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Data de lançamento
2 Junho 2013Duração
Quando uma doença devastadora se espalha pelo mundo, transformando a população em zumbis, o governo americano recruta o ex-investigador da ONU (Organização das Nações Unidas) Gerry Lane (Brad Pitt) para tentar descobrir o que está acontecendo, e ajudar a salvar a humanidade, considerando que a situação é a pior possível. Assim, ele precisa ir atrás do Paciente Zero, buscar entender as causas do contágio e correr contra o tempo nessa investigação epidemiológica.
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É o melhor filme de zumbi que já assisti. Brad é o melhor ator que já acompanhei.
um filme de zumbis, Que todo fa de filme de zumbi que se preza deveria conhecer, A cena no avião entra para a galeria das cenas mas tensas desse tipo de filme já feitas !
IMPRIMATUR - visto no DVD em 2013:
Logo de cara direi que aqui se trata de um produto ruim muito bem produzido. De longe é o filme de zumbi mais caro da história, e, ironicamente os classicos do gênero custaram tão pouco, que fica estranho ver seu resultado ser inferior a qualquer outro já realizado com a mesma temática. Considero que os mortos-vivos foram deixados em segundo plano para que o teor político, sociológico ou naturalista ficasse mais evidente, mas se torna inútil dentro de um universo já bem explorado. Mas para quem acreditar que a presença de Brad Pitt faz o diferencial, direi que seu personagem é tão descartável e mal explicado, que o mesmo é quem leva a desgraça a todo canto que chega. Sobra do enredo então, aceitação teórica sobre a lei natural meio “sacana”, mas a solução final, para mim, soou mais como grande piada.
Avaliação em nota: 5.0
Um dos melhores filmes zumbis, pq foge do clichê zumbi lento, só acho que Brad Pitty não deveria ser o protagonista.
Tem Alguns Spoilers...
No cinema de zumbi, poucas produções na história conseguiram entregar algo tão grandioso, frenético e monumental quanto "Guerra Mundial Z". Não importa o caos devastador que foram os bastidores ou as brigas no set entre o diretor Marc Forster e Brad Pitt: o que sobrou na tela é um dos maiores e mais impressionantes espetáculos de ação e pânico global que eu já assisti.
O filme não perde tempo com floreios ou enrolação. O apocalipse engole as ruas logo no começo, em uma cena de ataque sufocante em Nova York, jogando a gente no meio de uma correria insana e claustrofóbica pelas ruas até os edifícios, onde a produção mostra uma escala de ação gigante dos infectados. A regra aqui é brutal e implacável: são apenas 12 segundos entre a mordida e a transformação. Essa urgência biológica retira qualquer margem para luto ou estratégia, transformando os infectados não em mortos-vivos lentos, mas em uma verdadeira tsunami humana, enfurecida e colossal, que se atropela e se arrebenta pra devorar qualquer coisa que respire.
É nessa jornada global em busca de respostas que o longa entrega seus momentos mais épicos. A passagem por Jerusalém é cinema de desastre em seu estado mais puro! A imagem inesquecível da massa de zumbis se empilhando como um enxame frenético pra escalar as muralhas gigantescas virou ícone do gênero. A escala visual, os efeitos especiais e o senso de fatalidade são de tirar o fôlego. E, como se o colapso de uma cidade fortificada não fosse suficiente, o filme ainda emenda com uma queda de avião catastrófica no meio do caminho.
Mas a grande sacada e o que me impressiona em "Guerra Mundial Z" está no seu ato final. Após um espetáculo grandioso e furioso em Nova York e Israel, a narrativa desacelera e se recolhe nos corredores frios de um laboratório no País de Gales. A direção troca as multidões enlouquecidas por um terror silencioso, mortal e claustrofóbico, onde o simples barulho de uma lata caindo no chão carrega o peso da desgraça.
Com um Brad Pitt seguro, carregando o peso da história nos ombros, e uma produção visual impecável, "Guerra Mundial Z" se consolida como um marco definitivo das superproduções apocalípticas. É uma pena que os problemas de produção tenham engavetado uma sequência por tanto tempo, porque o patamar de insanidade e entretenimento estabelecido aqui continua foda.