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Data de lançamento
17 Set. 1993Duração
Pittsburgh, 1991. Continua a busca por um serial killer conhecido como o "Estrangulador de Polish Hill", que já fez 4 vítimas. O corpo nu de Arlene Dunn foi resgatado do Rio Ohio. A polícia havia sido alertada do crime pelo assassino, que depois de cada assassinato telefona para zombar, tocando a canção do Chapeuzinho Vermelho. Na véspera o julgamento contra o detetive Jimmy Detillo (Robert Pastorelli) por brutalidade policial terminara, quando o júri o considerou culpado. Detillo foi condenado pela surra que deu em Leon Watson, que ainda está em coma. A chave para a condenação foi o surpreendente testemunho de Tom Hardy (Bruce Willis), um detetive companheiro e primo dos Detillo, uma família de policiais. Hardy presenciou a prisão de Watson e testemunhou que seu primo usou força injustificada. Em razão disto ele é marginalizado por seus colegas, por ter acusado um policial e por afirmar que o serial killer é um policial, dizendo com convicção que quem está preso é inocente.
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STRIKING DISTANCE
Direção: Rowdy Herrington
Ano: 1993
Assistido em: 13/09/2026
Confesso que não sou amante desses filmes dos anos 90 de um policial que precisa combater um vilão e provar sua inocência, blá-blá-blá. Nunca fui muito adepto desse tipo de produção, mas, devido a um problema na minha televisão, fui forçado a assistir a alguma coisa aleatória na Netflix e dei de cara com esse filme do Bruce Willis. Decidi dar uma oportunidade e fui esperando absolutamente nada, mas até que não foi tão ruim quanto eu esperava. Apesar de já adiantar: ele é bem fraco.
O detetive Tom Hardy, da polícia de Pittsburgh, é transferido para uma unidade fluvial após denunciar a corrupção de seu primo e parceiro de departamento. Quando uma série de mulheres associadas a Hardy aparece morta no rio, ele suspeita que os crimes estejam ligados a um antigo caso investigado por sua família. Determinado a descobrir a identidade do assassino, ele se envolve novamente na investigação e passa a desconfiar até mesmo de seus próprios colegas.
Meu grande problema com esse filme é que, para mim, parece que ele foi feito de qualquer jeito em todos os sentidos. O roteiro foi escrito e não teve nenhuma revisão, a direção foi entregue nas mãos de um iniciante e os atores não estavam minimamente interessados em fazer alguma coisa minimamente decente. Falando de uma maneira mais vulgar, foi feito à "moda caralha", como se ninguém estivesse se importando com o resultado. Da forma que ficasse, ia ficar, e acabou.
O roteiro não é dos mais bem elaborados, não. Ele é um clichê do policial que se afasta do trabalho e tem que voltar porque um criminoso do passado retorna e está matando pessoas próximas a ele. Tem um envolvimento com a parceira, enfim, é muito básico. O "grande momento", é a revelação da identidade do vilão que, convenhamos, você só pode ter errado o membro, mas era óbvio que pertencia à mesma família. Na sequência, temos a conclusão óbvia no qual o protagonista precisa brilhar, mesmo que em cenas constrangedoras e completamente sem nexo, vide todo o malabarisco que o Bruce Willis faz ALGEMADO.
No campo das atuações, tudo é simplesmente apavorante. O vilão é totalmente exagerado, caricato, histriônico. Até poderia funcionar se isso aqui fosse uma paródia, mas não é. É um filme que você leva a sério, que está querendo fazer um grande drama policial, um grande longa de ação. Aí, quando você tem o Robert Pastorelli gritando, dando chilique e fazendo tudo de uma maneira cartunesca, é impossível permanecer imerso na história. Sua cabeça vai para da trama, e tudo se perde.
Para não dizer que nada aqui é aproveitável, confesso que, mesmo no clichê, o mistério é interessante. Você quer saber por que estão matando aquelas mulheres, quem é o assassino e admito que o roteiro até me surpreendeu ao revelar as circunstâncias da morte do pai do protagonista. Mas são qualidades pontuais, algumas eu diria até mais superficiais, não conseguem anular os problemas existentes no restante da produção.
Para quem quer um filme de ação policial do Bruce Willis dos anos 90, no seu auge, em que ele banca o policial bem durão no combate aos inimigos, talvez seja um prato cheio. Mas, se você procura algo com um pouquinho mais de qualidade cinematográfica, esse aqui não é nem de longe a melhor pedida.
Típico filme de conspiração policial tão comum nos anos 90. A produção é bem feita e a revelação final é boa. 22/08/2026
Não envelheceu bem… admira entrar no catálogo da Netflix. Talvez pra agradar os fãs de “Duro de Matar”. Cinematograficamente é fiel ao gênero da década de 1990 nos filmes de ação.
Este filme marcou minha infância. O assisti inúmeras vezes em VHS. haha. Depois de muitos anos vi novamente. Não estou aqui para avaliar tecnicamente, e sim, para dizer o quanto era bom aquela época dos anos 90 para mim.
Depois de 30 anos conheci o filme agora graças a Netflix, um filme leve e sem profundidade, Bruce Willis faz o que sempre fez e a Sara estava no filme escondida da mãe