Felippe Kein
37 years

Usuário desde Janeiro de 2014
Grau de compatibilidade cinéfila
Baseado em 0 avaliações em comum

Estes são os meus filmes e séries favoritos

Gravidade (Gravity) 5,0K

Gravidade

Superbad: É Hoje (Superbad) 1,3K

Superbad: É Hoje

Trainspotting: Sem Limites (Trainspotting) 1,9K

Trainspotting: Sem Limites

Snatch: Porcos e Diamantes (Snatch) 1,1K

Snatch: Porcos e Diamantes

Mary e Max: Uma Amizade Diferente (Mary and Max) 2,4K

Mary e Max: Uma Amizade Diferente

A Origem (Inception) 5,9K

A Origem

Pulp Fiction: Tempo de Violência (Pulp Fiction) 3,8K

Pulp Fiction: Tempo de Violência

Borat: O Segundo Melhor Repórter do Glorioso País Cazaquistão Viaja à América (Borat: Cultural Learnings of America for Make Benefit Glorious Nation of Kazakhstan) 1,2K

Borat: O Segundo Melhor Repórter do Glorioso País Cazaquistão Viaja à América


Carregando Publicidade...
Remover Anuncios
Devoradores de Estrelas (Project Hail Mary) 194

Devoradores de Estrelas

Bugonia (Bugonia) 425

Bugonia

Hamnet: A Vida Antes de Hamlet (Hamnet) 403

Hamnet: A Vida Antes de Hamlet

F1: O Filme (F1: The Movie) 437

F1: O Filme

Últimas opiniões enviadas

Bugonia (Bugonia) 425

Bugonia

  • Felippe Kein
    3 semanas atrás

    Gostei mais do que esperava...

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    A sequência final, desde que Michelle entra no quartinho escondido, seguido dela conta do toda a história dos andromedas, a ida até a empresa, ela explodindo Teddy, depois o absurdo de a vermos como uma alienígena e por fim a destruição da vida humana, tudo isso foi me gerando um grande incomodo, como assim o roteiro vai dar sustentação para algo tão tosco? O que ele quer com isso? Como tudo a partir daquele momento se tornou idiota, mal explicado, mal feito, pouco crível e verossímil, ela pula de uma ambulância em movimento com o joelho estourado, sai andando, ninguém para ela, entra no prédio sem ninguém ver, volta para sua nave com trajes toscos, as pessoas desse mundo andam de forma patética com roupas fofinhas, etc, etc, etc... Tudo se tornou tão patético que foi assim que percebi o quão bom é esse final. Ele esfrega na cara de quem assiste o quão ridículo é todo esse pensamento conspiratório que cresceu em bolhas nos subterrâneos na internet e cada vez mais segue destruindo mentes e emergindo para a realidade onde temos até presidentes de potências mundiais que acreditam nisso. O final está longe de ser sentido, se faz ridículo justamente para incomodar, torna tudo isso realidade para mostrar a irrealidade do mesmo.

  • Extermínio 2 (28 Weeks Later) 744

    Extermínio 2

  • Felippe Kein
    8 meses atrás

    Um dos piores filmes que já vi, ainda mais se comparar com o primeiro. Fui conferir e um filme hispano britano estadunidense, e claramente quem mandou no roteiro deve ter sido os EUA que já chega com aquela visão tosca de salvadores do mundo. Os personagens são burros e possuem objetivos ridículos. O caos começa porque duas crianças imbecis querem uma foto da mãe, dali pra frente eu ansiava pela morte dos dois...que infelizmente não aconteceu. Desde o começo do filme se quer construir a ideia de que o pai é um traidor, que deixou a mulher para trás, o problema é que o pai é o único personagem que faz algum sentido e tem mais de dois neurônios e entende que se ajudasse a mãe, que em uma atitude egoísta resolve ajudar uma criança para preencher o vazio materno dela, iria morrer junto com ela. Até na hora em que ele beija ela, é um ser humano sendo ser humano. Mas ai ele vira zumbizão onipresente que sempre acha os filhos. A fotografia do filme é horrível, um tom acinzentado estranho no filme todo. Não tem uma cena interessante para além do começo onde atacam a casa que as pessoas estavam escondidas.
    Nem se compara ao primeiro, que consegue levantar questionamentos, provocar de alguma maneira, que tenta algo apesar das limitações técnicas e orçamentárias. Vi esse para assistir o terceiro, mas sinceramente, nem tem necessidade, pode passar direto por essa bomba.

