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Um pai é obrigado a fugir da França, após ter cometido um crime, e força sua filha (Hepburn) a disfarçar-se de rapaz para enganar as autoridades. Em Londres, cruzam com um malandro interpretado por Cary Grant. Scarlett envolve-se com Michael Fane, interpretado por Brian Aherne, e vê-se obrigada a recuperar sua feminilidade para não perder Grant, que anda envolvido com uma jovem russa. A fama e consagração de George Cukor veio quando ele dirigiu As Mulheres. Sylvia Scarlett, é um filme dedicado aos aventureiros do mundo, que se recusam a uma vida monótona, numa época em que até os vigaristas tinham bom coração e obedeciam a certos princípios éticos. Mais uma obra-prima do mestre no gênero, que virou paradigma em Hollywood.
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Bom Dia! Revendo esse filme, depois de muito tempo.
Eu Descordo quando falam que é uma Obra Prima do Cukor. Hahaha porém é engraçado um pouco.
Eu li que os amigos se juntaram e fizeram esse filme..esse contexto deve ser o certo.
É bom não levar esse filme muito a sério e se divertir se conseguir. hahaha é uma bagunça, que podiam ter feito com mais cuidado, mas eu não acho Tão ruim. rs
O Filme é meio Comédia Romântica, Comédia no geral, mas tem pintada de Drama até..!
A Direção parece perdida às vezes na minha visão ou foi propositalmente.
Não Exploraram tanto o talento da Grande e Inesquecível Katharine Hepburn e da outra grande estrela, o astro Cary Grant. Datado, com um roteiro meio confuso e uns personagens interessantes mas, sem Além..!
Personagens com um potencial até, mas mal explorados.
Funciona um pouco? Depende do indivíduo que vai ver hoje.
É um filme bem Teatral e com cenas e exageros que não funcionam hoje em dia. Porém.. mesmo assim o Elenco é a melhor coisa desse "Filme" acho que a personagem da Kath. Convence um pouco mais na época como Rapaz" mas acho que podia ter ficado melhor, ficava linda como menino, menina. acho que sim fizeram esse filme por pura diversão entre amigos, todos LGBT.. se não me engano.
Não me incomodou, até consegui me conectar com a "bagunça" e isso é bom.
Não acho péssimo não, nem obra prima, como diz na bio em cima haha.
Amo a Katharine Hepburn e o Cary eles são Ótimos de qualquer jeito, destaque também para o Ator Brian Aherne, mas todos estão com um tom bagunçado, mas mesmo assim o Elenco eleva um pouco esse filme. rss
Ao término da execução ficamos sem saber as intenções deste filme. Tudo parece falhar em todos os níveis. Em última análise, o roteiro se resume a uma história muito ruim que não faz sentido, e as ações de seus personagens não são críveis. Com certeza esse é o ponto inferior na produção de Cukor e dos 2 astros (Hepburn e Grant) aos quais sou fã de carteirinha.
Acho que é uma das piores atuações da Katherine Hepburn.
Ela é fantástica. Uma das minhas preferidas, mas aqui roteiro e a direção não a ajuda. Fora as caras e bocas que ela e a maioria do elenco fazem.
Esse filme é uma gritaria só. Uma bagunça.
O roteiro é uma bagunça só com situações mal explicadas e personagens mal construídos. Cary Grant não tem muito o que fazer no filme e quem mais brilha nele é Katharine Hepburn, embora da forma como foi caracterizada ela não convença nada na pele de um rapaz. O filme até diverte, desde que não se exija muito dele.
Obs: Essa sinopse do Filmow é um tanto equivocada, já que a personagem de Katharine Hepburn volta a se vestir como mulher para conquistar o personagem de Brian Aherne e não o de Cary Grant.
Gosto muito da dupla Katharine Hepburn e Cary Grant, e o filme vale pela atuação de ambos. Mas o roteiro é um pouco confuso, mal desenvolvido, não é tão divertido quanto se propõe a ser, e muito menos me convenceu como uma homenagem aos aventureiros do mundo, como diz a sinopse.
Felizmente, Cukor acertou muito mais em Holiday e The Philadelphia Story, onde o mesmo casal de protagonistas aparece.
#29_2018