora horrorosa, que fica o filme inteiro criando uma tensão que não se resolve; junto com os efeitos sonoros realistas demais, mas de uma forma estranha; tudo em mundo confuso em que nada parece fazer sentido. Nunca senti essa sensação com um filme, algo psicologicamente nada agradável, será que fui o único que experimentei isso?
Sunshine: Alerta Solar
3.4 378 Assista AgoraTá certo que um filme não precisa ser cientificamente acurado (licença poética), mas Sunshine passa desse limite. Misteriosamente, sem nenhuma explicação, não há gravidade fora da espaçonave, mas dentro dela sim; os astronautas congelam instantaneamente no espaço; usar plantas como fontes de oxigênio; etc.
Festa da Salsicha
2.9 845 Assista AgoraBom filme, mas o ato final decai bastante em relação ao resto.
O Lagosta
3.8 1,5K Assista AgoraAcho que vou ter que assistir esse filme novamente, tão cheio de simbologias.
Twin Peaks (1ª Temporada)
4.5 548 Assista AgoraComeça muito bem, mas os episódios finais acumula um excesso desnecessário de subtramas, tá certo que um dos focos da série é criar profundidade para os muitos personagens (que eu esqueci o nome da maioria depois que dei uma pausa de alguns dias no meio da temporada), mas algumas dessas subtramas não ajudam a desenvolver o enredo e só ficam rodando com a história ou são meio chatinhas. E meu deus quanta melação barata nesse filme, dava vontade de pular essas partes. A série também tem um tom de humor não descarado, muito bom, mas não inova e depois de alguns episódios ela se torna um tanto repetitivo. Acho difícil eu continuar com a segunda temporada. Mas tenho que dar crédito pelo universo que conseguiram criar, parece bem real e a gente se sente que está vivendo dentro de Twin Peaks a cada episódio.
Akira
4.3 900 Assista AgoraNa minha interpretação sobre o final
Tetsuo se transformou em energia absoluta, assim como Kei fala sobre Akira quando ela está na prisão com Kaneda. Ela também fala que antes de sermos humanos nossos ancestrais já foram macacos, e antes disso reptéis, bactérias, plânctons e amebas, ou seja, ela fala sobre a evolução das espécies.
O que nós temos de comum em relação a um macaco como um chimpanzé? Muitas coisas, afinal nossos DNAs são quase 99% semelhantes. Mas em relação a uma bactéria? Muitas coisas também, os tijolos orgânicos são praticamente os mesmos (proteínas, lipídios, carboidratos...), além da estrutura celular em si.
Mas os seres vivos não surgiram do nada, Kei fala sobre ar, água e até poeira cósmica também, isto é, sobre a matéria inorgânica que serviu de matéria-prima para criar a vida. E o que nós temos em comum com coisas inanimadas além da estrutura atômica? É a energia que nós temos em comum, fisicamente falando. A famosa equação de Einstein E=mc² é basicamente isso, ela significa que qualquer matéria tem uma energia associada. Kei diz que todas essas comparações (macacos, bactérias, água...) tem uma incrível energia dentro delas, e acho que é sobre isso que ela fala.
Ao longo do filme Tetsuo vai se tornando cada vez mais poderoso porque a sua energia vai aumentando, até o ponto que Akira o engole e o transforma em energia absoluta. E segundo o filme esse é o momento em que acontece a criação do universo (em outra dimensão talvez? ou um universo dentro do nosso? não dá para saber...), que é citada pelo cientista enquanto olha os sensores e reproduzida na cena final, que se assemelha a uma grande explosão, lembrando o Big Bang. Os cientistas dizem que o Big Bang aconteceu a partir de um ponto com altíssima temperatura e densidade, seria a energia absoluta do filme?
E na frase final "eu sou Tetsuo" é como se Tetsuo finalmente houvesse encontrado paz, pela primeira vez sua energia não serviu para destruir, mas para criar. A fala final também mostra que ele não deixou de existir, mas que a partir daquele momento ele
se tornou o universo, abandonando a sua casca física humana de outrora. Ele se tornou um deus.
O Hóspede
3.1 498 Assista grátisGostei bastante do roteiro, apesar de relativamente simples consegue construir tensão aos poucos na audiência, com alguns ótimos momentos de humor negro e humor absurdo, que não chegam a ser forçados. Felizmente ele não é aquele filme comum de ação em que o "herói salva o mundo mais uma vez", ou em que tudo na história tem que ter um propósito e uma explicação e se torna um filme expositivo tedioso, ou um filme que tenta ser pretensioso demais. Acredito que o foco do filme foi explorar a ação (e reação) dos personagens às diferentes situações absurdas e caóticas da trama, isso simultaneamente sem criar uma história séria demais. Ele também parece ter a influência de vários outros filmes clássicos, quase que uma homenagem. Apesar disso, continua não sendo um longa para todos os gostos.
Nausicaä do Vale do Vento
4.3 465 Assista AgoraMiyazaki desde 1984 mostrando que sabe criar universos de fantasia completamente imersivos, durante quase duas horas eu me esqueci de que estava sentado no meu quarto monótono assistindo a um filme, pude até sentir o vento na minha cara enquanto Nausicaä voava pelos céus.
Dredd
3.6 1,4K Assista AgoraDivertido.