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Duração
Retrata a vida e o trabalho de Richard Wagner, desde antes da revolução de 1848, acompanhando o seu exílio na Suíça, seu resgate pelo Rei Ludwig II da Bavária, até o seu triunfo final em Bayreuth.
As músicas inovadoras, suas ideias políticas radicais, seu nacionalismo germânico exacerbado e até o seu declarado antissemitismo, seguido décadas depois por Adolf Hitler, são contextualizados e vivenciados neste filme.
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Co-produção da Inglaterra, Áustria e Hungria, esta minissérie de 10 capítulos foi feita para a TV sobre a vida do compositor e diretor de teatro alemão Richard Wagner (1813-1883). Filmado em mais de duzentos locais diferentes, ao longo de 7 meses e em 6 países (Irlanda, Alemanha, Hungria, Suíça, Itália e Áustria).
Richard Burton (1925-1984) recebeu críticas ruins para as primeiras cenas já que, aos 56 anos de idade, ele era claramente muito velho para interpretar Wagner quando jovem. Esta minissérie não foi exibida até o outono de 1984, devido a preocupações de que fosse muito longa e entediante. Era amplamente aceito que nunca teria sido lançado se não fosse pela morte de Richard Burton no verão daquele ano. Esta biografia histórica foi, então, transmitida como uma homenagem a ele. Esta produção representa a única vez que os três grandes cavaleiros teatrais britânicos, Sir Laurence Olivier (1907-1989), Sir John Gielgud (1904-2000) e Sir Ralph Richardson (1902-1983) apareceram juntos na tela.
Veneráveis atores britânicos iluminam o elenco, mas nem sempre com o mesmo brilho. Na análise final, a história lenta é simplesmente muito longa para ser contada, e mesmo os trajes visualmente suntuosos e o design de produção não podem compensar por um roteiro lento, atuação irregular e problemas de direção. Mas pra quem é fã de músicas clássicas e grandes atores, sempre vale a pena dar uma espiada num filme desses.
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Uma das piores biografias de Richard Wagner, colocando-o como um megalomaníaco e racista. Em verdade, Wagner teve que se sacrificar muito para cumprir sua missão, perseguido por muitos.
O Grande Mestre Samael Aun Weor, em sua obra "Parsifal Desvelado", comenta sobre o compositor:
"Ressalta, com absoluta clareza, que Wagner foi um grande iniciado, um
esoterista profundo, um autêntico iluminado. No Parsifal de Wagner existe
ciência, filosofia, arte e religião. Tal um novo Doutor Fausto [obra de Goethe],
esse grande músico parece haver esquadrinhado antiquíssimas escrituras religiosas."
Foram desastrosas 6 horas de filme (4 DVDs). Não somente, a direção e atuação foram péssimos. O ator principal era muito ruim.
Não acho em lugar algum!
Preciso ver...