Últimas opiniões enviadas
Gostei muitos dos diálogos e me emocionei com muitos deles, principalmente o da Amy explicando o porquê do casamento para ela, como mulher, ser uma proposição financeira e o a Jo explicando que apesar de acreditar que as mulheres servem para muito mais além do amor, ela se sente solitária. Um destaque para a atuação da Florence Pugh, que voz!
Outro destaque é para a cena que a Jo rejeita o Laurie, não sei explicar, mas aqueles dois foram tão convincentes, o diálogo, as expressões, a movimentação... uma obra de arte, na minha opinião.
O Edward Chen entregou uma atuação digna de Oscar, na minha opinião ele interpretou o personagem com um desespero e delicadeza fora desse mundo, na verdade, acredito que ele não interpretou, mas viveu no corpo do personagem temporariamente. Quando ele sorria eu sorria junto e quando ele chorava parece que enfiavam uma agulha no meu coração por tamanha perspicácia. Talvez era para ter dois personagens principais, A Han e Birdy, mas a profundidade e verdade do A Han ofuscou o carisma do Birdy.
Só perde pontos pelo final insosso, mas a realidade é triste e insossa, então tudo bem.
Últimos recados
Olá, obrigado pela minha curtida da lista de História Geral, mas tem ainda as minhas complementares de História do Brasil e do Oriente Médio, espero que você goste também. Abraços.
Teve o final que Rainha das Lágrimas deveria ter tido para se tornar impactante. Li algo com o qual não pude discordar: 'Mesmo na ficção, às vezes não há como escapar da morte'. Aquela quantidade de aneurismas tornaria a sobrevivência dele muito irreal.
No geral, achei a trama fraca. Demorou a engrenar e só ganhou substância mais para o final.
O que mais doeu na morte dele foi o fato de ele realmente querer viver, especialmente depois de começar a ser feliz.
O que mais gostei foi o clima caótico e engraçado: as brigas aleatórias, as perseguições injustificadas. Foi divertido de assistir, apesar dos pesares.
Destaque para a personagem da Bong Suk, que brilhou como 'mãe, irmã, amiga e amante'. Sem dúvida, a melhor parte da trama.
Já o Heung tinha todo o potencial para ser um grande personagem, mas sua subserviência à mãe o limitou demais. Só conseguiu superar isso quando ela voluntariamente o libertou.
Não entendi o papel do John Na na história, parecia desconexo.
Ainda acho que o Hae Jo foi abandonado emocionalmente. Apesar de o pai ter aparecido na formatura, ele não o procurou durante anos.
Hae Jo e Jae Mi formaram um bom casal, mas eu torcia para que ambos ficassem com outras pessoas.
O Hae Jo foi muito cruel ao longo da trama e, no final da vida, decidiu simplesmente sequestrar a Jae Mi (?!) – uma decisão absurda.
Apesar dos pontos positivos e momentos divertidos, achei a série inconsistente e cheia de decisões difíceis de entender.