Uma das obras definitivas sobre os tempos que vivemos. Em meio a uma luxuosa fotografia de um mundo fake, quase morto, temos esse protagonista letárgico que, mesmo em meio aos mais variados tipos de estímulos modernos, permanece completamente inerte e desinteressado. O próprio rimo da série então se adequa a essa percepção de mundo, sendo bem vagaroso em sua maioria, com cenas e planos bem longos e diálogos bem arrastados. Quem procura entretenimento vai se arrepender, claramente essa não é a intenção do Refn aqui.
A única coisa que consegue tirar o nosso herói desse estado de letargia é a violencia. Ele não possui nenhuma ambição, desejo ou senso de moral. Como um animal, tudo que ele quer é machucar e matar. E, de novo, a própria obra vai lá e romantiza a violencia, glorifica, quase que de forma ritualística, se adequando a noção de mundo do personagem - tem uma cena de perseguição no episódio 5 que ilustra bem isso. E o mais espantoso de tudo é que na America de Refn, o personagem não é um serial killer, não é um marginal, é simplesmente um americano médio.
A série, como um todo, é uma sátira muito bem bolada da America do Trump, e isso fica evidente na forma que retrata a corporação policial. Nesse Novo Mundo, não existe mocinhos, não existem vilões, todos são filhos da puta e a vida é uma selva de neons.
A mesma bagunça de sempre que nós amamos. Nesse ano temos dois arcos; o primeiro é muito referencial ao Slasher, como se espera, cheio de sangue, gritos e violencia gratuita, mas com muito pouco do adorável cinismo que tão bem marca o show - menos a premiere. Já no segundo isso retorna com mais força e a série sobe consideravelmente de qualidade. A mitologia da série já é tão robusta que não causa mais espanto ver fantasmas fazendo sexo e fumando maconha, mas o absurdo da situação continua, o que leva a série por um caminho comico, de humor negro. E e essa sua principal qualidade, não o terror propriamente.
Parece que o Sorrentino deixou o roteiro de lado e usou a série como exercício de estética. A direção de arte e a fotografia são sublimes, conseguem realçar toda a grandeza e força da Igreja apenas através dos cenários e figurinos, e tudo isso de uma forma incrivelmente moderna, sem soar pedante. Já o roteiro é meio tropego, sem ritmo e sem foco, demora pra engrenar, e quase nunca se aprofunda nas várias tramas que aborda. Isso já acontecia em Young Pope, mas aqui saiu dos limites. Mas foda-se, a fotografia é realmente foda. Eu não consigo imaginar como essa série não foi filmada no Vaticano.
É uma série sobre o Papa, religião e essas merdas? É sim, mas parece que o Sorrentino filma um desfile do Victorias's Secret Show.
Eu achei até um roteiro um pouco defeituoso pra falar a verdade, mas quem se importa? O foda da série é ver Jude Law com aquela roupas fodas desfilando no Vaticano. O que foi aquela cena da Capela Sistina? Muito foda, isso é CINEMA na TV.
Até cena do deserto da África toda fudida o cara consegue colocar GLAMOUR e ELEGÂNCIA e fazer ficar bonita.
Continuando sua sina subversiva, Ryan Murphy agora utiliza o velho pra falar do novo. Engana-se quem acha que essa temporada é sobre a lenda de Roanoke, esse é só o pano de fundo, ela é na verdade sobre a busca pela fama, pela audiência. É sobre Hollywood. Nada mais "American Horror Story" que isso.
Diferente das demais temporadas, o horror não aparece agora como figura catártica. Aqui ele é usado como sua forma mais pura, como castigo, punição. Mas essa geração é indiferente à morte. Ou melhor, não há morte enquanto o número de views e like for alto. No século XXI, você é a sua imagem, e enquanto ela existir, você vive. O que sobra então é o espetáculo. E não há nada que simbolize melhor isso do que criar um Reality Show onde os perdedores perdem sua vida. Mas a vida que importa é o tempo que você tem na tela. A busca pela fama é a busca pela imortalidade. E quando ela se esvai pelos seus dedos, como foi o caso da Agnes (Kathy Bates, maravilhosa), não sobra mais nada.
