Últimas opiniões enviadas
Em seu livro: "Em busca de mim", Viola Davis se pergunta quem ela é. A resposta seria uma menina de 12 anos que corria dos garotos que batiam nela na saída da escola.
E em "The Woman King" Viola Davis descobrir e dominou seu monstro: a menina que foi silenciada e deixou passarem por cima dela.
A menção a Breonna Taylor no pós-crédito fez ele ser ainda mais revolucionário. Somos guerreiras! Só precisamos encontrar algo pelo que valha a pena lutar!
Últimos recados
O Oscar 2017 está logo aí e teremos o nosso tradicional BOLÃO DO OSCAR FILMOW!
Serão 3 vencedores no Bolão com prêmios da loja Chico Rei para os três participantes que mais acertarem nas categorias da premiação. (O 1º lugar vai ganhar um kit da Chico Rei com 01 camiseta + 01 caneca + 01 almofada; o 2º lugar 01 camiseta da Chico Rei; e o 3º lugar 01 almofada da Chico Rei.)
Vem participar da brincadeira com a gente, acesse https://filmow.com/bolao-do-oscar/ para votar.
Boa sorte! :)
* Lembrando que faremos uma transmissão ao vivo via Facebook e Youtube da Casa Filmow na noite da cerimônia, dia 26 de fevereiro. Confirme presença no evento https://www.facebook.com/events/250416102068445/
Amei seu jeito profundo e analítico de comentar! Adicionei você, espero que não se importe. Amo pessoas que se abrem para um debate/troca de ideia etc. Vai ser um prazer ter-la como amiga. Abraços!
A cena final dela deitada com o cachorro me impactou:
A cena final do cachorro me impactou demais, é silenciosa, mas me levou diretamente ao depoimento do filho. Ele relatou a fala do pai no carro, dizendo que o cachorro poderia morrer, que a vida é assim, que o cachorro era, na verdade, um super cachorro porque guiava seus passos e sabia seus desejos. Falava de si mesmo porém foi o cachorro que ficou ao lado dela no final.
São tantas camadas:
A esposa escreveu 3 livros diferentes e ele foi incapaz de finalizar um único exemplar, ele deixou de buscar o filho para "escrever" contratou uma pessoa para buscá-lo e ele sofre o acidente que o faz perder a visão. E um detalhe muito interessante é quando ela menciona no julgamento que a música alta do marido nunca a impediu de trabalhar, ela colocava o tampão no ouvido e seguia a vida. Soa como se o marido fizesse tudo para afundá-la com ele, e ela se levantasse das cinzas todas as vezes (sinto que ele se dizia sobrecarregado por fazer o mínimo que era ter tempo para o filho). E uma das minhas partes favoritas, é a forma que ela escolheu tratar o filho não o chamando de deficiente, não o vitimizando, dando vida a ele. E o pai, por outro lado, escolheu ele mesmo ensinar em casa e mantê-lo sem contato externo.
Inocente ou culpada?
Eu a considero inocente. Não acredito que o filho tenha mentido até porque com o tempo ele foi relembrando os acontecimentos, fez o teste com os medicamentos no cachorro, correndo o risco que ele morresse, só para ligar os fatos.