Em 1660 os papéis femininos no teatro eram sempre representados por homens. Ned Kynaston (Billy Crudup) é o ator inglês mais conhecido por interpretar mulheres, graças ao seu talento e também à sua beleza. Entretanto o rei Charles II (Rupert Everett) se cansa de ver sempre os mesmos rostos no palco e ordena que as mulheres também integrem as companhias teatrais. Com isso Ned perde sua função nas peças, perdendo completamente sua utilidade. Desiludido, ele vê apenas o suicídio como alternativa até que recebe a ajuda de Maria (Claire Danes), sua ex-camareira, que agora se tornou atriz.
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Belíssimo filme! Como disse o Júlio aqui em baixo: TUDO O QUE SHAKESPEARE APAIXONADO QUIS SER E NÃO FOI.
Olha, o deus dourado (quase famosos) surpreendeu muito com seu personagem, que construção de uma passagem real da historia, aliada a drama e romance, duas fúrias, duas vontades, duas almas que só querem atuar...presas a dogmatismos, estereótipos e decisões de monarcas!!
Curti deveras, é claro que falta uma construção mais apurada de uma Inglaterra saindo do período medieval, mas ainda sim, faltando recursos , nos dando pessoas bonitas, e com dentes impecáveis, com aspecto de ter acabado de tomar banho..em fim.
Os questionamentos que tenho, ou que o filme me deu , Ned era homossexual, ou foi seu condicionamento a ser uma mulher que o fez, era Bi?? interessante se assim o fosse, diferente do usual, e o final foi uma tentativa de assassinato com arrependimento, ou que nao deu certo, ou tudo foi encenado..???
Um homem ensinando uma mulher a interpretar uma mulher, uma mulher ensinando um homem a interpretar uma mulher. Questões de gênero, espelhamento e sexualidade discutidas a partir da obra de Shakespeare e do universo do teatro (os atores devem amar esse filme, nunca pisei num palco, e nem pretendo, e me encantei).
Tudo o que Shakespeare in love queria ser e não foi (ainda que eu ame esse filme tbm *-*).
Eu vi ontem, por simples curiosidade! Que história, que filme, achei mt envolvente! os atores principais são lindos, fiquei apaixonada por eles e o Rupert Everett ( de quem eu sou fã) como rei Charles está hilário! assistam!
Nos idos do século 16, o teatro era talvez o principal meio de diversão e cultura para a nobreza da Inglaterra. O curioso é que os papéis femininos eram reservados aos homens que se travestiam para a peça, algo que eu já tinha visto em “Shakespeare Apaixonado”. Só que a eficiente camareira da peça, inconformada com a situação, resolve tentar a sorte como atriz e tudo muda repentinamente. O filme de produção modesta reserva bons momentos com as precisas atuações do casal central que alternam altos e baixos em suas ambições. Por fim, com o final até certo ponto óbvio, o filme tem resultado agradável e interessante.