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Sinopse
Ann Chaplin começa a relembrar aspectos recentes de sua vida, a do seu irmão, ao ir ao funeral de seu pai. Dentre eles seu fracasso como político e o seu casamento problemático, com uma mulher dominadora e ambiciosa.
A produção do desconhecido Philip Dunne não nega as raízes teatrais, mas me fez questionar se o texto funciona pelo menos nos palcos, porque pelo menos no cinema tudo soou bastante formulaico e superficial. Gary Cooper interpreta um político fomentado e manipulado pela esposa, interpretada por Geraldine Fitzgerald em uma clara inspiração shakespeariana à Lady Macbeth, que possui uma ambição imensurável e total falta de empatia pelo maridos ou pelos filhos. É uma pena que o filme limite muito o tempo de tela de sua personagem(que é de longe o maior atributo da produção), em prol dos romances monótonos dos personagens(mesmo que o desenvolvimento desses seja acelerado de maneira pouco convincente). Um filme que merece destaque somente por Geraldine Fitzgerald e sua personagem, de resto permanece completamente esquecível.
A produção do desconhecido Philip Dunne não nega as raízes teatrais, mas me fez questionar se o texto funciona pelo menos nos palcos, porque pelo menos no cinema tudo soou bastante formulaico e superficial.
Gary Cooper interpreta um político fomentado e manipulado pela esposa, interpretada por Geraldine Fitzgerald em uma clara inspiração shakespeariana à Lady Macbeth, que possui uma ambição imensurável e total falta de empatia pelo maridos ou pelos filhos. É uma pena que o filme limite muito o tempo de tela de sua personagem(que é de longe o maior atributo da produção), em prol dos romances monótonos dos personagens(mesmo que o desenvolvimento desses seja acelerado de maneira pouco convincente).
Um filme que merece destaque somente por Geraldine Fitzgerald e sua personagem, de resto permanece completamente esquecível.