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Duração
Mostra o progresso de Pernambuco, evidenciando-o com a oportunidade dos festejos do Centenário da Confederação do Equador. Assim, a par de um belo motivo, são-nos mostrados os progressos do próspero Estado do Nordeste, onde se destaca a construção do novo cais de Recife. Filme dado como perdido, mas uma única cópia foi encontrada e preservada.
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Não deixa de ser uma propaganda governamental sobre a modernização conservadora do espaço urbano do Recife no começo do século XX, dando muita ênfase à expansão do complexo portuário e suas máquinas. Por outro lado, acaba sendo um registro raríssimo de um período da cidade que entrega composições visuais bastante sensíveis e que ressignificam a intenção original da obra.
Nutre-se aqui um fascínio pelas possibilidades técnicas e pelo movimento, algo próximo do cinema de atrações dos Lumière.
Claro que você não vai encontrar imagens daqueles alagadiços que tomavam conta do Recife, mas existem alguns detalhes nas cenas. Entre passeios de bonde e festas da elite recifense, surgem trabalhadores – em sua maioria homens pretos, descalços – olhando com curiosidade diretamente para a câmera. Corta. Cenas silenciosas de mais festas, com gente bem adornada e com rostos estranhos. E daí vem um contraste esmagador.
Valeu pelas imagens históricas, mas cade o povo neste documentario ?
Feito pela, com e para a burgesia politica pernambucana
O trailer não tem nada a ver com o Documentário. Filmow, por favor, acertem isso.
O Recife do início do século XX com seus bondes elétricos e o balneário de Boa Viagem praticamente deserto. Vale como registro histórico de uma das cidades mais importantes do Brasil.