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Data de lançamento
11 Fev. 2005Duração
Com apenas 9 anos, Salomão (Moshe Agazai) é um caldeirão humano de culturas e religiões: é um cristão negro nascido na Etiópia, que vive em um campo de refugiados no Sudão. Para sobreviver sua mãe (Meskie Shibru Sivan) o ensina a se fingir de judeu, de forma que possa entrar em Israel. Lá ele é adotado por uma família de judeus de origem francesa. Obrigado a usar os mais variados recursos para justificar a mentira de que é judeu e também órfão, Salomão também enfrenta dificuldades em se adaptar com sua nova vida.
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Um drama emocionante, interessante e relevante não apenas sobre os falashas, os judeus etíopes, mas sobre como intolerâncias religiosas assolam e destroem vidas desde os tempos idos. Ainda dá uma pincelada na questão da imigração africana e como estes sofrem no mundo novo, sendo excluídos do processo de integração. Cinematicamente, o terço final se apressa e o arco narrativo ganha ares artificiais (mas esperançosos), porém, nada que degrade as várias camadas sentimentais e psicanalíticas que a fita oferece, pois as fronteiras não são tão subjetivas quanto parecem - um verdadeiro paradoxo já que o personagem principal quer a cada instante se desterritorializar. Ou seja, uma obra que vai além do seu contexto sociopolítico particular.
Outro filme pra aquecer o coração e sair uma pessoa melhor da sessão.O ensinamentos do pequeno e sua dinâmica com a figura adulta rendem os melhores momentos do filme.No mais ,temos uma trilha sonora amável.
IsraHell é uma teocracia racista que nem devia existir. O longa até expõe o racismo de lá, embora bem menos do que poderia (e deveria). Há problemas estéticos, como o excesso de música onipresente melodramática, mas no geral o longa dá pro gasto e se segura por duas horas e meia.
Só sei que entrei numa brisa surreal quando acabou o filme...
Esse filme pega justamente os temas que gosto de acompanhar, religião, diferenças étnicas, diferença entre crenças e culturas, um pouco de filosofia, e por aí vai. Tudo que envolve o gênero humano.
Tem a ver com propósito de vida, o que naturalmente já é tocante.
Um pouco extenso, um pouco parado, até porque envolve o drama do garoto, mas não é cansativo.
Esse filme vai entrar pra lista dos "filmes que preciso ver de novo para entender melhor".
Muito bom, recomendo!
Um filme que amo de paixão