The Seven Sorrows Of Mary - Estados Unidos da América
Sinopse
Mary uma estrangeira morando no Rio de Janeiro, sofre um sequestro relâmpago com o namorado, ela passa a enfrentar uma noite de terror sob o controle de seus sequestradores dentro de uma van que circula pela cidade.
Uma coisa que me deixa puto e capacidade do ser humano de simplesmente se negar ver o obvio por ideologia militante, se a vida fosse gravada e depois pudesse reproduzir para grande massa ia se surpreender pelo "estereotipo" que vi citado em varias criticas, e muito menos ia sair da boca de alguém "favela venceu"...todo santo dia vc ve noticia abomináveis de crimes, estupros, trafico, morte, e onde esta o individuo, la o "esteriotipo"..igual o negro americano que se mata, trafica, mata os outros, e uma boa parcela da população carcerária, e raivoso, e mal educado,age igual a marginal e fica revoltado que a sociedade e a policia os pare...haaa o "esteriotipo"...haa o progressistas...haaa os militantes pro direitos dos manos...
Vamos a obra, passei maior parte do tempo com ódio, o filme e bem executado no que propõe, baseado em um caso real, que desconheço, um casal de estrangeiros e mantido refém de alguns animais, que vão barbarizando durante a noite em busca de dinheiro, batem, aterrorizam e estupram...haaa mas e só o "esteriotipo"...temos pouca atuações de brasileiros na maioria os que fazem os marginais, que também mandam bem nos dão asco, mas o brilho vai para Ellie bamber que se entrega ao papel...
Em paralelo temos outro drama, dessa vez com abuso de poder, o já conhecido, politico, que faz o que quer,e quando nao tem toma, e acha que nada vai acontecer, as duas historias acabam se cruzando com uma única situação, abuso...e caras, se tivesse poder nesse mundo seria de prender, castrar, e tatuar na testa, abusador...e foda-se esquerdinhas mimimi...
Para além dos problemas já abordados nos comentários abaixo, queria escrever sobre um ponto que me incomoda bastante em filmes desse tipo, que eu chamo de "cinema militante" — basicamente, filmes que abordam questões sociais (ou de denúncia) sob um prisma progressista — que é o fato de tudo parecer meio caricato. Há vários momentos do filme que parecem ter saído de um thread de algum militante do Twitter que, em vez de levantar o debate sobre causas relevantes para a sociedade, acaba soando bobo e forçado mesmo. Aquela cena do chefe do morro com "consciência social" foi de foder (perdão pelo linguajar). Se eu tivesse visto esse filme no cinema, seria nessa hora que eu levantaria e iria embora.
O filme é extremamente tenso, bem interpretado, mas a união de histórias de Mary e de Miriam (esta segunda mal explorada, fica meio solta) é desproporcional e mal consegue ser conectada até o final. O olhar estrangeiro do caso real transportado às telas talvez dê a impressão de forçar estereótipos, porém, sabendo do caso real, é extremamente forte e incômodo.
Há vais e vens no roteiro que ora são geniais (a sugestão de uma conclusão fantasiosa para o sequestro, por exemplo) e ora me torcem o nariz (o final quase escorrega no panfletário - que é necessário, mas mal ajambrado pelo tom do filme até o momento, sei lá, algumas partes me incomodaram pela construção econômica, assim como a dificuldade de alinhar os dois casos a que se propôs colocar - talvez, focado em apenas um ou melhor explorado de forma equilibrada, com tempo igual, próximo do igual talvez gerasse a intersecção melhor planejada). O final busca um otimismo que muitas vezes (inclusive nos casos reais apontados) não acontece, mas atende ao objetivo de expor o problema e a necessidade de denúncia à violência contra a mulher.
É um filme necessário, bem produzido, bem intencionado, extremamente pesado, porém pareceu necessitar de uma revisão no roteiro para que todos os objetivos que estão lá mais insinuados ou colocados em narrações expositivas deslocadas fossem melhor apreendidos e artisticamente empregados.
Pode conter spoiler rio 40 graus....
Uma coisa que me deixa puto e capacidade do ser humano de simplesmente se negar ver o obvio por ideologia militante, se a vida fosse gravada e depois pudesse reproduzir para grande massa ia se surpreender pelo "estereotipo" que vi citado em varias criticas, e muito menos ia sair da boca de alguém "favela venceu"...todo santo dia vc ve noticia abomináveis de crimes, estupros, trafico, morte, e onde esta o individuo, la o "esteriotipo"..igual o negro americano que se mata, trafica, mata os outros, e uma boa parcela da população carcerária, e raivoso, e mal educado,age igual a marginal e fica revoltado que a sociedade e a policia os pare...haaa o "esteriotipo"...haa o progressistas...haaa os militantes pro direitos dos manos...
Vamos a obra, passei maior parte do tempo com ódio, o filme e bem executado no que propõe, baseado em um caso real, que desconheço, um casal de estrangeiros e mantido refém de alguns animais, que vão barbarizando durante a noite em busca de dinheiro, batem, aterrorizam e estupram...haaa mas e só o "esteriotipo"...temos pouca atuações de brasileiros na maioria os que fazem os marginais, que também mandam bem nos dão asco, mas o brilho vai para Ellie bamber que se entrega ao papel...
Em paralelo temos outro drama, dessa vez com abuso de poder, o já conhecido, politico, que faz o que quer,e quando nao tem toma, e acha que nada vai acontecer, as duas historias acabam se cruzando com uma única situação, abuso...e caras, se tivesse poder nesse mundo seria de prender, castrar, e tatuar na testa, abusador...e foda-se esquerdinhas mimimi...
Filmão..que no fim deixa o clima pesado...
Poderia focar só no ocorrido e não fazer uma situação para abordagem de militância.
ABANDONEI com 40 minutos...
Entregou uma coisa meio diferente do que prometeu, mas me prendeu
Para além dos problemas já abordados nos comentários abaixo, queria escrever sobre um ponto que me incomoda bastante em filmes desse tipo, que eu chamo de "cinema militante" — basicamente, filmes que abordam questões sociais (ou de denúncia) sob um prisma progressista — que é o fato de tudo parecer meio caricato.
Há vários momentos do filme que parecem ter saído de um thread de algum militante do Twitter que, em vez de levantar o debate sobre causas relevantes para a sociedade, acaba soando bobo e forçado mesmo.
Aquela cena do chefe do morro com "consciência social" foi de foder (perdão pelo linguajar). Se eu tivesse visto esse filme no cinema, seria nessa hora que eu levantaria e iria embora.
O filme é extremamente tenso, bem interpretado, mas a união de histórias de Mary e de Miriam (esta segunda mal explorada, fica meio solta) é desproporcional e mal consegue ser conectada até o final. O olhar estrangeiro do caso real transportado às telas talvez dê a impressão de forçar estereótipos, porém, sabendo do caso real, é extremamente forte e incômodo.
Há vais e vens no roteiro que ora são geniais (a sugestão de uma conclusão fantasiosa para o sequestro, por exemplo) e ora me torcem o nariz (o final quase escorrega no panfletário - que é necessário, mas mal ajambrado pelo tom do filme até o momento, sei lá, algumas partes me incomodaram pela construção econômica, assim como a dificuldade de alinhar os dois casos a que se propôs colocar - talvez, focado em apenas um ou melhor explorado de forma equilibrada, com tempo igual, próximo do igual talvez gerasse a intersecção melhor planejada). O final busca um otimismo que muitas vezes (inclusive nos casos reais apontados) não acontece, mas atende ao objetivo de expor o problema e a necessidade de denúncia à violência contra a mulher.