A vencedora, no entanto, ironicamente, não queria o mundo da fama. O objeto de tanto desejo da maioria dos personagens - a ponto de sacrificarem sua própria vida - era desprezado por ela. Seu único objetivo era sua filha. E é nesse trecho que AHS volta à sua raízes e utiliza o terror como catarse. É só na morte que a Lee rompe suas barreiras e finalmente obtém o perdão da filha.
No final, como em todas as demais temporadas de AHS, os fantasmas de Roanoke é que são os verdadeiros heróis, protegendo sua terra sagrada da profanação do mundo moderno, um mundo de ilusões e superficialidade, este sim o verdadeiro terror. No mundo de AHS, "todos os monstros são humanos".
Desistiram completamente de contar uma história aqui, de desenvolverem um arco dramático com início, meio e fim, pra focarem em mistérios e mais mistérios. Cliffhangers e mais cliffhangers. Diria que como uma série, é um excelente puzzle.
Se Mr. Robot é o retrato da decadência moral da América, The Night of é sobre a decadência institucional. E são nesses momentos, onde a série mostra sem pudor nenhum o sucateamento do sistema judiciário, que ela mais sobe de qualidade. A investigação em si pouco importa aqui. O mais interessante é ver como ambos os lados, acusação e defesa, trabalham apenas pra concluir seus objetivos pré-determinados e nada mais. A verdade é apenas um detalhe sem valor.
É uma pena portanto que a série tenha ido pra um lado mais sentimental ao seu final, ainda que nem de longe seja um final feliz. De qualquer forma, é bom ver a HBO voltar às suas origens. Jamais dragões e zumbis de gelo irão superar o implacável peso da realidade.
Essa série é quase um pecado. O começo é bastante promissor e utiliza muito bem as característica dos anos 80 (há todo um sentimento de melancolia e desesperança dos personagens em virtude das guerras do passado e impotência em relação ao trágico futuro). O fato de serem todos de meia idade contribui muito pra esse sentimento. Você realmente acredita que eles estão perdidos na vida. A fotografia também é bastante eficaz em confirmar esse clima com paisagens do interior dos EUA completamente desertas e desoladas e as atuações são dignas. Mas ai chega na reta final e as resoluções são bem apressadas e previsíveis. Uma pena.
Uma temporada de estréia legalzinha, mas esquecível. Vamos ver se será renovada porque tem potencial pra entregar mais.
Foi lindo ver, por exemplo, o sempre frio Mike Milligan, depois de tanto esforço e matança, virar um relés assalariado de uma mega corporação. Cai o império oligárquico da família Gerardth e entra um grande império corporativo do crime. Sai o liberalismo, entra o neoliberalismo. Reagan sorri.
A história dessa temporada é a história do próprio EUA.
Infelizmente, não posso dizer que o desenvolvimento da série foi do mesmo nível da pretensão apresentada. Achei alguns elementos bem gratuitos e desnecessários, como o exagero na divisão de telas e a necessidade de colocar uma música da época a cada 10 minutos. Também fiquei com a impressão do roteiro ter sido refém demais do estilo dos Coen, quase que um "The Best of" de cenas e conceitos da sua filmografia. Acredito que o sucesso da primeira a temporada já tenha dado autonomia suficiente pros criadores desenvolverem seu próprio estilo.
Não que tenha achado ruim - como a avaliação deixa bem claro -, ainda tá bem acima da maioria das séries que estão por ai, tá mais pra irregular. Decepcionante, eu diria
O que mais chama atenção nessa série é a miscelânea de gêneros. É muito foda ver uma cena de comédia seguida por uma de terror seguida por uma de suspense policial. Pior que esse tipo de coisa tinha tudo pra ser uma furada e fazer a série ser toda fora do tom, mas o time de roteiristas, não apenas o Lynch, consegue desenvolver bem todos esses gêneros. É brilhante.
