Bruno
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  • Bruno
    1 ano atrás

    Como fã de Judy, relutei bastante ao ver esse filme, pensando que se tratava de uma exploração sensacionalista barata dos momentos mais delicados da vida dela, mas acabei surpreso: o filme é bastante respeitoso nesse quesito, porém, tão fantasioso que quase não se qualifica como biografia.

    O enredo toma muitas liberdades criativas ao retratar coisas que nunca aconteceram, como por exemplo:

    1) Judy conhecer Mickey em uma festa e casar com ele algumas semanas depois - na verdade, ambos se conheceram em 1966, 3 anos antes do casamento, quando Mickey entregou pílulas a Judy em um hotel... depois disso, ambos conviveram por algum tempo em 1967, quando Mickey gerenciava uma casa noturna de alta categoria chamada Arthur's em Nova Iorque;
    2) Judy ir pra Londres sozinha - na verdade, ela foi com Mickey, os dois já estavam noivos quando foram pra lá, e não foi ela quem o pediu em casamento, foi ele;
    3) Judy estar abandonada e implorar para ir jantar na casa de fãs - Judy sempre se sentia muito sozinha depois dos shows, pois havia um contraste enorme entre o barulho ensurdecedor de uma plateia e o silêncio de um quarto de hotel, mas ela estava com o Mickey na época ;
    4) Judy brigar com Mickey e se separar dele - eles permaneceram casados até a morte de Judy;
    5) Sid Luft ira pra Londres;
    6) Judy ser demitida do Talk of the Town - na verdade, ela finalizou o contrato e o empresário Bernard Delfont, que a contratou, disse que ela tinha sido ótima, que todos os problemas tinham valido a pena e que ela podia voltar quando quisesse, em suma, um sucesso.

    Ou coisas que estão muito distorcidas, como por exemplo:

    1) Judy, Lorna e Joey se apresentando numa espécie de convenção barata, quando, na verdade, a apresentação foi no Palace Theather em Nova Iorque, uma das mais tradicionais e prestigiadas casas de espetáculo do mundo;
    2) Judy insultando o público com palavrões, isso nunca aconteceu; na noite do atraso em que a plateia ficou revoltada, ela estava realmente doente, gripada e se forçou a ir se apresentar, indo contra todos que a aconselharam a não ir... por isso houve um atraso de mais de uma hora. Quando a plateia ficou revoltada, além de jogarem pães, bitucas de cigarro e até copos nela, um homem invadiu o palco e a sacudiu pelos ombros dizendo que teria sido melhor não ter ido... Judy simplesmente disse "Boa noite, Deus os abençoe" e saiu do palco chorando;
    3) Judy e Mickey se casaram depois do final do contrato com o Talk of the Town e o bolo de casamento fora presente da casa noturna;

    Apesar de ser importante manter em mente que se trata de um filme, e não de um documentário, detalhes como esse formam uma ideia muito errada no público a respeito do tema do filme e das pessoas nele retratadas, especialmente em se tratando de um filme que pretende ser uma biografia.

    A performance de Zellweger, ainda que premiada com o Oscar, me pareceu afetada demais, quase teatral. Os demais atores estavam muito melhores que ela.

    Outra parte fraca do filme é a musical. Zellweger não tem o mesmo poder vocal que Judy tinha e, portanto, não há, no filme, nenhum vestígio do poder hipnótico que Judy possuía ao cantar e que permaneceu inalterado mesmo quando ela estava perto da morte, ainda que a voz, em si, não existisse mais. Aos curiosos, existem no Youtube diversos trechos dos bons concertos dados por Judy no Talk of the Town.

    O filme dá a impressão de que o contrato com o Talk of the Town fora o último da carreira de Judy, o que não é verdade. Depois, ela fez uma turnê pela Escandinávia, cantou na Suécia e na Dinamarca, onde recebeu uma ovação de 10 minutos, fez uma aparição na TV britânica, visitou os Estados Unidos, e continuou ativa e fazendo planos até o dia anterior à sua morte.

    Judy não era uma coitada que viveu sofrendo. Ela era uma mulher complexa que teve uma carreira tão excepcional que continuamos falando dela quase 60 anos após a sua morte. A pior coisa que podemos fazer é pensar nela como uma tragédia ambulante, especialmente porque ela não foi.

    editado
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  • Bruno
    2 anos atrás

    Quando nos deparamos com as situações descritas no documentário, fica fácil sermos tomados de um horror e uma repulsa por todos os envolvidos, porém é preciso ter em mente que a história como um todo, e, sobretudo, a história de todos os ramos da medicina, é uma linha no tempo, ou seja, em constante evolução, e aquilo que para nós é normal hoje, provavelmente será visto com horror em cem anos.

    O que quero dizer é que fica fácil apontar o dedo e julgar os tratamentos do conforto de nossas poltronas, perdendo de vista que, na época, não havia muito desenvolvimento no ramo e que era tudo muito primitivo mesmo, assim como dentistas um dia arrancavam dentes dando cachaça aos pacientes (o que ainda acontece em partes menos desenvolvidas do mundo.)

    Com isso, não quero dar a impressão de estar defendendo a venda de cadáveres, a redução dos pacientes a uma condição subumana, o eletrochoque como punição por insolência, mas sim quero apenas contextualizar, pois é preciso.

    Tendo isso em conta, o documentário peca pela visão simplista e por não considerar o contexto histórico da saúde mental e por apostar em uma abordagem um tanto quanto sensacionalista.

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    Código de Conduta

  • Bruno
    4 anos atrás

    Eu gostei bastante desse filme, apesar de alguns buracos bem evidentes no roteiro.

  • Filmow 9 anos atrás

    O Oscar 2017 está logo aí e teremos o nosso tradicional BOLÃO DO OSCAR FILMOW!

    Serão 3 vencedores no Bolão com prêmios da loja Chico Rei para os três participantes que mais acertarem nas categorias da premiação. (O 1º lugar vai ganhar um kit da Chico Rei com 01 camiseta + 01 caneca + 01 almofada; o 2º lugar 01 camiseta da Chico Rei; e o 3º lugar 01 almofada da Chico Rei.)

    Vem participar da brincadeira com a gente, acesse https://filmow.com/bolao-do-oscar/ para votar.
    Boa sorte! :)

    * Lembrando que faremos uma transmissão ao vivo via Facebook e Youtube da Casa Filmow na noite da cerimônia, dia 26 de fevereiro. Confirme presença no evento https://www.facebook.com/events/250416102068445/

  • Lucs 9 anos atrás

    Oi td bom? onde você assistiu ao filme The Show-Off de 1926?

  • Mau Mau 10 anos atrás

    vc tem um tempinho pra mim? prazer, sou mau. estou em LA fazendo cinema. e vc?