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JOÃO PESSOA - PARAÍBA (BRA)
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Últimas opiniões enviadas

  • Vanessa Dantas

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    “As pessoas que visitam o Território podem dizer: “Olhe as péssimas condições que esses cachorros vivem.” Não! Vá aos lugares onde busco os cachorros. Então, vai entender as condições de onde esses cachorros vieram.”

    “Se alguém me perguntar: “É certo ter o Território?”, sempre disse: “Não”. Os abrigos não deveriam existir. É simplesmente o remédio para uma doença social muito disseminada. Entre os males necessários, quero que o Território seja o menor dos males. Porque a maioria dos abrigos aqui e pelo mundo, são cadeias para animais. Isso não é vida. Então, que sejam felizes, que corram, que brinquem, pulem no rio, bebam água e comam cocô de cavalo, que rolem na grama. Isso, para mim, é sucesso. Se nesse momento, o cão nunca for adotado, ou se morrer conosco por uma doença ou pela idade, é uma vitória. Eu lhe dei a vida que um cão merece. Eles têm a montanha para viver a vida de cachorro.”

    Que música de abertura mais linda, meu Deus do céu! Relevem algum erro, não sei se transcrevi tudo certo, mas vou por aqui pra lembrar.

    “Spirit comes to me, free and wild.
    Love me and care for me, just like a child.
    No matter how much that I love you, you love me more.
    And I’ll keep you always with me in my heart.
    You walked with me all your life.
    Heavens talk to me deep and wise.
    And I know I’ll always keep you in my heart, in my heart.”

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  • Vanessa Dantas

    “Só queria deixar claro, vocês que tem 14/15anos, ou menos, não vem de MIMIMI falando de Rei Leão porque vocês nem eram planejados na época. O momento é nosso, SÓ NOSSO! Fiquem com a Galinha Pintadinha de vocês que o Hakuna Matata é NOSSO!”

    Recebi no WhatsApp, não sei quem escreveu isso, mas morri de rir. Kkkkk Não estou preparada pra ver Mufasinha morrer. Eu não tenho estrutura pra o filme inteiro, imagina isso. Socorro, só vem, O Rei Leão em live action, só vem! ♥️♥️♥️

    Devia ter a opção aqui: Quero MUITO ver. Kkkk

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  • Vanessa Dantas

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    “Você não é você, você sou eu.”

    “- Tenho saudades dele. Tenho saudades de mim. De nós. Eu queria um bebê... tanto! Eu queria viajar, queria tocar música... Agora é tarde demais... Eu tenho tanto dentro mim mim, mas não consigo por pra fora. E nada sai.
    - Diga o que quer que saia.
    - Quero... quero gritar. Só quero gritar...
    - AAAAHHHHHH... Acha que seremos convidadas no ano que vem?”

    “- Nunca fiz isso antes.
    - O quê?
    - Nada.
    - Talvez esse seja o problema da minha vida. Eu não sabia que isto não era nada. (...) Sei que confia nele, mas ele não mencionou nenhum dos remédios que estão testando hoje...
    - Não faça isso...
    - O quê?
    - O que todos fazem. Fingir.
    - Sei que não é da minha conta, não sou eu quem está doente, mas, por favor, não desista!
    - Esse é o problema de desistir. Você não percebe que o fez até ser tarde demais. É como a música. Não parei de repente. Passei a tocar cada vez menos. Até que não tocava mais. E não combinava com todo o resto...
    - Quer dizer o Evan?
    - Já desistiu de algo importante?
    - Além da vida, de cantar, da escola, de agradar meus pais, do amor? Não, não, não... Não faço ideia do que está falando...”

    “- Por que nunca pede que eu traduza a Kate?
    - Eu leio lábios.
    - Bela tentativa.
    - É verdade.
    (Língua de sinais)
    - O que isso significa?
    - Meu irmão mais velho é surdo.
    (Língua de sinais)
    - Você disse algo pervertido?!
    - Não!
    - O que você disse? Vamos!
    - Eu disse: Talvez um dia você pare de me punir por gostar tanto de você.”