  • Vortex (Vortex) 76

    Vortex

  • Felippe Kein
    11 meses atrás

    A velhice em filmes sempre me prende, pois é um tema que sempre me traz muita angústia. Não luto contra a minha velhice como se não a aceitasse, faz parte da vida, mas ainda assim sou bastante apreensivo quanto essa única certeza que é cheia de incertezas.
    Logo de início temos a divisão da tela, que pra mim não funciona simplesmente para mostrar cada lado dos acontecimentos, mas para mostrar uma cisão entre eles, que deixam de viver uma mesma realidade de casal quando a esposa Elle parece romper com a sanidade. Então vivemos a partir dali não só visões diferentes, e sim universos separados. Lui acredita estar protegendo Elle, cuidando e prezando por sua memória. Ao mesmo tempo Elle se enxerga perseguida por ele no início, ao passo que começa a se enxergar como um fardo para aquele homem e seu filho. A atuação da atriz desde o início, quando ainda não entendemos direito o que está acontecendo, é um primor. Você sabe no olhar dela o quanto está perdida, o quanto não entende e se sente desesperada.
    Outro fator interessante é o uso de drogas em toda a trama. Enquanto Lui está envolto pela ideia de falar de sonhos e cinema, e vive essa sua realidade sonhadora de escritor, sua esposa luta uma batalha silenciosa para se manter na realidade através de remédios que indica para si. Além dos dois, o filho que tenta ajudar ambos, utiliza de drogas para que possa ao menos fugir da realidade cheia de problemas que o assola. A droga é no filme uma forma de se buscar realidades e sonhos, sendo ela incapaz de alcançar qualquer um dos dois, traz apenas uma sensação vazia e perturbadora daquele que é incapaz de alcançar seja a realidade ou o sonho.
    O casal me passa a sensação de ter muita vivência. A casa, que é praticamente um personagem, é entulhada de referências a tudo aquilo que gostavam, cartazes de filmes, livros, quadros, etc... Formam um casal que tinha seus gostos e aquilo forma uma tradução visual de existência de vida. A casa é caótica, espremida, mas não tenho dúvida de que lhes trazia conforto e aconchego. Quando nas cenas finais vemos a casa ser desmontada, a sensação de morte se completa quando memórias deixam de existir.
    A morte aqui é representada como a "fraqueza" quando assistimos ambos falecerem. Primeiro no findar da vida por uma falha do corpo, em uma morte por AVC de Lui que ainda queria tanto viver, escrever, criar, amar, etc. Segundo por um suicídio em uma falha da mente que já não se encontra mais capaz de viver.
    O filme apesar de lento, pra mim prende pela angustia, enxergar a vida definhando é sempre uma curiosidade extremamente humana pois fala com absolutamente todo e qualquer um. Não tem como pensar em nossas vidas sem pensar no final dela. Se há alguém que não tem o mais puro desespero em pensar como será a reta final de sua existência, invejo profundamente essa pessoa.

  • Alan Guimarães 8 anos atrás

    Oi, Felippe, obrigado pelas curtidas das minhas listas e espero que tenha gostado. Quanto as de História, tem também a do Oriente Médio (complementar), dê uma conferida. Abraços

  • Filmow 9 anos atrás

    O Oscar 2017 está logo aí e teremos o nosso tradicional BOLÃO DO OSCAR FILMOW!

    Serão 3 vencedores no Bolão com prêmios da loja Chico Rei para os três participantes que mais acertarem nas categorias da premiação. (O 1º lugar vai ganhar um kit da Chico Rei com 01 camiseta + 01 caneca + 01 almofada; o 2º lugar 01 camiseta da Chico Rei; e o 3º lugar 01 almofada da Chico Rei.)

    Vem participar da brincadeira com a gente, acesse https://filmow.com/bolao-do-oscar/ para votar.
    Boa sorte! :)

    * Lembrando que faremos uma transmissão ao vivo via Facebook e Youtube da Casa Filmow na noite da cerimônia, dia 26 de fevereiro. Confirme presença no evento https://www.facebook.com/events/250416102068445/