a cada um segundo uma frase forçada e toscona. a série acha que admitir que é ruim a tornaria melhor, e que só ter cena gore a tornaria mais inteligente. (no começo já tem um monte de cena bosta (aai porquê todo piloto apela pra nudez) ¬¬ até cena de barata acasalando para mostrarem (olha como somos transgressores).
Velma fica falando sozinha o tempo inteiro e sempre narcisista ao extremo (isso porquê a autora se colocou na personagem) é um axioma mesmo. toda feminista é insuportável e egocêntrica.
fred é o maior clichê desta década (tipo o peter pan tomando tapa na cara) o personagem masculino vai ser sempre humilhado pelo roteiro.
Não achei Velma tão “woke” assim. Mas nem por isso é bom rs. Sim, o primeiro episódio é tenebroso (explicarei mais adiante) mas a medida que a série passa, fica mais evidente que não passa de uma paródia das ideias da suposta cultura woke. Bem, difícil falar dessa série sem falar de assuntos da polarização política. Colocar personagens negros ou LGBTQIA+ não é ser woke, é simplesmente representar a realidade. Minorias fazem parte da nossa convivência no mundo real e não tem motivos para retira-las dos filmes. E, sim, a série Velma coloca a protagonista e o Salsicha como negros ou pardos, a Daphne é asiática e nosso personagem branco fica apenas como Fred, que representa o branco rico. E temos relacionamento lésbico. Mas, como eu disse, conter esses elementos não faria de algo woke per si, e sim uma retratação dos nossos tempos. Agora, em relação à temática, Velma também não é woke. Vejam bem, eu vejo a série como uma produção de alguém que acha que o mundo é o Twitter. Todo mundo quer lacrar, as pessoas falam todes, boy lixo, gritam do nada os privilégios dos homens, dos brancos dos ricos. “Ora, seu destrambelhado, e como isso não é woke?”, vocês devem estar pensando. Pois bem, o motivo é que a série faz piada-paródia disso (pelo menos foi minha interpretação), na maior parte do tempo zoando a tendência moderna de lacrar e de realizar justiça social a qualquer custo. Quando falam dos betas, por exemplo, não o falam criticando esse conceito ridículo ou falando mal dos alfas. Quando o assunto é cannabis, o Salsicha não usa (uma grande quebra de expectativa). A nossa protagonista tem sua personalidade criticada o tempo todo, expondo ela como uma vadia egoísta e praticamente sem escrúpulos e totalmente antipática. Além disso, é apaixonada pelo branquinho padrão. No final, é uma mulher que é a vilã. Ora, o principal pressuposto para algo ser woke não é colocar as minorias em um pedestal e rebaixar o resto? Não temos isso em quase momento nenhum na série, fora que várias piadas zoam a ideia do lacre (como quando Daphne acha que foi contratada pela mãe do Fred como pauta de inclusão). Mas, se nem tudo isso te convenceu, as mães da Daphne são duas polícias lésbicas conhecidas por serem totalmente incompetentes. E o são! Xeque-mate. Claro, acho que esse comportamento dos personagens está longe do mundo real. Bom, não sei, não convivo com os adolescentes do EUA para saber se agem assim mesmo mas, como disse, o comportamento dos personagens tem muito mais relação com um comportamento da internet do que da vida real. E, tanto é que não é woke que não agradou ninguém essa joça. Não lacra, crítica os lacradores, crítica os que criticam quem lacra e no final ninguém gostou. Mas, só por isso tudo que expus a série é boa? Não, está muito longe de ser boa e não falo só como um fã número um de Scooby-Doo. E não é por causa das mudanças. Mistério SA, por exemplo, muda algumas coisas. 13 Fantasmas de Scooby Doo também e ambas são boas. Quero dizer, o Fred de alivio cômico é algo que surgiu depois, acho que nos anos 1980. Temos que ter mudanças sim. Ilha dos Zumbis coloca monstros reais e nem por mudar isso é ruim. Mas, temos mudanças e mudanças. Salsicha e Scooby Doo atrás das pistas, por exemplo, foge de tudo que o desenho propõe o que já seria meio ruim, mas no final não substitui isso por nada muito interessante. Se Velma entregasse algo realmente bom poderíamos relevar as mudanças, talvez até mesmo a ausência do Scooby (algo que por si já é bem difícil de suprir). Quero dizer, Scooby Doo é sobre mistérios e Velma é sobre mistérios. Mas o desenho original o mistério era baseado em assombração.
