Hans Lucas
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Estes são os meus filmes e séries favoritos

Nouvelle Vague (Nouvelle Vague) 30

Nouvelle Vague

Às Vezes Quero Sumir (Sometimes I Think About Dying) 68

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O Carteiro e o Poeta (Il Postino) 303

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Quem Tem Medo de Virginia Woolf? (Who's Afraid of Virginia Woolf?) 503

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Vá e Veja (Idi i Smotri) 795

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Plano B (Plan B) 136

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Alice nas Cidades (Alice in den Städten) 95

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A Face do Outro (Tanin no Kao) 67

A Face do Outro


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Hamnet: A Vida Antes de Hamlet (Hamnet) 403

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Livros Restantes (Livros Restantes) 27

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Valor Sentimental (Affeksjonsverdi) 364

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Últimas opiniões enviadas

A Fronteira da Alvorada (La Frontière de L'aube) 91

A Fronteira da Alvorada

  • Hans Lucas
    1 ano atrás

    Quantos espectros nos perseguem ao longo de nossas vidas. A paixão de Philippe Garrel transparece em cada plano filmado. As sombras e as luzes constituem uma homenagem aos melhores anos da Nouvelle Vague. Existem filmes que transcendem a simples condição de obras à espera de serem vistas; tornam-se verdadeiras cápsulas do tempo, ocultando segredos, seus, meus, nossos. Assim como Carole menciona, quando estamos apaixonados, tornamo-nos um só com a pessoa amada, mas, ao término de tudo, desvanecemos tão facilmente quanto uma bolha de sabão. Um parte e o outro permanece a chorar. Assim é também a nossa relação com a arte.

  • A Mulher da Areia (砂の女) 103

    A Mulher da Areia

  • Hans Lucas
    1 ano atrás

    As metáforas são evidentes e impactantes. O trabalho é cavar incessantemente, buscando produzir algo, mas o buraco é cada vez maior. Como afirma o personagem entomologista Niki, magistralmente interpretado por Eiji Okada, cavar para viver, viver para cavar. Se pararmos, morremos de fome; se continuarmos, morremos de exaustão. Mais uma obra-prima de Hiroshi Teshigahara, que nos confronta com a fragilidade de um sistema que já nasceu condenado ao fracasso.

    editado
  • A Face do Outro (Tanin no Kao) 67

    A Face do Outro

  • Hans Lucas
    1 ano atrás

    O filme narra a história de um homem que, após perder o rosto em um acidente, teme pelo fim de seu casamento e decide procurar um audacioso cirurgião, que recentemente desenvolveu um método de transplante facial. O novo rosto revela a profunda verdade de que somos essencialmente um vazio, uma coleção de experiências que nos proporciona a ilusão de um eu. Como disse Buda, somos mudos cujas máscaras circulam incessantemente. Acreditamos em tudo o que vemos no espelho, mas quem somos de fato? O que determina cada passo que damos? Pode uma identidade realmente impedir um homem de adotar atitudes deploráveis?

    Este filme levanta muitas perguntas e desafia nossas máscaras a tentar desvendar as respostas. O eu que defendemos tão fervorosamente pode desmoronar com a mesma facilidade de um golpe na cabeça que nos faz perder todas as memórias. Contudo, as máscaras nem sempre conseguem enganar. O filme sugere que um olhar mais apurado pode perceber nuances sutis, como um cheiro, um trejeito, ou até mesmo um olhar único.

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