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Sinopse
Gabriel Tancredi, um ex-fuzileiro naval que se tornou executor da máfia, deve enfrentar sua consciência e seu código de honra quando é forçado a ajudar a limpar um assassinato malsucedido de seu protegido, Carl.
Assisti só por causa do quarteto de astros principais do filme, o roteiro e diálogos são medíocres, mas na parte da ação funciona, as cenas de tiro e violência são boas, quem rouba a cena é a Olga Kurylenko, talvez se ela fosse a protagonista seria um filme melhor, se percebe que a doença atingiu bastante o Bruce Willis, ele teve muita dificuldade de atuar e se comunicar na trama, muito triste ver isso afetar um grande ator como ele. É um filme medíocre de ação.
Dentre as coisas que você vai aprendendo com o tempo é que não adianta você jogar em um caldo uma infinidade de atores decadentes que já foram excelentes um dia, eles vão continuar decadentes. Às vezes um diretor excepcional ou uma produção pomposa como O Irlandês, por exemplo, pode até dar um jeito nisso, mas definitivamente esse não foi o caso.
Vi alguns falando que esse filme é melhor que os últimos do Bruce Willis, mas se deve ao fato do diretor Jesse V. Johnson no comando.
Entretanto, o roteiro disso é meio bagunçado, e o John Malkovich simplesmente não faz diferença alguma na história...pagaram um cachê de alguns diálogos para ele só para botar no pôster.
E mais uma vez o diretor se afasta das origens de artes marciais.
É simplesmente ruim, mas tem uma violência boa e fora da reta, e é muito mais uma mensagem sobre a condição de Bruce Willis que agora nos lembra sempre de como somos frágeis. . Me segue nos meus perfis @instacinecriticas do Instagram e do @cinecriticas no Twitter e leia a crítica completa e várias curiosidades na seção de Notícias do Filmow!
Assisti só por causa do quarteto de astros principais do filme, o roteiro e diálogos são medíocres, mas na parte da ação funciona, as cenas de tiro e violência são boas, quem rouba a cena é a Olga Kurylenko, talvez se ela fosse a protagonista seria um filme melhor, se percebe que a doença atingiu bastante o Bruce Willis, ele teve muita dificuldade de atuar e se comunicar na trama, muito triste ver isso afetar um grande ator como ele. É um filme medíocre de ação.
Dentre as coisas que você vai aprendendo com o tempo é que não adianta você jogar em um caldo uma infinidade de atores decadentes que já foram excelentes um dia, eles vão continuar decadentes.
Às vezes um diretor excepcional ou uma produção pomposa como O Irlandês, por exemplo, pode até dar um jeito nisso, mas definitivamente esse não foi o caso.
Vi alguns falando que esse filme é melhor que os últimos do Bruce Willis, mas se deve ao fato do diretor Jesse V. Johnson no comando.
Entretanto, o roteiro disso é meio bagunçado, e o John Malkovich simplesmente não faz diferença alguma na história...pagaram um cachê de alguns diálogos para ele só para botar no pôster.
E mais uma vez o diretor se afasta das origens de artes marciais.
Que tá passando, caro Jesse?
É simplesmente ruim, mas tem uma violência boa e fora da reta, e é muito mais uma mensagem sobre a condição de Bruce Willis que agora nos lembra sempre de como somos frágeis.
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Uma grande porcaria, que decepção John!