Aqui até o é, mas demora para revelar essa ideia da pessoa mascarada assombrando, o que já deixou difícil continuar assistindo. E, no final, o mistério também não era tão bom assim. Não é ruim, mas também não é uma trama tão fantástica para justificar as mudanças. A reviravolta legal mesmo foi a que envolvia a natureza das alucinações, já que tem uma explicação para algo que eu não achei que teria. E só. No fim, não é tão ruim quanto pintam, a ponto de justificar a insana nota de 1.6 no IMDB. Ep. 1 – Velma (Piloto): O primeiro episódio é horrendo. Primeiro, mudanças bizarras em relação à mitologia do Sccoby. Segundo, as piadas não são boas. A trama do episódio também não. E os diálogos são horríveis, parece pessoas conversando no Twitter. Até entendo que a ideia talvez seja brincar com os comportamentos modernos, mas não tem graça mesmo assim. Nota: 4. Ep. 2 – O(a) Doceiro(a): Essa trama de amigas aí uma fica popular e elas não conversam mais é batida. Continua ruinzinho, mas o Fred privilegiado ajuda a melhorar beeeeem pouco. Nota: 5. Ep. 3 – Velma Kai: Não sei se está melhorando ou se estou me acostumando com essa joça. Acho que é esse episódio que do nada tem uma violência bizarra de alguém perdendo a perna e ninguém dá a mínima, piada nonsense usada uma única vez na série e toda fora de lugar. Nota: 6. Ep. 4 – Velma Faz Uma Lista: Esse plot das gostosas não tem muito sentido, mas o Fred desconstruído salva o episódio (finalmente algo realmente engraçado). Nota: 7. Ep. 5 – Festa Do Pijama Da Banda: Acho que eu acabei acostumando com essa joça. Ou então as piadas melhoraram mesmo. Ou talvez seja a trama andando, mas achei mais fácil de digerir esse episódio. Começam aqui umas referências mais interessantes também (Capitão Cavernaaaaaaaaaaa!) Nota: 6. Ep. 6 – Os Pecados Dos Pais E Alguns Das Mães: Essa trama dos pais da Daphne foi ruim, não chegou em lugar nenhum e foi logo esquecida (já estou no meio da segunda temporada). Mas, o Salsicha Beta foi uma boa sacada. Nota: 7. Ep. 7 – Festival Da Bruma: No episódio anterior e nesse temos mais algumas referências (é nesse a referência ao Scooby, mas na verdade ela nos deixa mais tristes por nos lembrarem que ele não está na série). A Velma de homem também foi uma boa ideia, mas achei mal executada, embora engraçada em alguns momentos. Nota: 6. Ep. 8 – A Velma Na Floresta: A ideia de mudar a estrutura narrativa em um único episódio. Ficou fraco, mas pelo menos a trama andou. Nota: 7. Ep. 9 – Pessoa De Família: Não consigo engolir esse negócio dos cérebros, mas souberam o que fazer com a volta da mãe da Velma. Nota: 7. Ep. 10 – O Cérebro Da Operação: A série termina com o xerife assobiando Strangers in The Night, de onde surgiu o nome do Scooby. Será que teremos ele na próxima temporada¿ Ajudaria a salvar essa bomba. Mas, de todo jeito, o episódio de conclusão fecha bem a trama de mistério. Nota: 7.
