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Data de lançamento
17 Maio 2019Duração
Haiti, 1962. Um homem é trazido de volta do mundo dos mortos apenas para ser enviado ao inferno do trabalho nos campos de cana. Em Paris, 55 anos depois, na conceituada escola da Legião de Honra, uma jovem aluna haitiana confessa um antigo segredo de família para o grupo de novas amigas - sem imaginar que sua estranha narrativa vai convencer um colega de coração partido a fazer o inimaginável. Veneza 2019.
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Tem um ritmo lento, e aparentemente de difícil compreensão, mas é um filme com nuances interessantes, gosto dos temas colocados na história.... pra mim valeu.
Enquanto história vale muito, mas claramente o roteiro não acompanhou, ficando a sensação que poderia ir muito mais além. De qualquer forma é um filme extremamente interessante na temática relacionando o vodu haitiano.
Não entendi NADA.
Quem era a criança zumbi?
O filme é bom, ignore a galera do mimimi e assista que vale a pena. A cena final trata-se de uma ironia que esses mimizentos não entenderam. Quem gosta de filmes como A Bruxa e Mate-Me Por Favor vai adorar, o filme mistura narrativas para fazer uma crítica ao processo de colonização, usando os zumbis como metáfora.
O sistema de crenças Vodu é um dos mais difamados e injustiçados do ocidente. Muito pelo fato de ter sido a crença de base para Revolução Haitiana, que retirou o poder colonial dos brancos, matando toda cúpula governante. uma façanha única na história do Ocidente, derrotando, inclusive, tropas do selvagem napoleão bonaparte. O Ocidente governando pela branquitude jamais admitiu tal derrota, e o Haiti paga o preço até os dias de hoje, com inúmeras sanções econômicas; no Brasil estudamos a revolução francesa, a revolução industrial, etc, jamais a Revolução do Haiti. O grande medo da branquitude em qualquer lugar, é de um novo Haiti. Logo, desinformar é preciso. O filme é dirigido por um branco. É fácil notar a miopia de um olhar branco que preza por aspectos esotéricos sombrios, e despreza todo um aspecto de beleza e sabedoria que permeia o sistema de crença vodu. Sonho com um cinema com narrativas negras escritas por mãos negras. Mãos brancas sempre cagam o rolê.