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Data de lançamento
18 Junho 2001Duração
Domenic Toretto (Vin Diesel) é o líder de uma gangue de corridas de ruas em Los Angeles que está sendo investigado pela polícia por roubo de equipamentos eletrônicos. Para investigá-lo é enviado Brian Spindler (Paul Walker), que se infiltra na gangue na intenção de descobrir se Toretto é realmente o autor dos crimes e se há alguém mais por trás deles.
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Pegando para assistir a franquia pela primeira vez, e sentindo muito como a vibe desse filme lembra GTA (perseguição, corrida, eventos de carros de rua, festas e trocação de tiro kkk), e de como a trama seria facilmente uma linha de missões do jogo, e isso é interessante!
reassisti essa obra de arte
comecei mais uma saga! já havia assistido os mais recentes de forma aleatória, mas, agora, vendo em ordem e como todo o grupo se conheceu, está sendo muito legal. definitivamente, não é o meu estilo de filme, mas respeito a sequência e o sucesso, e consigo entender o apelo pela ação das corridas de carro. pra quem curte, as cenas de perseguição devem ser um espetáculo. confesso que achei a trama sem graça, mas adorei ver o começo de tudo, da amizade entre dom e brian e a história dos protagonistas
Reassistindo depois de muitos anos, vejo como isso aqui é uma mistura de Caçadores de Emoção com Velocidade Máxima (diga-se de passagem, os dois estrelados pelo Keanu Reeves).
Para mim, "Velozes e Furiosos" funciona muito além do espetáculo dos carros e das corridas, porque o que realmente me prende é a forma como o filme usa a velocidade como linguagem para falar de identidade, lealdade e pertencimento; desde o início, eu vejo Brian entrando naquele universo como alguém dividido entre a obrigação e a curiosidade, e isso faz com que o filme não seja apenas sobre uma investigação policial, mas sobre um homem sendo atraído por uma "família" que, mesmo imperfeita e criminosa, parece mais humana e verdadeira do que o mundo que ele representa. No meio da história, gosto de como essa tensão moral cresce e torna tudo mais ambíguo, porque ninguém ali é simples demais para caber no papel de herói ou vilão, e é justamente isso que dá força ao filme. No fim, o gesto de Brian sintetiza o que mais me marca na obra: a ideia de que nem sempre a justiça legal coincide com a justiça moral. Até o título, Velozes e Furiosos, me parece expressar bem essa proposta, porque não fala só de carros rápidos, mas de pessoas intensas, impulsivas, apaixonadas e movidas por códigos próprios. Eu enxergo o filme como uma história sobre escolher quem se é quando dois mundos entram em choque, e talvez seja por isso que, mesmo sendo lembrado pela ação, ele permanece tão vivo na memória por causa do seu coração emocional.
Pra mim o filme é um 8/10.
Recomendo.
Disponível na Globoplay e HBO MAX.