Insuportável pra K-RALHOO! Quero ver um documentário com a própria Scooby Gang tentando resolver o mistério de como todo esse lixo radioativo foi aceito pela HBO (que descida brusca de qualidade, hein), os mais sensíveis e menos ignorantes podem sentir forte desconforto devido tamanha devassidão desgastante da páriaqueparéo, inassistível. É insultante para qualquer ser humano com o mínimo de função cerebral em atividade, é tanto preconceito gratuito, tanto orgulho podre em excesso, uma gigantesca ofensa ao humor, lacração a nível de demência galopante. Mindy Kaling além de causar ranço na dublagem também é produtora desta animação-homenagem à inutilidade monumental. Me fez ter ainda mais raiva de sua personagem insuportável Kelly Kapoor em "The Office" (pelo jeito ela não estava atuando, apenas sendo naturalmente boçal). Destruição aniquiladora de personagens clássicos que são reduzidos a alvos de panfletagem violenta que os descaracterizam miseravelmente. Essa série consegue ser tão desagradável como descer em um escorregador feito de navalhas semi-afiadas e cair direto em uma bacia com álcool 90%, os episódios debilóidenazis brigam entre si pra gente ver com qual a ânsia de vômito é mais forte, isso aqui está literalmente abaixo de qualquer fundo do poço.
É uma série animada para adultos que serve para passar o tempo, mas não é nada muito elaborado. Parece que faltou uma visão mais "adulta" na produção, já que algumas ideias e linhas de raciocínio não fazem muito sentido. Fica a sensação de que havia potencial para algo bom, mas, no final, é só uma leve impressão. Além disso, se você é um fã mais exigente, nem vale a pena assistir, pois a série reinventa tudo desde o começo, de maneira diferente do original, deixando apenas alguns easter eggs e a roupas grupo para reconhecer os personagens. Apesar de tudo achei legalzinha.
Bem chata! Em vários momentos eu pensei que estava assistindo em velocidade 1.25, 1.50, etc... Mas estava em velocidade normal mesmo. Igualzinho você tentar conversar com adolescentes que se acham "descolados".
Série extremamente preconceituosa! (por ser raso para caralho e estereotipado)
a cada um segundo uma frase forçada e toscona. a série acha que admitir que é ruim a tornaria melhor, e que só ter cena gore a tornaria mais inteligente. (no começo já tem um monte de cena bosta (aai porquê todo piloto apela pra nudez) ¬¬ até cena de barata acasalando para mostrarem (olha como somos transgressores).
Velma fica falando sozinha o tempo inteiro e sempre narcisista ao extremo (isso porquê a autora se colocou na personagem) é um axioma mesmo. toda feminista é insuportável e egocêntrica.
fred é o maior clichê desta década (tipo o peter pan tomando tapa na cara) o personagem masculino vai ser sempre humilhado pelo roteiro.
até quando a personagem cai do penhasco ela tem que soltar uma frase de twitter. nem pprestes a morrer ela cala a boca.
e além de personagens extremamente forçados e toscos. a trama é bem vagabunda. com o plot twist mais ridículo ainda.
Não achei Velma tão “woke” assim. Mas nem por isso é bom rs. Sim, o primeiro episódio é tenebroso (explicarei mais adiante) mas a medida que a série passa, fica mais evidente que não passa de uma paródia das ideias da suposta cultura woke.
Bem, difícil falar dessa série sem falar de assuntos da polarização política. Colocar personagens negros ou LGBTQIA+ não é ser woke, é simplesmente representar a realidade. Minorias fazem parte da nossa convivência no mundo real e não tem motivos para retira-las dos filmes. E, sim, a série Velma coloca a protagonista e o Salsicha como negros ou pardos, a Daphne é asiática e nosso personagem branco fica apenas como Fred, que representa o branco rico. E temos relacionamento lésbico. Mas, como eu disse, conter esses elementos não faria de algo woke per si, e sim uma retratação dos nossos tempos.
Agora, em relação à temática, Velma também não é woke. Vejam bem, eu vejo a série como uma produção de alguém que acha que o mundo é o Twitter. Todo mundo quer lacrar, as pessoas falam todes, boy lixo, gritam do nada os privilégios dos homens, dos brancos dos ricos. “Ora, seu destrambelhado, e como isso não é woke?”, vocês devem estar pensando. Pois bem, o motivo é que a série faz piada-paródia disso (pelo menos foi minha interpretação), na maior parte do tempo zoando a tendência moderna de lacrar e de realizar justiça social a qualquer custo.
