Últimas opiniões enviadas
Tem filmes de 2h que se perdem nos 30 minutos finais, mas A substância se perde nos 90 min finais, após 30 min de boa introdução.
Sim, eu entendi que era um filme de horror e com crítica social. Filmes recentes do mesmo gênero foram brilhantes como Pobres Criaturas, mas A substância passa dos limites entre crível e incrível, pois as premissas de mundo se contradizem dentro do seu próprio enredo.
O que salva realmente são a maquiagem e as atuações de Demi Moore, Margaret Qualley e Dennis Quaid. A cena dela velhinha resmungando enquanto cozinhava e, principalmente, a cena em que ela retoca a maquiagem várias e várias vezes, para mim, foram o ápice de sua atuação no filme, porém, não foram marcantes o suficiente para garantir o Oscar de melhor atriz.
Tanta coisa para dizer...
A Kano realizou seu sonho de cantar covertendo a cidade em um aquário, ainda sobretudo na presença da mãe. A sua evolução ao longo dos 12 episódios foi gigante. Antes ela era uma pessoa totalmente dependende da Yukino e dps da Mahiru. Agora o propósito dela cantar é genuíno, vem dela mesmo em prol de todos, seus fãs, as pessoas que estavam perdidas como ela já esteve, e até as pessoas que ainda a odeiam.
A Mero, desde o episódio 10 ou 11 dava sinais de que estava arrependida das suas ações, primeiro ela destruiu aquela banda rival inteira e depois separou mãe e filha (Yukino e Kano). Além do peso, com certeza ter interagido com a Mei e a Mahiru contribuiu, pq ela viu o quanto a Kano sofreu e mesmo assim encontrou amigas incríveis, então seu individualismo estava apenas lhe afastando das pessoas. Foi bacana sua redenção incentivando a Kano a cantar. Além disso, o evento em si do Sunflower Dolls com JELEE acabou de vez com o "climão" e perseguição à Kano desde seu soco na Mero. E as duas, Kano e Mero, ainda se tornaram boas amigas!
Gostei de ver a Yukino sob o olhar da Mahiru, sem apenas a visão da Kano. Realmente a Yukino não é uma má pessoa, mas também não é a melhor das mães, é uma pessoa cujo foco é o lado profissional. Ela reconheceu a Kano como artista e não mais como seu produto moldado por ela (Nonoka). Sem falar que a Yukino conseguiu bater sua meta/sonho de ter 50 mil espectadores num show ao vivo com uma parcela de ajuda da filha que trouxe os fãs do Jelee. E agora que a mãe respeita e admira a filha, foi bacana a Yukino ter prestigiado a Kano na sua graduação do Ensino Médio.
A Kiui, depois de ter tido a coragem de dizer ao mundo quem ela é, independente de ela ser diferente das maioria das pessoas, além de confrontar aqueles trouxas ex-colegas de classe do Ensino Fundamentel, felizmente está até perdendo o medo de sair de casa. Prevejo um romance com a Koharu (a menina da moto na auto-escola).
Menções honrosas para a Baba que tem um público nichado para quem ela realmente é. A sua filha e a Mei no show foi muito fofo. Bem legal esse finalzinho sendo filmado como uma live do Instagram e depois todos os personagens dando tchauzinho. E aquele homem com guarda-chuva azul olhando o mural de JELEE? Ele aparece na opening né? Talvez seja o pai da Kano, um personagem que o roteiro tinha intenção de utilziar, mas não usou, ou por ter mudado de ideia, ou apenas para nos trollar kkk
Jellyfish diz muito sobre enfrentar os próprios medos e ter coragem para dizer quem vc é, não pelos outros, mas por quem vc quer ser. É um anime que valoriza as amizades, mas também valoriza a individualidade de cada um, sem dependências emocionais. Mesmo que muitas vezes a gente apenas siga o fluxo, como uma água-viva, um pouco de coragem já nos faz brilhar.
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Bons filmes!
Equipe Filmow
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Tudo certo filipe e você?
O filme começa com um casamento em crise. No fim, o desastre funciona como uma terapia de choque que recupera o casamento, e o livro publicado transforma a infelicidade privada de Denise em testemunho. Mas o final feliz é ambíguo. O Greg salvo nunca foi ao passado, não viveu o apocalipse com eles e não aprendeu a ouvir e confiar na esposa. Só Denise passou por tudo isso. Ela sente carinho por uma versão do marido diferente da que perdeu, e uma das crianças convive com uma versão anterior da própria família e até com outra versão de si mesma.