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Grande parte dos espectadores aparentemente não compreendeu o tom irônico da nova escola possivelmente por achar que há excessos em torno da representatividade. A série não apenas aborda temas importantíssimos mas carrega consigo um dos pontos principais da trama: a beleza da falha humana. Quase todos os personagens tentam, erram, se desculpam e seguem em frente, um grande resumo do que é a vida, um mar de dúvidas que por muitas vezes nos sentimos sozinhos e desamparados. Por mais que oito episódios tenham acarretado certa pressa, não houve descasos com a finalização dos arcos dos personagens. Pode até passar despercebido, mas a cena no último episódio das duas personagens trans transando, por mais que breve, é disruptiva e extremamente linda. Espero mais obras que consigam abordar temas necessários com responsabilidade e entretenimento e menos obras com seis marmanjos vazios dentro de um apartamento.
Parte da lentidão da maioria dos episódios é carregada de informações relevantes para a construção dos personagens e para a trama. A profundidade da psique humana e nossa mudança constante a partir de acontecimentos do passado são ambos temas recorrentes mas não repetitivos em seus detalhes. Porém, essa lentidão pode ter comprometido o final. Me pareceu apressado, mesmo sendo o episódio final o mais longo de toda série. Pela ótima atuação dos dois protagonistas, Steve Carell e Dohmnall Gleeson, o roteiro merecia um melhor refinamento, o que nos intriga ao decorrer dos episódios não é entregue pelo final com a mesma qualidade que apresenta em seu desenvolvimento. Nota: 4/5
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Oi
olha quem volteiiiiiiiiii
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Uma delícia chegar ao final do filme porque lá cessa a trilha sonora infinita e ininterrupta. Em "Last Night In Soho" a trilha incessante tinha motivo: a tensão, a confusão, o suspense. Aqui aparenta apenas pretensão e vaidade. O roteiro agrada, mas a direção torna tudo cansativo e um final pouco satisfatório pela inicial promessa de grandiosidade.