Quando falam dos betas, por exemplo, não o falam criticando esse conceito ridículo ou falando mal dos alfas. Quando o assunto é cannabis, o Salsicha não usa (uma grande quebra de expectativa). A nossa protagonista tem sua personalidade criticada o tempo todo, expondo ela como uma vadia egoísta e praticamente sem escrúpulos e totalmente antipática. Além disso, é apaixonada pelo branquinho padrão. No final, é uma mulher que é a vilã. Ora, o principal pressuposto para algo ser woke não é colocar as minorias em um pedestal e rebaixar o resto? Não temos isso em quase momento nenhum na série, fora que várias piadas zoam a ideia do lacre (como quando Daphne acha que foi contratada pela mãe do Fred como pauta de inclusão).
Mas, se nem tudo isso te convenceu, as mães da Daphne são duas polícias lésbicas conhecidas por serem totalmente incompetentes. E o são! Xeque-mate.
Claro, acho que esse comportamento dos personagens está longe do mundo real. Bom, não sei, não convivo com os adolescentes do EUA para saber se agem assim mesmo mas, como disse, o comportamento dos personagens tem muito mais relação com um comportamento da internet do que da vida real.
E, tanto é que não é woke que não agradou ninguém essa joça. Não lacra, crítica os lacradores, crítica os que criticam quem lacra e no final ninguém gostou. Mas, só por isso tudo que expus a série é boa?
Não, está muito longe de ser boa e não falo só como um fã número um de Scooby-Doo. E não é por causa das mudanças. Mistério SA, por exemplo, muda algumas coisas. 13 Fantasmas de Scooby Doo também e ambas são boas. Quero dizer, o Fred de alivio cômico é algo que surgiu depois, acho que nos anos 1980. Temos que ter mudanças sim. Ilha dos Zumbis coloca monstros reais e nem por mudar isso é ruim.
Mas, temos mudanças e mudanças. Salsicha e Scooby Doo atrás das pistas, por exemplo, foge de tudo que o desenho propõe o que já seria meio ruim, mas no final não substitui isso por nada muito interessante. Se Velma entregasse algo realmente bom poderíamos relevar as mudanças, talvez até mesmo a ausência do Scooby (algo que por si já é bem difícil de suprir).
Quero dizer, Scooby Doo é sobre mistérios e Velma é sobre mistérios. Mas o desenho original o mistério era baseado em assombração.
Aqui até o é, mas demora para revelar essa ideia da pessoa mascarada assombrando, o que já deixou difícil continuar assistindo. E, no final, o mistério também não era tão bom assim. Não é ruim, mas também não é uma trama tão fantástica para justificar as mudanças. A reviravolta legal mesmo foi a que envolvia a natureza das alucinações, já que tem uma explicação para algo que eu não achei que teria. E só.
No fim, não é tão ruim quanto pintam, a ponto de justificar a insana nota de 1.6 no IMDB.
Ep. 1 – Velma (Piloto): O primeiro episódio é horrendo. Primeiro, mudanças bizarras em relação à mitologia do Sccoby. Segundo, as piadas não são boas. A trama do episódio também não. E os diálogos são horríveis, parece pessoas conversando no Twitter. Até entendo que a ideia talvez seja brincar com os comportamentos modernos, mas não tem graça mesmo assim. Nota: 4.
Ep. 2 – O(a) Doceiro(a): Essa trama de amigas aí uma fica popular e elas não conversam mais é batida. Continua ruinzinho, mas o Fred privilegiado ajuda a melhorar beeeeem pouco. Nota: 5.
Ep. 3 – Velma Kai: Não sei se está melhorando ou se estou me acostumando com essa joça. Acho que é esse episódio que do nada tem uma violência bizarra de alguém perdendo a perna e ninguém dá a mínima, piada nonsense usada uma única vez na série e toda fora de lugar. Nota: 6.
