Após perder sua carga, que afundou em tempestade, o navio "Sea Star" procura refúgio no centro do furacão, na tentativa de fazer reparos. Lá descobrem um navio russo para pesquisas científicas com equipamentos de última geração mas que, aparentemente, foi abandonado. Robert Everton (Donald Sutherland), o capitão do "Sea Star" vê uma oportunidade de ganhar muito dinheiro, pois a recompensa para um navio de tal porte seria de 30 milhões de dólares. No entanto, a navegadora Kit Foster (Jamie Lee Curtis) e o engenheiro chefe Steve Baker (William Baldwin) não acreditam, que tudo será tão simples e estavam certos, pois uma força misteriosa começa a eliminar todos os membros da tripulação.
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Faz muitos anos que queria conferir e só recentemente consegui.
É um dos filmes de invasão alienígena mais estúpidos que já vi na vida. O roteiro e os diálogos são muito fracos, o ritmo é monótono do começo ao fim e os personagens são desinteressantes e rasos. Gastaram uma fortuna no elenco e nos animatrônicos, mas esqueceram de investir em bons roteiristas e em um diretor de qualidade.
O longa foi um enorme fracasso de crítica e público — custou 75 milhões de dólares e arrecadou apenas 30,7 milhões. Apesar de ser um desastre, admiro e respeito a coragem de investirem alto em um filme original, algo que infelizmente não acontece mais. Hoje em dia só fazem filmes de herói, remake ou continuação de sucesso de 30 ou 40 anos atrás, o que demonstra a decadência da indústria atualmente.
Ainda assim, não há como defender: Vírus (1999) continua sendo um filme ruim e chato.
Curiosidades:
1 - Jamie Lee Curtis odeia o filme e o considera o pior de sua carreira. O que talvez seja verdade; se não for o pior, fica entre os piores.
2 - Este foi o filme que destruiu a carreira de William Baldwin em Hollywood. Após o enorme fracasso, ele nunca mais foi convidado para estrelar nenhum blockbuster, demonstrando a crueldade da indústria.
A premissa é boa, mas foi mal executada. As atuações ficaram na média, nada mais do que isso. Os efeitos especiais deixam a desejar, mas dá para relevar por conta da época. O roteiro, no entanto, tem muitos furos.
IMPRIMATUR - visto no cinema em 1999:
Caído no esquecimento, nem sei como chegou aos cinemas nessa época... tem um enredo absurdo.
Avaliação em nota: 3.0
Filme subestimado. De início parece mais uma ficção científica genérica ou uma versão marítima de "Alien", mas o roteiro surpreende com várias situações inesperadas, suspense psicológico e cenas de terror grotescas.
Além da trama bem amarrada, o que mais chama a atenção no filme são os efeitos visuais espetaculares (quase sem uso de CGI) que foram produzidos por Stan Winston que também trabalhou em "Jurassic Park" e "O Exterminador do Futuro". O visual das criaturas cibernéticas são criativos e convincentes para a época e envelheceram muito bem.
O cenário sombrio do navio de pesquisa russo Akademik Vladislav Volkov também funciona perfeitamente e cria a atmosfera claustrofóbica e com os elementos ideais para a "fabricação" das criaturas alienígenas.
Realmente não deu pra entender o filme ter sido um fracasso de bilheteria na época. É uma ficção científica divertida e bem produzida que merecia maior reconhecimento e provavelmente ainda vai ser tornar "cult" no futuro.
Curiosidades: Este foi o primeiro e único longa-metragem dirigido por John Bruno. Apesar disso, ele é um nome gigantesco em Hollywood na área de efeitos visuais, tendo ganhado o Oscar de Melhores Efeitos Visuais por "O Segredo do Abismo" em 1989 e trabalhado de perto com James Cameron em vários filmes.
O filme teve um orçamento generoso para a época, custando cerca de 75 milhões de dólares devido aos efeitos caros de Stan Winston. No entanto arrecadou pouco mais de 30 milhões de dólares, gerando um prejuízo enorme para o estúdio Universal.
22.06.26