Últimas opiniões enviadas
Sarah Snook, como sempre, impecável. Ela é o coração da série — a dor da personagem atravessa a tela e transforma a experiência de quem está assistindo.
Gostei bastante do espaço dado ao detetive e de como a história dele se conecta com a trama principal, deixando tudo mais interessante e bem amarrado.
Sobre o final, eu estava esperando um desfecho mais previsível, cheio de explicações exageradas e soluções mirabolantes (bem no estilo de várias adaptações do Harlan Coben, que eu adoro, inclusive), mas acabou me surpreendendo.
Se for pra citar algum ponto negativo, a única coisa que me incomodou um pouco foi o excesso de “conveniências” no roteiro — várias pistas importantes, por exemplo, simplesmente foram jogadas no colo do detetive.
Ainda assim, o saldo é bem positivo. Dá pra entender perfeitamente o hype.
Últimos recados
ainda bem, fiquei pensando, ele nao deve ser tao exigente assim kakakaka
olá, bugou ou vc avalia todos os filmes com meia estrela? kkkkk achei exigente kkkkkk
opa, amizade aceita! c vê excelentes filmes ;)
Eu achei a construção e a desconstrução do “anti-herói” com a Selina Meyer foi bem semelhante à de Walter White, em Breaking Bad.
Ela sempre foi uma pessoa narcisista, mas, no início, isso chegava a ser engraçado — a gente conseguia torcer por ela nas primeiras temporadas, achávamos graça das suas falas absurdas e até nos compadecíamos das suas inúmeras inseguranças, ainda mais por ser uma mulher num contexto extremamente machista. Já nas duas últimas temporadas, o recado dos roteiristas fica claro: trata-se de uma pessoa horrível, intragável e impossível de defender.
E a situação só se agrava, até culminar no derradeiro episódio S07E07. O final é agridoce: ao mesmo tempo em que traça um retrato da política decadente e desumana dos EUA, também encerra com uma piada nos segundos finais que reforça a irrelevância permanente de figuras como a Selina.