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Data de lançamento
20 Jan. 2018Duração
Aos 14 anos de idade, Joe (Ed Oxenbould) começa a perceber que sua família está desmoronando. O pai, Jerry (Jake Gyllenhaal), acaba de perder o emprego, mas não quer que a esposa trabalhe. A mãe, Jeanette (Carey Mulligan), não pretende ficar de braços cruzados diante da crise e começa a ganhar sua autonomia. Quando Jerry decide ficar muitos meses fora de casa, num trabalho temporário apagando incêndios pela região, Jeanette decide que é hora de refazer a sua vida. Mas para Joe, a única coisa que importa é ver os pais reunidos novamente.
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Que filme incrível!
Tenho certeza que o roteirista fez uma autobiografia escondida aqui.
Sobre o garoto ser uma "porta" é claramente intencional no filme. Meio obvio!
E o garoto até parece o roteirista Paul Dano.
Reparem na "esposa" como tudo que ela fala é pra alivio pessoal. Narcisismo! Egoísmo!
Ela elogia as pessoas para ela se sentir melhor. Ela "aceita" o ódio das pessoas, pra alivio pessoal. Ela diz se preocupar com os outros agindo em benéfico próprio!
O fato da historia ser a realidade de muitas pessoas, incomoda quem "a carapuça serviu"
E não atrai quem esta completamente fora dessa realidade.
Eu conheço algumas historias IDENTICAS a essa na vida real.
O filme deixa claro, se a muié trabalhar fora, vai acabar saindo com o primeiro mais rico que encontrar. Mesmo se dizendo esquerdista e contra o capitalismo. TODAS SÃO IGUAIS.
E é bizarro como elas dão até pra cachorro se for de um milionário.
A história é chatinha, colocaram um ator sem graça como protagonista (o menino é uma porta, credo) aí piorou
27/08/22
Um filme bem interessante, discussões modernas para época, temos 3 personagens bem construídos e cheio de conflitos bem explorados, uma direção nova e rica de um ator que admiro, um drama forte, comovente e que se não surpreende, ele te cativa.
A cena que mais representa a crise da família é quando Jeanette coloca Joe defronte ao incêndio, para que assim ele enxergue e consiga entender a dimensão dos problemas que estão vivenciando. A família Brinson vivia como os animais nas florestas queimadas, cada um teve que se adaptar para sobreviver, senão morreriam chorando.
Sozinho, o pai assisti o fogo consumindo as matas, mas não consegue reagir ao estrago como um reflexo do seu comportamento de fuga e evitativo diante da família.
>> Para ler a análise psicológica do filme, acesse meu blog MELKBERG <<