Acho muito foda como todo os lances de doenças e cirurgias combinam com toda a erupção social que aquela sociedade passava. É como se no final das contas toda a sociedade fosse um organismo vivo enfermo. Então temos gripe espanhola, sífilis, alcoolismo, racismo, machismo...tudo incluído no mesmo pacote, mas com tratamentos diferentes. Infelizmente, como sabemos bem, algumas dessas doenças não tem cura. Pelo contrário, só pioraram com o tempo.
Rectify é uma série lenta e vagarosa, no melhor sentido possível, uma história que vai se costurando aos poucos, desenvolvendo de modo sutil toda uma rede complexa de interações entre os personagens.Ter que contar isso em apenas 6 episódios é quase uma heresia.
Enquanto isso o que não falta é série de fórmulas prontas de caso da semana com 23 episódios por temporada. Não adianta nada a TV evoluir, mas o povo continuar burro.
É impressionante o quanto essa série é inteligente, o que foi aquela analogia com os galhos da árvore ou com a cozinha? Sério, parece um filme do Malick e não uma mera série de TV. Na minha opinião tá tranquilo no mesmo nível que outras medalhonas como Fargo, True Detective e The Knick.
Os 10 primeiros episódios são sensacionais, porém, o anime não mantém o nível. E depois de alguns acontecimentos piora mais ainda, terminando de forma bastante genérica.
Focaram demais na estética e esqueceram o roteiro. Ou melhor, parece mais que não acreditavam que iria ter uma segunda temporada e aí fizeram a história toda remendada. Muita cor e muito sangue, só que sem o mesmo efeito surpresa da primeira temporada.
Muito Velho Para Morrer Jovem
3.9 59 Assista AgoraUma das obras definitivas sobre os tempos que vivemos. Em meio a uma luxuosa fotografia de um mundo fake, quase morto, temos esse protagonista letárgico que, mesmo em meio aos mais variados tipos de estímulos modernos, permanece completamente inerte e desinteressado. O próprio rimo da série então se adequa a essa percepção de mundo, sendo bem vagaroso em sua maioria, com cenas e planos bem longos e diálogos bem arrastados. Quem procura entretenimento vai se arrepender, claramente essa não é a intenção do Refn aqui.
A única coisa que consegue tirar o nosso herói desse estado de letargia é a violencia. Ele não possui nenhuma ambição, desejo ou senso de moral. Como um animal, tudo que ele quer é machucar e matar. E, de novo, a própria obra vai lá e romantiza a violencia, glorifica, quase que de forma ritualística, se adequando a noção de mundo do personagem - tem uma cena de perseguição no episódio 5 que ilustra bem isso. E o mais espantoso de tudo é que na America de Refn, o personagem não é um serial killer, não é um marginal, é simplesmente um americano médio.
A série, como um todo, é uma sátira muito bem bolada da America do Trump, e isso fica evidente na forma que retrata a corporação policial. Nesse Novo Mundo, não existe mocinhos, não existem vilões, todos são filhos da puta e a vida é uma selva de neons.
American Horror Story: 1984 (9ª Temporada)
3.7 401 Assista AgoraA mesma bagunça de sempre que nós amamos. Nesse ano temos dois arcos; o primeiro é muito referencial ao Slasher, como se espera, cheio de sangue, gritos e violencia gratuita, mas com muito pouco do adorável cinismo que tão bem marca o show - menos a premiere. Já no segundo isso retorna com mais força e a série sobe consideravelmente de qualidade. A mitologia da série já é tão robusta que não causa mais espanto ver fantasmas fazendo sexo e fumando maconha, mas o absurdo da situação continua, o que leva a série por um caminho comico, de humor negro. E e essa sua principal qualidade, não o terror propriamente.
O Novo Papa
4.1 22Parece que o Sorrentino deixou o roteiro de lado e usou a série como exercício de estética. A direção de arte e a fotografia são sublimes, conseguem realçar toda a grandeza e força da Igreja apenas através dos cenários e figurinos, e tudo isso de uma forma incrivelmente moderna, sem soar pedante. Já o roteiro é meio tropego, sem ritmo e sem foco, demora pra engrenar, e quase nunca se aprofunda nas várias tramas que aborda. Isso já acontecia em Young Pope, mas aqui saiu dos limites. Mas foda-se, a fotografia é realmente foda. Eu não consigo imaginar como essa série não foi filmada no Vaticano.
