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Data de lançamento
4 Fev. 1983Duração
Max Renn, o dono de uma pequena emissora de televisão a cabo, capta imagens de uma "snuff", que seriam cenas de pessoas que eram realmente torturadas e mortas. Inicialmente os sinais pareciam vir da Malásia, mas depois descobre-se que eram gerados em Pittsburgh. Gradativamente Max fica sabendo que esta transmissão se chama Videodrome, que na verdade é muito mais que um mórbido show de televisão. Max começa a sofrer efeitos bizarros e alucinógenos destas transmissões, se vendo no meio das forças que criaram e querem controlar o Videodrome. Mas Max descobre que seu corpo pode ser a última arma que poderá usar contra seus inimigos.
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"morte ao videodrome. vida longa à nova carne"
Bom filme.
Body horror, crítica ao uso da tecnologia, homem-máquina, manipulação midiática e linha tênua entre realidade e alucinação são somente alguns pontos que fazem Videodrome ser tão marcante. Cronenberg apresenta sua excelência estética, técnica e artística numa obra atemporal, em que a TV representa o meio tecnológico de cada época em que o ser humano torna-se extensão da máquina que o manipula, não sabendo distinguir o eu da tecnologia (alguma diferença dos celulares e das mídias digitais atuais?). Alinhado às discussões das teorias filosóficas, sociais e comunicacionais de sua época, assim como às da ficção científica, Videodrome é um terror em que o medo não vem da bizarrice corporal ou da violência gratuita, mas da incerteza do autocontrole frente ao poder de quem controla as tecnologias.
Cronenberg é LOUCO. Assistir videodrome ontem à noite. Que mente! Lindo demais esse homem!
Confuso, o inicio é até aceitável mas em determinado momento se torna cansativo. Embora seja curto, com cerca de 20 minutos de filme eu já estava entediado.
A ideia central em forma de crítica sobre a influência da televisão é interessante, mas muito mal elaborada. Há uma semelhança com "Eles vivem", mas a obra do John Carpenter é mais competente.
O único ponto positivo e que me surpreendeu foram os efeitos. Maquiagem, próteses e os efeitos de computação gráfica ainda são incríveis em 2026.