Ep. 4 – Velma Faz Uma Lista: Esse plot das gostosas não tem muito sentido, mas o Fred desconstruído salva o episódio (finalmente algo realmente engraçado). Nota: 7.
Ep. 5 – Festa Do Pijama Da Banda: Acho que eu acabei acostumando com essa joça. Ou então as piadas melhoraram mesmo. Ou talvez seja a trama andando, mas achei mais fácil de digerir esse episódio. Começam aqui umas referências mais interessantes também (Capitão Cavernaaaaaaaaaaa!) Nota: 6.
Ep. 6 – Os Pecados Dos Pais E Alguns Das Mães: Essa trama dos pais da Daphne foi ruim, não chegou em lugar nenhum e foi logo esquecida (já estou no meio da segunda temporada). Mas, o Salsicha Beta foi uma boa sacada. Nota: 7.
Ep. 7 – Festival Da Bruma: No episódio anterior e nesse temos mais algumas referências (é nesse a referência ao Scooby, mas na verdade ela nos deixa mais tristes por nos lembrarem que ele não está na série). A Velma de homem também foi uma boa ideia, mas achei mal executada, embora engraçada em alguns momentos. Nota: 6.
Ep. 8 – A Velma Na Floresta: A ideia de mudar a estrutura narrativa em um único episódio. Ficou fraco, mas pelo menos a trama andou. Nota: 7.
Ep. 9 – Pessoa De Família: Não consigo engolir esse negócio dos cérebros, mas souberam o que fazer com a volta da mãe da Velma. Nota: 7.
Ep. 10 – O Cérebro Da Operação: A série termina com o xerife assobiando Strangers in The Night, de onde surgiu o nome do Scooby. Será que teremos ele na próxima temporada¿ Ajudaria a salvar essa bomba. Mas, de todo jeito, o episódio de conclusão fecha bem a trama de mistério. Nota: 7.
Nota geral da temporada: 6.3.
Insuportável pra K-RALHOO! Quero ver um documentário com a própria Scooby Gang tentando resolver o mistério de como todo esse lixo radioativo foi aceito pela HBO (que descida brusca de qualidade, hein), os mais sensíveis e menos ignorantes podem sentir forte desconforto devido tamanha devassidão desgastante da páriaqueparéo, inassistível. É insultante para qualquer ser humano com o mínimo de função cerebral em atividade, é tanto preconceito gratuito, tanto orgulho podre em excesso, uma gigantesca ofensa ao humor, lacração a nível de demência galopante. Mindy Kaling além de causar ranço na dublagem também é produtora desta animação-homenagem à inutilidade monumental. Me fez ter ainda mais raiva de sua personagem insuportável Kelly Kapoor em "The Office" (pelo jeito ela não estava atuando, apenas sendo naturalmente boçal). Destruição aniquiladora de personagens clássicos que são reduzidos a alvos de panfletagem violenta que os descaracterizam miseravelmente. Essa série consegue ser tão desagradável como descer em um escorregador feito de navalhas semi-afiadas e cair direto em uma bacia com álcool 90%, os episódios debilóidenazis brigam entre si pra gente ver com qual a ânsia de vômito é mais forte, isso aqui está literalmente abaixo de qualquer fundo do poço.
É uma série animada para adultos que serve para passar o tempo, mas não é nada muito elaborado. Parece que faltou uma visão mais "adulta" na produção, já que algumas ideias e linhas de raciocínio não fazem muito sentido. Fica a sensação de que havia potencial para algo bom, mas, no final, é só uma leve impressão.
Além disso, se você é um fã mais exigente, nem vale a pena assistir, pois a série reinventa tudo desde o começo, de maneira diferente do original, deixando apenas alguns easter eggs e a roupas grupo para reconhecer os personagens. Apesar de tudo achei legalzinha.
Bem chata!
Em vários momentos eu pensei que estava assistindo em velocidade 1.25, 1.50, etc... Mas estava em velocidade normal mesmo.
Igualzinho você tentar conversar com adolescentes que se acham "descolados".