O Jovem Papa
4.4 76É uma série sobre o Papa, religião e essas merdas? É sim, mas parece que o Sorrentino filma um desfile do Victorias's Secret Show.
Eu achei até um roteiro um pouco defeituoso pra falar a verdade, mas quem se importa? O foda da série é ver Jude Law com aquela roupas fodas desfilando no Vaticano. O que foi aquela cena da Capela Sistina? Muito foda, isso é CINEMA na TV.
Até cena do deserto da África toda fudida o cara consegue colocar GLAMOUR e ELEGÂNCIA e fazer ficar bonita.
Nunca o Papa foi tão POP quanto aqui.
American Horror Story: Roanoke (6ª Temporada)
3.8 722 Assista AgoraContinuando sua sina subversiva, Ryan Murphy agora utiliza o velho pra falar do novo. Engana-se quem acha que essa temporada é sobre a lenda de Roanoke, esse é só o pano de fundo, ela é na verdade sobre a busca pela fama, pela audiência. É sobre Hollywood. Nada mais "American Horror Story" que isso.
Diferente das demais temporadas, o horror não aparece agora como figura catártica. Aqui ele é usado como sua forma mais pura, como castigo, punição. Mas essa geração é indiferente à morte. Ou melhor, não há morte enquanto o número de views e like for alto. No século XXI, você é a sua imagem, e enquanto ela existir, você vive. O que sobra então é o espetáculo. E não há nada que simbolize melhor isso do que criar um Reality Show onde os perdedores perdem sua vida. Mas a vida que importa é o tempo que você tem na tela. A busca pela fama é a busca pela imortalidade. E quando ela se esvai pelos seus dedos, como foi o caso da Agnes (Kathy Bates, maravilhosa), não sobra mais nada.
A vencedora, no entanto, ironicamente, não queria o mundo da fama. O objeto de tanto desejo da maioria dos personagens - a ponto de sacrificarem sua própria vida - era desprezado por ela. Seu único objetivo era sua filha. E é nesse trecho que AHS volta à sua raízes e utiliza o terror como catarse. É só na morte que a Lee rompe suas barreiras e finalmente obtém o perdão da filha.
No final, como em todas as demais temporadas de AHS, os fantasmas de Roanoke é que são os verdadeiros heróis, protegendo sua terra sagrada da profanação do mundo moderno, um mundo de ilusões e superficialidade, este sim o verdadeiro terror. No mundo de AHS, "todos os monstros são humanos".
Mr. Robot (2ª Temporada)
4.4 522Desistiram completamente de contar uma história aqui, de desenvolverem um arco dramático com início, meio e fim, pra focarem em mistérios e mais mistérios. Cliffhangers e mais cliffhangers. Diria que como uma série, é um excelente puzzle.
Perderam a mão.
The Night Of
4.3 334 Assista AgoraSe Mr. Robot é o retrato da decadência moral da América, The Night of é sobre a decadência institucional. E são nesses momentos, onde a série mostra sem pudor nenhum o sucateamento do sistema judiciário, que ela mais sobe de qualidade. A investigação em si pouco importa aqui. O mais interessante é ver como ambos os lados, acusação e defesa, trabalham apenas pra concluir seus objetivos pré-determinados e nada mais. A verdade é apenas um detalhe sem valor.
É uma pena portanto que a série tenha ido pra um lado mais sentimental ao seu final, ainda que nem de longe seja um final feliz. De qualquer forma, é bom ver a HBO voltar às suas origens. Jamais dragões e zumbis de gelo irão superar o implacável peso da realidade.
Hap and Leonard (1ª Temporada)
3.5 7Essa série é quase um pecado. O começo é bastante promissor e utiliza muito bem as característica dos anos 80 (há todo um sentimento de melancolia e desesperança dos personagens em virtude das guerras do passado e impotência em relação ao trágico futuro). O fato de serem todos de meia idade contribui muito pra esse sentimento. Você realmente acredita que eles estão perdidos na vida. A fotografia também é bastante eficaz em confirmar esse clima com paisagens do interior dos EUA completamente desertas e desoladas e as atuações são dignas. Mas ai chega na reta final e as resoluções são bem apressadas e previsíveis. Uma pena.
