Filipe
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A Substância (The Substance) 1,9K

A Substância

  • Filipe
    1 ano atrás

    Tem filmes de 2h que se perdem nos 30 minutos finais, mas A substância se perde nos 90 min finais, após 30 min de boa introdução.

    Sim, eu entendi que era um filme de horror e com crítica social. Filmes recentes do mesmo gênero foram brilhantes como Pobres Criaturas, mas A substância passa dos limites entre crível e incrível, pois as premissas de mundo se contradizem dentro do seu próprio enredo.

    O que salva realmente são a maquiagem e as atuações de Demi Moore, Margaret Qualley e Dennis Quaid. A cena dela velhinha resmungando enquanto cozinhava e, principalmente, a cena em que ela retoca a maquiagem várias e várias vezes, para mim, foram o ápice de sua atuação no filme, porém, não foram marcantes o suficiente para garantir o Oscar de melhor atriz.

    editado
  • Yoru no Kurage wa Oyogenai (夜のクラゲは泳げない) 4

    Yoru no Kurage wa Oyogenai

  • Filipe
    1 ano atrás

    Tanta coisa para dizer...
    
    A Kano realizou seu sonho de cantar covertendo a cidade em um aquário, ainda sobretudo na presença da mãe. A sua evolução ao longo dos 12 episódios foi gigante. Antes ela era uma pessoa totalmente dependende da Yukino e dps da Mahiru. Agora o propósito dela cantar é genuíno, vem dela mesmo em prol de todos, seus fãs, as pessoas que estavam perdidas como ela já esteve, e até as pessoas que ainda a odeiam.
    
    A Mero, desde o episódio 10 ou 11 dava sinais de que estava arrependida das suas ações, primeiro ela destruiu aquela banda rival inteira e depois separou mãe e filha (Yukino e Kano). Além do peso, com certeza ter interagido com a Mei e a Mahiru contribuiu, pq ela viu o quanto a Kano sofreu e mesmo assim encontrou amigas incríveis, então seu individualismo estava apenas lhe afastando das pessoas. Foi bacana sua redenção incentivando a Kano a cantar. Além disso, o evento em si do Sunflower Dolls com JELEE acabou de vez com o "climão" e perseguição à Kano desde seu soco na Mero. E as duas, Kano e Mero, ainda se tornaram boas amigas!
    
    Gostei de ver a Yukino sob o olhar da Mahiru, sem apenas a visão da Kano. Realmente a Yukino não é uma má pessoa, mas também não é a melhor das mães, é uma pessoa cujo foco é o lado profissional. Ela reconheceu a Kano como artista e não mais como seu produto moldado por ela (Nonoka). Sem falar que a Yukino conseguiu bater sua meta/sonho de ter 50 mil espectadores num show ao vivo com uma parcela de ajuda da filha que trouxe os fãs do Jelee. E agora que a mãe respeita e admira a filha, foi bacana a Yukino ter prestigiado a Kano na sua graduação do Ensino Médio.
    
    A Kiui, depois de ter tido a coragem de dizer ao mundo quem ela é, independente de ela ser diferente das maioria das pessoas, além de confrontar aqueles trouxas ex-colegas de classe do Ensino Fundamentel, felizmente está até perdendo o medo de sair de casa. Prevejo um romance com a Koharu (a menina da moto na auto-escola).
    
    Menções honrosas para a Baba que tem um público nichado para quem ela realmente é. A sua filha e a Mei no show foi muito fofo. Bem legal esse finalzinho sendo filmado como uma live do Instagram e depois todos os personagens dando tchauzinho. E aquele homem com guarda-chuva azul olhando o mural de JELEE? Ele aparece na opening né? Talvez seja o pai da Kano, um personagem que o roteiro tinha intenção de utilziar, mas não usou, ou por ter mudado de ideia, ou apenas para nos trollar kkk
    
    Jellyfish diz muito sobre enfrentar os próprios medos e ter coragem para dizer quem vc é, não pelos outros, mas por quem vc quer ser. É um anime que valoriza as amizades, mas também valoriza a individualidade de cada um, sem dependências emocionais. Mesmo que muitas vezes a gente apenas siga o fluxo, como uma água-viva, um pouco de coragem já nos faz brilhar.

  • Todos Menos Você (Anyone But You) 510

    Todos Menos Você

  • Filipe
    2 anos atrás

    Fraco: feminismo por feminismo que não mostra todo o valor da mulher, que ao mesmo tempo que deprecia os homens, coloca a felicidade da mulher em função do mesmo homem.

    Em dois momentos a protagonista Bea é dita como inteligente, mas o que convence o espectador disso? Não digo que a personagem não deveria ter abandonado a faculdade ou que deveria ter se formado para um diploma justificar sua inteligência, mas em nenhum momento é mostrado que ela é sábia, empática, resolve seus problemas de frente, tem autocontrole, habilidade social para negociar com os pais, ou seja, características que me convenceriam de sua inteligência.

    O diálogo expositivo do padrasto da Claudia/Pete dizendo que sua geração é a culpada por todos os males atuais tem verdades e mentiras. A geração dele, X, possui erros e acertos. A geração Y basicamente conta apenas com o Ben (e um parêntese, qual o problema em falar sua idade?!) e talvez o casal Claudia/Halle. A protagonista B, membro da geração Z, traz todos os problemas de sua geração como dificuldades em lidar com a frustração, ansiedade, depressão... mas nada disso é explorado profundamente, ao contrário, a lição no ato final do filme nos diz que a salvação da personagem é se apaixonar pelo Ben e depender de um homem para ter as rédeas de sua felicidade.

    Outro ponto: por que Ben é forçado a admitir que foi machista e supostamente teve o "ego machista" ferido quando falou mal da Bea para o Pete no início do filme? Se ele houvesse falado que a Bea era fútil, maluca, "apenas um contatinho" diretamente para ela independente de saber o motivo pelo qual ela fugiu, aí sim ele seria um brutamontes. O que ele deveria ter falado: "nossa, ela é incrível, mas fugiu, não sei o porquê, que pena, mas ela está certa e não posso ficar magoado se não estarei ferindo a bandeira do feminismo". A Bea estava passando por um momento complicado, mas ninguém é obrigado a adivinhar se ela não contar, o Ben nem teve a oportunidade de tentar ser empático.

    Enfim, dou nota 6/10 pelas boas atuações, carisma dos personagens e algumas boas piadas. "Todos Menos Você" tenta acertar em "10 Coisas que Eu Odeio em Você", mas acerta em cheio em "Debi & Loide" com situações fantasiosas na tentativa de criar humor. O roteiro de Llana Wolpert traz os delírios de uma adulta com adolescência frustrada que ainda escuta Unwritten, canção de Natasha Bedingfield, de 2004.

  • Mths Gonc 3 anos atrás

    y

  • Mths Gonc 3 anos atrás

    Tudo certo filipe e você?

  • Mths Gonc 3 anos atrás

    Oi Filipe tudo bem?