Um ator francês visitante de descendência senegalesa (Omar Sy) reconecta-se com suas raízes africanas, quando ele viaja pelo país para retornar um jovem fã fugitivo para sua aldeia natal.
Creio que muitas pessoas olham apenas para os clichês do filme e esquecem de olhar para outras camadas. De fato, a premissa de "Jornada da Vida" não tem algo de tão diferente de outros filmes. Admito isso. PORÉM, como sempre reitero como escritor, os clichês existem por que funcionam. O diferencial aqui está na força da ambientação, no poder da ancestralidade trazido nessa jornada.
UAU, que filme bonito, significativo, enraizado. Fod*-se se a base da história é clichê. Sinceramente, não é sobre isso. Fomos tão condicionados a babar e endeusar Hollywood que nos tornamos incapazes de ver beleza na cena do rio? Sério? Ignoramos o silêncio da cena do povo rezando na rua?
As pessoas falam tanto de representatividade, desconstrução, mas estão cegas para o esplendor de um filme como esse, simples, sem as firulas do cinema estadunidense.
"Jornada da Vida" nos pede um olhar mais generoso, menos histriônico. Pede que reconheçamos que estamos tão condicionado às narrativas (essas sim) clichês de Hollywood que paramos de ver beleza em algo que não é tão óbvio.
Está é uma história diferenciada porque traduz o clichê da jornada de autoconhecimento em meio à poeira, carroças, sons, falas, ritmos e sorrisos do Senegal. É uma jornada cultural.
Sabe aquele tema clichê, mas que sempre rende bons filmes? Não foi o caso desse. A velha história da jornada de auto-conhecimento e volta às origens. Porém esse longa trouxe um roteiro mal escrito, motivações fracas e diálogos extremamente artificiais. Odeio dizer isso, mas... se Hollywood tivesse feito teria ficado melhor. Pelo menos eles saberiam aproveitar o clichê de forma mais emocionante.
Aquela velha estória cara da cidade grande que faz uma viagem na companhia de alguém humilde e que vai trazer auto conhecimento pro personagem principal. Mas valeu, bom passatempo.
Creio que muitas pessoas olham apenas para os clichês do filme e esquecem de olhar para outras camadas. De fato, a premissa de "Jornada da Vida" não tem algo de tão diferente de outros filmes. Admito isso. PORÉM, como sempre reitero como escritor, os clichês existem por que funcionam. O diferencial aqui está na força da ambientação, no poder da ancestralidade trazido nessa jornada.
UAU, que filme bonito, significativo, enraizado. Fod*-se se a base da história é clichê. Sinceramente, não é sobre isso. Fomos tão condicionados a babar e endeusar Hollywood que nos tornamos incapazes de ver beleza na cena do rio? Sério? Ignoramos o silêncio da cena do povo rezando na rua?
As pessoas falam tanto de representatividade, desconstrução, mas estão cegas para o esplendor de um filme como esse, simples, sem as firulas do cinema estadunidense.
"Jornada da Vida" nos pede um olhar mais generoso, menos histriônico. Pede que reconheçamos que estamos tão condicionado às narrativas (essas sim) clichês de Hollywood que paramos de ver beleza em algo que não é tão óbvio.
Está é uma história diferenciada porque traduz o clichê da jornada de autoconhecimento em meio à poeira, carroças, sons, falas, ritmos e sorrisos do Senegal. É uma jornada cultural.
Sabe aquele tema clichê, mas que sempre rende bons filmes? Não foi o caso desse.
A velha história da jornada de auto-conhecimento e volta às origens. Porém esse longa trouxe um roteiro mal escrito, motivações fracas e diálogos extremamente artificiais.
Odeio dizer isso, mas... se Hollywood tivesse feito teria ficado melhor. Pelo menos eles saberiam aproveitar o clichê de forma mais emocionante.
Aquela velha estória cara da cidade grande que faz uma viagem na companhia de alguém humilde e que vai trazer auto conhecimento pro personagem principal.
Mas valeu, bom passatempo.
Muito bom!
O filme começou bem depois dispersou