Uma temporada de estréia legalzinha, mas esquecível. Vamos ver se será renovada porque tem potencial pra entregar mais.
Fargo (2ª Temporada)
4.4 354 Assista AgoraÉ fascinante a forma como a série utiliza os elementos da época, um momento de transição sócio-econômica que o país vivia, pra compor sua história.
Foi lindo ver, por exemplo, o sempre frio Mike Milligan, depois de tanto esforço e matança, virar um relés assalariado de uma mega corporação. Cai o império oligárquico da família Gerardth e entra um grande império corporativo do crime. Sai o liberalismo, entra o neoliberalismo. Reagan sorri.
A história dessa temporada é a história do próprio EUA.
Infelizmente, não posso dizer que o desenvolvimento da série foi do mesmo nível da pretensão apresentada. Achei alguns elementos bem gratuitos e desnecessários, como o exagero na divisão de telas e a necessidade de colocar uma música da época a cada 10 minutos. Também fiquei com a impressão do roteiro ter sido refém demais do estilo dos Coen, quase que um "The Best of" de cenas e conceitos da sua filmografia. Acredito que o sucesso da primeira a temporada já tenha dado autonomia suficiente pros criadores desenvolverem seu próprio estilo.
Não que tenha achado ruim - como a avaliação deixa bem claro -, ainda tá bem acima da maioria das séries que estão por ai, tá mais pra irregular. Decepcionante, eu diria
Twin Peaks (1ª Temporada)
4.5 548 Assista AgoraO que mais chama atenção nessa série é a miscelânea de gêneros. É muito foda ver uma cena de comédia seguida por uma de terror seguida por uma de suspense policial. Pior que esse tipo de coisa tinha tudo pra ser uma furada e fazer a série ser toda fora do tom, mas o time de roteiristas, não apenas o Lynch, consegue desenvolver bem todos esses gêneros. É brilhante.
The Knick (1ª Temporada)
4.5 144 Assista AgoraAcho muito foda como todo os lances de doenças e cirurgias combinam com toda a erupção social que aquela sociedade passava. É como se no final das contas toda a sociedade fosse um organismo vivo enfermo. Então temos gripe espanhola, sífilis, alcoolismo, racismo, machismo...tudo incluído no mesmo pacote, mas com tratamentos diferentes. Infelizmente, como sabemos bem, algumas dessas doenças não tem cura. Pelo contrário, só pioraram com o tempo.
Rectify (3ª Temporada)
4.4 30Rectify é uma série lenta e vagarosa, no melhor sentido possível, uma história que vai se costurando aos poucos, desenvolvendo de modo sutil toda uma rede complexa de interações entre os personagens.Ter que contar isso em apenas 6 episódios é quase uma heresia.
Enquanto isso o que não falta é série de fórmulas prontas de caso da semana com 23 episódios por temporada. Não adianta nada a TV evoluir, mas o povo continuar burro.
Rectify (2ª Temporada)
4.4 44É impressionante o quanto essa série é inteligente, o que foi aquela analogia com os galhos da árvore ou com a cozinha? Sério, parece um filme do Malick e não uma mera série de TV. Na minha opinião tá tranquilo no mesmo nível que outras medalhonas como Fargo, True Detective e The Knick.
Fullmetal Alchemist
4.4 156 Assista AgoraMelhores fillers de todos os tempos.
Death Note (1ª Temporada)
4.6 783 Assista AgoraOs 10 primeiros episódios são sensacionais, porém, o anime não mantém o nível. E depois de alguns acontecimentos piora mais ainda, terminando de forma bastante genérica.
Utopia (2ª Temporada)
4.5 64Focaram demais na estética e esqueceram o roteiro. Ou melhor, parece mais que não acreditavam que iria ter uma segunda temporada e aí fizeram a história toda remendada. Muita cor e muito sangue, só que sem o mesmo efeito surpresa da primeira temporada.