Raintree, Indiana, 1959. John Wickliff Shawnessy (Montgomery Clift) é um jovem que sonha ser escritor. Ele está apaixonado por Nell Gaither (Eva Marie Saint), que conhece há vários anos, e é correspondido. Influenciado por seu professor, Jerusalem Webster Stiles (Nigel Patrick), John sonha em encontrar a mítica árvore da vida. Mas sua vida muda ao conhecer Susanna Drake (Elizabeth Taylor), uma bela e rica moça de Nova Orleans, com quem se envolve. Shawnessy ignorava que ela tinha um desequilíbrio emocional e era ardilosa, tanto que mente para John, dizendo que estava grávida, para afastar de vez Nell e se casar com ele, o que acaba acontecendo. Quando eclode a Guerra da Secessão ele, que era contra a escravidão, ao contrário de Susanna, se alista no exército da União. Paralelamente sua mulher entra em depressão e, como a mãe dela morreu louca em um hospício, parece que ela herdou pelo menos parte desta loucura.
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Tinha visto cenas picotadas de ÁRVORE DA VIDA, de Edward Dmytryk no You Tube. Vi-o na íntegra com qualidade de imagem e áudio precário pela internet e me é um filme extensivamente longo e por momentos difícil de acompanhar. O enredo remonta a história de um jovem idealizador de um pequeno condado do Estado de Indiana. Logo conhece uma mulher bonita e rica de Nova Orleans, mas não sabe que a união dos dois lhe provocará sofrimentos, uma vez que, a sua então esposa herda parte da loucura de sua mãe que foi internada no hospício.
O elenco esteve ótimo nas suas caracterizações, em especial, Montgomery Clift, Elizabeth Taylor e Eva Marie Saint. A fotografia dos belos lagos, cerrados e pântanos são exuberantes. E a trilha sonora segue o mesmo embalo emocional e dramático do clássico E o Vento Levou.
Bom filme!
Com algumas semelhanças com o épico "..E o vento levou", esse drama com fundo humanista racial tem o brilho nos temas abordados e os atores de peso .
Clif, com sua cara de quem está pronto pra mudar o mundo, Eva Marie, esbanjando simpatia e doçura. A força insana de Lee Marvin.
Mas quem brilha mesmo é Liz Taylor. Certamente a maior atriz quando se tem beleza (olhos e rosto) com talento. Maravilhosa nas falas, vigorosa nas feições. Seu domínio de cana e entrosamento com Clift encantam.
Bom filme
Apesar da boa atuação dos protagonistas não me sensibilizei com a película. Se a ideia inicial era suplantar em grandeza o filme 'E o Vento Levou", o objetivo não foi atingido.
As cenas da guerra são muito bem produzidas e dirigidas e arrisco dizer que é uma das melhores atuações da carreira de Elizabeth Taylor, mas é impressionante como, desde personagens a cenários e figurinos, esse filme soa como uma cópia (redutiva) de ...E o Vento Levou.