    “- Então... o Will...
    - Não.
    - Mas...
    - Pare! Sei o que está pensando. Ele é... Ele não é...
    - O quê? “O” cara? Acredite em alguém que conseguiu “o” cara... É superestimado.
    - Certo, estrago minha vida como eu quiser, está bem?
    - Ok, mas ele é uma graça... Sabe, quando eu conheci Evan, havia esse cara, Harwick Windson. Ele era músico. Ele veio até minha casa e ficou na varanda com um violão. Ele tocou uma música que escreveu para mim. Quando terminou, ele olhou pra mim como ninguém nunca olhou. Por que será que queremos aqueles que não nos veem invés dos que veem?“

    “- Você se lembra quando nos reencontramos depois da faculdade?
    - Sim, no seu concerto.
    - Depois, fomos ao boliche e bebemos Martinis.
    - Sim...
    - Naquela noite, vi em seus olhos que você não via quem eu era de verdade, mas, no entanto, eu queria ser a mulher que você via. Então não foi só você... Nós dois causamos isso.”

    “- Não ouvimos notícias suas em semanas e não recebi a conta da faculdade.
    - Podemos falar disso depois?
    - Decidi ligar para a faculdade.
    - Eu ia ligar para você...
    - Quando ia ligar e avisar que decidiu largar a faculdade?
    - Estou dando um tempo...
    - Rebecca, você passa mais tempo dando um tempo do que na faculdade. O que faz aqui?
    - Se estiver mesmo perguntando, respondo com prazer, mas se for uma maneira de me humilhar, por favor...
    - Responda.
    - Estou fazendo algo positivo, algo bom. Estou ajudando outra pessoa.
    - Não, querida, não está. Está fazendo exatamente o que fez toda a vida. Está focando toda a sua energia, todo o seu tempo em algo fadado a dar errado. Aquela pobre mulher morrerá. Quando ela morrer, como você ficará? Sem futuro, sem formação e sem como se sustentar! Sem nada!!
    - Feliz Natal pra você também, mãe.
    - Volte aqui, Rebecca, não terminei! Rebecca, volte aqui!”

    “Will, acho que talvez um dia eu caia na real... Não perca meu número, está bem?”

    “ - Encontre alguém que a veja. Deixe-o ver a pessoa que eu vejo.
    - Está bem... Agora você deve me prometer algo. Vou elogiá-la. Simplesmente fique aí e ouça... Obrigada pelos sapatos e por me ensinar a cozinhar, mas... a coisa mais importante pela qual preciso agradecê-la é que você não me deixou estragar isso. Ninguém na minha vida fez isso por mim.”

    Agora um comentário lido aqui na página e que também não quero esquecer.

    laura santana:
    “Que filme impecável!
    As atuações foram sensacionais, Hilary Swank foi brilhante e realmente consegue mostrar todo o difícil caminho de alguém diagnosticado com ELA, mas o filme é mais do que isso.
    Ele é sobre as pessoas que estão em volta, é sobre um marido que até tenta fazer o certo mas acaba se perdendo no caminho (eu condeno a traição, mas até que ponto ele é 100% culpado?), é sobre a “amizade” e o quão frágil ela é, é sobre uma família que prefere ignorar e impor seu controle em vez de dar voz à aquele que está mal, e é sobre pessoas que não acreditam que merecem mais, e simplesmente aceitam qualquer coisa que lhe são oferecidas.
    O exemplo do outro casal, que também tem a esposa diagnosticado nos mostra que o caminho é difícil, mas que ele existe, e que precisa ser a base do amor, ele acima da obrigação. Ela não se via como um fardo e soube aproveitar a vida acima das dificuldades da doença.
    Enfim, o filme é lindo, cheio de aprendizado, é aquele tipo de filme que faz você aproveitar mais a vida e a daqueles que estão em volta, você aprende sobre uma doença pouco falada e se emociona em todos os momentos, simplesmente, vale todo o seu tempo para assistir.”

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