O que mais me pegou nesse filme são as cenas de lembrança da Catherine.
Geralmente filmes retratam lembranças como flashbacks, um negócio teatral: o personagem levantando a cabeça, respirando fundo, fechando os olhos, um fade-in fade-out gradual... Mas não é assim não vida real. Lembranças são mais como pensamentos intrusivos. Você pode estar com amigos ou com alguém, vivendo o momento, elas são repentinas e invadem o presente. Por mais belas e felizes que sejam, memórias são violentas. E o filme retrata isso MUITO bem, como nenhum outro que assisti até hoje.
Forma, inclusive, um paradoxo pro Theodore: A mulher que está com ele não possui uma presença física. Mas a mulher que já não está com ele continua sempre presente em sua memória.
O que mais me pegou nesse filme são as cenas de lembrança da Catherine.
Geralmente filmes retratam lembranças como flashbacks, um negócio teatral: o personagem levantando a cabeça, respirando fundo, fechando os olhos, um fade-in fade-out gradual... Mas não é assim não vida real. Lembranças são mais como pensamentos intrusivos. Você pode estar com amigos ou com alguém, vivendo o momento, elas são repentinas e invadem o presente. Por mais belas e felizes que sejam, memórias são violentas. E o filme retrata isso MUITO bem, como nenhum outro que assisti até hoje.
Forma, inclusive, um paradoxo pro Theodore:
A mulher que está com ele não possui uma presença física. Mas a mulher que já não está com ele continua sempre presente em sua memória.