Pamela S.A.
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Mr. Robot (1ª Temporada)

  • Pamela S.A.
    8 anos atrás

    Elliot vive em uma ficção real, interna e social, sua ficção parece mais próxima a realidade do que os que vivem a “realidade”. A diferença é que os outros conseguem distrair-se com compras, redes sociais, relações superficiais e com a ideia de uma vida feliz, Elliot não, ele não perdeu seu mundo particular, seus erros, falhas e inadequações o coloca em um local de observador da sociedade.
    Uma sociedade presa em um sistema financeiro poderá perceber sua condição e libertar-se? É claro que não, porque a revolução é feita por poucas pessoas e alguns computadores. A máquina e a mente que constrói ficções, as destrói também, somos sempre nós os criadores do absoluto e do relativo, mesmo que acreditemos no sagrado e no divino. Eliot e o seu computador representam a anomalia resultante dos “produtos” do capital, uma ferramenta sem encaixe “feita” para desconsertar.

  • Peles (Pieles) 593

    Peles

  • Pamela S.A.
    8 anos atrás

    É o corpo que nos liberta e aprisiona, Casanova nos mostra a deformação, o feio, o monstruoso, os excessos e a rejeição as formas humanas. A pele é o que tocamos, não acariciamos o amor, nem o desejo, acariciamos a pele. A pele é a que machucamos, não cortamos o ódio, não chutamos o asco, ferimos a pele. Ela é o tecido de contato com o mundo que mascara as imperfeições, será permitido ser monstruoso, mas não parecer monstruoso?
    Não escolhemos nossa pele, quais consequências isso nos traz? Talvez ser mais ou menos vistos, ser mais ou menos tocados, ser mais ou menos machucados. É por meio da pele que sentimos prazer, é ela que nos apresenta ao mundo, a pele mostra nosso destino. Nos libertando e nos condenando. Nossas ações de transformações são diretamente na pele, pois ela é a máscara real de um interior que não pode ser visto.

  • Heli (Heli) 63

    Heli

  • Pamela S.A.
    8 anos atrás

    É com crueza que vemos Heli sofrer a violência, provocada pelas drogas/capital, tanto praticada pelo estado quanto por traficantes. O que vemos é um México, muito parecido com o Brasil e outros países, em que o comércio das drogas é um nicho de mercado em que o estado e traficantes competem por seu controle.
    Heli está em uma esfera de não-vida, ele se quer está próximo de alcançar algum tipo de “proteção” do estado. Existem diversos utilitários de modelagem e direcionamento de vontades das pessoas, as drogas representam um desses utilitários, ter o controle deles significa ter poder, por isso é um mercado tão disputado entre o estado empreendedor e os traficantes.
    Quem se importa com a vida de Estela? Nos parece que apenas Heli, e quem se importa com a vida de Heli? Nos parece que apenas Sabrina. Esse único ou poucos que se importam, talvez sejam um breve marcador de “existência”, que talvez sejam apagados rapidamente.

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