Zeitgeist: Moving Forward, do diretor Peter Joseph, é um documentário em longa metragem que vai propor uma necessária saída do paradigma monetário sócio-econômico que rege a sociedade em todo o mundo. Este assunto transcende as questões do relativismo cultural e da ideologia tradicional e chega ao âmago dos atributos empíricos da sobrevivência humana e social na terra, extrapolando as leis naturais imutáveis em um novo paradigma de sustentabilidade social chamada "Economia Baseada em Recursos".
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Essa paranoia conspiracionista teve continuação ?
Zeitgeist é um documentário produzido e escrito por Peter Joseph em 2007. Foi lançado inicialmente no Google Vídeo, atingindo mais de 8 milhões de visualizações rapidamente. O significado de Zeitgeist é “Espirito do Tempo”, com preocupações que nos parecem, nós seres humanos, devido ao crescimento cultural do planeta (ou globalização). O documentário inicia-se com cenas de guerras, alternando com cenas de nosso planeta e da evolução das espécies, desde seres unicelulares ao homem. A esse homem é apresentado dois ícones atuais, a Bíblia Sagrada e a bandeira americana (no que isso possa ser icônico"! A primeira parte “A maior história contada”, segundo o autor, questiona as religiões, principalmente o cristianismo, e compara a existência de Jesus Cristo, e a semelhança de sua história, com as histórias de outros Deuses de diversas civilizações, como exemplo, a egípcia, e os símbolos do zodíaco. E o maior interesse da religião em manter e propagar essa história, o poder e o dinheiro. Ao apresentar a busca pelo poder e pelo dinheiro o documentário entra na segunda parte “O mundo todo é um palco”, pois trata do imperialismo e da pressão que os Estados Unidos impõem em sua população e nas demais nações do planeta, fazendo uso dos meios de comunicação e da chamada “ameaça terrorista”. Nesse momento do documentário a semelhança com Fahrenheit 9/11 de Michael Moore é inevitável, pois tem como foco o atentado em 2001. Segundo o autor o responsável pelos ataques é o próprio governo dos EUA, isso é demonstrado principalmente por depoimentos de diversas pessoas, que estavam presentes ou próximas ao local do ataque. A terceira parte apresenta o ser humano como marionete e discute sobre o domínio mundial pelos sistemas bancários. O título da terceira parte “Não se preocupe com os homens por trás das cortinas”, apresenta ao espectador, os reais interesses do sistema financeiro, em especial o Federal Resev - o Banco Central dos EUA, e a forma com que ele teve influência em guerras e outros acontecimentos de nossa época. Apresenta, também, o projeto futuro de uma única potência, controlando a população com chip eletrônicos, lembrando bastante as obras antológicas 1984 (Orwell) e Admirável Mundo Novo (Huxley). Independente do julgamento sobre o que foi apresentado por Peter Joseph, o trabalho, tanto de pesquisa, de criação e edição são louváveis e deixa no expectador a dúvida. Será que não sou uma marionete desse sistema? a resposta, logicamente, e não tem outra, é sim! o importante é saber qual é a saída! sem grandes novidades arrebatadoras, leva um 3...
Mais um documentário da série Zeitgeist, no entanto não tão bom quanto os anteriores.
Ao contrário dos anteriores, este não perde muito tempo explicando/revelando teorias de conspiração e foca em como o mundo deveria ser (por isso a parte de "moving forward").
Pessoalmente, não era o que eu esperava e nem achei as propostas surpreendentes.
Acho que decepcionou.
Os anteriores valem bastante a pena, este daqui dá para passar. Assista por conta e risco.
Muito blábláblá complexo fora de uma real assimilação.
ABANDONEI com 45 minutos...
muitas teorias marxistas...praticamente o documentário todo critica o sistema capitalista. sim, qual via seguir então? socialismo? nao deu certo em lugar nenhum.
como já falaram abaixo, é completamente utópico. valoriza muito a sustentabilidade máxima, num entendimento como se todos fossem agir de maneira idêntica, buscando preservar ao máximo os recursos do planeta. Não leva em conta que a natureza humana em seu modo de ser, é completamente arbitrária, sendo que uns agem de forma completamente diferente dos outros. Da forma como é falado no documentário, a impressão que temos é que a terra seria recriada por aliens.
quem se importaria a querer atender a demanda de outro apenas por servir, já que o sistema capitalista é detonado aqui?
como chegaria comida na sua mesa, se você não tivesse algum produtor disposto a investir tempo e esforço na produção desses alimentos? ou será que você mesmo iria fazer tudo isso? tudo que é falado é desmistificado logo em seguida. tudo que é produzido é feito por alguém interessado em trocas.
As pessoas tem necessidades, a produção analisa essa demanda? não haverá produção se não haver mercado. ninguém irá fazer esforço algum baseado no bem comum. no final iriam viver amontoados em tendas, abrigos, passando fome,vivendo como selvagens e morrendo de diversas doenças, devido a escassez de tudo. Muita demanda e pouca mão-de-obra.
Já na parte de capitação de recursos naturais e energia, o documentário até faz uma análise inteligente, porém considerando o povoamento a partir desse momento de um planeta do zero. traduzindo, não é aplicável a realidade da maioria das cidades existentes.
No final chama a atenção sobre o modo desenfreado de consumir recursos finitos, demandando cada vez mais energia, para uma população que só aumenta e um possível colapso na economia mundial.