Felipe Tavares
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Ribeirão Preto - (🇧🇷 BRA)
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Últimas opiniões enviadas

  • Felipe Tavares
    1 semana atrás

    O primeiro “O Diabo Veste Prada” é um dos filmes mais icônicos do século XXI, provavelmente eu devo ter visto ele mais de trinta vezes. Essa sequência, provavelmente não terá o mesmo impacto em mim, vi uma vez no cinema e se eu rever outras 2 ou 3 vezez quando o conteúdo pingar nas plataformas de streaming, vai ser muito. Entretanto, é uma excelente sequência.

    É muito bom rever todo o elenco do primeiro filme, estão todos ótimos no papel e eu achei a participação do Stanley Tucci muito bonita e significativa.

    Esse segundo filme, pra mim, é muito mais dramático, porque já nos primeiros minutos aborda como tem sido triste o declínio do jornalismo impresso e como ele tem sido engolido pela “tik tok-tização” da comunicação social. Anúncios rápidos, notícias digitais de 140 caracteres e artistas de verdade sendo descartados em detrimento de influencers mais vazios do que as salas de cinema que exibiam os filmes do Edir Macedo para lavar dinheiro pra Igreja Universal.

    Meryl continua sendo o ponto alto do filme. Dessa vez o figurino não é tão exuberante quanto o do primeiro e não rouba nem por um segundo a cena dessa diva de Hollywood. O enfraquecimento do jornalismo impresso afeta a todos, inclusive a mais imponente de todas as figuras desse universo: Miranda Priestley. E por isso, Meryl acrescenta uma nova camada à composição dessa personagem, que não pudemos ver no primeiro filme. É um trabalho fantástico digno de uma grande atriz.

    No fim das contas, não é algo que eu vá rever mais de 30 vezes. Afinal, não é fácil ser a sequência de uma das obras mais importantes da cultura pop de todos os tempos, mas é um bom filme e uma sequência que superou grande parte das minhas expectativas.

    editado
  • Felipe Tavares
    2 semanas atrás

    Mande os críticos pra PQP e vá ao cinema, de preferência em sala IMAX, ver esse filme.

    As cenas musicais e de dança são incríveis. Não teria como ser diferente, o material base disso é surreal de bom!
    Michael foi genial! Nunca haverá outro igual!

    editado
  • Felipe Tavares
    3 semanas atrás

    Eu achei a construção e a desconstrução do “anti-herói” com a Selina Meyer foi bem semelhante à de Walter White, em Breaking Bad.

    Ela sempre foi uma pessoa narcisista, mas, no início, isso chegava a ser engraçado — a gente conseguia torcer por ela nas primeiras temporadas, achávamos graça das suas falas absurdas e até nos compadecíamos das suas inúmeras inseguranças, ainda mais por ser uma mulher num contexto extremamente machista. Já nas duas últimas temporadas, o recado dos roteiristas fica claro: trata-se de uma pessoa horrível, intragável e impossível de defender.

    E a situação só se agrava, até culminar no derradeiro episódio S07E07. O final é agridoce: ao mesmo tempo em que traça um retrato da política decadente e desumana dos EUA, também encerra com uma piada nos segundos finais que reforça a irrelevância permanente de figuras como a Selina.

  • Eder Wilker 1 mês atrás

    ainda bem, fiquei pensando, ele nao deve ser tao exigente assim kakakaka

  • Eder Wilker 1 mês atrás

    olá, bugou ou vc avalia todos os filmes com meia estrela? kkkkk achei exigente kkkkkk

  • Klebert 1 mês atrás

    opa, amizade aceita! c vê excelentes filmes ;)