Ao contrário do que eu ali, não acho que o roteiro coloque a personagem principal como vítima nem como culpada na história, a intenção é mostrar como a maternidade pode ser cansativa física e mentalmente para algumas mulheres, já que a protagonista precisa conciliar a criação da filha com outras áreas da vida, como o trabalho, por exemplo. E não considero o marido um "vilão", é justificável que ele fique ausente por conta do trabalho, mas o fato é que toda a responsabilidade de cuidar da criança acaba ficando com a mãe, o que causa uma sobrecarga física e psicológica, e por esse motivo, inclusive, ela erra em vários momentos, mas sempre tentando fazer o melhor possível.
O que eu mais gostei foi a metalinguagem, já que o Anaconda de 1997 existe no universo desse filme, com os personagens querendo realizar um remake de baixo orçamento do primeiro. Infelizmente não foi tão divertido quanto poderia ter sido, mas tem seus momentos.
O desenvolvimento não é tão ruim, embora o roteiro da temporada seja bem repetitivo. O que não dá pra defender mesmo é o final, tosco e simplista ao extremo.
Ao contrário do que eu ali, não acho que o roteiro coloque a personagem principal como vítima nem como culpada na história, a intenção é mostrar como a maternidade pode ser cansativa física e mentalmente para algumas mulheres, já que a protagonista precisa conciliar a criação da filha com outras áreas da vida, como o trabalho, por exemplo. E não considero o marido um "vilão", é justificável que ele fique ausente por conta do trabalho, mas o fato é que toda a responsabilidade de cuidar da criança acaba ficando com a mãe, o que causa uma sobrecarga física e psicológica, e por esse motivo, inclusive, ela erra em vários momentos, mas sempre tentando fazer o melhor possível.